Histórias secretas de “Playboy” (5): O dia em que Adriane Galisteu se depilou, na foto mais polêmica da história da revista

A capa do 20º aniversário de “Playboy” com Adriane Galisteu na Grécia

Post publicado originalmente em 20 de maio de 2011

(Os leitores não têm a menor obrigação de saber, mas a uma certa altura de minha longa carreira no chamado jornalismo hard – cuidando especialmente de temas políticos e relações internacionais – e no desempenho de cargos editoriais executivos, coube-me ser diretor de Redação da revista Playboy, entre 1994 e 1999.

Um período muito rico, que, felizmente, deu resultados muito positivos para a Editora Abril e rendeu muitas histórias que nunca contei. E que agora, no blog, estou contando aos poucos.)

Campeões de Audiência

Campeões de Audiência

O fotógrafo J. R. Duran ficou preocupado quando ele e a equipe de Playboy chegaram à ilha de Santorini, na Grécia. Apesar de ser um consumado globetrotter, sem contar que estava prestes a realizar o 107º ensaio fotográfico para a revista, era sua primeira vez na ilha, e ele não gostava do que via.

A estrada que saía do acanhado aeroporto mostrava uma paisagem pedregosa, desértica, absolutamente destituída de atrativos. E ele carregava a responsabilidade de fotografar para a edição de 20º aniversário da revista – e no mais glamouroso cenário possível – a mulher mais comentada do país na época: Adriane Galisteu, a última namorada do supercampeão de Fórmula-1 e grande ídolo brasileiro Ayrton Senna, morto no ano anterior, 1994.

O processo de negociação

Havíamos, em Playboy, investido meses de trabalho e uma grande soma em dinheiro para conseguir contratar Adriane.

No processo de negociação, seria vital o papel de meu amigo querido, compadre e esplêndido jornalista Nirlando Beirão, com quem tive a honra de contar na redação de Playboy como editor especial.

Beirão escrevera, para Adriane, o livro-depoimento No Caminho das Borboletas — Meus 405 Dias ao Lado de Ayrton Senna (Editora Caras, 1994, 300 páginas), grande best-seller daquele ano, e era merecedor da confiança da estrela.

Minha primeira reunião com Adriane se deu no apartamento de Beirão em São Paulo, e com sua presença. Lembro-me de que, depois, como forma de aproximação, dei uma carona a ela até a casa do piloto Rubens Barrichello, de quem se tornara amiga próxima.

O cachê finalmente negociado com os advogados de Adriane depois de alaguns meses alcançaram valor inédito até então — não obstante seja difícil fazer contas exatas com as sucessivas trocas de moeda ocorridas no Brasil desde a fundação de Playboy, em 1975, até então.

Uma edição planejada para ser histórica

Por todas as razões, sobretudo pelo pique de celebridade em que estava Adriane, alvo de enorme atenção da mídia, aquela edição estava planejada para ser histórica. Queríamos uma edição luxuosa, de campeões. A entrevista principal, repleta de revelações inéditas, era do campeoníssimo Emerson Fittipaldi. Uma das reportagens contava Pelé funcionando como ministro do Esporte do presidente Fernando Henrique. Outra, narrava os bastidores de um dos hotéis mais suntuosos do mundo, o Plaza Athenée, em Paris.

Nada podia dar errado.

Ariani Carneiro, editora de Fotografia da revista e meu braço direito em matéria de contratação, pré-produção e feitura de ensaios, também estava apreensiva.

Apesar de que, embora jovem, já tivesse boa experiência em viagens ao exterior — havia realizado trabalhos inclusive no distante e idílico Taiti.

Reprodução de página da edição de 20º aniversário de “Playboy” com parte de foto do ensaio de 26 páginas com Adriane Galisteu

(Nos anos seguintes durante nossa gestão na revista, ela faria dezenas de outras viagens para fotografar estrelas, fosse em Aspen, no Colorado, ou em Veneza, Los Angeles ou Istambul, Londres, Roma ou Las Vegas.)

“Eu me preocupava com a eventualidade de termos escolhido o lugar errado”, me confessou ela recentemente.

Ariani, como Duran, sabia que meu próprio pescoço estava exposto.

O contrato com Adriane, muito acima do que vínhamos pagando a estrelas, havia sido negociado por mim, pessoalmente — fugindo à regra geral segundo a qual as negociações eram iniciadas e no mais das vezes concluídas por Ariani, sempre em contato permanente comigo.

Ao valor do contrato se acresciam, ainda, os custos de deslocamento de uma grande equipe para realizar o ensaio no exterior – além de Duran, a editora Ariani Carneiro, a assistente de fotografia de Duran, Sandra Jeha, a produtora Florise Oliveira, o cabeleireiro Marco Antonio de Biaggi e o maquiador Kaká Moraes. No grupo se incluiria também a à época agente de Adriane, Cristina Moreira.

Num intervalo da feitura do ensaio, a editora Ariani oferece um creme hidradante para Adriane, no terraço do hotel Heliotopos (Foto Sandra Jeha)

Nove dias de trabalho

As apreensões de ambos, porém, logo se dissiparam quando atravessaram uma espécie de grande portal do paredão rochoso que parece proteger Santorini, sobra ancestral de um vulcão extinto, que dá acesso à esplêndida baía de águas azul-marinho, emoldurada por escarpas coalhadas de casas brancas brilhando ao sol — nada mais grego, e mais magnífico.

As atividades começaram no dia seguinte, e se estenderam por 9 dias. Em seus 15 anos de Playboy, Ariani Carneiro não se recorda de tarefa que demandasse tanto tempo.Tenaz em seu objetivo de obter o máximo de originalidade no ensaio, Duran havia previamente anotado uma série de ideias num caderninho — não, não era um iPad… — que costuma levar consigo.

As fotos de Duran — peculiares, surpreendentes, sensuais

Peculiares, surpreendentes, essas ideias foram se materializando em fotos: Adriane nua, de sandálias brancas de salto alto, passando roupa ao ar livre.

Reprodução parcial da página dupla de um exemplar da edição de agosto de 1995 da revista mostrando, na página da esquerda, Adriane Galisteu, nua, ao ar livre, como se se banhasse numa bacia

Ou, a céu aberto, banhando-se numa bacia (veja reprodução tirada da revista de agosto de 1995 acima).

Estendida, de olhos fechados, sobre a cúpula curva do chalé do hotel em que a equipe se hospedou, o Heliotopos (veja reprodução feita a partir da edição de agosto de 1995 mais abaixo). Passeando sua nudez no convés de um pequeno iate alugado por Ariani. Um close de uma mini-calcinha branca dependurada no varal. Adriane bebendo sensualmente leite de um pires.

“Foto de depilação? Nem pensar! — reagiu Adriane“

Os pressupostos dos ensaios de nu são quase sempre os mesmos”, ressalta o fotógrafo. “O diferencial é a sensação de intimidade que as fotos possam produzir”, ensina.

Reprodução parcial da página de um exemplar da edição de agosto de 1995 da revista mostrando Adriane, seios à mostra, deitada sobre o chalé do hotel em que a equipe da revista se hospedou

Aí, e por isso, Duran viria com a proposta de algo “extremamente íntimo” – inspirado em cena rápida e improvisada de sua vida privada, durante uma viagem –, que se tornaria um marco na história da revista: que tal se ela se deixasse fotografar depilando, com um barbeador de lâminas, o púbis?

– Nem pensar! – reagiu Adriane.

Experiente, o fotógrafo jogou a isca:

– OK, sem problemas. Então eu deixo essa foto para fazer em outro trabalho, com outra estrela.

A estrela muda de ideia

Ele sabia que ela ficaria ruminando aquilo, e não teve erro. No último dia, Adriane, que já se acostumara ao profissionalismo e ao bom gosto de Duran e se sentia visivelmente mais segura, voltou ao assunto:

– Olha, Duran, pensei bem e aquela ideia pode ser legal.

A foto foi feita em uma locação providenciada por Ariani — o espetacular hotel Tisouras, também debruçado sobre o mar.

Hotel elegante e badalado, que tinha entre seus freqüentadores um dos papas mundiais da moda, o italiano Gianni Versace.

(Veja abaixo reprodução parcial da página em que aparece a foto)

Reprodução parcial da página de um exemplar da edição de agosto de 1995 de “Playboy” com a foto mais polêmica da história da revista

De propósito, Duran criou um quadro inverossímil.

Adriane não se pôs a depilar-se no banheiro, mas num cenário inusual – uma saleta ornada com quadros, assentada sobre um sofá de couro branco.

Tampouco estava nua, e sim de salto alto, blusa de seda azul, faixa branca nos cabelos louros, um anel de ouro e pedra preciosa no dedo mínimo esquerdo, naturalmente sem roupa íntima, com espuma de barbear sobre o púbis e um barbeador comum na mão direita.

Reprodução de página dupla de exemplar da revista de agosto de 1995 mostrando, à esquerda, foto de Adriane debruçada sobre a paisagem espetacular de Santorini (veja a foto de bastidores mais abaixo) e, na página da direita, outra célebre foto, a da estrela bebendo leite de um pires

A foto da “deusa loura nua na Grécia”, como dizia a chamada de capa da revista, virou notícia no dia em que a edição veio à luz, atingindo uma venda superior a 1 milhão de exemplares (bancas e assinaturas) e batendo todos os recordes da revista em seus à epoca 20 anos de existência no Brasil.

O colunista Zózimo Barrozo Amaral, que ditava moda e modismos no (infelizmente) extinto Jornal do Brasil, logo a denominou de “raspadinha” – alusão maliciosa aos bilhetes da loteria instantânea, ainda muito em voga naquele 1995.

A editora Ariani Carneiro clicou esta cena logo após a feitura da foto mostrada em reprodução mais acima: a estrela seguindo para o almoço com a equipe num restaurante próximo, vestida com camisa, aparte inferior do biquíni e sandálias de salto alto

O tema atiçou uma torrente de manifestações, que incluíram de psicanalistas a programas de fofoca e até mesas-redondas na televisão, do escritor Luis Fernando Verissimo a revistas semanais.

Adriane e Playboy não saíam do noticiário. Na festa dos 20 anos da revista, com um show do cantor Bobby Short para 1.200 convidados no Teatro Municipal, em São Paulo, uma multidão que precisou ser contida por um cordão de segurança se aglomerou na porta para ver, aplaudir e saudar aos gritos a estrela, vestida num longo branco.

Na Folha de S. Paulo, que tratou do caso várias vezes, o exigente colunista Marcelo Coelho sentenciou, resumindo tudo: “Uma foto antológica”.

A equipe, menos o assistente, que fez a foto, numa das cúpulas redondas do hotel em que se hospedou: da esquerda para a direita, em pé, Duran (de boné), Adriane (com as pernas em torno de Ariani), Marco Antonio e Kaká; embaixo, Cristina, Ariani Carneiro e Florise (Foto Sandra Jeha)

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65 Comentários

  • Camilla Carvalho

    Sem duvidas a melhor edicao de Playboy.
    Continue contando tudo pra gente.
    Acompanho a revista a anos.

  • JMello

    Grandes lembrancas dessa edicao! Me lembro das conversas com minhas amigas naquela epoca e sempre seguia a perguntinha: voce faz do mesmo jeito?

  • Bruce Leal

    Os melhores tempos da Playboy…
    O ensaio da Adriane é um dos melhores da revista. Não só a foto dela se depilando é excelente e criativa, o ensaio como um todo o é.
    Adoro ler essas curiosidades sobre a Playboy.
    Em tempo, parece que Adriane está quase com contrato fechado para uma volta às páginas da revista.

    Caro Bruce, muito obrigado por referir-se a essa época como “os melhores tempos de Playboy”. Sou suspeito para dizer se foram ou não, mas o fato, que muito me orgulha, é que durante os 5 anos em que comandei a revista conseguimos 9 das 10 edições mais vendidas em bancas da história. Não tenho os dados atuais, mas creio que, entre as 10 mais vendidas, ainda 7 são daquele período. E jornalisticamente fizemos também uma grande quantidade de trabalhos de que tenho orgulho, com uma equipe inesquecível e muito competente que tive a felicidade de dirigir.
    Abração

  • ed morte

    Como fizeram para esconder os seios “caidos” dela???

  • lucia s

    Tem dó! cabeça masculina adora vulgaridade. Seria bom se o espirito de Senna voltasse e falasse sobre a “namorada”.
    Mais de trinta anos de feminismo e continuamos pedaços de carne num açougue patético.
    Galisteu e similares, socorro!

  • Bruce Leal

    Setti, e quanto ao ensaio que a Adriane fez antes desse para a revista? É mito ou verdade? O Senna levou todos os negativos mesmo? Nunca publicaram ou tentaram publicar nenhuma foto desse ensaio?
    Acho que é uma boa história secreta a se contar, também.

    Forte abraço.

    Caro Bruce, é verdade e eu vi as fotos. Mas não foi na minha época, foi durante a gestão do excelente jornalista e grande amigo Juca Kfouri, que me precedeu.

    Adriana havia sido fotografada antes de conhecer Ayrton e as fotos foram adquiridas pela revista. Quando começou a namorá-la, Ayrton Senna telefonou a Juca e solicitou se era possível não publicar o material, uma vez que, estando com ele, ela havia mudado de situação, não era mais uma modelo pouco conhecida etc. Em homenagem ao campeão, Juca concordou.

    Não me lembro mais se o Juca devolveu as fotos originais para Ayrton, mas havia em minha época cópia de todas elas no arquivo da revista. Eu, naturalmente, cumpri à risca o acordo feito e as fotos permaneceram guardadas com segurança.

    Abraços

  • Lapeno R

    Lembro como se fosse hoje o frisson que essa Edicao da revista causou. Provavelmente o melhor ensaio da revista, a Galisteu realmente saiu belissima (a foto do pires e a minha preferida), em uma era em que o uso de photoshop ainda nao tinha disseminado forte. O Talento da fotografia e da producao, cenario e o contexto que eram a verdadeira arte e essenciais para a beleza deste tipo de trabalho.
    Um grande abraco Ricardo e obrigado mais uma vez por compartilhar conosco essas historias muito interessantes.
    Julio

    Quem agradece sou eu, caro Lapeno. E sou suspeito para elogiar o ensaio e toda aquela edição dos 20 anos…
    Abração

  • Jotavê

    lucia s

    Discordo. Não vejo vulgaridade nenhuma.

    Vejo apenas a explicitação sutil e artisticamente trabalhada de uma parte fundamental da imaginação masculina.

    Que mal há nisso? E de onde você tirou a ideia de que fotos sensuais “rebaixam” ou “enfraquecem” a mulher? Desde quando as fotos da G Magazine “rebaixaram” os homens, reduzindo-os a meros artigos de consumo?

    O que você “consome” numa foto não é uma pessoa.

    Fotos não falam, não vão a restaurantes, não sentem saudades, não contam piadas, não reclamam da vida.

    O que consumimos num ensaio fotográfico sensual, na verdade, é nossa própria imaginação. E não há nada de errado nisso.

    Por que continuar lançando um olhar tão antigo (e tão medroso) sobre a nossa sexualidade?

  • Markito-Pi

    Foi belíssimo, Setti. Nenhuma vulgaridade.Graças ao genio do grande Jose Ruax, o Duran.E da equipe. Soube em detalhes, o trabalhão que deu, pois a modelo nasceu, viveu, vive e jamais deixará de ser
    a vulgaridade em pessoa.

  • cristiane rebola

    Cristiane, seu comentário é de muito mau gosto e por isso não o publico.
    Saudações

  • Tonho

    Meu ídolo,meu herói,foi como perder um irmão!Era o que todo mundo dizia.Mas bastou o cara morrer pra todo mundo ir pra cima da viuva **** ***** ***** ***** ***** ***** *****.E a raspadinha foi uma idéia genial.Foi a viuva tirando o luto e oferecendo-se à cobiça do idevorador do totem.
    O brasileiro é solidário:na sacagem com a viuva do amigo morto.

  • Bruce Leal

    Qual será a próxima história, Setti?

    Ainda não sei, amigo Bruce. São muitas, e nem todas glamourosas. Houve problemas, também, que quero contar.
    Abraços

  • Angelo Losguardi

    O único problema que vejo nessa edição é ter consolidado uma moda de depilação que persiste desde então, e eu considero de muito mau gosto, além de em minha opinião remeter a uma estética pedófila.

    Caro Ângelo, você é a primeira pessoa que vejo concordar com tese pessoal que venho expondo a amigos: a depilação completa do púbis das mulheres, que aparentemente está em moda pelo menos no Ocidente, tem um lado inegável de infantilização do sexo e, sem dúvida, como diz você, remete ou pode remeter, mesmo que remotamente, a uma estética pedófila.

    Mas queria esclarecer que não ocorreu nada parecido naquela edição, nem essa depilação a que nos referimos estava, então, em moda (era o ano de 1995). A foto polêmica de Adriane a mostrava como que depilando a virilha, como tantas mulheres fazem ou faziam. E as demais fotos do ensaio em que aparecia o púbis mostravam que não se tratava do tipo de estética a que você se refere.

    Um abraço

  • Moacyr Macedo

    Obrigado Setti!!
    Aqueles foram áureos tempos de ouro, vamos dizer olimpianos. Que saudade!! Eu vivi e acompanhei tudo!! Fiquei até tarde da noite para assistir o Amaury Jr., na Band, entrevistando as estrelas e uma multidão acompanhando a tudo atrás de um cordão de isolamento. Quando a Adriane Chegou, parecia o Red Carpet do Oscar!! Incrível o que ela causou!!
    Acompanhei nos jornais, revistas, rádio, televisão, foi assunto para muito, muito tempo!!
    A revista estava repleta de reportagens incríveis!!
    Você tem toda a razão de se orgulhar da sua gestão e equipe. Tinhamos um telefone para entrar em contato, o grande ROMÁRIO OLIVEIRA, a Ariane antenada a nossos desejos, o Nirlando e suas matérias originais e todos os demais.
    Vale ressaltar que naquela época tivemos muitas mulheres bonitas!! Vocês realizaram um grande sonho meu, a Isabel Fillardis!!
    Obrigado!!!
    Obrigado mesmo!!
    Este momento é histórico na minha vida!!
    Abração,
    Moacyr Macedo

    Muito obrigado por seu email tão caloroso e gentil, caro Moacyr. Foram realmente bons tempos, e conseguimos, durante os 5 anos em que dirigi a revista, excelentes resultados do ponto de vista de vendagem e de publicidade e, mais importante para mim, do ponto de vista do jornalismo de qualidade que fazíamos e que obtinha excelente repercussão.
    Já que você falou da Isabel Fillardis, tive a honra de ser o diretor que colocou a primeira estrela negra na capa da revista.
    E faço questão de ressaltar, também, que Isabel foi, disparado, entre as estrelas com as quais lidei durante todo esse tempo, não apenas uma das mais bonitas, mas uma das mais profissionais, educadas, simpáticas e corretas em todos os sentidos.
    Um abração

  • Alvaro

    Caro Ricardo Setti
    Na verdade, com esse texto, estou pleiteando uma publicação no “Post do Leitor”, mas não sabia como enviar. Então entrei por aqui. Achei que são assuntos correlatos. Se voce achar que posso publicar o texto onde pretendo, agradeço. Se não, agradeço do mesmo jeito.
    Um abraço, vai aí o texto de minha autoria.

    Amigo Álvaro, muito obrigado por sua iniciativa de escrever. O texto é divertido e criativo, mas não o acho apropriado para publicação no blog, como Post do Leitor ou como comentário.

    Você deveria, sem trocadilho, aprofundá-lo porque é interessante. Eu retiraria certas palavras e passagens mais chulas, para torná-lo mais elegante.

    Um abração

  • Flavio Siqueira

    Olha, acho muito bacana a mulher se depilar, principalmente as partes intimas. **** ***** ***** ***** ***** ***** ***** ***** ***** ***** *****
    No ensaio da revista, havia apenas uma simulação de depilação apenas na virilha. As demais fotos mostram isso.

  • Luiz Almeida

    Ainda tenho este exemplar. Aliás, guardo centenas de exemplares, inclusive aquele que narra uma aventura do Hélio Setti, que me fez correr em busca do livro dele que hoje guardo com muito carinho. Saudações!

    Muito obrigado, caro Luiz. Lembrar de meu querido primo e irmão Helio Setti Jr., que tão precocemente se foi, me emociona muito.
    Um abração e volte sempre.

  • MARLUCIO

    EU SABIA QUE IA DAR NISSO,MAQUEARAM O BRASIL PARA QUE LULA ELEGESSE SEU SUCESSOR,AGORA ESTA TUDO VINDO A FLORA INCLUSIVE A INFLAÇÃO.

  • Júlio Almeida

    Ricardo, belíssimo texto e ótimas narrativas, sempre espero o próximo, SEMPRE! Você prá mim foi genial, também naquela época, como agora. Quero saber se não tem convites para escrever novamente para a revista, quem sabe para este ensaio. O que você mudaria na atual conjuntura da revista no país?

    Abração.

    Muito obrigado, caro Júlio, por sua gentileza e generosidade. Já escrevi para a revista há algum tempo, um artigo, e tenho boas relações com o atual diretor, Edson Aran. Sobre o que mudaria na revista? Seria antiético e deselegante comentar, a meu ver.
    Obrigado por seu interesse, volte sempre e um grande abraço.

  • Zezé

    quanto ao cachê, realmente, é difícil dizer.
    Afinal de contas foi em dólar.
    Papinho furado esse de sucessivas trocas de moeda, bla bla bla.
    Cria vergonha na cara, rapaz.
    Não acha feio fazer o leitor de tonto?
    Fala logo quantas verdes custou.
    ou é errado?
    qualquer coisa tá prescrito, mesmo.

    Mais educação, caro Zezé. Um pouquinho mais de educação lhe faria bem.
    O cachê não foi em dólares, não. Foi em reais. Já estávamos na époc do real.
    Não teve “papinho furado de nada”.
    Vergonha na cara deveria ter você, pela má educação.
    Não estou fazendo o leitor de “tonto”. Tenho o maior respeito pelos meus leitores.
    E tenho respeito também pelos compromissos que assumo e assumi. No caso, assumi com a Abril o compromisso de confidencialidade sobre cachês, e pretendo mantê-lo.
    O que é que estaria “prescrito”?

  • lucia s

    Só de brincadeira: eu ia adorar ver o Antonio Banderas ou algum similar, se depilando…
    Porque os bonitões masculinos não fazem isto?????
    Preconceito? A revista deveria ter os dois sexos oficiais.

  • Jose Roberto

    Caro Ricardo, muito divertidas as lembranças de Playboy curto bastante, mas hoje lendo comentários lembrei-me de meu finado pai : Educação cabe em qualquer lugar (inclusive na Internet) Abraços

    Você tem toda razão, e seu finado pai também.
    Um abração e volte sempre

  • PauloMarx

    Querido Ricardo, parabéns por sua generosidade, afinal se estas historias virassem um livro imagino o quanto venderia. Parabens tambem pelo recorde de vendagem, em uma época em que se lia revistas ( tenho uma
    Claudia Moda com mais 500 paginas!!!!), recorde este que jamais será batido!!!

    Caro Paulo, quem agradece sou eu.
    Abração

  • Marco

    Amigo Setti: Não resta dúvida Setti, q esse trabaho foi um dos mais grandes pendores artísticos da Revista. E ela volta agora com 38 anos e mãe para edição de níver de agosto.
    Abs.

  • Caio Frascino Cassaro

    Prezado Setti:
    Será que foi inspirado nela que Tarso Genro escreveu suas tertúlias “seminais”?
    Em tempo: a molecada aqui do escritório coleciona a revista e considera essa edição, junto com uma especial da Sheila Carvalho, uma da “Tiazinha” e uma da “Feiticeira” as “TOP FOUR” da história da revista.
    Um abraço

    Hahahaha, vai ver que foi.
    Obrigado pelas top four. Se são o que imagino, foram todas em meu período.
    E seu Post do Leitor, sobre o qual eu o consultei hoje, como é que fica? Você mandou um comentário que já meio caminho andado, é só mexer um pouco no texto.
    Abração

  • Caio Frascino Cassaro

    Prezado Ricardo:
    Vou arrumar o texto, sim, conforme respondi na caixa de comentários do outro post. Com relação aos malcriados de plantão, acho incrível a postura de alguns indivíduos que, mesmo tendo oportunidade de ter uma interlocução inteligente como a que ocorre neste espaço, preferem a grosseria e a boçalidade como forma de expressão. Como digo sempre, é uma questão de paradigma. Só isso.
    Um abraço

    Pois é, Caio. Fazer o quê?
    Abração

  • marcos

    Me recordo desta foto até hoje, que coisa mais linda a Adriane no auge da sua forma, explendida, linda, tesuda, uma delícia.

  • HELIO

    esta revista vi, revi, tornei a ver, acho se tiver uma oportunidae verei de novo, esta valeu apena

  • Marco

    Amigo Setti: vou tentar um link, para a Drica, q achei muito bom, espero conseguir.
    http://www.youtube.com.br“sidneymagal-omeusangueferveporvoce”
    Abs.

  • Márcia Maria

    Sr. Marco a melhor música do Sidney Magal é: http://www.youtube.com. br -Tenho

  • Reynaldo-BH

    Grande Setti. Duas breves observações. Impressionante como a Internet (que nos permite estar aqui e interagir) banalizou o erotismo! Uma Playboy como esta era uma produção quase artística: locação, equipe, a fotografada, viagens, cuidado estético, etc. Vivemos a época do imediatismo via WEB. Certamente o orçamento deste ensaio deve hoje financiar uns dez filmes (??) com as estrelas saídas de realitys shows ou banheiras do Gugu. O erotismo banalizou-se. Seria pela necessidade do imediatismo da WEB, que em outra vertente, transforma os sites de notícias em meros apresentadores de fatos relegando a segundo plano a análise e a crítica? Como tudo na vida, nunca creio em só “mal ou bem”. Este maniqueísmo sempre é falho. Se por um lado esta tendência ao “manchetismo” na imprensa é redutora, por outro abriu espaço a blogs de opinião (como o seu, do AN, Reinaldo, Josias, Noblat, etc). Não seria o caso de haver uma revista no Brasil que resgatasse o erotismo frente à vulgaridade? Ou estou ficando mais velho do que imagino?
    A segunda observação é a infantilização do sexo – não diria incentivada – admitida pela moda de depilação. Questões estéticas à parte, nunca havia atentado para este fato. Parece-me incrivelmente óbvio! Uma mulher depilada remete sim a um corpo infantil! Talvez isto explique um incômodo que sempre senti nesta moda íntima. E que não sabia porque… De todo modo, o trabalho com a bela Adriane foi igualmente belo. Vale sim como item de curriculum.
    Abraços.

    Caro Reynaldo, concordo em linhas gerais com seus comentários sobre a banalização do erótico. Quanto à depilação completa do púbis, há tempos considero que tem, sim, algo a ver com infantilização. Faz o corpo de uma mulher adulta guardar semelhança com o corpo de uma criança do sexo feminino.
    No caso específico do meu período como diretor de Playboy, essa “moda” não estava tão disseminada. E Adriane simulou uma depilação na região da virilha.
    Um abração

  • Airton

    Eu não posso negar que são divertidos estes comentários.
    Principalmente os “malcriados”
    Não é esse o caso em absoluto, mas já há notícias e blogs em que a parte dos comentários é de longe a parte mais interessante da página.

  • luiz coelho

    show…belo relato.

    Obrigado, caro Luiz.
    Um abração e volte sempre.

  • Henrique

    Em 1995 eu tinha apenas 8 anos de idade, e ainda não tinha o prazer de ver Playboy, embora eu sempre olhava as revistas do meu tio. Portanto, não tive essa época áurea da revista. Mas me lembro bem de quando comprei essa edição, 5 anos depois de publicada. Tenho um carinho especial por esse ensaio. Belíssimo trabalho. E tenho saudades do tempo que eu não tive sobre a Playboy.Obrigado pelos seus textos, e sempre aguardo mais essas histórias secretas de Playboy. Grande abraço. Henrique.

    Muito obrigado, caro Henrique. Mais textos virão.
    Abraços

  • José Armando BUENO

    Setti, simplesmente DEZ. Texto brilhante, fotos cintilantes, uma viagem no tempo que não para… não paraaaaaa… como diria o poeta Cazuza.

  • Petista arrependido

    Ricardo,
    Nós temos a mesma idade e ficar vendo essa menina pode fazer mal para o nosso coração.
    Vá mais devagar,meu velho!

  • Enio

    Com diria o finado Carlos Imperial: Faltou a sacanagem !!! Parabéns Setti.

  • Edvaldo Moraes de Sousa

    SIMPLISMENTE MARAVILHOSA

  • Kleber

    Parabéns pelo texto, excelente matéria, e a Playboy de Agosto de 1995 é literalmente histórica, impossivel de se esquecer. Parabéns.

  • Klecia Reis

    Ela não tem o rosto bonito; mas o corpo é maravilhoso!

  • etiene

    Etiene, o blog publica críticas, mesmo as mais duras. Mas xingamentos, grosserias e ofensas, não. Assim sendo, seu comentário foi suprimido tendo em vista as regras do blog.
    Se ainda não as conhece, por favor, vá ao link
    http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/tema-livre/amigos-depois-de-mais-de-8-meses-de-blog-e-40-mil-comentarios-nao-havera-mais-asteriscos-comentarios-com-linguagem-inconveniente-serao-deletados-vejam-minhas-razoes-e-as-regras-para-comentarios/

  • Gleiciane

    No meio de tantas opiniões masculinas vai a minha. Sou leiga neste assunto Nudez e particularmente não dou a mínima para o nu artístico, talvez por que já sou da época do erótico banalizado como citou Reinaldo-BH, e da internet onde tudo, ou quase tudo é permitido. Outra coisa é o Photo Shop… depois dele todas as mulheres fotografadas para revistas diversas se assemelham a criações virtuais. As curvas e a pele parecem ter saído de uma fábrica de brinquedos.
    Mas a opinião não é esta, a opinião é que depois de ler este bastidores percebi que o nu artístico existiu um dia, toda esta equipe, planejamento, profissionalismo… Fantástico!
    Gostei e respeito este trabalho. Pena que não acredito que ainda exista desta forma.
    Abraços

  • Rapinante

    Seu comentário ofende uma pessoa que nada tem a ver com o blog — foi apenas objeto de um relato –, e não acho correto publicá-lo.
    Fica para uma próxima vez.
    Espero que você entenda.

  • Alaércio Flor

    Não considero seu comentário de bom gosto, caro Alaércio, e assim não vou publicá-lo.
    Sei que vc entenderá.

  • rossini thales couto junior

    Caro Setti:
    Leitor assíduo da Playboy, redundante eu seria se afirmasse que a sua gestão à frente daquela revista foi sem dívida, talvez a mais brilhante de todas. A revista, independentemente das belas mulheres, sempre trazia matérias interessantes e muito atuais. Bons tempos aqueles, meu caro Setti. Contudo, ficaram na minha mente as imagens e as excelentes reportagens publicadas pela nossa querida Playboy.
    Um abração do amigo
    Rossini

    Desculpe a tardia resposta a um comentário tão simpático e generoso como o seu, prezado Rossini. Minha equipe e eu realmente nos esforçamos ao máximo naqueles anos para que a revista tivesse sucesso, e felizmente fomos recompensados pelos leitores e pelos anunciantes.
    Um abração

  • Marbene Araújo Bueno

    Aff!!!!!!!!!!!!

  • wordnick

    seu período foi o mais fecundo da playboy brasileira.
    lástima vivermos em uma taba medíocre como o brasil. por um punhado de dólares anuais, acesso online todas as edições norte-americanas da revista – a qq hora, de qq lugar.
    neste fim de mundo, onde não se consegue editar um reles best-seller em formato eletrônico, isto é impensável.
    no país mais caro do mundo, o consumidor é só um paspalho.
    Muito obrigado pelas palavras, meu caro.
    Um abração

  • Teresinha

    Adriane Galisteu foi muito incompreendida por namorar o Ayrton Senna, ela abriu mão de sua carreira para acompanhá-lo, que era uma carência dele.
    Na entrevistas em que ela pode relatar esse período, seguido da perda de Ayrton, sempre relatou que a edição dessa Playboy foi que ajudou a retomada da sua vida e de sua carreira de modelo.

  • Sonia

    Com tantos noticiários chatos que estamos tendo nesses últimos dias, o seu texto caiu como uma luva, adorei 🙂
    Agradecemos em nome do Ricardo Setti.
    Abraços,
    Equipe do blog

  • @carneiro_rio

    Acho preconceito considerar uma ‘raspadinha’ infantilização do sexo,estética pedófila etc. Prefiro as totalmente depiladas e também me depilo. E minha namorada e minhas amigas tambm preferem homens depilados. É questão até de higiene… Afinal se pentelho fosse bom, não seria apelido de gente chata.

  • Carlos Amorim

    Realmente Galisteu nao tem o rosto tao bonito, basta olhar o nariz dela e os dentes, mas no conjunto geral, ela se tirna agradavel, e convenamos que se nao fossem os olhos verdes, e sua personalidade, passaria desapercebida… O corpo eh sexy por ser magro e malhado, mas nao diria ser “maravilhoso” como citaram abaixo, pôs falta “bumbum” e seios, que alias, depois que ela amamentou, ficaram “tristes”, expressão que a própria Galisteu usou para justificar um possível silicone, o que só a deixaria mais bela. Acho bobagem ela querer sempre ser vista como uma mulher natural, quando a própria natureza, nao a favorece tanto. Mas o mais importante que a dita beleza, eu a admiro como pessoa e personalidade artística. Uma mulher singular.

  • ALAERCIO FLOR

    Entendo que meu comentario não foi de bom gosto e que não mereceu ser publicado,mas o criterio BOM GOSTO é muito subjetivo….nobre colega jornalista.Obrigado pela atenção.Não há unamidade é burra….no mṕinimo meu comentario foi inteligente ou provocativo,mas não foi de mau gosto.

  • antonio marco

    adriana eu sou seu fam manda uma foto sua para meu facebook

  • mariano afonso

    fas bem a alma comove os bons momentos da pessoa em causa,visto que ele ou ela,faça-o lhe agrada, e nos saibamos entrepreta-las covencionalmente no pusitivo.

  • ELISA

    oi

  • maria mello

    Que falta de assunto cara!

    Depende do ponto de vista, não é mesmo, Maria? Este post é um dos mais acessados da história do blog, de maneira que há milhares de leitores e leitoras que não pensam como você.

    Mas, naturalmente, respeito sua opinião.

  • Angelo Losguardi

    eheheh Aproveitando que o Setti deu um “up” nesse post (mesmo sabendo e concordando com ele que em específico nesta edição não houve uma depilação “full”), vou aproveitar pra lançar meu grito de guerra fanfarrônico:
    .
    Abaixo carequinha! Viva Harry Potter!!!
    .
    RSRSRSRS
    .

  • Claudio Barbosa

    Ésta sim , sabe como se Depilar ou Beber um Leite.. confirmadíssima..!!
    Xokanti..!!

  • Zaratrusta

    Um lugar e uma Vip de primeira grandeza não poderiam ter redundado que no sucesso que se tornou a edição e o momento. A escolha de Thira (Santorini) foi felicíssima e sincronizada com o perfil de Galisteu (Céu, Sol e Mar) num dos locais onde só os Deuses do Olimpo reinaram absolutos através dos séculos (Ayrton deve tê-la acompanhado de perto em seu tour fotográfico!) Foi uma sábia e feliz escolha a de unir a “mola propulsora” da sensualidade do plano terreno de Adriane com o plano idílico da Ilha de Santorini (Thira para os gregos) e seus intrínsecos laços culturais com a mitologia grega onde certamente Ayrton seria um de seus fortes ícones!

  • Maurício

    Mulher brasileira, bem alimentada, malhada e com sol de verão dá, quase que invariavelmente, essa evolução fenotípica.

  • Charles A.

    O resultado da depilação foi preservado , está em algum museu? Ela era maravilhosa…

  • Aline

    Falta de respeito total a memoria do Ayrto Senna, eu entendo que ela precisasse de dinheiro (ja que tava passando dificuldades com a familia). Mas poderia ter continuado a trabalhar nao como modelo e se viesse um dia a posar nua que aguardasse mais alguns anos. Menos de 12 meses apos a morte do namorado, aquele que tantas vezes pediu a ela para nao posar nua, que para ser popular nao precisava ser vulgar. Aquele que em 1993 comprou fotos dela nua para nao serem publicadas, exatos 7 meses apos seu obito ela faz isso.Jogou o nome dele na lama sim, nao é a toa que familia dele ate hoje implica com ela

  • Tom

    Aline, não julgue, você só vê a superfície…está completamente equivocada! Para começar, leia a matéria, diz agosto de 1995. Então não foram 7 messes, foram 15 messes depois. Aos 19 anos Adriane deixou seu emprego na agência de modelos Elite para acompanhar ló pelo mundo. Ele se foi e ela se viu desempregada sem um tostão, com mãe e irmão para sustentar, ela é órfã de pai( o perdeu com 15 anos). Adriane descobriu, após 2 messes da morte de Ayrton que o seu irmão Beto estava gravemente doente. Parte desse dinheiro pagou mais de 1 ano de tratamento hospitalar e remédios caríssimos para o seu irmão. Mas infelizmente não conseguiu salva ló, ele morreu no ano seguinte com apenas 26 anos. Outra coisa a esclarecer, ela sempre foi uma modelo que fazia fotos sensuais, o Ayrton sabia e gostou dela assim. Ele pediu apenas 1 vez para ela não posar porque estavam começando um relacionamento, não porque ele não gostava. Ayrton já ficou/namorou com muitas mulheres capa de Playboy.

  • Rosa Oliveira

    Ainda hj eu vejo essas fotos dela e a admiro.
    Vim a Santarini, e estou escrevendo daqui, simplesmente porque me apaixoneu por esse lugar vendo as fotos da Adriane.
    Owwwww mulher linda. Palmas pra ela.
    Mulher batalhadora, corajosa e valente.
    Parabens Adriane pela pessoa que vc e…