IMAGENS PRECIOSAS: entrando no clima da nova versão para as telas de “O Grande Gatsby” pelas lendárias capas originais da revista “Vanity Fair”

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A capa da “Vanity Fair” original de dezembro de 1927: glamour e hedonismo típicos dos anos 1920 e presentes em “O Grande Gatsby” (Imagens: Condé Nast Store/Vanity Fair)

Como em Romeu e Julieta (1996), Moulin Rouge (2001) e outras produções de seu diretor, o australiano Baz Luhrmann, O Grande Gatsby, filme que estreia no Brasil em 14 de junho, surpreende os mais ortodoxos.

Nunca é unânime a opção do cineasta por tratar textos de época com técnicas cinematográficas e trilha sonora pop atuais, mas seu estilo também não costuma passar desapercebido.

No caso de Gatsby, a quinta versão para as telas de um dos maiores clássicos da literatura americana, publicado em 1925 por F. Scott Fitzgerald (1896-1940), escutamos Jay-Z, Amy Winehouse e Lana Del Rey em festanças dos anos 1920 organizadas pelo protagonista (Leonardo Di Caprio).

Glamour hedonista da aristocracia

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Cartaz do novo “O Grande Gatsby” (Imagem: reprodução)

No entanto, se o tracklist parece viajar no tempo, o espetacular figurino e a impecável ambientação se mantêm amarados ao glamour hedonista daquele período pré-Grande Depressão.

Em tributo à chegada às salas de O Grande Gatsby e o sucesso que vem experimentando, a revista americana Vanity Fair, cuja primeira encarnação – existente entre 1913 e 1936 – captou aquela cultuada época na linha de frente, compilou e republicou em seu site algumas de suas capas mais “gatsbynianas”.

Todas são ilustradas com personagens muito parecidos aos aristocratas descritos por Fitzgerald em seu livro, e que DiCaprio, Tobey Maguire e a lindíssima Carey Mulligan dão vida na releitura de Luhrmann. Imagens perfeitas para entrar no clima antes de conferir O Grande Gatsby nos cinemas. Confiram:

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Capa da edição de setembro de 1924

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Outubro de 1927

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Novembro de 1924

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Março de 1920

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Março de 1922

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Março de 1928

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Julho de 1929

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Janeiro de 1927

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Agosto de 1927

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Abril de 1923

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4 Comentários

  • Zaratrusta

    Tudo leva a crer que já criaram um EIKE-gatsby “sob medida” para acelerar o país das bananías tupiniquins a se estrepar mais rápido….

  • João Augusto

    As capas da “Vanity Fair” são maravilhosas.As de outubro/22,março/28,abril/23 são obras de arte. Terei que viajar 400 kms para ir ao cinema decente(moro bem no interior) apesar da crítica não ser unânime. Mas pelo que voce disse, fugindo a tendência do diretor, acho que caberia as músicas do Porter, Gershwin ou Berlin. Deixa, o filme é de Luhrmann. Irei conferir.Em tempo: Fitzgerald não aceitaria a descrever o jet set local “pós mensalão”,não? Falta glamour.Mas o diretor seria o mesmo do Exorcista,não?

  • Tcheves

    O grande Gatsby é meu livro americano preferido junto com o “Por quem os sinos dobram” do Hemingway. A geração perdida de Paris era fera.

  • Jeremias-no-deserto

    Na minha opinião, as tentativas cinematográficas de mostrar requinte e glamour gatsbyniano redundaram em fracasso.Já essa atmosfera é esplendorosamente exibida na música de Cole Porter e Gerswhin, e principalmente nessas obras primas do Vanity Fair,cujos originais deveriam estar expostos em qualquer dos bons museus do mundo inteiro.Espero que a versão de Baz Luhrmann me desminta, mas a escolha de DiCaprio para protagonista do filme já levanta dúvidas.