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Angela Merkel recebe o primeiro-ministro neozelandês John Key com honras militares na sede da Chancelaria, em Berlim (Foto: demolix.com)

Ah, como eu gostaria que um dia o Brasil pudesse servir na frase histórica que The Economist, a revista mais inteligente do mundo, construiu sobre a chanceler alemã Angela Merkel e seu país — aos quais, naturalmente, não hesita em criticar quando acha que deve:

— É um governo sério, num país sério, onde a palavra sério quer dizer exatamente isto.

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14 Comentários

Dulce Regina em 02 de abril de 2014

Saudades...http://www.recadoseglitters.com/mensagem/6201

Dulce Regina em 25 de março de 2014

Ui ! Como escreve o nosso Poeta ...rsrsrs. - SIMPLESMENTE ... Creio que foi a emoção . Aí amigos, que tal desembarcarmos nesta ESTAÇÃO ?

Rafa em 25 de março de 2014

Há políticos desonestos na Alemanha, há pessoas que furam o sinal vermelho, dirigem embriagadas, jogam papel no chão, cometem outros crimes? Há. Mas essas pessoas são a minoria da população alemã. Será por quê o povo teutônico é naturalmente bom e cordato? Hum, sei não...logo eles, que entraram em tantas guerras...A resposta é clara: transgrida a lei e você será punido sempre. Assim, sem espaço para o "jeitinho", não há estímulo para o mau comportamento. Isso é seriedade.

Dulce Regina em 24 de março de 2014

Caro Setti, também tenho esta inveja benigna, ainda hoje deixei um comentário, sobre a Alemanha. . Quanto à FELICIDADE, penso que são momentos " no presente " , que sentimos e vivenciamos alegrias e contentamentos, em que nosso coração acelera, nossos olhos se enchem de lágrimas, nos paralisa a ponto de não saber o que falar ou dizer. E isto MEU REY, meu irmão virtual, VOCÊ me causou com o seu relato. Quando vi meu nome, me emocionei...para mim parece que vc não O escrevia , há anos ! Não sei se vc passa pela estação, e olha através da janela do seu coração, o que deixo por lá. Hoje entendi muitas coisas, na letra do link postado . Quero " SIMPLISMENTE lhe abraçar. Aquele abraço apertado, silencioso, mas que diz tudo o que você representa para mim. Beijos, meu querido. Dulce Regina

Claudio em 23 de março de 2014

eu queria ser alemão...

Moacir 1 em 23 de março de 2014

Setti, Essa inveja eu conheço de cor e salteado.Ela é mais difícil de lidar,quando a gente por conta de laços familiares ,vínculos afetivos e contingências de trabalho ,vira e mexe se encontra lá,bem no centro de um mundo civilizado. Os contrastes são de enlouquecer gente sã.O jeito é repetir que os brasileiros - sabe-se lá o porquê! - tem uma das FIB mais altas do planeta. E que estão me esperando lá no meu desterro tupiniquim os meus,a minha democrática praia, feijão com arroz e suco de jaboticaba! Abraço

Moacir 1 em 23 de março de 2014

Old-friend, Durante o julgamento da AP 470,houve um momento que nada teve a ver com ela,que me tocou muito profundamente.Foi a despedida de Ayres Britto. Ele falou com toda a tranquilidade: EU SOU UM HOMEM FELIZ. E eu soube que ele dizia a verdade,pois é assim que eu também me sinto.Sinto amor pela vida. A depressão me entedia.Afinal,tem tanta coisa acontecendo lá fora.Não dou conta da curiosidade. E então,cansado de dona tristeza, eu termino abrindo as minhas janelas.Sempre. Mas Ayres Britto disse mais.Que não estava nem aí para ser reconhecido pelo que fazia.Nada disso.Ele,em vez, buscava se reconhecer nas coisas que fazia.É por aí. Poder? Não, essa não é a minha praia.Sei que a necessidade de dominar faz parte da maquiagem psicológica da espécie.Devo ser alienígena. Contento-me em ser, tanto quanto posso,meu próprio dono.Já está de bom tamanho,quando consigo...rsrsrs Um link? http://www.youtube.com/watch?v=SWSz_PAfgNc "ALL THAT'S LEFT IS ALL THAT I HIDE" Uma pena? Não poder postar aqui a carinha do Pablo ,de olhão beeem aberto, aos 10 minutos de vida! Pois a minha vida,old-friend, já passou - UI! - e muito, das minhas estreitas fronteiras. ABRAÇO

olavo em 23 de março de 2014

Caro Setti: na Alemanha eles não tem políticos ladrões, nem partido que começa com as letras P e T. Simples assim. Caro Olavo, ao longo do tempo apareceram, sim, políticos corruptos na Alemanha. Pouquíssimos, diga-se. A diferença com nosso país é que eles foram punidos com rigor e rapidez. Abraço

Flavio Cavalcanti Junior em 23 de março de 2014

Angela Merkel para presidenta!

Maria Luz em 23 de março de 2014

É a sobriedade alemã, resquício do pós-guerra. Só quem passou fome e miséria nesse período sabe dar valor ao que possui e evitar o desperdício. A Alemanha hoje dá um belo exemplo de operosidade, humildade e solidariedade, socorrendo países em situação difícil sem soar trombetas. Infelizmente a virtude da temperança é ignorada em PTlândia.

Vhera em 23 de março de 2014

Se tivesse que se referir ao Brasil, certamente o The Economist escreveria: " É um governo corrupto, num país corrupto, onde a palavra corrupto quer dizer exatamente isto"

Reynaldo-BH em 23 de março de 2014

Aos meus AMIGOS Setti, Moacir e Dulce. ----------------------- Não vou falar de política. Nem de poder. Queria falar de felicidade. Lembro-me de Marx, o verdadeiro; Groucho Marx. "Eu, e não os acontecimentos, têm o poder de me fazerem sentir feliz ou infeliz hoje. Eu posso escolher como é que quero estar. O ontem está morto, o amanhã ainda não chegou. Eu tenho apenas este dia, o de hoje, e vou ser feliz enquanto este decorrer. "Autor - Marx , Groucho. Será que é tão difícil ser feliz neste país de desconfortos? Eu tenho só o dia de hoje. Não me importo com o passado que sofri e vivi. Não me anima o futuro que trás junto uma acerto de contas que não me é necessário. Moro em um condomínio. Às margens de uma estrada que liga uma pequena cidade (a 20 km) de Belo Horizonte. A MG 030. Quando saio da MG 030 e entro no condomínio, sempre me bate um sentimento de “não sei”. Vejo as casas, bem cuidadas e formando uma vila francesa em plenas montanhas de Minas. Eu me pergunto: quantas pessoas felizes moram nestas casas? Quantas não? Quantas estão sós? Quantas estão revendo a vida, repesando o vivido, refazendo caminhos e reconstruindo valores? O silêncio quebrado pelo canto dos pássaros é mais gritante que o barulho eventual de uma moto. O silêncio pesa. Escuta-se o latir dos cães. O burburinho dos micos e macacos-prego. E o dizer-não-dito de quem se esconde por trás dos portões que fazem de cada casa, um castelo individual, de uma única família real. Entro no condomínio e vou pelo caminho conhecido da descida até a beira do mato onde me escondo do mundo. Onde minha solidão é maior que o mundo. Onde minha fé diminui e minha angústia aumenta. Onde eu me perco de mim, mesmo sem me procurar. Será que nestas casas de vizinhos que não conheço existem pessoas que durante o dia somente esperam a chegada da noite? Que de noite esperam que o sono venha, finalmente. Que pensam no passado, se assusta com o presente e não acreditam no futuro. Quando saio da MG 030, saio do mundo. E entro em outro, onde a vida parece ter parado à espera de mim. Que sempre me atraso ou não apareço. Neste mundo paralelo, a vida segue feliz. Que assim seja. São amigos, conhecidos que sequer sei o nome, cães que conheço, mas não aos donos, casas que pintam muros, calçadas de grama aparadas. E pessoas. Gente. Seres humanos. Alguns precisam de um jogo de futebol ao meio da tarde para completar o vazio. Outros, de encontros com amigos ou até desconhecidos. E aqueles que sabem sobreviver usando máscaras. Mas há os que são verdadeiramente alegres e confiantes na vida. E estes são essenciais. Até para quem não tem contato (ou não quer ter) contato mais próximo. São famílias que demonstram um amor que não precisa de outdoors para ser notadas. Amigos que vivem cada dia com a urgência do dia, como se não houvesse amanhã ou se um dia “perdido” já seria muito na vida que vivem. Os amigos que sequer sabemos amigos. O caminhante de mochila nas costas, caminhando pelas ruas do condomínio, o velho que toma banho de sol na quadra de vôlei, o que prefere ir a pé até o shopping a usar o carro por 3 km, o que alimenta esquilos nas ruas como alimentassem o mundo animal como um todo, etc. Não sei quem são. Mas eles estão lá. Quando saio da MG 030 sei que estarão. E minha sensação é que estarão sempre. Como é menor o poder frente ao ser feliz? Quanto vale uma vida em paz, plena e efetivamente vivida dia a dia? Até onde o poder vai ser a mola mestre que fará com que homens abram mão do hoje, único dia de ser feliz? Até onde vai a disputa por não ser feliz? Até onde vai a sede de mando que transforma seres humanos em animais sem o sentimento de liberdade, por exemplo, dos cães? Até quando um acerto partidário dará mais alegria que o sorriso de um neto ou abraço de um filho? Hoje queria falar de felicidade. E só descobri que ela, talvez, não exista. Não há coo encerrar este desabafo sem esta canção. Que seja sempre sutilmente. https://www.youtube.com/watch?v=1WO_QnJpQ5A#t=12 Caro Reynaldo, você quer matar a gente do coração... Abraço forte!

Sérgio Fabbri em 23 de março de 2014

Concordo plenamente com você, caro Setti.

Gildo em 23 de março de 2014

Onde há ****** contra o Estado e a Nação, ali está José Sarney. O decrépito coronel maranhanse (que, como todos inconformados testemunhamos, repugna a própria Morte) foi um dos avalistas do autor do resumo executivo que defendeu a bandalha de Pa$adena. Em procedente e oportuno editorial, o jornal "O Estado de São Paulo", veículo que não depende do lulodilmopetralhismo, mostra a necessidade de uma CPI, como quer Aécio Neves e todos os brasileiros decentes, para apurar a roubalheira dos petralhas & associados contra aquela que já foi a maior empresa brasileira. http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,a-cpi-nao-pode-esperar,1144045,0.htm

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