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A “Rev. Nacional” número 2: temas interessantes, colaboradores ecléticos e mulheres bonitas — naturalmente

O grande fotógrafo J. R. Duran está cumprindo a promessa: num projeto que considera “ambicioso e arriscado”, uma vez por ano, ao longo de uma década inteira, “juntar em uma revista os assuntos, lugares e nomes que despertam o interesse e, de certa maneira, formam um espelho do Brasil”.

Sonho confessado de Duran – “há fotógrafos que querem ser diretores de cinema ou donos de agência de publicidade, eu quero fazer revista”, diz ele –, já está circulando o número 2 da excelente, saborosa Rev. Nacional, cujo número 1 veio à luz em dezembro do ano passado. Tal como a primeira, um primor de bom gosto e qualidade.

Os colaboradores, como sempre, constituem uma equipe eclética – há romancista, roteirista de TV, jornalistas, publicitário, o próprio Duran também como entrevistador.

Os temas, trinta, incluem um pouco de tudo, e tudo muito bom: de fotos de mulheres maravilhosas e um texto (e belas fotos) sobre aeromoças aos policiais barra-pesada do BOPE, de anotações de um excelente jornalista que trabalhou no Palácio do Planalto a um trecho de romance inédito, passando por memórias imaginárias de uma modelo, o perfil da atriz Leandra Leal, histórias de caçadores (na África), bastidores de festas no Rio, fotos do Rio vistas do céu, no inverno, ou ao não menos barra-pesada Esquadrão Hárpia da Força Aérea Brasileira (FAB), que atua na Amazônia.

Que tal dar uma olhada?

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Bia e Branca Feres, as gêmeas do nado sincronizado (Foto: J. R. Duran)

Não estranham, amigos, a postura difícil com que as gêmeas Bia e Branca Feres se deixaram fotografar: elas são atletas do nado sincronizado, bronze por equipes no Pan do Rio, em 2007, e, portanto, muito flexíveis.

Veja abaixo o vídeo curtinho que Duran fez durante a sessão de fotos:

httpv://www.youtube.com/watch?v=rPAiPrNDZuQ

Além de flexíveis, Bia e Branca são expressivas. Vejam só:

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Bia e Branca (qual é qual?), em reprodução das páginas 80 e 81 da revista

A modelo Amanda Brandão (abaixo) é uma das várias belas mulheres que figuram no número 2 da revista de J. R. Duran.

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Amanda Brandão, de máscara e salto alto (Foto: J. R. Duran)

“Se a Rev. Nacional fosse um restaurante, serviria slow food”, diz Duran. “Sem agito, sem pressa. A revista é para ser lida, olhada, manuseada, com calma. Somos de papel e temos a pretensão de que ela se aproxime o mais possível de uma obra de arte. É por isso que os exemplares vêm numerados”.

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Reprodução das páginas 112 e parte da 113 da revista

O número 1 mostrava belas mulheres e quase nenhuma nudez.

No número 2, há várias belas mulheres com pouca ou nenhuma roupa.

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Soldados do “Esquadrão Hárpia” da elite da Força Aérea Brasileira em treinamento na Amazônia (Foto: J. R. Duran)

Um dos pontos altos desta edição são as 16 páginas de fotos do 7º Esquadrão do 8º Grupo de Aviação, ou “Esquadrão Hárpia”, unidade de elite da FAB que, entre outros, opera um superhelicóptero Black Hawk.

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Você sabia que o Datena tinha essa imensa taguagem no braço? (Foto: J. R. Duran)

Impressiona, também, o depoimento absolutamente sincero — o que inclui uma formidável cascata de palavrões — do apresentador de TV José Luís Datena.

Ele conta de suas brigas de soco, de suas bebedeiras, de um câncer de pâncreas que ignorou e aparentemente sumiu. Entre outras revelações, Datena diz que, se fosse mulher, iria para a cama com o ator francês Alain Delon.

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“Os Caras” (os comediantes Marcius Melhem e Leandro Assum) (Foto: J. R. Duran)

A revista não está nem vai estar na internet. Mas o site de Duran sim. Clique aqui.

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Leandra Leal, “carioca, mas com cara e jeito de Brasil inteiro” (Foto: J. R. Duran)

Leandra Leal, em trecho do texto do jornalista Hermès Galvão:

“Leandra podia ser apenas uma gata, mas veio ao mundo atriz. Bombshell por um triz, nasceu entre aplausos e bis, na coxia do Rival. Teatro original, à moda dos Leal. Leandra é cria de Ângela, neta de Américo. Família de artista. Adora carnaval. É porta-estandarte, cabrocha, sambista.”

“E carioca, mas com cara e jeito de Brasil inteiro: gaúcha e baiana, mineira ou goiana. Passou-se por italiana também, olha que graça”.

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O BOPE foi retratado pela figura de onze de seus integrantes (Foto: J. R. Duran)

Para mostrar o BOPE, diferentemente do que ocorreu com a unidade da FAB no Amazonas, Duran preferiu uma série de retratos, todos de frente, de integrantes do batalhão de elite da Polícia Militar do Rio.

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Reprodução parcial das páginas 52 e 53 da revista, com a modelo Renata Sozzi

Duran já iniciou a produção do número 3 de sua revista.

Sua primeira viagem, para tanto, foi ao Ceará. Para que, por ora ele não quer divulgar.

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Ricardo Stuckert, ex-fotógrafo da Presidência, agora no Instituto Lula (Foto: J. R. Duran)

A foto do ex-fotógrafo da Presidência Ricardo Stuckert, hoje trabalhando com Lula, ilustra o interessante diário que o jornalista Ivan Marsiglia fez nos quatro anos em que trabalhou na Secretaria de Imprensa da Presidência da República durante os quatro primeiros anos do lulalato, e que a revista reproduz em parte.

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Esgrima: seis páginas a um esporte antigo e pouco conhecido (Foto: J. R. Duran)

Com texto de Bia Braune, roteirista da Rede Globo, Duran dedica seis páginas a um esporte antiquíssimo, sofisticado e pouco conhecido: a esgrima.

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O suplemento de quadrinhos: a fina flor dos desenhistas

Duran explica o luxo adicional do suplemento de quadrinhos:

“O suplemento é um tour de force á parte. Os quatro desenhistas do suplemento (Gabriel Bá, Rafael Coutinho, Fabio Moon e Rafael Grampá) são a fina flor, as seleção do Brasil, os quatro cavaleiros do apocalipse, dos quadrinhos nacionais. Conhecidos e reconhecidos em terras tupiniquins e de além-mar.”

“Todos eles ganharam, em momentos diferentes, o Premio Eisner (o nome é uma homenagem a Will Eisner, o genial desenhista que criou o personagem Spirit), conferido nos Estados Unidos para as melhores histórias em quadrinhos mundo”.

O número 1 da Rev. Nacional e seus 2 mil exemplares foram distribuídos.

A partir desta edição, porém, ela também pode ser adquirida em um ponto de venda — apenas um. É a Loja do Bispo, de São Paulo, que vende peças, livros e objetos de arte exclusivos.

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13 Comentários

maria jaciralopes macedo em 19 de janeiro de 2013

Eu tenho o no 1 da revista FREEZE,é interessante ve os artista o antes e depois a Galisteu com chiclete na bova, a Giselecom cara de menina sapeca, os Beatles impecavel, aAmtonia M

AlexRio em 01 de novembro de 2012

Teresinha - 30/11/2011 às 14:15 È um profissional fazendo o trabalho dele, ganhando honestamente a grana dele, que nada tem a ver com que lula faz, fez ou deixa de fazer, mas q coisa mais fanática, mais sectária, mais absurda. Na boa, vcs ainda vão morrer de cirrose .

AlexRio em 01 de novembro de 2012

Coisa fina. Esse material off-politica é de primeira.

mts em 03 de janeiro de 2012

entao esse da foto pb eh o profissional fotografo pago para fazer de lulla o que ele nao eh? o responsavel para dar um ar epico, mas aparentando casualidade, ao PRIMEIRO CORRUPTO DO PAIS, MAE DOS MENSALEIROS??

@locutor_ivofio em 12 de dezembro de 2011

"iluminado" muito bom, parabéns J.R. !!

Mari Labbate *44 Milhões* em 12 de dezembro de 2011

Essa tatuagem do "Cristo", no braço de Datena, está ensinando-o a viver de acordo com as Leis Divinas! Os pecados desse querido irmão são vociferados!

Armando Viana em 07 de dezembro de 2011

Especial, como tudo que é exclusivo o valor assusta um pouco mas, as fotos ja valem.

Ronaldo em 01 de dezembro de 2011

Se o custo é como citado (R$ 340), realmente é só prá olhar mesmo. Entretanto, de fato é muito legal o conteúdo. Principalmente o do Stuckert que é, como se sabe, um fotógrafo profissional. E assim sendo, também é um artista. Acho uma honra poder trabalhar registrando o Presidente. Abraços a todos.

Edenicio Fernandes Serra em 01 de dezembro de 2011

Exelentes temas.

Teresinha em 30 de novembro de 2011

J.R.Duran merece reverência pelo seu trabalho. Destaco a foto belíssima do Datena que carregando toda aquela energia ruim, na foto está purificado. Não gostei de conhecer o fotógrafo do Lula, infelizmente está fazendo mau uso do seu ofício/arte.

Tuco em 30 de novembro de 2011

. Sem embargos à qualidade ímpar do conteúdo - ainda que não tenha tido o prazer de avaliá-lo -, R$ 340,00 por uma publicação é algo bem elitizado. As pessoas de bom gosto - e de bolsos magros - torcem para que o sucesso da revista a faça ter tiragem expressiva e comercial, fazendo com que o preço se afaste de Dubai e aproxime-se de Belém. .

Marco em 29 de novembro de 2011

Amigo Setti: Excelente! Abs.

moa quirino em 29 de novembro de 2011

vou comprar....

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