Esta coluna está ansiosa por saber: quem, entre 38 ministros, 513 deputados, 81 senadores e milhares de funcionários do primeiro escalão do governo federal terá lido as 8.500 páginas de balanço dos 8 anos do governo Lula providenciadas pela Casa Civil da Presidência, com a colaboração, entre muitas outras fontes, do Ministério do Planejamento?

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Rosa Maria Pacini em 05 de fevereiro de 2011

Ricardo, em primeiro lugar duvido que eles saibam da existência deste documento. Quanto à sua leitura então, nem pensar.

Roberto P. Pedroso em 04 de fevereiro de 2011

Caro Ricardo, Pelos comentários que tenho feito, você deve ter observado que tenho grande respeito por aquilo que você escreve. Sinceramente acredito que você além de respeitar os seus leitores indepentemente de posição política, sendo sempre educado mesmo com aqueles que não têm o mesmo comportamento. - Você disse que a regra existe há décadas e que não houve ilegalidade, em meu comentário em nenhum momento eu afirmei que o Sr. José Aníbal em quem eu votei agiu de forma ilegal. Porem acredito que quando uma pessoa é eleita para um cargo de extrema responsabilidade para o qual ele se propôs executar e, milhares de pessoas confiaram em suas propostas e posicionamento histórico deveria cumprir aquilo com que se comprometeu. Ele aceitou o convite do Governador Alckimin, portanto ele sabia as responsabilidades, direitos, dificuldades e benefícios, assim como todos os outros eleitos que optaram por aceitar convites para outros cargos. Regras existem e em minha opinião devem ser cumpridas e respeitadas sempre, porém, elas podem ser questionadas. Quando um profissional é admitido em uma empresa privada ele não pode aceitar e posteriormente pleitear os benefícios a que teria direito na empresa anterior, isso sempre é negociado previamente. O fato é que 170.000 eleitores votaram em José Aníbal para Deputado Federal, posição que ele escolheu para se candidatar, assim como todos os outros eleitos aceitaram outros convites e deixaram suplentes em seu lugar. De forma muito sincera é muito difícil fazer opção por um candidato, agora imagina ter que fazer esta opção considerando-se os suplentes, afirmo com quase total certeza que se o suplente realmente for considerado para a opção de voto “hoje” é praticamente impossível se fazer uma escolha. Não o Estado de São Paulo não tenha condições de pagar “Salário” se é isso mesmo que conta para ter pessoas competentes em seu secretariado, assim como não acredito que uma correção desses salários seria barrada pelos deputados estaduais. Novamente me desculpo com você pois não sei se consegui transmitir aquilo que penso de forma clara. Não o que desculpar, caro Roberto. E, saindo da questão salarial, acho que você tocou num ponto muito importante: certos políticos, com perfil definido, forte, são por isso mesmo eleitos para a Câmara ou para a Assembléia Legislativa. Mas nem bem assumem e, convidados para ministérios ou secretarias, passam muitas vezes os quatro anos do mandato sem exercê-lo. É muito frustrante para o eleitor, sem a menor dúvida -- e ainda tem, como você bem assinalou, a questão do suplente. Pode ir para o lugar do eleito alguém em quem o eleitor não votaria de modo algum. Acho que os eleitos, sobretudo com grande votação, deveriam pesar melhor os convites. Abração

Roberto P. Pedroso em 04 de fevereiro de 2011

Caro Ricardo, Com certeza nem os que escreveram tem conhecimento do total da obra. Mas a farra em Brasilia continua: Romário é flagrado jogando futevôlei no Rio no 1º dia de sessão legislativa. O deputado federal recém-empossado Romário (PSB-RJ) foi flagrado na tarde de quinta-feira, 3, por volta das 17h, jogando futevôlei na praia da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. O flagra aconteceu enquanto transcorria a primeira sessão legislativa na Câmara dos Deputados. Fonte: estadão.com.br Deputados federais estão aproveitando uma brecha da Constituição para se tornar “supersecretários” de Estado, ganhando salário de R$ 26,7 mil, mais do que os próprios governadores, seus chefes daqui para frente. Até a tarde de ontem, 18 deputados haviam pedido para continuar a receber o salário de congressista, embora tenham se afastado da Câmara para trabalhar como secretários de Estado, cujo salário é, em geral, bem menor. Levantamento da Folha mostra que pelo menos 30 deputados irão se licenciar para atuar nos Estados. A Constituição permite ao parlamentar escolher entre o salário de secretário ou o da Câmara, cujo valor foi reajustado em 62%, passando de R$ 16,5 mil para R$ 26,7 mil. Fonte: folha.uol.com.br Comento: O que mais me deixa triste neste fato é que o candidato para quem eu votei para o cargo de Deputado Federal o Sr José Aníbal do PSDB que aceitou o convite de Alckmin para ser Secretária de Energia do Estado de São Paulo da está neste grupo. Somente em São Paulo há cinco secretario oriundos da Câmara. http://robertopontocom.wordpress.com/ Caro, há décadas existe a regra, no Brasil, de o ocupante do cargo público, em tais casos, optar pelo salário que lhe for mais conveniente. É tudo de acordo com a Constituição, é legal e, francamente, não acho imoral, não. Claro que o Romário jogando futevôlei logo no começo dos trabalhos parlamentares chega a ser um desaforo. E o Romário é uma pessoa consciente, tem sensibilidade para problemas sociais e para as mazelas brasileiras. Por falar nisso, os secretários de Estado ganham pessimamente em comparação à responsabilidade que tèm. Como arrebanhar bons quadros com salários que -- embora para os padrões do brasileiro médio sejam excelentes -- um garoto iniciante no mercado financeiro já não aceitaria? Abraços

maisvalia em 04 de fevereiro de 2011

Nenhum deles,nem eu e nem você e acredito eu que nenhum brasileiro, sabe o nome dos ministérios e de todos os ministros da Dilma. Aposta? Será que a presidente, pega de surpresa, sabe, amigo Dibertin? Ahahahaha. Abração

SergioD em 04 de fevereiro de 2011

Ricardo, muito boa piada. Com perguntas como essa você pode começar a concorrer com nossos mestres do humor. Esse é um daqueles documentos escritos sem a preocupação de que o leiam. Serve apenas como registro para a posteridade. Nada mais. Um abraço Obrigado, caro SergioD. De vez em quando vou soltar uma dessas. Abração

Telma em 04 de fevereiro de 2011

Caro Ricardo A resposta é ninguém. Nem os que escreveram! O finado deputado federal Clodovil Hernandez entrou com um projeto para diminuição drástica no número de parlamentares. Não sei ao certo os números mas seu argumento era que, estando lá percebeu que não precisa disso tudo não.Alías, nem tem porque. E claro que com sua morte, enterraram-se também quaisquer chances de tal projeto ir à votação, por motivos óbvios. Não conheço detalhes desse projeto mas deve ser muito bom lê-lo. E, ao contrário das 8500 páginas que ninguém leu, muita gente deve saber o que lá contém. Agora, estou com um ante-projeto na cabeça: Qualquer membro do governo, quer no executivo, legislativo ou judiciário, só terá direito à qualquer verba, privilégio, mordomia ou dê-se lá o nome que quiser, depois que a população que o sustenta estiver atendida nesses ítens. Por exemplo: Parlamentares deverão andar nos ônibus e metrô que a população anda; usar os hospitais públicos e se submeter às filas como a população que os elegeu, pagar por suas próprias despesas, como telefones, hotéis, restaurantes, etc. como qualquer mortal. Define-se seu salário(número decente) e fim. Jornada de 5 dias por semana, das 9:oo às 18:oo hs. Vale alimentação e vale transporte. Não é justo que a população desassistida sustente essa cambada de vigaristas e vagabundos decidindo contra nós e em benefício próprio, se somos nós que os sustentamos. Se todos os brasileiros tiverem TUDO, aí então é hora de melhorar a vida dos parlamentares responsáveis. Antes não adianta dizer que não tem dinheiro. Tem e muito. Só que mal usado!

Daniela Contin Garcia em 04 de fevereiro de 2011

Eu sei! Eu sei! Eu sei! TIRIRICA! :)

gaúcha indignada em 04 de fevereiro de 2011

Ricardo, por favor, preciso de uma passagem aérea (SÓ DE IDA) para a AUSTRÁLIA. Me ajuda!

carlos nascimento em 04 de fevereiro de 2011

Bem, eu não sei mensurar quem tenha lido isso, uma coisa eu tenho certeza, o primeiro vendaval de janeiro - tragédia serrana - acabou com o papelucho e DESMORALIZOU o farsante. Propaganda mentirosa e enganosa não se sustenta, podem enganar as leis dos homens vendidos, as leis da natureza, essas não se corrompem.

Marco em 04 de fevereiro de 2011

Caro R. Setti: Acho uma exigência, e vaidade exagerada d auto divinização. Acho q se tivesse a parte de diabolização teriam mais pgs. Abs.

Carlos Costa em 04 de fevereiro de 2011

Resposta: Ninquém.... Para que 38 ministros ? - É muito.não precisa Para que 513 deputados? - É muito.não precisa Para que 81 senadores.? - É muito.não precisa O brasil é um país de 3ª mundo, precisa economizar,para fazer frente, aos problemas do sofrido povo brasileiro.

Marcelo Meireles em 04 de fevereiro de 2011

A imprensa já leu, ou vai ler ? Em quanto tempo ? A imprensa tem o hábito de ler todas as prestações de contas estaduais e municipais ? Ou só lê qdo quer questionar um político de forma específica ?

Ully em 04 de fevereiro de 2011

Ricardo,tb tenho esta curiosidade,qdo vc tiver a resposta me avise. Tenho uma sugestão,poderiam ser enviadas ao cidadão,ansioso em usar as tais páginas para forrar a "cama de gato",ou quem sabe ao Tiririca,que leria inconteste.

elizio em 04 de fevereiro de 2011

Bão, eu não faço parte dessa patota aí; mas li tudo, de cabo a rabo, achei impecável - tentei mas não consegui descobrir nenhuma falha, igualzinho jogo do bicho, vale o que está escrito!

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