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Boris Casoy: lembrando, como antes lembrou o blog, o exemplo de Rezek para compará-lo com o de Dias Toffoli  (Foto: “Jornal da Noite” / Band)

Fiquei muito contente que o grande jornalista e querido amigo Boris Casoy tenha feito, ontem, no Jornal da Noite, da Band, comentário praticamente idêntico ao que escrevi aqui no blog sobre a significativa diferença entre as atitudes tomadas por dois ministros do Supremo em dois julgamentos cruciais na história do tribunal.

No atual julgamento do mensalão, Dias Toffoli houve por bem não se declarar impedido de julgar o mensalão a despeito de ter sido advogado do PT por longos anos, assessor de José Dirceu — o principal réu — e de sua mulher haver defendido três mensaleiros. Sem contar que ocupou o posto de advogado-geral da União nomeado por Lula, teoricamente o maior beneficiário do mensalão.

Em 1994, no julgamento do ex-presidente Fernando Collor, que renunciara ao cargo em 1992 para não sofrer o impeachment sob acusação de corrupção, o então ministro do Supremo Francisco Rezek — que não era amigo de Collor, não foi seu advogado, não tinha mulher advogada de ninguém próximo a Collor nem nada do tipo –, achou que era seu dever declarar-se impedido moralmente de julgar o ex-presidente por ter sido, durante dois anos de seu governo, ministro das Relações Exteriores.

Casoy lembrou todos esses fatos, e concluiu, como eu, que, no Brasil, bom exemplo não pega.

Não citou meu nome ao praticamente reproduzir meu comentário, mas, mesmo assim, me senti homenageado pelo jornalista e amigo.

 

LEIAM TAMBÉM:

O mensalão e Dias Toffoli: no Brasil, bom exemplo — como o do ex-ministro do Supremo Francisco Rezek — não pega

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Corinthians em 02 de setembro de 2012

Eita, Só vi agora que no fim meu comentário saiu como que respondendo à mim mesmo às 19:25, quando era para Pedro Luiz Moreira Lima - 30/08/2012 às 0:37. Acho que estava claro mas melhor reforçar mesmo assim. De qualquer maneira, acho que isso morreu... mas estava pensando - não é mesmo uma ironia brava que a lei que havia sido implementada na ditadura militar (obrigatoriedade de diploma para jornalistas) esteja em pauta agora com todo o apoio governamental ? Este mundo dá voltas...

Corinthians em 30 de agosto de 2012

Corinthians - 29/08/2012 às 19:25 Li parte dele sim, não o li por completo - mas li o projeto que está sob tutela de Paulo bernardo, e não o que era pretendido por Franklin Martins. Acho a parte da obrigatoriedade de conteúdo ridícula, e sim, acho que é censura. Claro que isso não pode ser discutido sem lembrarmos do PNDH3, aquele patético documento que criaria uma "comissão social" para avaliar e caso necessário vetar conteúdos, assim como não podemos nos esquecer da patética lei que hoje tramita no Senado sobre a obrigatoriedade de diploma para o trabalho de jornalista. Nem esquecer que o antigo presidente, doutor honoris causa, ameaçõu expulsar um jornalista estrangeiro por que este se atreveu a dizer a verdade sobre seus excessos. Mas claro que isso não é o cerne da questão. O motivo da discussão era sobre a proposta de criar uma lei que prioriza o direito de resposta com argumentos absurdos. As tentativas do governo de intimidar a imprensa livre - aquela que não mente e principalmente que não depende do governo para existir - continuam. A única diferença é que estão ficando cada vez mais espalhadas ara tentar enganar a população mais uma vez. Repito - isso não é surpresa para quem apóia as ações de Argentina e Venezuela contra a imprensa livre. Você chegou a ler o projeto ? O que você acha, com argumentação, sobre ele ? E sobre a necessidade de diploma para poder atuar como jornalista ? E sobre uma comissão social para avaliar e aprovar conteúdo ? E sobre a proposta para priorizar o direito de resposta ?

Pedro Luiz Moreira Lima em 30 de agosto de 2012

Apenas ler o projeto das Leis das Comunicações,Corinthians,apenas ler. Leu? Pedro luiz

Corinthians em 29 de agosto de 2012

Pedro Luiz Moreira Lima - 28/08/2012 às 20:21 O inverso é verdadeiro também - por este motivo desisti de argumentar. Eu só não pretendo legalizar a censura, nem saio falando para os outros se informarem de um tema sem colocar argumentação nenhuma.

Pedro Luiz Moreira Lima em 28 de agosto de 2012

Corinthiano: São tantos argumentos e acusações - nunca terá fim. Qualquer coisa que diga para você será sempre que estou em defesa de ditaduras - difícil assim. Pedro Luiz

Corinthians em 27 de agosto de 2012

Pedro Luiz Moreira Lima - 27/08/2012 às 2:39 Acho que quem deve se informar o que é censura - no dicionário mesmo, e o que a Lei de Meios pretende. Se bem que para alguém que acha que a Argentina está fazendo o bem para sua população, que a Venezuela é um país democrático e que gostaria de ver se Cuba é realmente uma ditadura, não fico surpreso. Talvez o modelo pretendido seja exatamente o que há na Venezuela e em Cuba, onde o desgoverno sai fechando qualquer um que ouse criticar o poder vigente. Depois querem falar de elites...

Pedro Luiz Moreira Lima em 27 de agosto de 2012

Corinthians: Se achar censura em algo que disse - me penitencio.Se condiderar Leis dos Meios como censura deveria se informar melhor. Abaços Pedro Luiz

Corinthians em 26 de agosto de 2012

Pedro Luiz Moreira Lima - 24/08/2012 às 15:25 Só contra-argumentando um ponto no qual apareço citado. O problema do direito de resposta não é sua inexistência - você mesmo cita o exemplo de que ele existe. O problema é lentidão da justiça (o assassiono confesso Pimenta Neves demorou quantos anos para ser condenado ? Um direito de resposta é mais urgente ou menos urgente do que punir um assassino ?) e a impunidade - penas brandas. Não se resolve isso com censura. Censura é a ferramenta das ditaduras.

Hélio em 25 de agosto de 2012

Corinthians : Concordo com vc. Setti, manda mais Sharapova!

Pedro Luiz Moreira Lima em 24 de agosto de 2012

Querido Setti: De acordo com você? Totalíssimo Acordo!!!ACREDITO!!! Ao se referir a este nome causa arrepio li e ainda existe gente a elogiá-lo chamando de MECENAS. Agora comparar o poder dos Diários Associados aos hoje monopólios ou oligopólios familiares da grande mídia - aí não exagero e Deus vai me perdoar,rsrsrsrsrs. Setti, acredita também em mim, leio com atenção tudo que escreve e nunca discordaremos da Ética!É que nos une a amizade tanto a sua como a do ReynaldoBH - Ideologia sem ética é destruição, mesmo divergindo com vocês nossos pensamentos serão sempre em torno do bem estar do homem. Abraços Pedro Luiz

Pedro Luiz Moreira Lima em 24 de agosto de 2012

Querido ReynaldoBH. Você sabe que os Diários Associados eram a Globo dos anos 40 a 60,seu dono não tinha limites para destruir pessoas e reputações. Veio a Globo e a mesma coisa,apoiou até o limite do possível a Ditadura,empregou comunistas em sua redação não no sentido de defesa da pluralidade mas puramente econômico e financeiro.Realmente tirou pessoas da miséria,não tinham mais espaço,agora longe de ser um motivo humano ou solidário. Você leu,eu li e muitos leram a reportagem da Revista Cruzeiro acusando Boris Casoy e outros na é rapazes de fazerem parte da ultra direita CCC - Verdade?amigo Reynaldo BH se a Revista Cruzeiro disse passou a ser verdade - era para uma pequena parte, porém forte da sociedade brasileira - a Verdade Absoluta do qual não aceito e me insurjo. Houve uma revista acusando que campanha do PT de Lula - "campanha de Lula recebe X milhões de doláres."Como não havia provas e sujeita a processo - saiu-se com esta "Nada indica que tenha recebido dinheiro das FARcs, mas nada indica que não tenha recebido" isto é um exemplo de jornalismo? - Escola de Base de S.Paulo?,vidas serem atacadas sem as devidas checagens dos fatos é Imprensa? Você dizer que basta ignorar? desde que não seja com você "Reynaldo BH é (*&%$%%$#%$(*¨&%$ porque fez isso &&*&¨&%#$%¨&*&¨$" como ignorar? a calunia bem disse o Setti fica e é impagável. Defendo igual a você a liberdade de imprensa mas também a liberdade de se defender contra ela ao ser citado - justo ou injustamente especialmente injustamente. Brizola abriu um processo contra a Globo para direito de resposta,era ainda governador,levou 3 a 4 ANOS!!! para ganhar este direito e já não era mais governador - a Globo lançou contra ele uma acusação que lhe custou uma eleição! Era Brizola!!! imagina você ,eu ,Corinthians quando teremos este direito - você sabe, NUNCA! Eu leio todos os articulistas mesmo aqueles frontalmente contra que penso eticamente muito pior que politicamente - mas leio. Sou uma parte da opinião e não todo ela, se quero conviver na pluralidade não posso dizer simplesmente "Não Leio, Finjo que não Existe." A Lei dos Meios de Comunicações deve existir como existe em diversos países democráticos do mundo,ela não dirá o que devemos ler ou não ler - mas simplesmente contra o Direito de Abusos - o código do direito civil e criminal - é lento,idas e vindas,advogados caríssimos e de outra parte sem advogados apenas a vítima. Uma Calunia não se apaga, não se extingue. A não ser que o Direito de Resposta seja imediato e é aí que lei dos Meios de Comunicações atua entre tantas outras. Evitar que a Lei dos Meios se tornar ditatorial?estamos numa democracia e a Imprensa tanto a esquerda como a direita estará sempre atenta para que assim não se tornar, assim como toda a sociedade. Não temo as Leis dos Meios temo é não tê-la. Ser malfada para o Setti,para o Casoy,para você,para mim e para todos é questão de gosto e pensamento - e nada a não ser para nós mesmo irá afetar. Quando somos atingidos aí muda de figura - temos de ter nosso direito constitucional de defesa e da própria natureza e HOJE NÃO TEMOS. Grande abrçao Pedro Luiz Pedro, Pedro... Não exagere, pelo amor de Deus. Você está desde já convocado para ler o indispensável "Chatô, Rei do Brasil", de Fernando Morais, biografia de Assis Chateaubriand, dono dos Associados. Como eu próprio escrevi na orelha do livro, pelo seu conteúdo é possível ver como o Brasil melhorou! O que você atribui à Globo hoje em dia não é um milionésimo do que Chateaubriand EFETIVA E COMPROVADAMENTE fazia com seus jornais, emissoras de rádio e de TV. Não vou chover no molhado aqui. Você precisa ler o livro. Acredita em mim? Abração

Marcello Castellani em 24 de agosto de 2012

Só os maus exemplos prosperam no Brasil, amigo Setti. Já antevejo alguns criminosos, facínoras e afins, usando a mesma argumentação do ministro Levandowski. "A fulana apenas levou a droga para o acusado! Ela não sabia que se tratava de alguns quilos de maconha!" ou ainda "A conduta do acusado sempre foi correta! Ele não seria capaz de cometer o crime de que o acusaram..." Se os mensaleiros forem inocentados e os bandidos ficarem impunes (tudo indica que esta possibilidade é real) podemos decretar a falência do direito no país e nos adaptarmos às lambanças que ocorrerão sem quaisquer prejuízos de uma eventual punição. O mote será: "matem os honestos!", "Destruam os que se declararem éticos!".

Reynaldo-BH em 24 de agosto de 2012

Pedro, Reconheço sua lógica. É uma de suas qualidades. Desta vez, falhou. A revista O Cruzeiro é que foi chamada de malfadada. Não a imprensa. E era mesmo. Assim como – a meu critério – existem tantas outras atualmente nas bancas. E semanais. Emissoras de TV que elogiam o ministro da pesca que não sabe colocar minhoca no anzol. Pu publicações de “círculos (quadrados?) militares” que pregam a volta da escuridão. E panfletos em forma de jornais exaltando Cuba, blogs pagos com propaganda oficial, etc. Para mim são malfadados espaços.... Para você, são outras. Defendo o direito inalienável de TODAS existirem livremente e exporem as opiniões e pontos de vista. A censura que eu faço é a mais eficiente para mim: não leio e não vejo. Quando a discordância com uma revista atinge o ponto de propositura de organismos que exerçam o Controle social da Mídia (putz!) me sinto minorizado na minha inteligência e maturidade. Afinal não dou direito a que burocratas de Brasília digam a mim o que devo ler, quanto tempo devo ver de “produção nacional”, quem deve ter patrocínio, etc. Mas o seu direito de considerar malfadada qualquer publicação e/ou espaço, é irrevogável. É sua opinião, democrática e dentro de sua visão. Sei que a lista de malfadadas publicações que o amigo tem é intensa. Assim como a minha. Ficamos assim? Eu e você temos nossas “malfadadas” de estimação. O Cruzeiro é a malfadada do Boris Casoy. E a imprensa está acima e além das mesmas. Ela é mais ampla. E mais importante. Abração.

Comlurb em 24 de agosto de 2012

Os garis é que o digam

bereta em 24 de agosto de 2012

Em tempo, tenho o maior respeito por Bóris Casoy, um dos poucos apresentadores de TV com inteligência e coragem juntas. Não tem medo de dar banana para quem merece banana.

bereta em 24 de agosto de 2012

Caro Setti....por vezes temos de ser repetitivos. Matemática se aprende com a repetição constante dos exercícios, e a troca de seus números. Assim, volto a dizer que a anacrônica bíblia, para muitos, traz exemplos de virtude e decadêncía. Ela retrata o homem desde a sua criação, ainda que em sentido simbólico, pois ninguém esteve lá para ver o que o Criador fez, ou como Ele deu começo ao ser humano. As palavras do Gênese são simbólicas, mas os erros não o serão enquanto insistirmos na sua repetição. Como não há erros novos, pagamos pelos erros antigos e insistimos nos mesmos erros hoje e sempre. A Bíblia nos diz que as más ações, quando perpetradas pelos governantes, servirão de exemplo para os governados. Não é textual a citação, mas seu sentido é esse. Quem se situa no nível inferior, governados, no caso, não se sentirá obrigado a manter correção na conduta, se quem estiver lá no topo não der bons exemplos. Por conseguinte, maus exemplos também poderão ser copiados e repetidos ad nauseam..... é próprio do homem esse comportamento. O grande livro tem passagens exemplares sobre nossa conduta. Bastaria lê-lo e nossa sabedoria seria aumentada assustadoramente, ainda que por repetição. Sim, seria necessário reflexão sobre o texto lido. Como se insiste em dizer que o livro é anacrônico, muitos deixam de buscá-lo e se perdem em elucubrações desgastantes. Outros preferem denegrir Deus, por não entender seus desígnios, mormente quando se apresentou como Deus guerreiro. Uma coisa não desmerece a outra. As vezes é necessário acabar com o inimigo literalmente. Obrigado.

Corinthians em 23 de agosto de 2012

Setti, Acho que precisamos de uma outra série Sharapova pra colocar as coisas no lugar...

Pedro Luiz Moreira Lima em 23 de agosto de 2012

Amigo Setti: Jamais defenderei qualquer revista semanal e dentre elas A Cruzeiro. Minha resposta é uma ironia e mesmo deboche a Infalibilidade da Imprensa que tanto se apregoa e no momento que se faz crítica ao Quarto Poder,logo surgem defensores da da Liberdade de Imprensa,geralmente donos das mídias ou jornalistas vassalos. Aqui não existe nenhuma referência a você e a tantos jornalista sérios e independentes. "A Malfadada Revista O Cruzeiro" ela faz parte da imprensa,não faz? e outras quando chamada de malfadada é crime contra a liberdade da imprensa? Abraços do Amigo Pedro Luiz

Pedro Luiz Moreira Lima em 23 de agosto de 2012

Boris Casoy: Tudo bem - fico espantado,estupefacto,chocadamente surpreso,em desvario completo,indo a perda da consciência,estres compulsivo - você caro Casoy acabou de quebrar meu ainda único totem vivo,meu paradigma da verdade,simbolo da honra,da veracidade e caráter de objetivos - A IMPRENSA É MALFADADA E AINDA UMA REVISTA. Se tenho algum amigo nesse blogue - me levem para o vão central da Ponte Rio - Niterói não existe mais razão de viver - A IMPRENSA É MALFADADA E O PIOR UMA REVISTA SEMANAL - ME BUSQUEM RÁPIDO! Adeus mundo cruel. Pedro Luiz Ao encontrarem meu corpo - coloquem na lápide "MORREU POR CAUSA DA MALFADADA IMPRENSA DE UMA REVISTA SEMANAL" Caro Pedro, Se você quiser ter uma ideia dos métodos utilizados pela falecida revista O Cruzeiro, e de sua... bem, digamos, ética, recomendo enfaticamente, mas enfaticamente mesmo, um grande, extraordinário livro que, a meu ver, teve pouco destaque na mídia quando lançado: a biografia do jornalista David Nasser escrita pelo jornalista Luiz Maklouf Carvalho. É fácil comprar, inclusive pelo site de livros usados Estante Virtual, que aglutina centenas e centenas de sebos do Brasil todo. Abração

Boris Casoy em 23 de agosto de 2012

Ricardo amigo, data venia, você tem razão. Meu comentário no Jornal da Noite foi realmente inspirado em seu texto. Não o citei, porque, desafortunadamente - tendo lido vários comentários sobre o assunto - não lembrava quem era o autor daquela observação. Peço desculpas. Vou repor as coisas nos seus devidos lugares ! Parabéns pela fina ironia ! abraço do Boris PS- Diga, por favor,ao seu leitor Pedro Luiz Moreira Lima que nunca fui do CCC, como não eram dessa organização vários citados pela malfadada revista O Cruzeiro. Na mesma reportagem aparecem jovens que estavam sendo treinados para guerrilha, em Cuba.Sempre fui contra o CCC. Grande Boris, obrigado por seu comentário. Saiba que o episódio não me causou qualquer desconforto, e muito menos diminuiu em nada a admiração, o respeito e a amizade que sinto por você. O que eu queria mesmo é cutucar você com ironia... Estou seguro de que o leitor lerá seu comentário sobre essa história do CCC. Certas calúnias atravessam o tempo, não? Um grande abraço do SETTI

Fernando em 23 de agosto de 2012

Mas naquela época não tinha o pt no poder!

Reynaldo-BH em 22 de agosto de 2012

Setti, parafraseando alguém: "ISTO É UMA VERGONHA!" (ou tem gente que acha que a WEB ainda é um canal de opiniões sem importância. Ou repercussão). Abraços!!!!

Marbene Araújo Bueno em 22 de agosto de 2012

Olá caríssimo Setti, Fina ironia! Por favor, ajude-me a entender: O fato do ministro estar em suspeição, as decisões tomadas pelo tribunal também estarão? Muito agradecido, grande abraço. Não sou especialista, caro Marbene. Mas creio que, tecnicamente, não. E, veja bem, não haverá apenas uma "sentença" -- uma única decisão -- do Supremo: são 38 réus, acusados de diferentes crimes, com diferentes envolvimentos. Um abração Att: Marbene

Ixe em 22 de agosto de 2012

O que mais me impressiona nesse caso imoral; além da atitude do ministro Tófolli, é a OMISSÃO generalizada da Suprema Corte. Não é pacífico; há precedentes, como o do Ministro Rezek e o do ministro Marco Aurélio no caso Collor. - Não se trata de caso menor, mas o Supremo resolveu tratar o caso como se o fato não existisse. Mesmo que fosse para declarar que não há impedimento. O que não devia haver é o alheamento acintoso, a atitude de "nem é comigo". Você tem toda razão!!! O ministro Marco Aurélio também!! E eu não o mencionei. Vou fazê-lo agora, graças a você. Um grande abraço e... obrigado

Alceu Paranaguá em 22 de agosto de 2012

Dias Toffoli, Dias Toffoli, que mau exemplo de brasileiro você dá. Mas num julgamento de corrupção o que poderíamos esperar, não é?

Pedro Luiz Moreira Lima em 22 de agosto de 2012

Setti: Se pensasse da mesma maneira em tudo - correria de você apavorado e duvido que me pegasse,quando apavorado sou um Bolt!!! Meu abraço a você Pedro Luiz

Pedro Luiz Moreira Lima em 22 de agosto de 2012

Amigo Setti: Suas opiniões independente de concordar ou não estão sempre no caminho da legalidade Quanto ao outro articulista você pode até ter pontos comuns - mas nunca a mesma história pela legalidade e democracia aí faz a diferença,discordat de você é um exercício democrático porém de Casoy o CCC é para mim impagável. Abração Pedro Luiz Me dou bem com o Boris, caro Pedro, mas não penso como ele. Neste post, o que fiz foi ironizar. Releia à luz do que estou lhe revelando agora... Abraço

Sidnei em 22 de agosto de 2012

Toffoli, na sua biografia, ''jamais'' deveria estar ocupando uma cadeira no TSJ pra o julgamento do mensalão. Isso é como carimbar em nossas testa..''burros'', por aceitarmos sem fazer nada pra mudar..

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