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Dirceu, e a bengalada que muita gente gostaria de ter dado

29 de novembro de 2005, véspera do dia em que a Câmara dos Deputados iria decidir sobre a cassação do mandato do então deputado José Dirceu (PT-SP) por seu envolvimento no escândalo do mensalão.

De repente, aquele senhor de barba e cabelos brancos, apuradamente vestido com terno, gravata e colete, investiu contra Dirceu, aos berros, brandindo a bengala que portava. Era o autor de livros infantis Yves Hublet, um belga naturalizado brasileiro então com 67 anos, residente em Curitiba, que naquele momento distribuía algumas de suas obras nas dependências da Câmara quando viu Dirceu e perdeu as estribeiras.

Hublet foi detido pela polícia legislativa, encaminhado à Polícia Militar e teve inquérito policial aberto contra si. Morreu em 2010 sem que haja sofrido processo. Dirceu seria cassado no dia 1º de dezembro.

Recordem, no vídeo, como foi o episódio:

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A.Ferreira em 08 de outubro de 2012

Caro Setti, permita-me postar um link do blog do seu vizinho Augusto Nunes. Vejo, aqui nos comentários, que ainda fala-se de mistérios envolvendo a morte desse que deveria figurar no Panteão dos Heróis Nacionais. Ocorre que em 10/08/2010 Bruno Abudd fez um belo trabalho investigativo e, me parece, esclareceu o que houve. Abraço http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/o-pais-quer-saber/a-verdadeira-morte-de-yves-hublet-o-brasileiro-indignado-que-enquadrou-jose-dirceu-a-bengaladas/

simone em 07 de outubro de 2012

Inaceitável é essa roubalheira! no Brasil ñ adianta reclamar, gritar, chorar! o Sr. se sentiu indignado... aplausos pra esse falecido escritor

Margareth Peppe em 07 de outubro de 2012

Não bateu forte, que pena ! Com uma bengalada pra valer, Dilma não estaria ocupando a cadeira.

Filósofo em 07 de outubro de 2012

Aceitar a verdade,é essencial numa democrácia.O STF,com excessão de Lewandowski e Tóffoli,tem mostrado a verdade dos fatos e, isso, não pode ser modificado,a menos que, como num filme de ficção, voltemos no tempo e alteramos o curso dos acontecimentos,mas mesmo se isso fosse possível,em se tratando de PT a coisa seria ainda pior.

Filósofo em 07 de outubro de 2012

Tal atitude,custou-lhe a vida...

mts em 06 de outubro de 2012

Mensalovsky eh o pt no STF. O nivel eh rasteiro.Degrada a instituicao como sempre fazem petralhas.

Carlos fc em 06 de outubro de 2012

Será que a tal "comissão da verdade" vai investigar a morte misteriosa desse cidadão?

julio em 05 de outubro de 2012

A morte desse senhor lembra muito a de Celso Daniel; e tem, curiosamente, o zé sempre por perto.

Jorge Roriz em 05 de outubro de 2012

Esse homem que deu uma bengalada em Dirceu, estava no exterior, voltou ao Brasil para pegar uns documentos. Ele foi misteriosamente preso e no dia seguinte encontrado morto.

Coréia do Norte na Cuba dos Outros é Refresco! em 05 de outubro de 2012

A morte de Hublet gerou um tsunami de rumores na internet. O blog do jornalista Cláudio Humberto informou que o corpo fora “cremado na Bélgica”. O colunista Ricardo Boechat explicou que o escritor “não tinha parentes e, por isso, ninguém sabe o destino do corpo”. Em 3 de agosto, no plenário do Senado, o tucano Álvaro Dias mencionou as “circunstâncias suspeitas” da morte. O programa Fantástico, da TV Globo, designou repórteres para investigá-la. Até hoje, a imprensa que tornou Hublet famoso nada publicou de conclusivo sobre o caso.

Coréia do Norte na Cuba dos Outros é Refresco! em 05 de outubro de 2012

O deputado federal José Dirceu, do PT de São Paulo, estava cercado por jornalistas quando passou por um corredor da Câmara em 29 de novembro de 2005, um dia antes de ter o mandato cassado e os direitos políticos suspensos até 2016. Não percebeu que, na multidão, havia um dos incontáveis brasileiros indignados com a roubalheira do mensalão. As câmeras de TV documentaram a cena fora do script. Levou duas bengaladas do escritor curitibano Yves Hublet, de 67 anos. Uma acertou a clavícula, a outra atingiu os braços que protegiam o rosto.

Sylvia Storte em 04 de outubro de 2012

Creio que o I. Ministro vive em outro planeta. Ele é digno de pena, ele não vive, (não viveu ) no Brasil, vive no mundo de Peter Pan!!!!!! No mundo do faz de conta, onde ninguém cresce, muito menos ele e a camarilha do "mensalão". O Brasil merece "homens" de melhor calibre.

João em 04 de outubro de 2012

Seria melhor para a corte, se o Ministro Ricado Lewandowski se colocasse no lugar de Ministro e não no lugar de DEFENSOR DE CORRUPTOS.Tenho vergonha da justiça brasileira...

Teresinha em 04 de outubro de 2012

Engraçado rever esse vídeo. Mesmo que o senhor tenha exacerbado na revolta, a atitude do José Dirceu já era bem pedante, achava que iriam tomar as dores dele numa volumosa reprovação.

Rodrigo de Cassio em 04 de outubro de 2012

Arremendo de Jurista é *****.

Pedro Luiz Moreira Lima em 04 de outubro de 2012

Setti: Não tenho a capacidade de um Paulo Moreira Leite, não tenho o dom do conhecimento do Direito mesmo achando dirigido do ReynaldoBH. Sendo ou não concorrente - a democracia esta acima do mercado - muita acima de Veja x Isto É x Carta Capital x Blogues de todas as tendências - DEMOCRACIA está acima de tudo. Aqui sou leitor e opinador nada mais. Quem dera ter a capacidade de escrita - sua,Paulo Moreira Leite,Nassif,Jânio de Freitas e tantos jornalistas - não tenho. Não consigo entender - a troca de opiniões na net e nos blogues deveriam ser de todas as tendências,de todo os jornalistas e de todos os blogues - não acontece,desgraçadamente não acontece. Gostaria de lembrar - a denúncia do Milton Nascimento - contando a ameaça que recebeu da Ditadura Civil Militar - Calado ou torturamos e matamos seu filho! Isolado no Tema Livre de uma jogadora de futebol americano - é injusto um Milton Nascimento ser desprezado assim. Meu abraço e conheço minhas limitações, não estou a altura do que pede. Pedro Luiz

Pedro Luiz Moreira Lima em 04 de outubro de 2012

Setti: O artigo do seu colega jornalista Paulo Moreira Leite,que sei que não o chamaria de "sujo","comprado","vendido" e outros adjetivos hoje tão e infelizmente comuns em seu blogue - nos alerta e um alerta SÉRIO do perigo que corre a democracia com seu artigo Thermidor. Em seu blogue amigo Setti - todas as reportagens sobre o assunto "Mensalão" são da Revista Veja,NADA CONTRA! quero ressaltar,no entanto Setti, existem opiniões contrárias e o contraditório e estas devem ser colocadas em POST para os dois lados, principalmente poder quebrar ou não CONVICÇÕES ABSOLUTAS. No blogue do seu colega Noblat que critico e já lhe fiz elogios quando da defesa da legalidade - publica SEMPRE! as opiniões de JOSÉ DIRCEU sim,JOSÉ DIRCEU. O artigo do seu colega Paulo Moreira Leite deve ser colocado em POST até para suas críticas de apoio ou não,assim como a entrevista do nosso cantor e compositor Milton Nascimento,denunciando o terror que a Ditadura Civil Militar lhe fez - ou se cala-se ou seu filho seria morto,torturado. Infelizmente nem uma entrevista de em dos maiores cantores e compositores da MPB, teve o destaque necessário,ficando isolado numa apenas interessante matéria sobre o futebol feminino americano. É uma crítica que faço ao BLOGUE do Setti? sim é!uma crítica de um leitor fiel democrata, a um jornalista democrata pedindo apenas MAIS DEMOCRACIA,MAIS CONTRADITÓRIO e assim um debate racional - a irracionalidade é o princípio do TERROR. Seu amigo. STF e o Thermidor de Lula Paulo Moreira Leite Não, eu também não li todo o processo do mensalão. Mas o que li me deixou satisfeito ao ver o voto de Ricardo Lewandowski. Ele enfrentou as complicações, incongruências e fraquezas de um processo que é menos claro, mais contraditório do parece. A colocação de Lewandowski ajudou a lembrar o mais importante. Revelou que está em curso um processo perigoso de criminalização da política brasileira, e que o risco é se falar em voltar ao “como era antes”. Antes, claro, é o tempo em que não havia eleição, o regime militar. Após anos de transformações e progressos, pequenos demais do ponto de vista da história e do país real, mas bem razoáveis do ponto de vista do que se fizera nas décadas recentes, a política brasileira pode evoluir para seu Thermidor. Explico. Thermidor foi aquele período conservador da revolução francesa, quando os ricos recuperaram privilégios, a democracia foi enfraquecida e, pouco a pouco, o poder político transformou-se numa ditadura. No fim, restaurou-se o império. A aristocracia recuperou direitos e conseguiu impedir o avanço das mudanças, ao se reconciliar com a burguesia contra o povo, num processo muito bem estudado por Arno Meyer em A Força da Tradição. As eleições se tornaram duas vezes indiretas. Os candidatos passavam por uma assembleia e depois eram referendados por uma segunda. O direito de voto retornou aos muito ricos. No caminho de Thermidor encontrou-se Robespierre e o Terror. Foi uma fase de tal violência política que fez a França de 1792-1794 ficar parecida com o Camboja após a vitória de Pol Pot. A taxa demográfica do país que havia criado o iluminismo e os direitos do homem chegou a ficar negativa em função de execuções e mortes sumárias, todas por motivação política, sem direito a um julgamento. E tudo isso em nome do… combate à corrupção. Foi um período tão terrível que ali se empregou, talvez pela primeira vez, a noção de que em política existe o Mal Necessário. Muitos de nós aprendemos a procurar aspectos positivos na figura de Robespierre, o Incorruptível, por causa dessa visão. O Terror foi recuperado mais de um século depois, quando ninguém estava vivo para contar a história. Muitos pensadores passaram a acreditar – as vezes sinceramente – que toda mudança profunda passa pela existência de uma ditadura, de um período de violências brutais e incontroláveis, que seriam inevitáveis para limpar os desmandos e abusos incuráveis de uma época histórica anterior. Essa noção alimentou a velha ditadura do proletariado que seria desenvolvida por Lenin e consumada, em seus aspectos mais horripilantes, por Stalin. Mas também teve, ao longo do tempo, vários adeptos de outra origem. A experiência mostrou que essa visão estava errada. Confirmou, primeiro, que a democracia é superior aos outros regimes. Segundo, que a maioria da população é a maior interessada nos regimes democráticos, pois é ali que pode fazer valer seus direitos e exercer um dos essenciais, que é a liberdade. Apoiado até o fim da vida pela madrinha neoliberal Margareth Thatcher, o golpe de Augusto Pinochet no Chile era isso, diziam seus aliados de 1971 – uma cirurgia, um mal destinado a durar pouco. O golpe de 64 prometia defender a democracia e dizia querer impedir uma “república sindicalista” acusação que tem lá seu parentesco com algumas denúncias que de vez em quando foram jogadas contra o governo Lula. Durou 20 anos mas nasceu como um curtíssimo mal necessário para acabar com a corrupção e a subversão – valores que, com todas as adaptações e atualizações necessárias, também retratam o inferno de quem avança o Thermidor em 2012. O horizonte do processo em curso, nós sabemos, é 2014. Não é conspiração, embora não faltem pretendentes. Muitos personagens se repetem, outros são novos. Nem tudo depende da vontade das pessoas. É um curso histórico, uma correnteza. Resta saber até onde irá. As denúncias de corrupção não são uma campanha golpista. Pelo amor de Deus! Há que se criminalizar o crime, como lembrou alguém. Os culpados devem ser apontados, denunciados e punidos. Os espertalhões desmoralizam a política, envergonham. Seu papel é alugar o Estado a quem paga mais. Mas não vale forçar a barra – que é o caminho do mal necessário. Não vale fingir, por exemplo, que somos impolutos, corajosos, incorruptíveis, depois de liberar o mensalão do PSDB-MG para a justiça comum. Não vale fingir que o encontro do calendário do mensalão e da eleição é simples coincidência – se fosse, poderia ter sido evitada — ou, o que me parece espantoso, achar muito bom que essa coincidência tenha ocorrido. Não vale desconsiderar, nessa altura do campeonato, que Roberto Jefferson falou tudo e um pouco mais, a favor e contra. Chegou a dizer que o mensalão não existia. Também disse que, quando informou José Dirceu do que acontecia, este reagiu com socos na mesa e criticou Delúbio porque fazia aquilo que não devia. (Está lá, nas entrevistas à Folha). E também disse o contrário. Está no direito dele, que fez o possível para se defender. Só não precisamos achar que tudo o que diz é verdade. Mesmo a palavra “delator” dá a Jefferson uma verossimilhança exagerada. Pressupõe uma coerência que ele não tem. Também não vale dizer que o destino do dinheiro é irrelevante e passar o julgamento inteiro dizendo que foi “compra de votos” e mesmo “suborno.” Se não tem importância, por que é preciso insistir nisso? Seria mais fácil admitir que não sabemos como o dinheiro foi empregado e que, muito possivelmente, a maior parte foi gasta no pagamento de verbas de campanha, por mais que seja chato admitir isso. Pois é: num caso de 40 corruptos, que tanta gente comparou a Ali Babá, não aparece nenhum “politico” que tenha ficado rico. Ninguém. Nenhuma quebra de sigilo indicou qualquer coisa anormal. Podemos até imaginar que o esquema – com falhas risíveis de logística que ocorreu até da polícia parar um emissário de Valério porque suspeitava do carregamento exagerado de dinheiro em sacos de papel – fosse tão perfeito que cada centavo maquiavelicamente desviado, hoje faça companhia aos dólares de tantos bacanas na Suíça, no Caribe e outros paraísos fiscais. Até o cara que quer ganhar o Loas para matar a fome e foi absolvido por não ter dinheiro para advogado deve ter sua graninha em Genebra, certo? Mas estamos supondo. Sabe por que isso seria importante? Porque daria clareza a discussão, a entender os problemas. Daria racionalidade. Evitaria o ambiente de intimidação, denunciado por mestres como Jânio de Freitas. O esforço para deixar o dinheiro longe das campanhas e perto da “compra de votos” no Congresso já envolve afirmações dispensáveis. Já se disse, por exemplo, que o fato de muitas despesas terem sido feitas em 2003, ano sem eleições, prova que seu destino não era eleitoral. É supor na direção errada. Basta ler a denuncia de Antônio Fernando de Souza, que falava, em toda sua fúria, em “dívidas pretéritas.” Embora falasse em “compra de votos” também admitia que uma parcela fora gasta em despesas de campanha. Não era assim categórico, absoluto. É difícil negar que estamos no mundo da política. Eleição é aposta e quem aposta deixa dívidas. Também acho que não vale dizer que o importante é o contexto e depois render-se a uma assinatura. Porque a assinatura de um empréstimo – modestíssimo – de 3 milhões de reais que é o argumento principal para condenar José Genoíno por sei lá quantos crimes. Não custa reparar: considerando o montante do mensalão, há o risco do empréstimo de Genoíno ser o único dinheiro limpo e honesto da história. Porque seu contexto é o da política, lembra Lewandowski. Presidente do PT, Genoíno faz reuniões, articula, discute. “Não sabe o que é dinheiro,” diz Waldemar Costa Neto, que sabe. Mas não. No Thermidor 2014, é preciso criminalizar a política. Não é de todo absurdo. Sabe por que? Porque do ponto de vista histórico, a política democrática do Brasil já nasceu na porta do crime, na porta da cadeia. Apesar das proclamações em dias de festa, cedo ou tarde é preciso dar um jeito de colocar os “políticos” (entre aspas) naquele lugar de onde nunca deveriam ter saído. Porque toda vez que os “políticos” ficam soltos, eles começam a querer ganhar votos, a fazer demagogia. Mostram desvios populistas, questionam as coisas e logo viram subversivos, não é mesmo? Veja só: até os danados do PP deixaram a aliança com o PSDB e foram apoiar propostas do governo Lula, como a reforma da previdência, a tributária… Há, no fundo, uma visão autoritária na ideia de “compra de votos.” Você seleciona aquilo que os políticos podem fazer e o que não podem. Traça um limite – que você define qual é – para os acordos políticos. Quem passou o limite “vendeu” consciência. Desculpe a palavra, mas isso é barbárie. Quem controla o partido é o eleitor. Imagino uma tabela: o pessoal do PSDB – que teve um namorico no início do governo Lula – pode pegar na mão da noiva. A turma do PTB, como disse Jefferson, entra pela porta dos fundos, porque ali a barra é mais pesada. Já o PP vai para o banco de trás do carro. Não custa lembrar: com toda aquela campanha antidemocrática do pré-golpe de 64, o povo queria as reformas de base. Dizia isso no Ibope e onde mais lhe perguntavam. Sem o golpe, Juscelino entraria em 65 como favoritíssimo… E com JK, claro, viria o populismo, o inflacionismo gastador, e assim por diante. Na primeira eleição depois do golpe, o governo militar sofreu derrotas tão feias que cancelou pleitos diretos para governador. Depois, para prefeitos de capital. Também resolveu impedir o Congresso de mexer no orçamento. Dizia que os “políticos” gostavam de fazer fonte em pracinha e não tinham noção dos graves problemas da pátria. Apesar da orientação claramente adversa da maioria dos meios de comunicação em 2002, 2006 e 2010, os adversários de Lula não conseguiram competir de verdade. Nenhuma vez. E as pesquisas eleitorais de 2014? Nem é bom falar. Mas há o Thermidor. A corrupção pode ser usada como arma política. Desde que a denúncia seja aplicada seletivamente. Paulo Moreira Leite - Jornalista desde os 17 anos, foi diretor de redação de ÉPOCA e do Diário de S. Paulo. Foi redator chefe da Veja, correspondente em Paris e em Washington. É autor do livro A mulher que era o general da casa -- Histórias da resistência civil à ditadura. Pedro Luiz Caro Pedro, o Paulinho é meu velho amigo, mas escreve em revista diretamente concorrente de VEJA. Não tem o menor sentido publicar, como post, um texto dele. Você reclama que está faltando contraditório no blog a respeito do julgamento do mensalão. Pois bem, aqui está: escreva um post discordando da linha do blog, ou do julgamento do Supremo, ou como queira, e eu publico com todo o destaque como Post do Leitor. Um abração e... aguardo!

Jorge em 04 de outubro de 2012

"veiaco", foi cassado por causa do "domínio dos fatos". Pra você ver o perigo que é isto. Cristo morreu por caus do domínio dos fatos.

veiaco em 04 de outubro de 2012

Segundo Lewandowski, Dirceu não tem nada a ver com a Ação Penal 470, resta perguntar porque então foi cassado ele e Jeferson por seus pares?

mts em 04 de outubro de 2012

mensalosvky como todo petralha, denigre mais uma instituicao. O stf. Felizmente a maioria nao eh ****, como esse ***** do lulla.

Rose em 04 de outubro de 2012

Corrigindo! Lewandowsky! Obrigada!

Rose em 04 de outubro de 2012

Lewandowiski parece querer tomar todo o dia de hoje com a absolvição do Vice-capo, vulgo Zé! Data Venia ao advogado Podval que tem participado do "ao vivo" de Veja, mas se eu tiver algum problema jurídico e me tornar ré (toc, toc, toc) contratarei Lewandowiski como advogado de defesa! Tá tirando coelho da cartola!

pela dignidade em 04 de outubro de 2012

que espetáculo grotesco !!! eu não sei como os ministros ainda agüentam ficar sentados – coitados!! ter que conviver c/ alguém desse nível de ridículo – ele deve ser internado imediatamente !!!

Luiz Carlos em 04 de outubro de 2012

Será voto vencido...Este Senhor definitivamente está abrindo mão de caminhar nas ruas, de olhar pessoas decentes nos olhos; é um arremedo de jurista.

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