Ao voltar ao jornalismo diário no Jornal do Brasil, após três anos em revistas — uma semana, outra mensal –, passei a ocupar uma pequena sala na sucursal do jornal na Avenida Paulista, num edifício moderno bem defronte à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

A sala era do tipo “aquário”: tinha a porta de acesso e, no lugar da parede que a separava da redação, uma grande área de vidro, através da qual via e podia ser visto.

Na foto, do arquivo pessoal, pode-se ver, atrás de mim, a porta que comunicava com a sala do diretor regional, Augusto Nunes. Essa porta raramente ficava fechada, porque nos falávamos o tempo todo — inclusive para trocar ideias sobre os textos que escrevíamos.

A sucursal, na ocasião, ocupava metade do 15º andar do edifício, incluídas as áreas administrativa e comercial. No restante do andar, as instalações da Rádio Cidade FM, administrada pelo JB. Poucos meses depois, seriamos transferidos para um andar inteiro, o 17º, o conforto na redação aumentou muito em matéria de espaço e instalações, e tanto Augusto como eu passamos a ter salas maiores.

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