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A miss Venezuela e miss Mundo, Isian Sarcos: mania nacional em decadência

Na Venezuela do ditador Hugo Chávez cada vez falta mais coisa. Há escassez de alimentos, falta energia elétrica, falta transparência nas eleições que se realizam, faltam liberdades públicas.

Depois de 11 anos do coronel no poder, começa a faltar algo que tradicionalmente é uma febre nacional: fôlego para os concursos de miss.

Transformados ao longo dos anos em similares a campeonatos nacionais de futebol – e, com as disputas internacionais das vencedoras, em algo semelhante a uma Copa do Mundo para os venezuelanos –, os concursos de misses chegavam a ter 90% de audiência pela TV. Num exagero espantoso, a febre se estendia por adolescentes e até garotas de 8 ou 10 anos, matriculadas pelas mães em escolas para modelos de modo a preparar-se para futuras disputas.

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As concorrentes ao Miss Mundo 2011, em Londres: a “fábrica” propicou à Venezuela dezenas de títulos de beleza

Não por acaso, moças venezuelanas ganharam seis vezes a coroa de Miss Universo, cinco de Miss Mundo – como ocorreu no domingo, 6, em Londres, com a jovem Ivian Sarcos, 20 anos, 1m79 – e seis de Miss Beleza Internacional. Somados a outros títulos de todo tipo — de Miss Hispano-América, Miss Caribe, certames menores da América do Sul e similares –, são dezenas de “coroas de beleza” para a Venezuela.

A “fábrica de misses”

Também não por acaso, existia, e ainda existe no país, uma “fábrica de misses”. Trata-se da Organización Miss Venezuela, pertencente ao grupo Cisneros, proprietário também da emissora que hoje transmite os certames, a Venevisión, que ainda não sofreu intervenção do governo e foi estatizada, como outras.

Na sede do concurso, uma grande mansão denominada Quinta Miss Venezuela, procede-se a uma seleção rigorosa de garotas, vindas de todos os recantos do país – mais de mil se apresentam para a peneira final, da qual escapam três dezenas de candidatas. Essas submetem-se a um rigoroso treinamento de quatro meses, com ensaios de postura, colocação de voz e uma série de truques.

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Sousa e concorrentes de diferentes Estados da Venezuela na “Quinta Miss Venezuela”, em Caracas (Foto: missvenezuela.com)

Mais que esses retoques, as garotas recebem retoques propriamente ditos: além de tratamentos de pele, atividade física e regimes de emagracimento, cirurgias plásticas à vontade.

Baixa dramática de custos

Agora, depois de 59 anos de concursos que faziam o país pegar fogo, as coisas parecem estar mudando. A febre baixou. Os organizadores do evento deste ano, ocorrido em outubro, foram obrigados a baixar dramaticamente os custos. Em vez de realizá-lo como outras vezes no imponente Palácio de Eventos de Maracaibo, a segunda maior cidade da Venezuela, à beira do belo Lago Maracaibo e próximo ao grande cassino, ou mesmo no magnífico Poliedro, moderno centro de atrações em Caracas, reduziram-no para o principal estúdio da Venevisión.

Não apenas se economizaram as despesas de viagens, trasalados e estadias a Maracaibo, a 700 quilômetros de Caracas, mas até o aluguel de um grande centro de eventos na capital. A audiência na TV, embora ainda alta, ficou na casa dos 60%. “O discurso revolucionário do chavismo busca promover as massas e criticar a pessoas que se preocupam com a beleza, porque isso é sinal de serem burguesas”, arrisca-se a opinar o psicanalista e estudioso da relação entre imagem e poder Roberto De Vries.

Venezuelanos com outras preocupações

Embora o coronel não veja com bons olhos os certames – que, na verdade, são um resquício machista inegável, ao valorizarem a beleza física da mulher como valor predominante –, é exagero culpá-lo diretamente pelo crescente esvaziamento do grande esporte nacional detectado por muitos.

Apesar da vitória de Ivian e de sua celebração na Venezuela, a decadência dos certames de beleza parece estar mais ligada à deterioração geral do dia a dia dos venezuelanos e sua necessidade de preocupar-se com temas mais urgentes, como emprego, salário, casa, saúde e criminalidade – além de não serem importunados pelo regime.

Itens mais importantes do que a “fábrica de misses”.

Que, no entanto, continua. O presidente da “Quinta Miss Venezuela”, Osmel Sousa, agora está com todas as atenções voltadas para o concurso de Miss Terra, que começa nesta quinta, 17, em Manila, Filipinas.

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38 Comentários

Mari Labbate *44 Milhões* em 22 de janeiro de 2012

Os ditadores HUGO Chávez, LUIZ da Silva e DILUÍZA da Silva são BUDAS DO AZAR! Onde tocam, provocam a exalação de fortes fragrâncias de "jasmim"... E pensar que há "companheiros", que nem sentem...

Ricardo em 22 de janeiro de 2012

Ivian é a sexta Miss Mundo venezuelana, não a quinta.

J.R.Monteiro em 21 de janeiro de 2012

Finalmente o Chavismo serviu para alguma coisa útil. O Chavez não gosta de concurso de miss pelos motivos errados. Ele não quer ter competição, só ele pode aparecer. Esses concursos enaltecem a beleza em detrimento de todo o resto, são um mau exemplo de civilidade e cidadania. .

Razumikhin em 20 de novembro de 2011

Chaves vai durar até acabar o dinheiro.

Marco em 16 de novembro de 2011

Amigo Setti: Jeff, não se preocupa, o liberalismo no Brasil é quase uma espécie em extinsão, FHC ,só um sóciologo diferenciado de ideologia sem teimosia q optou em parte por esse modelo: Abertura da economia ao comércio e finança internacional; O papel do orçamento público e da regulamentação; Desenvolvimento dos mercados financeiros; Qualidade da infra-estrutura; Qualidade da tecnologia; Qualidade da gestão empresarial; Flexibilidade do mercado de trabalho; Qualidade das instituições judiciárias e políticas. O Brasil continua medíocre como plataforma de exportação a não ser no grupo de indicadores da comunidade internacional atribui cada vez mais importância em uma economia globalizada, o "índice de corrupção", sob a forma de propinas, comissões espurias, extorsão e fraude. Na América Latina, a dimensão do governo é o principal determinante da corrupção. Quando se exigem licenças, haverá sempre alguém disposto a vendê-las. Quando o grande cliente de obras é o governo, haverá sempre empresas politicamente favorecidas. O árbitro governamental é o verdadeiro pai da propina. Surpreendentemente, a Colômbia, México, Filipinas e Tailândia, nunca famosos por seu rigor ético, seriam ligeiramente menos culposos que o Brasil nas "práticas impróprias". Abs.

Seu Madruga em 16 de novembro de 2011

Tinha que ser o Chavez mesmo!!!

Jefff em 15 de novembro de 2011

Precisamos de um post com a entevista da juiza Eliana Calmon no roda viva e outro post comentando o novo filme de Meryl Streep no qual ela faz o papel de Margareth Thatcher. Estreia na Reino Unido dia 06 de janeiro. Oscar muito provavel!

Jefff em 15 de novembro de 2011

Desculpa o chaves está na titulo do post e na materia só para apimentar o nada.

Jefff em 14 de novembro de 2011

Bob Fiels é o adorado liberal que viveu a vida inteira a custas do erario publico. Coerencia não é o forte da turma!

Jefff em 14 de novembro de 2011

Esse concurso bocó está em decadencia e a culpa é do governo. Esse post poderia ser quardado com carinho no panteão de noticias inuteis. Comentário "bocó" e desinformado, Jeff. Leia este trecho do texto: "Embora o coronel não veja com bons olhos os certames – que, na verdade, são um resquício machista inegável, ao valorizarem a beleza física da mulher como valor predominante –, é exagero culpá-lo diretamente pelo crescente esvaziamento do grande esporte nacional detectado por muitos." Abraço

Josué em 14 de novembro de 2011

Ricardo Setti Assisti um programa no canal futura esta semana, sobre democracia na América latina capitaneada por esquerdistas entre eles Eduardo Galeano – Autor de Veias abertas da América Latina - que elogiavam a Venezuela. Assisti também “Zonas de Guerra” – Don’t Tell My Mother - do francês Diego Buñuel também sobre a mesma Venezuela e as opiniões sobre o país são conflitantes. Minha Pergunta: o que leva grupos de pessoas terem opiniões tão diversas sobre um mesmo fato? Desculpe-me pela minha ignorância. Josué Caro Josué, é uma coisa chamada ideologia.

Heinz em 14 de novembro de 2011

Não adianta insistir. Não publico comentários racistas sórdidos como o seu.

Heinz em 14 de novembro de 2011

Seu comentário anti-semita é vergonhoso e impublicável.

Stefano Barbosa em 14 de novembro de 2011

Chavez... o ditador que foi eleito... vai entender... so na cabeça dessa midia porta-voz do Imperio é ke Chavez é ditador...

Heinz em 14 de novembro de 2011

Seu sórdido comentário racista não será publicado, e você está gentilmente convidado a não aparecer mais no blog.

Marco em 13 de novembro de 2011

Amigo Setti: outra do Bob: "Pessoalmente, sempre preguei o máximo de liberdade, de flexibilidade e de racionalidade, mas nunca achando que devêssemos ficar parados esperando acontecer. Meu próprio exemplo: no tempo de Juscelino fui um dos formuladores do Plano de Metas que utilizou o Estado como o catalisador do processo de crescimento econômico; e, quando me coube combater a inflação, propus também ferramentas sociais compensatórias, como o Sistema Financeiro da Habitação, o FGTS e o Estatuto da Terra.Temos o instrumento da razão, menos poderoso do que seria ideal, mas, como observou o grande Bertrand Russel no final de sua vida, o único que nos é dado. Não estamos passivamente condenados à ecologia do universo que nos cerca. Se, em todo o mundo, as esquerdas estão desarvoradas, é porque têm, no fundo, um vício de origem comum: a premissa arrogantemente autoritária de que sabem, por ciência infusa, como o mundo deveria ser, cabendo a nós outros, os não-iluminados (para os antigos gregos, os "hol poloi"), obedecer sem discutir. Era uma esquerda que já tinha as respostas prontas antes da pergunta. Esse vício não aparecia tão claramente quando estavam lutando contra uma realidade histórica anterior em desagregação: os resíduos de uma sociedade adscritiva e hierárquica, que as novas forças da burguesia e do capitalismo "clássico" apenas começavam a implodir. Mas essa realidade de 1850 a 1950 acabou, a escala mudou, e a quantidade vira qualidade. Perto da megaescala dos atuais genocídios, dos estragos da AIDS, dos atos de terrorismo hutus e tutsis, as barricadas da Europa de 1848 parecem cenas bucólicas. E, numa economia internacional em que as transações cambiais andam por US$ 1,5 trilhão por dia, idéias de "expropriação dos expropriadores" soam como anedotas de papagaio.Mas há lugar para meditar e para perguntar. O papel de uma esquerda válida para os nossos dias seria o de cutucar a consciência crítica. Não o de adular um Estado que, no Brasil, está reduzido à incapacidade quase total, antes de mais nada porque falta, por trás dele, um suficiente consenso social sobre valores e as obrigações recíprocas. Falta a "sociedade". Abs.

Marco em 13 de novembro de 2011

Amigo Setti: Se não me engano estamos, indo já para os 18 anos do Plano Real, ou seja a maturidade, olha o q escreveu na época do 3 níver o Bob. O terceiro aniversário do Plano Real tem suscitado numerosos debates sobre seu impacto econômico. Pouco se tem dito sobre seus reflexos "políticos" e "culturais". No plano "político", ao ensejar a eleição de FHC, abriu-nos uma alternativa modernizante ao dirigismo esquerdista de Lula, que, opondo-se às reformas, tornou-se um "neoconservador". Conquanto FHC seja apenas um pós-marxista, e não um liberal, e conquanto o Brasil atual esteja longe de se tornar um modelo de liberalismo, a verdade é que estamos saindo do mercantilismo patrimonialista para uma economia de mercado. Ainda que relutantemente, aceitamos a inevitabilidade da globalização competitiva. Se tivesse sido vitorioso o dirigismo esquerdista do PT, é improvável que se priorizasse o redimensionamento do Estado, que fossem abolidos os monopólios estatais e que tivéssemos avançado nas privatizações. A abertura internacional teria sido interrompida. E estaríamos enfeudados ao "Estado babá", bonzinho e balofo... Houve paralelamente uma revolução "cultural". No plano psicológico, aprendemos que não estávamos condenados à inflação por uma fatalidade atávica. Trata-se de uma doença curável por um gerenciamento macroeconômico minimamente racional. Como preparação para o lançamento do Real, fizemos um esforço de equilíbrio fiscal e de renegociação da dívida externa. O objetivo fiscal foi apenas precariamente atingido em 1994 (deteriorando-se a situação em 95/96), mas o reescalonamento da dívida tornou-se um aprendizado sobre a identificação dos inimigos. A incapacidade de distinguir verdadeiros de falsos inimigos é um dos fatais vícios do subdesenvolvimento. Reestruturada a dívida externa em 30 anos, a juros razoáveis, descobrimos que nossos verdadeiros inimigos são internos. É a despoupança do governo que gera o déficit público, que resulta na emissão de títulos, que têm que ser rolados com prazos curtos e juros altos. Se continuarmos emaranhados num círculo vicioso de baixo crescimento, não é por causa de forças ocultas e abstratas, como o capitalismo, o imperialismo, o liberalismo ou a globalização. As causas são muito mais corriqueiras e se situam na desordem dos vários níveis estatais. A despoupança do setor público resulta em altos juros, que asfixiam o setor privado e repercutem nas contas externas, impedindo-nos de passar do "círculo vicioso" para o "círculo virtuoso". Nesse, a expansão do setor privado geraria impostos que robusteceriam os investimentos públicos em infra-estrutura, deflagrando uma espiral de crescimento. Dentre os nossos líderes esquerdistas, Lula continua falando na "opressão dos credores", e Brizola, nas "perdas internacionais" infligidas pelas multinacionais. Abs.

Palimpsesto Jr. em 13 de novembro de 2011

Prezado Setti, Acredito plenamente no que você afirma. Fale com seu editor e exija a imediata liberação da versão digital. Esteja seguro de uma coisa: afora as milenares e espúrias formalidades burocráticas luso-brasileiras, seu e-book está a um clique do mouse. O leitor agradece - pelo preço e pela instantaneidade. Abraços, Palimpsesto Jr., com as bênçãos de Palimpsesto Sr. Obrigado, meu caro. Já estou vendo isso. Abração

Marco em 13 de novembro de 2011

Amigo Setti: Sei q tu não gosta do Bob Field,mas ele está certo: Para liberais, o Estado é apenas um mal "necessário". Tem de ser freado por "checks" e "balances" para não se tornar um predador. Os anarquistas chegam ao ponto de dizer, como Nietzsche, que é "o mais frio dos monstros". Entretanto, para os contaminados pela "ilusão socialista", em variados graus que vão desde o radicalismo marxista até o trabalhismo paternalista, o Estado é um benfeitor. Até prova em contrário. E provas abundam.A rigor, o Estado é apenas uma conveniente abstração. O que existe são funcionários concretos, em carne e osso, à busca de poder e promoções, misturando em doses desiguais egoísmo e altruísmo. Se alguma filosofia existe no Estado brasileiro, é a do brocardo mineiro: "Para os amigos, tudo; para os inimigos, nada; para os indiferentes, a lei". Abs. Você tem razão, caro Marco. Mas na verdade eu gosto muito do Bob Fields. Ele tinha razão na maior parte do diagnóstico que fazia de nossos males, os males "deste paífh". Não gostava dele no começo, mas fui me rendendo a sua inteligência. Abração

Palimpsesto Jr. em 12 de novembro de 2011

Olá, Setti Uma informação: seu novo livro (Conversas com Mario Vargas Llosa, Panda Books, 2011), que parece interessantíssimo, será lançado também no formato e-book, ou apenas na tradicional forma impressa? Perdoe-me a observação, mas é deveras curioso que um país tão 'muderno' como o Brasil, berço de literatos refinados e eruditos da envergadura de Lula, Lupi e Sarney, por exemplo, ainda não tenha migrado (mesmo que parcialmente, como o resto do mundo) para o livro digital - limpo, barato e acessível, com distribuição instantânea para qualquer ponto do planeta. Tivesse este débil comentarista bissexto algum talento beletrista, não admitiria cessão de direitos de publicação que não contemplasse o formato digital. Enfim, vai ver os sábios editores nacionais, sempre na vanguarda, ainda querem mamar o que der no modelo Gutemberg, cobrando horrores em edições de 2-3 mil exemplares...em uma nação exuberante de quase 200 milhões de almas, 100% carentes de leitura. Caro Palimpsesto, você não vai acreditar no que digo, mas é verdade: não tenho ideia. Não perguntei ao editor Marcelo Duarte. Coisa que farei imediatamente. Um grande abraço e espero que você goste do livro.

Daniel De Boni em 12 de novembro de 2011

Ricardo já existe o Miss Terra ele é o terceiro no Grand Slam dos Concursos de Misses Obrigado pelo toque, caro Daniel. Vou investigar o assunto para corrigir o post. Agradeço sinceramente sua atenção como leitor. Abração

CARLOS MATTOS em 11 de novembro de 2011

Nao tenho duvidas, que se continuar assim, cedo cedo chegaremos ao padrao da venezuela, coincidentemente, ate cancer o daqui ja teve em solidariedade ( sera que passa??)

Claudio em 11 de novembro de 2011

A preocupação com a beleza física é doença burguesa e um resquício machista? Explicada a ditadura do bigode e do suvaco peludo em nosso "comadrio" governista. . Quanto à Venezuela, nada a comentar. Estamos indo para o mesmo caminho...

Mãe Diná em 11 de novembro de 2011

Setti, me explica uma coisa, numa terra com tanta mulher linda o Hugo Chaves nasceu de uma venezuelana ou de uma alienígena? A natureza não pode errar tanto, o bicho é feio demais pra ter nascido de uma beldade dessas.

Tamara em 11 de novembro de 2011

Eu acho que a identidade de um país não pode ser pautada por concurso de miss.Como também não pode ser pautada por ( ai ai ) futebol...

João Carlos Falkenmeyer em 11 de novembro de 2011

Fernando Marés, vá se acostumando: o contribuinte paulistano vai ajudar na construção do estádio para o Corinthians, mesmo os que torcem para outros clubes.

Antonio Jorge em 11 de novembro de 2011

Atualmente o Miss Universo está com carta marcada e o último foi até comprado. Pra que se esforçar se quem leva no final é aquela que a produção escolheu?

Louise em 11 de novembro de 2011

Nando, "Yes, nóis preocupa" mesmo é com o complexo de viralatismo dessa oposição colonizada. kkkkkkk

edson rosalvo de oliveira guimaraes em 11 de novembro de 2011

O nando ditador do naipe deste hugo chaves deve ser combatido 24 hs.

edson rosalvo de oliveira guimaraes em 11 de novembro de 2011

O ditador baixa renda hugo chaves,aquele que teve a defesa de sua ditadura pelo ex lula não perde por esperar.

Nando em 11 de novembro de 2011

Não perdem uma deixa pra falar mal do Chaves... Até no que não se relaciona com o governo. Ou vcs acham que quando o concurso tinha audiência de 90%, a Venezulea tinha o IDH da Suíça!? Faça-me o favor...

Ancelmo em 11 de novembro de 2011

Decandência como se elas continual ganhando os títulos. Agora, é claro que as pessoas mudam de gosto, a terra gira e as prioridades mudam de foco. Pelo menos para as pessoas normais, é claro.

Ieda em 11 de novembro de 2011

Concurso de miss está fora de moda Foi-se o tempo da empolgação mundial.Enfim, cada um que se distraia com a evolução de sua propria cabeça. Bye.

Vera em 11 de novembro de 2011

Também isso Hugo Chaves faz: destruir sonhos. A Venezuela que se livre logo desse déspota que só atrasos traz, a um país tão lindo!

emerson em 11 de novembro de 2011

Ué...achei que a veja fosse a favor da ditadura...por que agora falam mal do Chavez? Você precisa sair do poço de ignorância e analfabetismo em que se encontra e conhecer um pouco a história de seu país. VEJA foi censurada pela ditadura desde seus primeiros números, e durante oito anos teve censor dentro da Redação. Mesmo assim, publicou dezenas de reportagens sobre irregularidades e abusos do regime militar, inclusive desmascarando o caso Riocentro, quando militares golpistas que preparavam um atentado terrorista durante um ato público explodiram uma bomba num carro com chapa fria -- um sargento morreu e um capitão ficou ferido -- foram apresentados pela ditadura, mentirosamente, como sendo vítimas. Informe-se antes de sair em público escrevendo asneiras.

Luiz em 11 de novembro de 2011

Se os venezuelanos não acordarem, as coisas vão piorar ainda mais; "isto é só o fim".

mariaq de fatima em 11 de novembro de 2011

ACHOBOM POIS O PAIS TEM QUE SE PREOCUPAR COM COISAS MAIS URGENTES

Fernando Marés de Souza em 11 de novembro de 2011

E aqui na terrinha, o contribuinte paulista pagou a festa pra Band do João Saad faturar....

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