Amigos, confessem, quem leu o título desse post cantarolando?

É quase impossível resistir, para quem era criança, adolescente ou adulto na época, a essa musiquinha criada para as Casas Pernambucanas em 1962. O comercial ficou no ar, na televisão e nos rádios, durante todos os invernos da década de 60 e ainda hoje é um dos jingles mais lembrados.

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9 Comentários

José Neto em 08 de outubro de 2014

Gostaria de saber se esse comercial foi passo na TV nos anos 70 também?

Vera Scheidemann em 16 de maio de 2011

Ah, bons tempos ! Vera

JT em 16 de maio de 2011

Complementando meu comentário anterior, encontrei o comercial dos Cobertores Parahyba: http://youtu.be/hLMbL31P770 Magnífico! Obrigado, amigo Jean. Nós já temos para divulgação próxima. Mas agradeço sua gentileza. Um abração

JT em 16 de maio de 2011

Este comercial é do tempo em que os profissionais da televisão ainda vinham da escola do rádio. Este "jingle" ficou marcado na história dos anos 60 pois poderia ser executado sem alterações em propagandas de rádio. A partir dos anos 70, com a influência do novo padrão de qualidade da Rede Globo (e mesmo que não gosta dela, não pode negar isso) as agências de publicidade passaram a formar profissionais já com o espírito da TV, com mais ascendência cinematográfica do que radiofônica. Mesmo assim, a estética dos anos 60 é muito marcante, mesmo para quem nasceu depois dela - como é o meu caso. Lembro de quando ia para Caçapava visitar meus avós, no Vale do Paraíba, e sempre prestava atenção no "outdoor" da fábrica de cobertores Parahyba, que ficava em São José dos Campos. O mascote era desenhado ao modo que vimos no comercial das Casas Pernambucanas - um garotinho bocejando com pijama, toca e vela na mão. Que saudade!

Luís Roberto SBO em 16 de maio de 2011

Mudamos prá cidade em 1965, eu tinha 6 anos, assistíamos na TV a propaganda das Pernambucanas. Que tempo bom, não tínhamos dinheiro e pagava o armazem por ano, mas tínhamos muitas coisas boas sob a mesa. Existe propaganda da Ford, tínhamos uma camionete Ford V8, 1969, usava gasolina azul. Naquele tempo as pessoas da cidade tínham vergonha de pessoas que moravam em sítio, interessante, né?? Sou da terra do primeiro veículo montado no Brasil a Romi-Isetta, será que existe propaganda dela? Vamos procurar propaganda da (ou do) Romi-Isetta, caro Luís. Abraços

Jotavê em 16 de maio de 2011

É curiosa a carga afetiva que os comerciais antigos possuem. Eram apenas moldura; ganharam o proscênio, foram se transformando em quadro: a imagem de um passado no qual nos dissolvemos, invisíveis. Nem mesmo o Vigilante Rodoviário tem o poder evocativo de um comercial das Casas Pernambucanas, da Varig, dos cobertores Parahyba. Talvez fosse a repetição - muitos atravessaram a década de 60 inteira. Talvez o volume comparativamente menor de anunciantes. O fato é que, apesar da enorme qualidade da publicidade feita no Brasil a partir dos anos 70, nenhuma peça ficará na memória das gerações mais jovens como essas, bem mais ingênuas, ficaram na nossa.

J.B.CRUZ em 16 de maio de 2011

CARO SETTI: Só você mesmo para nos fazer voltar aos ¨¨ANOS DOURADOS¨...Voltei no tempo e por um momento me vi FELIZ!!!PARABÉNS!!!

Daniel em 15 de maio de 2011

Oi Setti. Parabéns pelo blog, o conteúdo é sempre variado e interessante. Muito obrigado, caro Daniel. É um prazer tê-lo aqui no blog. Um abração

Eraldo em 15 de maio de 2011

Que saudades.O tempo bom,que não volta mais.

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