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Nelson Mandela, o libertador da África do Sul: um gigante do século XX, um estadista de verdade numa época de anões políticos

Com a fisionomia abatida e a voz algo trêmula pela emoção, o presidente da África do Sul, Jakob Zuma, acaba de anunciar a morte, aos 95 anos, de Nelson Mandela — um estadista de verdade em uma época de anões políticos, um dos estadistas gigantes do século XX, Prêmio Nobel da Paz e o homem que trouxe a paz e a democracia para este grande país governado até 1994 por uma ditadura racista da minoria branca.

Diante dessa perda, que torna o mundo mais pobre, compartilho com os leitores um texto a respeito deste grande homem escrito em julho passado por alguém com muito mais talento do que eu — o jornalista e escritor peruano Mario Vargas Llosa, Prêmio Nobel de Literatura de 2010.

Artigo publicado no jornal O Estado de S. Paulo

ELOGIOS A MANDELA

Nelson Mandela, o político mais admirável destes tempos tumultuados, segue em um hospital de Pretória, após completar 95 anos na quinta-feira, 18 de julho.

Poderemos ter a certeza de que todos os elogios feitos a ele são justos, pois o estadista sul-africano transformou a história do seu país de uma maneira que ninguém imaginava concebível, e demonstrou com sua inteligência, habilidade, honestidade e coragem que, no campo da política, às vezes, os milagres são possíveis.

Tudo isso foi sendo gestado, antes mesmo que na história, na solidão de uma consciência, na desolada prisão de Robben Island, onde Mandela ingressou, em 1964, para cumprir pena de prisão perpétua e trabalhos forçados.

As condições em que o regime do apartheid mantinha seus presos políticos na ilha rodeada de um mar traiçoeiro e tubarões, em frente à Cidade do Cabo, eram atrozes.

Uma cela tão minúscula que parecia um nicho ou o covil de uma fera, uma esteira de palha, uma sopa de milho três vezes ao dia, mudez obrigatória, visitas de meia hora de duração a cada seis meses, e o direito de receber e escrever somente duas cartas ao ano, nas quais jamais deveriam ser mencionados temas políticos nem da atualidade.

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A cela minúscula na prisão da ilha de Robben onde Mandela passou 27 anos — nove deles em total isolamento, ascetismo e solidão (Foto: cmisouthafrica.com)

Em tal isolamento, ascetismo e solidão transcorreram os primeiros nove anos dos 27 que Mandela passou na ilha.

Em vez de suicidar-se ou enlouquecer, como muitos companheiros de prisão, nos nove anos Mandela meditou, reviu suas próprias ideias e ideais, fez uma autocrítica radical de suas convicções e atingiu aquela serenidade e sabedoria que a partir de então guiariam todas as suas iniciativas políticas.

Embora nunca tenha compartilhado das teses dos resistentes que propunham uma “África para os africanos” e queriam atirar ao mar todos os brancos da União Sul Africana, em seu partido, o Congresso Nacional Africano, Mandela, assim como Sisulu e Tambo, os dirigentes mais moderados, estavam convencidos de que o regime racista e totalitário só seria derrotado mediante ações armadas, sabotagens e outras formas de violência, e para tanto formou um grupo de comandos ativistas chamado Umkhonto we Sizwe, que enviava para Cuba, à China Popular, à Coreia do Norte e à Alemanha Oriental jovens militantes para que se adestrassem.

Deve ter levado muito tempo – meses, anos – para convencer-se de que toda essa concepção da luta contra a opressão e o racismo na África do Sul era equivocada e ineficaz, e era preciso renunciar à violência e optar por métodos pacíficos, ou seja, buscar uma negociação com os dirigentes da minoria branca – equivalente a cerca de 12% do país, que explorava e discriminava de maneira iníqua os 88% restantes – e convencê-la de que permanecera no país porque a convivência entre as duas comunidades era possível e necessária, quando a África do Sul fosse uma democracia governada pela maioria negra.

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Prisioneiros submetidos a trabalhos forçados quebram pedras no pátio da prisão, em foto de 1964. Mandela também foi submetido a isso (Foto: The Daily Telegraph)

Naquela época, final dos anos 60 e início dos 70, pensar semelhante coisa era um exercício mental distante da realidade. A brutalidade irracional com que a maioria negra era reprimida e os esporádicos atos terroristas com que os resistentes respondiam à violência do Estado haviam criado um clima de rancor e ódio que fazia prever, mais cedo ou mais tarde, um desenlace de dimensões cataclísmicas no país.

A liberdade só poderia significar o desaparecimento ou o exílio para a minoria branca, particularmente para os africânders [descendentes de colonos holandeses calvinistas e de outros europeus do mesmo credo estabelecidos nos séculos XVII e XVIII] , os verdadeiros donos do poder.

É espantoso pensar que Mandela, perfeitamente consciente das vertiginosas dificuldades que encontraria no caminho que traçara para si, decidiria empreendê-lo, e, mais ainda, que perseveraria nele sem sucumbir ao desalento um só instante, e, 27 anos mais tarde, concretizaria aquele sonho impossível: uma transição pacífica do apartheid para a liberdade, enquanto a maior parte da comunidade branca permanecia no país ao lado dos milhões de negros e mulatos sul-africanos que, convencidos por seu exemplo e suas razões, haviam esquecido os insultos e os crimes do passado, e perdoado.

Seria preciso recorrer à Bíblia, àquelas histórias exemplares do catecismo que nos contavam quando éramos crianças, para tentar entender o poder de convicção, a paciência, a vontade inquebrantável e o heroismo que Nelson Mandela deve ter demonstrado durante todos aqueles anos para persuadir, primeiramente seus próprios companheiros de Robben Island, depois seus correligionários do Congresso Nacional Africano e, por último, os próprios governantes e a minoria branca, de que não era impossível que a razão substituísse o medo e o preconceito, que uma transição sem violência era igualmente factível e ela assentaria as bases de uma convivência humana em lugar do sistema cruel e discriminatório imposto à África do Sul por séculos.

Creio que Nelson Mandela é ainda mais digno de reconhecimento por esse trabalho extremamente lento, hercúleo, interminável, graças ao qual suas ideias e convicções foram contagiando os seus compatriotas como um todo, do que pelos extraordinários serviços que prestaria depois, já no governo, aos seus concidadãos e à cultura democrática.

Formação

É preciso lembrar que o homem que assumiu essa admirável tarefa era um prisioneiro político, o qual, até o ano de 1973, quando foram abrandadas as condições carcerárias em Robben Island, vivia praticamente confinado numa minúscula cela e com apenas uns poucos minutos diários para trocar algumas palavras com os outros presos, quase privado de toda comunicação com o mundo exterior.

Contudo, sua tenacidade e sua paciência tornaram possível o impossível.

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Mandela com o então presidente de minoria branca Frederik W. De Clerk, logo após sua libertação da prisão, em 1990. Num gesto de conciliação e grandeza do grande líder negro, De Klerk, ex-carcereiro de Mandela, tornou-se vice-presidente democraticamente eleito em sua chapa (Foto: Associated Press)

Enquanto na prisão já menos inflexível dos anos 70, pôde estudar e formar-se em Direito, suas ideias foram rompendo pouco a pouco os preconceitos totalmente legítimos que existiam entre os negros e mulatos sul-africanos e começou a ser aceita sua tese de que a luta pacífica na busca de uma negociação seria mais eficaz e permitiria alcançar a liberdade mais rapidamente.

Mas foi ainda mais difícil convencer de tudo isso a minoria que detinha o poder e julgava ter o direito divino de exercê-lo com exclusividade e para sempre. Esses eram os pressupostos da filosofia do apartheid proclamada por seu mentor intelectual, o sociólogo Hendrik Verwoerd, na Universidade de Stellenbosch, em 1948, e adotada de modo quase unânime pelos brancos nas eleições daquele mesmo ano.

Como convencê-los de que estavam equivocados, de que deviam renunciar não apenas a semelhantes ideias, mas também ao poder, e resignar-se a viver numa sociedade governada pela maioria negra?

O esforço durou muitos anos, mas, no final, como a gota persistente que fura a pedra, Mandela foi abrindo portas na cidadela de desconfiança e temor, e, um dia, o mundo inteiro descobriu estupefato que o líder do Congresso Nacional Africano saía às vezes de sua prisão para ir tomar civilizadamente o chá das cinco com os que seriam os dois últimos mandatários do apartheid, Botha e De Klerk.

Quando Mandela subiu ao poder, sua popularidade na África do Sul havia se tornado indescritível, tanto na comunidade negra quanto na branca (lembro ter visto, em janeiro de 1998, na Universidade de Stellenbosch, o berço do apartheid, uma parede coberta de fotos de alunos e professores recebendo a visita de Mandela com entusiasmo delirante).

Esse tipo de devoção popular mitológica costuma atordoar quem a recebe e fazer dele – como no caso de Hitler, Stalin, Mao, Fidel Castro – um demagogo e um tirano.

Mas Mandela não se deixou envaidecer; continuou sendo o homem simples, austero e honesto que sempre foi e, para surpresa do mundo todo, negou-se a permanecer no poder, como seus compatriotas pediam.

Aposentou-se e foi passar os seus últimos anos na aldeia indígena de onde se originara sua família.

Mandela é o melhor exemplo que temos – aliás muito raro nos nossos dias – de que a política não é apenas a tarefa suja e medíocre que tantos imaginam, da qual os malandros se valem para enriquecer e os vagabundos para sobreviver sem fazer nada, mas uma atividade que pode também melhorar a vida, substituir o fanatismo pela tolerância, o ódio pela solidariedade, a injustiça pela justiça, o egoísmo pelo bem comum, e que alguns políticos, como o estadista sul-africano, tornam o seu país, e o mundo, muito melhor do que como o encontraram.

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62 Comentários

Leonardo Vieira da Rosa em 16 de junho de 2014

Realmente, o que Mandela fez pela "humanidade" é algo intangível às pessoas comuns. A vida desse homem negro é quase mitológica, digna aos grandes Deuses do Olimpo ... É de "calar" qualquer pessoa ...

Rita Mangueira em 17 de março de 2014

Ao ler a história deste grande homem fico comovida com o seu exemplo de luta pela libertação do seu povo, mostrando para o mundo inteiro que é com sabedoria que se vence uma batalha. Homem culto e dgno de todos os valores,nos deixa um legado que passará de geração em geração e a sua determinação na luta pelo bem e pela paz deverá frutificar em cada coração para que neste mundo o amor ocupe lugar em todas as dimensões do ódio, pois o seu exemplo de vida não é amelhora forma de aprender mas é a unica forma de aprender a ser como ELE.

ZEBEDEU em 12 de dezembro de 2013

Mandela, como se sabe, foi preso por integrar uma organização comunista responsável por ataques terroristas, não por pretender "liberdade, fraternidade e liberdade" para o povo da África do Sul. Alguém de bom senso pode imaginar que ele foi libertado sem a condição de se portar de forma conciliatória? De seu governo para cá, o IDH de seu país piorou. "Maior estadista do século vinte"?! Desculpem, mas quem me vem imediatamente à lembrança é Sir Winston Churchill, um democrata.

Tuco em 11 de dezembro de 2013

. . . Agora não se tem dúvidas! Quando o satanás morrer, será glorificado e canonizado! Fazer parte da Humanidade é o pior dos esportes radicais! Haja cinismo... . . .

juscelino em 11 de dezembro de 2013

cara ! pra mim é impressionante uma pessoa passa qase 3 decadas preso e sair abrçando os inimigos.

gabriel em 11 de dezembro de 2013

que a alma de Madiba descance em paz e que deus purifique o, e conforte a familia enlutada! R I P

Tuco em 10 de dezembro de 2013

. . . Dando continuidade à minha incursão do dia 01/08/2013: http://goo.gl/lSb6eek Agora que morreu, querem porque querem colocá-lo de braços dados com Madre Teresa de Calcutá! Não vai dar certo... . . .

Jacy Dunn em 10 de dezembro de 2013

Esta e uma historia que vale a pena se le e se aprofundar sobre o assunto. Que exemplo maravilhoso desse lider corajoso.alguem que aprendeu a licao deixada pelo nosso mestre. Nosso lider maio deixou seu exemplo na certeza que podemos tambem. Agora ta provado para o mundo todo que o que faz a diferenca e, confia. mandela foi um homem tratado por deus. Depois usado por deus para gazer tao grande obra. Foram mais de 27 anos de sofrimento que na verdade foi um tratamento intensivo, quando ele teve oportunidade de rever seus conceitos, comportamento, tratamento com outros, humanifade e humildade. Sem guerra foi possivel transformar um povo triste e sem esperanca de liberdade em uma nacao alegre e livre, a ponto de contribuir servindo de exemplo para os viventes.muitos lideres .matam e morrem na luta por um ideal, Mandela nao matou e viveu para saborear a vitoria. Momento de reflexao pata o mundo inteiro. Lider politico ou nao, voce pode, voce so precisa confiat no que pode e deixa-lo te tratar. Nao se preocupe, voce sobrevivera pars mostrar ao mundo inteiro que o que precisa e somente ser humilde e receptivo. Deixa deus cuidar de voce. Ele te ama e tem um proposito em sua vida.Mandela nao tinha nada a seu favor, a nao ser sua fe. Voce ja tem tudo em suas maos, so esta galtando a fe. A conclusao e que, se voce confiar que nada e impossivel ao que crer, nafa te impedirar de tealizar o maior sonho que um ser humano pode ter. Fazer a diferenca no mundo.

Jacy Dunn em 09 de dezembro de 2013

Minha opiniao e que mais pessoas registrem materias como esta. Temos registrado aqui um ezemplo de vida de nao somente uma pessoa mas um politico, um lider digno de ser imitado pelo mundo inteieo. Ta ai, bem presente o exemplo de um filho de deus que se deixou usar. Um ser humano que deixoy o exemplo de que nao so cristo, o filho de deus, pode amar o proximo como a si mesmo. Cristo deixou o exemplo para mostrar, se ele pode, nos tambem podemos.

karem em 09 de dezembro de 2013

grade NELSON MANDELA deixou a vida depois de tando sofrimento e luta pela uniao das pessoas da africa

maria jose moura em 08 de dezembro de 2013

pois e foi premio nobel da paz e fez da injustiça que sofreu na prisao a justiça para acabar com o apartheid entao foi premio nobel da paz e fez da injustiça sofrida um projeto de justiça a favor dos africanos.

Vhera em 08 de dezembro de 2013

Meu caro Ricardo. Você respondeu bem a socialista como se deram as lutas contra o regime do apartheid na África do Sul e no mundo. De fato. A indistinção entre opositores de uma ideia ou de um comportamento nocivo é muito comum em diversas eras da humanidade. Vimos isso, por exemplo, na Resistência Francesa durante a ocupação nazista da França e na China ante a ocupação japonesa. Mas o que se pode esperar dos comunistas? Eles são assim mesmo como de hábito: oportunistas e mentirosos como são, reconhecerem apenas os valores de seus ídolos na luta contra a opressão, ou então carimbam, como neste caso, o grande condutor, Nelson Mandela, de comunista, com base em inverdades grosseiras, bem salientadas por você. Para eles, os outros são apenas os outros. Isso acontece neste exato momento aqui mesmo. Os “saudosos” Marighela, Lamarca e Luiz Carlos Prestes e, presentemente, Lula e toda sua corriola são tidos e havidos pelos ardorosos e desavergonhados comunistas como grandes combatentes na luta contra a ditadura militar, afirmações essas contrárias “à verdade a fim de induzir a erro” como se lê no Houaiss. Os primeiros foram assassinos de dezenas de vítimas inocentes, ora devidamente ocultadas, motivo que, a meu ver, retardaram a possibilidade de restauração democrática pela via pacífica e diplomática e fecharam ainda mais o regime de exceção. Já o segundo se constituiu num grande malandro quando conhecemos os detalhes podres de sua vida e de sua gestão como presidente, aliás, nunca contestados por provas e argumentos procedentes. Ponto final.

Santana*100 em 07 de dezembro de 2013

"Sua cegueira ideológica me dá pena. Mandela fez, sim, uma revisão de suas convicções, tanto é que a África do Sul é um país capitalista, aliás o mais próspero da África inteira. Não considerava, em hipótese alguma, como “inimigos” os Estados Unidos, o Reino Unido etc. Os comunistas do mundo todo trabalharam pela liberdade de Mandela? Faltou trabalharem pela liberdade dos povos da Europa Oriental, a começar pela URSS. Todas as pessoas decentes de todos os credos e de diferentes ideologias trabalharam pela libertação de Mandela. Eu, jovem ainda, tomei conhecimento da existência de Mandela em 1974, em Londres, onde havia uma passeata-monstro — de brancos de olhos azuis, de um país capitalista — em prol da libertação do grande líder, então preso. Se Mandela pensasse como parece que você pensa, teria havido um banho de sangue na África do Sul, e não o extraordinário processo de reconciliação nacional que ele inspirou, liderou e conduziu. E achar que um homem do quilate de Vargas Llosa quer “reescrever a história”… Tenho pena de você, Marcelo. Pena real." ####### Caro Ricardo Setti, parabéns pelo seu comentário desfazendo uma mentira deste senhor. São pessoas como ele que encheriam nossas Escolas e Universidades com um pensamento torto, e nos conduziram a viver num país onde a MENTIRA se tronou VERDADE e a VERDADE se tornou MENTIRA! Eis o porquê de o PT está hoje governando o Brasil. - Os comunistas nunca lutaram por liberdade de ninguém. Veja o caso de Cuba e da Coréia do Norte onde há presos político - não se houve uma só manifestação contra tal situação! Muito pelo contrário, dizem que é lá que existe a verdadeira liberdade! é lá segundo eles, onde estão os grandes LIBERTÁRIO da humanidade. - Gente medíocre sem caráter.

Ronaldo Barra em 07 de dezembro de 2013

Aproveito o espaço para dizer que no dia 05 de dezembro de 1891 fez 122 anos que morreu o maior dos brasileiros: Pedro de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Bibiano Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Habsburgo e Bragança, mais conhecido como D. Pedro II. E o Brasil inteiro não pranteou esta data, preferindo homenagear e dar valor a treinadores e jogadores de futebol. Foi o maior dos dirigentes do país, padrão de cultura e honestidade. Se os nossos ex-presidentes da República tivessem um décimo de sua postura e compostura o Brasil seria outro país. É um absurdo este silêncio sepulcral que o Brasil oferece ao nosso maior político. É por ser um país sem passado que os atuais políticos atuam de forma despudorada e desrespeitosa para com a população. Cultivam heróis passageiros e figuras asquerosas que só pensam em enriquecer saqueando os cofres da nação. Por não cultuarmos nossa verdadeiros líderes os exemplos não aparecerem e não temos em quem se espelhar.

Ronaldo Barra em 07 de dezembro de 2013

Bravo Ricardo Setti, este comentarista não enxerga um palmo a frente do nariz. Não leu a história recente da Africa do Sul nem leu um só livro sobre Mandela. Mandela foi um democrata e dizia que na África deveriam conviver todos em união, brancos,negros,indianos,chineses, enfim todas as raças sem preconceitos e ao mesmo tempo auferindo as riquezas que são muitas da África do Sul. Foi considerado comunista pelo "Apartheid" por dizer que todos são iguais perante a lei, o que não ocorre com o pensamento comunista. A máxima comunista é: "tudo aos do partido e ao resto migalhas".

Mercelo em 06 de dezembro de 2013

"reviu suas próprias ideias e ideais, fez uma autocrítica radical de suas convicções" A jogada de um direitista como Mario Vargas Llosa é reescrever a historia, e tentar fazer o povo esquecer verdade. Pra quem não sabe, Mandela é socialista, e morreu socialista. Pra quem não saber, seu piores inimigos eram os EUA, Inglaterra e Israel, tidos como "países defensores da liberdade". Pra que mão sabe quem sempre deu apoio e trabalhou pela liberdade de Mandela foram os comunistas de todo mundo. Sua cegueira ideológica me dá pena. Mandela fez, sim, uma revisão de suas convicções, tanto é que a África do Sul é um país capitalista, aliás o mais próspero da África inteira. Não considerava, em hipótese alguma, como "inimigos" os Estados Unidos, o Reino Unido etc. Os comunistas do mundo todo trabalharam pela liberdade de Mandela? Faltou trabalharem pela liberdade dos povos da Europa Oriental, a começar pela URSS. Todas as pessoas decentes de todos os credos e de diferentes ideologias trabalharam pela libertação de Mandela. Eu, jovem ainda, tomei conhecimento da existência de Mandela em 1974, em Londres, onde havia uma passeata-monstro -- de brancos de olhos azuis, de um país capitalista -- em prol da libertação do grande líder, então preso. Se Mandela pensasse como parece que você pensa, teria havido um banho de sangue na África do Sul, e não o extraordinário processo de reconciliação nacional que ele inspirou, liderou e conduziu. E achar que um homem do quilate de Vargas Llosa quer "reescrever a história"... Tenho pena de você, Marcelo. Pena real.

Vhera em 06 de dezembro de 2013

Nos anos 80, dois grandes fatos abalaram os altares onde rezavam todas as espécies de comunismos existentes na terra: o desmoronamento da URSS e a queda do Apartheid, ambos motivos e incrementos de luta. Tudo, no entanto, se deu de forma pacífica. Ninguém ousou pegar em armas para defender uma URSS defunta, nem os brancos sul-africanos lutaram contra a imposição dos direitos da maioria negra. Não houve, enfim, revoluções, nem derramamento de sangue, tão a gosto dos comunistas. Todavia, os seguidores de Lenin, Mao e Fidel, espalhados pelos meios de comunicação, pelos ambientes culturais e pela intelectualidade retrógrada, tinham de ter alguma compensação e a descontaram em Gorbachev e De Klerk. O primeiro, premiado com o comando do partido em razão das inusitadas mortes rápidas e sucessivas de três lideres da extinta URSS (Brejnev, Andropov e Chernenko), tinha fibra de um democrata e pôs em movimento uma máquina que, em progressão, viria a destruir a mais perniciosa ditadura do século XX. Como não era possível retornar, o consolo dos comunistas foi obter êxito em jogá-lo no ostracismo. Hoje, com boa parte dos meios de comunicação mundiais, ONGs, Organizações Mundiais e movimentos de direitos humanos em mãos do esquerdismo, ninguém sabe quem ele foi; ninguém ouviu falar dele; ninguém lê sobre ele em jornais e revistas; assistiu alguma entrevista sua na televisão ou é citado em sites famosos. Aliás, de há muito não se houve falar também de Alexandre Soljenitsin e seu libelo “O Arquipélago Gulag” e do cientista russo Andrei Sakharov, dois heróis na luta contra o comunismo. O segundo, sua importância é de relevância impar. Não fosse ele alçado ao comando do Partido Nacional, dos racistas da África do Sul, é bem provável que o grande Mandela continuasse preso e os negros sul-africanos estivessem por muito mais tempo sob o tacão racista. Dizem alguns mendigos da verdade que, à época, já havia embargo comercial à África do Sul e que era uma questão de tempo a queda do apartheid. Por isso, o valor de Klerk seria apenas relativo. Mas, mesmo com o embargo, o racismo dominante tinha munição e estava suficientemente aparelhado para aguentar firme. Esse homem, para o desgosto comunista, foi muito mais que um libertador de Nelson Mandela: liquidou com o sistema racista; devolveu aos negros e a outras etnias lá existentes os seus legítimos direitos civis, implantou no país uma verdadeira democracia e foi vice-presidente de Mandela, quase como uma garantia a mais de que o racismo era página virada da África do Sul. Por sua ação recebeu, junto com Mandela, o Premio Nobel das Paz. É claro, como não poderia deixar de ser, que De Klerk, por ser branco, foi perseguido pelos os comunistas negros que não admitiam sua presença ao lado de Mandela e recebesse também suas láureas pelo que ocorreu. Entronizados na Comissão de Verdade e Reconciliação, órgão pacífico que possibilitou aos brancos confessarem, sem penas, suas atrocidades contra os negros, os comunistas trataram logo de manipulá-la para implicar De Klerk na perseguição racista. O insulto foi levado à Justiça que lhe deu ganho de causa. Ontem Mandela faleceu. As justas homenagens ao grande homem que foi prescindiram da citação do nome de De Klerk. Como se fosse um simples ser ao lado de tantos outros que apareceram em várias reportagens filmadas, mas não houve menção a seu nome. Pelo menos não nas reportagens que vi aqui no Brasil. Mas, dia virá, quando os sinos tocarem a canção da felicidade e da plena democracia ao barrarmos o acesso ao poder da proto-dinastia de esquerda que hoje nos governa, em que a educação será algo concreto e poderemos então trazer de volta à ribalta do conhecimento a vida e obra de ilustres homens como Gorbachev e De Klerk

Moacir 1 em 06 de dezembro de 2013

SETTI, Mandela escreveu que,ao chegar na prisão onde passaria 27 anos,só pensava em libertar o povo DELE. Narrou que por lá havia um carcereiro branco que era gentil.Em cujos olhos vislumbrava compaixão. Teria sido aquela centelha de solidariedade que ,segundo Mandela,o fez atravessar seus anos de cativeiro sem desacreditar na nossa humanidade. Aquele branco o fez compreender,profundamente que,antes de lutar pela liberdade do povo negro da Africa do Sul,ele teria que lutar para libertar de seus preconceitos e estreiteza mental o povo branco da Africa do Sul. Um sonho inalcançável?? Não! A dream come true! Ao lado de Gandhi e de Martin Luther King,Nelson Mandela perfaz o trio de Mosqueteiros,de Dom Quixotes do século XX,que conseguiram, pacificamente,derrubar os seus moinhos.Que concluíram suas missões impossíveis. Portanto, Mandela não pertence a África ,mas ao vasto mundo.E nele será eterno Valeu,Tata Mandiba! abc

Marta em 06 de dezembro de 2013

Excelente artigo. Políticos do mundo inteiro irão prestar suas homenagens a Mandela nos próximos dias. Oxalá se espelhassem na sua conduta,também.

santos em 06 de dezembro de 2013

grande Mandela,que Deus o guarde,mas a lambança que a companheirada faz no Partido dele lembra um daqui,nepotismo, previlegios , Muita corrupçao e pobreza, queda da economia de 2010 em diante e dirigentes politicos e sindicalistas enricando e esquecendo do povo ,essa e uma batalha a ser travado pelos seguidores do bom Mandela, assim como nos ,pois quando o populismo chega ao poder e como diz o ditado quem nunca comeu mel quando come se lambuza e a republica sindicalista se locupleta,em qualquer lugar do mundo,fazendo aquilo que vieram combater e fica na promessa, e no discurso, se ate o Mandela nao parou os companheiros pobre de nos brasileiros

Junin em 06 de dezembro de 2013

Bom dia Setti. Eu aposto com qualquer um aqui no post e também com você que na nota que o Lula vai soltar, e ele adora uma nota para falar suas asneiras, ele vai se comparar ao Mandela assim como um dia ele se comparou a Lincoln. Vamos aguardar.... Abraços

Mara Cassule@hotmail.com em 06 de dezembro de 2013

Estrelas não morrem , Estrelas mudam de lugar

Sir nei Brasil de paz... em 06 de dezembro de 2013

Linda homenagem http://www.youtube.com/watch?v=mnHvgujwks8.

Luiz C. em 06 de dezembro de 2013

Um marcante exemplo é o fato de que, diferente de alguns políticos tupiniquins, não procurou INDENIZAÇÃO, nem VINGANÇA pelos 27 anos preso.

Homero em 06 de dezembro de 2013

Toda unanimidade é burra. Quem pensa com a unanimidade não precisa pensar. (Nelson Rodrigues)

o desPTtizador em 06 de dezembro de 2013

Olha a uruca q levou Mandela à morte: http://romulogondim.com.br/v2/wp-content/uploads/2012/08/Lula-e-Mandela.jpg

o desPTtizador em 06 de dezembro de 2013

O q Mandela acharia dessa "LINDA HOMENAGEM" ao Ministro Joaquim Barbosa, feita pelo Partido da Tramoia, de Lullallau e Dilmanóia? . http://www.bhaz.com.br/blog-de-apoio-a-dilma-associa-joaquim-barbosa-a-macaco/ . Por que os covardes do Ministério da "Igualdade" Racial do PT se calaram perante a isso? O PT É O CÂNCER DA POLÍTICA!

Vera Scheidemann em 06 de dezembro de 2013

Embora a gente já soubesse que ele estava prestes a partir, dói muito vê-lo ir embora, deixando o mundo tão mais pobre de homens de bem. Certamente já está recebendo todas as recompensas pelo ser humano que foi ! Viva Mandela ! Sempre ! Vera

Lena em 06 de dezembro de 2013

Perdemos um gigante da política do século XX. Mandela conseguiu tornar-se uma unanimidade mundial em virtude de seus ideais de liberdade e sua postura de verdadeiro líder. O mundo ficou mais pobre sem a presença desse grande homem. Que descanse em paz.

Ronaldo Barra em 05 de dezembro de 2013

É impressionante a forma como a população da África do Sul se manifesta sobre Mandela. Falam sobre ele não como um Deus, porém como um pai bondoso e paciente. Estivemos na Robben Island, onde Mandela foi preso e pisamos no páteo onde quebrou pedras por anos, além de ter uma foto semelhante da sua estreita cela. Hoje a prisão é um museu que recebe a visita de pessoas do mundo inteiro. É emocionante visitar o lugar e saber que um homem passou 27 anos naquele presídio e ao sair pregou a harmonia e o esquecimento pelo sofrimento pessoal e da sua família. Não existe no dicionário de Mandela as palavras egoismo e ambição. Foi um exemplo para todos nós e em especial para os políticos brasileiros que teimam em se aproveitar de um povo pobre e sofrido de um país rico.

Zizi Cat em 05 de dezembro de 2013

Cada vez que morre um homem ,digo,um HOMEM , com letras maiúsculas , morre um pouco a humanidade no mundo! Em geral a grandeza deles vem de ser desprendidos de vaidade, de ambição, de orgulho. Nada obriga a que sejam especiais, santos ou coisa que o valha. Se observarem bem, o que os distingue é uma aguda clareza do valôr humano como bússola a guiar seus propósitos. Um enorme senso de compromisso com os ideais mais elevados .Uma grande coerência entre meios e fins onde ambos são igualmente dignos e dignificadores do que há de mais sublime na condição humana . Esta grandeza põe raízes nas profundezas da alma ,ao mesmo tempo que na altura do espírito. Não é naturalmente coisa para qualquer mortal...Não adianta imitar, nem invejar , muito menos tentar destruir...alguns desses espíritos de escól sempre hoverm entre nós na história. Manifestam - se em inúmeras atividades , diferentes épocas , emergem sempre sob conjunturas especiais. Parecem perceber melhor que os outros a oportunidade de suas ações. Não serão pequenos revezes ou defeitos que à crítica não escapam que haverão de diminuir- lhes a grandeza e a precisão do bem capazes de produzir. É preciso elencar os nomes dêles na história ,ou a llista enorme desses seres grandiosos escondidos no cotidiano? Quem não conhece um pequeno grande homen ?

Reynaldo-BH em 05 de dezembro de 2013

No mínimo 9.855 dias preso em uma cela minúscula. Por acreditar na verdade maiúscula. A igualdade entre os homens. Todos os motivos do mundo para odiar. E dizia que todos precisavam ensinar a amar! Um homem digno se sem orgulhos. Democrata que abriu mão de ser um ditador. Lutador que nunca desistiu da luta. Um comunista em que Deus acreditava. E isso é o mais importante. Um homem pelo qual o povo chora. E o mundo fica triste. De punho erguido, saiu da prisão injusta. Não roubou o gesto nem diminuiu a expressão de resistência. Antes, deu a esta o valor que os 27 anos de prisão lhe deram. Mandela, Madiba, um homem de um continente massacrado e colonizado. Ignorado e explorado. Injusto. E hoje, pelas mãos de Madiba, um caminho que o mundo aprendeu. Ou deveria ter aprendido. Nunca lhe moveu a vingança. Dizia que precisava dar liberdade aos negros e libertar dos preconceitos, os brancos. Foi presidente da nova pátria de bandeira com as cores do arco-íris. E não quis a reeleição. Não quis a perpetuação no poder. Apostou na democracia e na capacidade de um povo – pela qual sempre lutou – de escrever a própria história. Sem saber (ou sabendo e mantendo-se humilde e FORTE como sempre!) levou brisas de igualdade e mudanças a continentes e nações. Se o odioso e odiento apartheid foi capaz de pacificamente pela força de um home vir abaixo, qualquer outra ignomínia seria também possível de se destruída. Não se fez diferente. Era diferente. Na visão humanitária, na não ideologia do humanismo, na igualdade, na força. E diria eu, na fé! Não se trata de louvar a um que se foi e – corações latinos – sempre tendemos a glorificar. Mandela foi maior que isso. Ele não precisou NUNCA destes rótulos ou elogios. Nós é que sempre precisaremos de Madiba! Vá em paz, guerreiro! O mundo te agradece.

Diogo Muquito em 05 de dezembro de 2013

Mandela... homem enviado por Deus, assim em prefiro dizer. Mundo sentira a tua falta e ficaras para sempre em nossas mente

Reynaldo-BH em 05 de dezembro de 2013

RIP, Madiba! http://www.youtube.com/watch?v=XC3ahd6Di3M

Roberto Cro em 05 de dezembro de 2013

Esse Sim Pode Erguer o Braço Com Orgulho Hoje, dia 05 de dezembro de 2013, o mundo perde um grande homem. Morre Nelson Mandela.Como Gandhi, lutou com força, determinação e coragem para libertar o seu povo. O mundo sentirá saudades desse grande guerreiro, que perdeu parte de sua vida trancafiado dentro de uma prisão, tentando libertar o seu povo. As grades podem trancafiar o corpo, mas jamais conseguirão silenciar, e muito menos prender, o grito de liberdade que nasce dentro da alma de um grande líder, como Nelson Mandela. Seus adversários, seus carcereiros, seu povo, o mundo, respeitaram esse poderoso e ao mesmo tempo humilde líder. O verdadeiro líder possui uma força natural capaz de fazer tremer ditadores, silenciar canhões e de mobilizar nações. Não é produzido dentro de laboratório e muito menos se utiliza da máquina estatal para se auto promover e enganar seu povo sofrido. Não foge a luta e muito menos se esconde, sabe se lá onde, como um rato de esgoto, quando seu país mais dele precisa. Usam seu poder e seu carisma, para libertar e não para escravizar e manipular a população. Preferem a verdade, à mentira, a honestidade, à farsa. Agem de forma imparcial para o bem do que é ético, moral, honesto e justo. Não manipulam e distorcem a realidade para tirar proveito pessoal e se auto promover. Quando morre um verdadeiro líder, o mundo para, e todos pedimos à Deus que sua luta não tenha sido em vão, que os homens tenham aprendido à lição com esse “Ser de Luz”. Descanse em paz GRANDE GUERREIRO NEGRO, o mundo agradece tudo que você fez por nós. Obrigado.

Leonardo Saade em 05 de dezembro de 2013

Mandela é um patrimônio do mundo. Um grande homem que deixou um grande exemplo a ser seguido.

Bruno Sampaio em 05 de dezembro de 2013

Descanse em paz, Mandela. Não vieste ao mundo a passeio.

carlos nascimento em 05 de dezembro de 2013

Mandela é uma bela página da História, seu legado será lembrado por vários e vários anos, apesar de ter conquistado o poder e a liderança de seu povo, vivia modestamente, um exemplo completamente diferente dos nossos macunaímas tupiniquins, que se deixaram seduzir pelo brilho falso da DEMAGOGIA e CORRUPÇÃO. SALVE MANDELA !

Santana*100 em 05 de dezembro de 2013

As vezes eu me pergunto: O que tem que ser será? Sendo assim, existe o destino (uma programação) que nos acompanha desde o nascimento até o nosso fim. - Nelson Mandela, de prisioneiro de um regime racista a presidente da África do Sul! estava na programação (no seu destino) ser o presidente daquele país. - Que descanse em paz.

lucas em 02 de novembro de 2013

ele esta vivo ainda

Ronaldo barra em 03 de setembro de 2013

Caro Ricardo Setti, este artigo de Vargas Llosa, prêmio Nobel de literatura, e uma verdadeira aula de história. Aproveito para dizer que estive em Soweto,onde tudo começou em frente a casa de Nelson Mandela, em Johannesburgo. Hoje estou na cidade do Cabo para ver este verdadeiro milagre da humanidade. Quando falamos sobre Mandela o povo o referencia como um verdadeiro herói. E pensar que o expresidente Lula deseja desesperadamente o prêmio Nobel da Paz alicerçado em trapaças,negociatas e mentiras. Um homem ambicioso e perdido nos seus pesadelos pela baixa dimensão humana e desonestidade. Que usou o sindicalismo para não trabalhar e hoje se transforma num lobista para enriquecer as custas das empreiteiras. Verdadeiro anão moral que hoje se esconde debaixo da saia da Rosemary para não vir a publico ser questionado sobre seus escândalos. E a diferença da água para o vinho. Mandela um homem que orgulha todos os cidadãos da terra e Lula um indivíduo minúsculo que envergonha os brasileiros!

Ronaldo Barra em 20 de agosto de 2013

Nelson Mandela não foi somente um estadista, este homem foi um gigante num mundo de anões. Ultrapassou o desejo de vingança, a arrogância e a ambição, tornando-se no maior líder vivo deste nosso planeta tão conturbado. Vou ter a honra de visitar sua terra e seu povo num futuro muito próximo. Viva Mandela!

ricardomandella em 12 de agosto de 2013

aos negros do mundo temos muintos nelsom mandela para vir ao mundo eu ricardomandella sei oque e ser discriminado nas igrejas evangelicas onde passei tere que ouvir ate os cachorros sao membro desta igreja ou sreja -na -www.impd.com.br infelismente temos de tudo nas igrejas quanto mais cresem as igrejas ficam com mais problemas internos e perseguisoes de irmao para irmao !..........tel--9-61176021-oi spas -ricardo mandella

GEROLDO ZANON em 04 de agosto de 2013

O LULA continua pecando tem uma inveja danada do MANDELA

AlexRio em 02 de agosto de 2013

MILTON SIMON PIRES - 01/08/2013 às 10:33 Não entendi muito bem o que tem a ver vc vir fazer propaganda dos textos de seu blog nessa seção de comentáruios, com um assunto nada a ver com ele, por sinal repetindo-o duas vezes.

AlexRio em 02 de agosto de 2013

O texto do Llosa é obviamente de primeira, mas é claro que Mandela não foi libertado e tornou-se presidente e stadista apenas porque convenceu a minoria branca do país de suas ideias. Sem a grande pressão economica e politica e o repudio explicito da comunidade internacional sobre a Africa do Sul, por anos a fio até um momento da historia em que o apartheid não poderia mais se sustentar, isso jamais teria acontecido.

Luiz C. em 02 de agosto de 2013

O que mais me impressionou em sua História é o fato de que quando chegou ao Poder, em nenhum momento, ele procurou vingança contra seus algozes, mesmo que pudesse tê-lo feito.

Luiz em 01 de agosto de 2013

Exemplo de vida!

Passofundense em 01 de agosto de 2013

Que satisfação ver um homem com a dignidade de um Nelson Mandela! Enche de orgulho o povo sul-africano. Que decepção ver a cretinice de um Lula! Uso o dom e carisma que Deus lhe deu só para safadezas e iludir os ignorantes.

MILTON SIMON PIRES em 01 de agosto de 2013

versão com correções... SAÍDA PELA ESQUERDA Milton Pires "Saída pela Direita!" Essa era a expressão utilizada pelo personagem de desenho animado "Leão da Montanha" - que está aí na foto - cada vez que o "tempo fechava" pra ele. Imaginem o Governo dos Petralhas com um lema desses, hein?? Não sei se foi pela esquerda ou pela direita a saída que arranjaram para a instituir os dois anos de Serviço Civil Obrigatório, mas aparentemente funcionou. A idéia foi bem simples - transformar a Residência Médica em obrigação. Sabe-se muito bem que existe uma gigantesca carência de vagas nesse tipo de especialização e o governo petralha, numa jogada de mestre, aproveitou isso. Hoje a residência médica é uma opção. Agora; torna-se obrigação. Não vou entrar no mérito do fato e discutir se isso é, em si, algo bom ou ruim. A discussão vai ser outra - quero saber como vão ser credenciados os novos programas de residência e quais vão ser as condições de aprender medicina nesse novo tipo de serviço obrigatório. Residência se faz em hospitais preparados para isso e credenciados como "escola". De onde vai, esse governo corrupto, tirar todos os hospitais necessários para absorver todo o contingente de recém-formados. Segundo o próprio Ministério da Educação Petralha, metade dos médicos hoje "não encontram vaga" para fazer residência. Informo a vocês que esse número é muito maior. Residencia médica, no mundo inteiro, sempre foi um conflito entre trabalho e estudo. No Brasil esse conflito acabou - é só trabalho e mais nada. Todo mundo que já foi residente sabe como somos tratados pela enfermagem e pelos demais dentro do hospital. Todos sabem da exploração a que os próprios colegas, sem pudor nenhum, nos submetem...O que os petralhas desgraçados fizeram foi só "se dar conta disso"..O Serviço Civil Obrigatório já está pronto - chama-se "Residência Médica" - basta disfarçá-lo com um pouco mais de altruísmo...Afirmar que serve para o médico "se especializar"ao mesmo tempo que ajuda a população. Acreditem, esse tipo de manobra não passa de mais um tiro no pé dado pelo próprio governo federal pois quando perceberem que vão ter que construir hospitais voltam atrás logo logo como tiveram que fazer com a ideia da "Constituinte Parcial". Até agora, não houve um só bandido petista capaz de dizer que faltam hospitais no Brasil, que o médico deve ter uma carreira de estado e que a União deve ser obrigada a investir um valor fixo em saúde. Continuam com mentiras, algumas mais aperfeiçoadas que outras como essa da Residência, mas insisto em dizer - são pessoas extremamente perigosas com as quais não há saída e, se houver, podem apostar que vai ser pela esquerda... Porto Alegre, 1 de agosto de 2013. Publicado originalmente aqui http://ataqueaberto.blogspot.com.br/2013/08/saida-pela-esquerda.html

MILTON SIMON PIRES em 01 de agosto de 2013

SAÍDA PELA ESQUERDA Milton Pires "Saída pela Direita!" Essa era a expressão utilizada pelo personagem de desenho animado "Leão da Montanha" - que está aí na foto - cada vez que o "tempo fechava" pra ele. Imaginem o Governo dos Petralhas com um lema desses, hein?? Não sei se foi pela esquerda ou pela direita a saída que arranjaram para a instituir os dois anos de Serviço Civil Obrigatório, mas aparentemente funcionou. A idéia foi bem simples - transformar a Residência Médica em obrigação. Sabe-se muito bem que existe uma gigantesca carência de vagas nesse tipo de especialização e o governo petralha, numa jogada de mestre, aproveitou isso. Hoje a residência médica é uma opção. Agora; torna-se obrigação. Não vou entrar no mérito do fato e discutir se isso é, em si, algo bom ou ruim. A discussão vai ser outra - quero saber como vão ser credenciados os novos programas de residência e quais vão ser as condições de aprender medicina nesse novo tipo de serviço obrigatório. Residência se faz em hospitais preparados para isso e credenciados como "escola". De onde vai, esse governo corrupto, tirar todos os hospitais necessários para absorver todo o contingente de recém-formados. Segundo o próprio Ministério da Educação Petralha, metade dos médicos hoje "não encontram vaga" para fazer residência. Informo a vocês que esse número é muito maior. Residencia médica, no mundo inteiro, sempre foi um conflito entre trabalho e estudo. No Brasil esse conflito acabou - é só trabalho e mais nada. Todo mundo que já foi residente sabe como somos tratados pela enfermagem e pelos demais dentro do hospital. Todos sabem da exploração a que os próprios colegas, sem pudor nenhum, nos submetem...O que os petralhas desgraçados fizeram foi só "se dar conta disso"..O Serviço Civil Obrigatório já está pronto - chama-se "Residência Médica" - basta disfarçá-lo com um pouco mais de altruísmo...Afirmar que serve para o médico "se especializar"ao mesmo tempo que ajuda a população. Acreditem, esse tipo de manobra não passa de mais um tiro no pé dado pelo próprio governo federal pois quando perceberem que vão ter que construir hospitais voltam atrás logo logo como tiveram que fazer com a ideia da "Constituinte Parcial". Até agora, não houve um só bandido petista capaz de dizer que faltam hospitais non Brasil, que o médico deve ter uma carreira de estado e que a União deve ser obrigada a investir um valor fixo em saúde. Continuam com mentiras, algumas mais aperfeiçoadas que outras como essa da Residência, mas insisto em dizer - são pessoas extremamente perigosas com as quais não a saída e, se houver, podem apostar que vai ser pela esquerda... Porto Alegre, 1 de agosto de 2013. Publicado originalmente aqui http://ataqueaberto.blogspot.com.br/2013/08/saida-pela-esquerda.html

Bruno Sampaio em 01 de agosto de 2013

Queria o Mandela no Ministerio da Igualdade Racial, pra nao ficar nesse revanchismo vazio de mais de cem anos atras que pauta essa turma, e muitas outras ongs que estimulam o odio racial no Brasil, como se dai pudessse sair algo que preste...

roby em 01 de agosto de 2013

Quando fala da "tarefa suja e medíocre da qual os malandros se valem para enriquecer e os vagabundos para sobreviver sem fazer nada" estará ele se referindo especificamente ao Brasil? Nelson Mandela é uma pessoa excepcional. Assim como o Papa Francisco, choca-nos por exibir qualidades que deveriam ser comuns, mas estão restritas a pessoas especiais, acima das paixões vis que movimentam nossas atitudes. São essas qualidades que classificamos de virtudes.

Atento em 01 de agosto de 2013

Mandela é a perfeita definição de estadista: o homem que concilia interesses conflitantes e trabalha para o engrandecimento da nação, não de si. Completando o comentário de Corintians (31/07 - 21:29): o episódio do jogo de rugby está descrito no excelente filme "Invictus", dirigido por Clint Eastwood. Imperdível para entender a grandeza de Mandela. Ainda sobre o episódio do jogo de rugby: quem viu o filme deve concordar comigo que foi dali que Lula tirou a idéia simplista que grandes crises entre povos podem ser resolvidas com um jogo de futebol.

E.O. em 01 de agosto de 2013

O Homem do Século XX, definitivamente.

Kitty em 01 de agosto de 2013

Querido Ricardo,um ótimo artigo que nos fala em forma clara sobre a dura experiência sul-africana liderada por Mandela nos deixa, no entanto, uma questão que merece longa reflexão. O apartheid foi uma mazela social que mereceu a luta denodada do herói Mandela que ficou preso muitos anos e, ainda assim, lutou bravamente para melhorar as condições de vida do seu povo oprimido pela feroz discriminação. Embora, uma classe média negra surgiu e negros participam na direção de certas empresas, a desigualdade econômica entre raças ainda é gritante.Casamentos mistos continuam sendo poucos. Mandela merece uma homenagem pelo seu trabalho intensivo e encomiável para diminuir o preconceito. Ele semeou a semente da integração entre raças, e outros colherão os seus ensinamentos e continuarão lutando até vencer!!!..Bom trabalho líder Mandela, valeu o seu esforço!!!!//Um abraço-Kitty

Tuco em 01 de agosto de 2013

. Na primeira foto ele lembra bastante o Obama... De verdade, nunca parei pra realmente pensar se Mandela é um exemplo a ser seguido. Lendo as loas dirigidas a ele, agora no finalzinho da vida, faz-se crer ser um santo. A biografia REAL não diz bem isso... (Antes de apedrejarem-me, vão se informar - talvez as pedras não devam ser dirigidas a mim!) .

Verlaine em 01 de agosto de 2013

Ei, Ricardo, me corrija se estiver enganado. Mas o Mandela, o Fidel Castro (em que pese ser o que é), Muhammad Ali e a Rainha Elisabeth, são as últimas lendas vivas da civilização recente. Será uma perda que transcenderá sua própria vida e carreira política. Estaremos perdendo um elo orgânico com uma parte da história. Uma pena....

Pedro Luiz Moreira Lima em 01 de agosto de 2013

Caro Corinthians: Não existem ditaduras piores ou melhores que outras - ditadura é o fim da liberdade e dos direito humanos,nada além da barbárie. Pedro Luiz

Sebastião em 31 de julho de 2013

Este é um verdadeiro Estadista !!!

Corinthians em 31 de julho de 2013

Homem notável, estadista que realmente mudou o seu país. Para desespereo dos que esperavam revanche, compensaÇão, ele austeramente ao ser eleito, manteve os funcionários brancos em seus cargos - não só isso, incentivou a mistura de "raças" na formação dos departamentos, como o time de segurança. Criou uma verdadeira Comissão da Verdade e Lei de Anistia em seu país, sem revanchismo, sem ideologias - só pensando no futuro da nação. E olha que Mandela sofreu muito mais que muitos por aqui, e que o Apartheid era muito pior que muitas ditaduras. Esperava-se que fosse contra o "esporte das elites" - o rugby, execrado pelos sul-africanos negros. Mas transformou isso em um jeito de união do país, fazendo com que todos torcessem pela mesma bandeira, independentemente da cor de pele. Exemplo para o mundo.

Absalão Bussamra em 31 de julho de 2013

Que trajetória de vida, que exemplo deste gigante! Uma pena que seus familiares não trilharam o mesmo caminho, optando pelo enriquecimento suspeito, o tráfico de influência, a ostentação desmedida e as brigas públicas. Lembrando que a fortuna do clã Mandela é tabu na imprensa aul-africana! Triste...

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