Para a convenção das edições internacionais de Playboy na Croácia, em setembro de 1998, fiz uma dura lição de casa, com apresentações de PowerPoint em inglês, exemplos em cartazes das mudanças produzidas na edição brasileira da revista, de que era diretor de Redação, e até uma espécie de guia passo a passo sobre como nós, no Brasil, lidávamos com a contratação de celebridades para posar.

Nossos anfitriões do Playboy croata, porém, reservaram espaço para o lazer — e um ponto muito agradável da programação foi no dia 26 daquele mês, um sábado, pela manhã: a disputa de uma regata entre as edições da revista de cada país participante.

Como a maioria dos jornalistas, fotógrafos e diretores de arte presentes não era de velejadores, a cada dupla de revistas foi reservada uma tripulação de gente do ramo.

Então, lá fui eu, ao lado da amiga Lolita Hu, editora do Playboy de Taiwan — e mais tarde, já morando entre a China e Hong Kong, escritora de sucesso –, tentar a sorte no mar. Nosso capitão, Branko Madarevic (de boné), auxiliado pelo segundo tripulante, Goran Trajan, fez bonito — nos mantivemos à frente até quase o final.

Como, porém, ocorre em regatas, as coisas viraram a centenas de metros do final e chegamos em quinto lugar. Mas vivemos uma bela e inesquecível manhã de clima ameno, singrando sobre o Adriático.

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