Não se haviam passado dez dias depois de assumir as funções de editor regional do Jornal do Brasil em São Paulo — por convite de meu amigo Augusto Nunes, à época diretor regional do mais importante jornal brasileiro — e recebi a missão de mediar um seminário sobre marketing político organizado pela empresa.

Após um ano e meio em uma revista mensal — fora até então redator-chefe e editor especial de Playboy –, voltei ao frenesi de um jornal diário, comandando uma redação com 30 profissionais.

Estávamos em agosto de 1986, a não muitas semanas das eleições de 15 de novembro daquele ano, as primeiras para o Congresso Nacional depois do final da ditadura militar, no ano anterior, e a primeira escolha dos governadores de Estado sob o regime democrático recuperado.

O seminário ocorreu no Hotel Transamérica, em São Paulo, tendo como protagonistas os especialistas norte-americanos George Ator (à esquerda) e John Seidman. Na plateia, lotada, reconheci vários publicitários cujas agências já estavam envolvidas em campanhas eleitorais.

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