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“Os Últimos Soldados…”: muito mais que uma história de espionagem

Amigos, sucesso total do novo livro de Fernando Morais, Os Últimos Soldados da Guerra Fria, uma história de espionagem, dramas humanos, sacrifícios e muito, muito mais. (Veja, no final desta nota, vídeo sobre de que trata esse ótimo livro nas palavras do próprio escritor).

A primeira edição, de 30 mil exemplares – num país em que 2 mil já é considerado um bom número –, já se esgotou, já se foi também a primeira reimpressão, com mais 5 mil, está nas livrarias a segunda — outros 10 mil — e Os Últimos Soldados… continua detonando.

Noites de autógrafos e debates com o público

Desde o lançamento, a 24 de agosto, o escritor e jornalista vem trabalhando duro na divulgação, seguindo o esquema arquitetado pela editora Companhia das Letras.

Já realizou noites de autógrafos, precedidas de debate com o público, em São Paulo, Pelotas (RS), Porto Alegre (duas vezes), Florianópolis, Londrina (PR), Curitiba, Rio (duas vezes), Mariana (MG, sua terra natal), Belo Horizonte (duas vezes), Brasilia, Salvador (duas vezes), Cachoeira (BA), Recife (duas vezes), Maceió, Ribeirão Preto (SP), Olinda (PE), na Festa Literária de Pernambuco (Fliporto), e no Rio Grande do Norte (na Flipipa, Festa Literária da Praia de Pipa).

Aguarda-0, ainda, agenda em Macapá, Belém, Manaus, São Luiz e João Pessoa.

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Fernando Morais: sexto livro a ir para o cinema (Foto: Janete Longo)

Exausto, mas muito feliz, Morais teve a alegria de, em Salvador, ver o lançamento ser transmitido ao vivo por uma emissora de rádio e atrair mil pessoas.

Ofertas de editoras do exterior

No exterior, o livro está sendo representado pela agência Susanna Lea, com escritórios em Nova York, Paris e Londres. Lea levou uma sinopse em inglês e alguns exemplares do livro, em português, para a Feira de Frankfurt, na Alemanha, em outubro – o maior evento do tipo no mundo –, e voltou entusiasmada. Aguarda ofertas, sendo que já duas grandes editoras dos Estados Unidos interessadas, além de editoras de México, Espanha, Portugal e Venezuela.

Os Últimos Soldados… também vai para o cinema. Pela primeira vez em sua carreira, Fernando Morais vendeu um livro para cinema antes de ter escrito uma só linha. O comprador é um jovem investidor paulista, Rodrigo Teixeira, que vem comprando livros em série para adaptação para a tela.

Os Últimos Soldados… é a sexta venda de livro do autor para adaptação para o cinema: além do Chatô, praticamente pronto mas ainda encalacrado por problemas do produtor Guilherme Fontes com financiadores, e de Olga,  sucesso sob a direção de Jaime Monjardim, vêm aí, já pronto, Corações Sujos, do diretor Vicente Amorim (veja o site do filme) e, em 2013, Toca dos Leões, de Fernando Meirelles, e Montenegro, a ser dirigido por João Batista de Andrade.

Veja agora o vídeo em que Fernando Morais conta resumidamente de que trata Os Últimos Soldados da Guerra Fria:

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16 Comentários

jader pereira em 09 de dezembro de 2011

Me informem que eu quero saber: o que é que o F. Morais sabe a respeito do Serra(que ele diz conhecer á 30 anos ) que o fariam jamais votar nele?Declarações em vídeo na campanha presidencial de 2010 em que Morais foi cabo eleitoral de Dilma. Não tenho a menor ideia, embora seja amigo do Fernando. Vou perguntar a ele e ver se ele quer escrever algo a respeito.

Anthony Kudsi Rodrigues Rodrigues em 04 de dezembro de 2011

Parabéns Fernando Morais, continue esclarecendo e aculturando o Brasil.

Bombou na Web em 28 de novembro de 2011

" Veja, no final desta nota, vídeo sobre de que trata esse ótimo livro nas palavras do próprio escritor). " Quer dizer que nas palavras do próprio escritor trata-se de um ótimo livro ? Humilde o petista hein ? Brincadeira, hehehe. Entendi o sentido da frase. Mas conhecendo o petismo em geral, muitos vão entender errado.

José Alberto Scur em 27 de novembro de 2011

I'M BACK: se esse sujeito teve livros proibidos em cuba como alguem citou, então sentiu como os amigos Castro tratam quem não fala bem do regime homicida: PROIBEM E FIM DE CONVERSA. liberdade, liberdade abre as asas sobre nós..lará la la la...

wilson em 26 de novembro de 2011

O cacoete de revisar história faz D.Pedro Ayres falar inglês.Bush ao instalar o "HILTON" da tortura em Guantanamo é para aprender pela cerca de arame farpado o estado de arte da opressão.

ANTI-COMUNISTA em 26 de novembro de 2011

ESSE CARA NÃO PASSA DE UM BABABCA COMUNISTA,DEFENSOR DOS IRMÃOS CASTRO,VIVE FALANDO MARAVILHAS DE CUBA,MAS NÃO DISPENSA UMA COISA QUE TEM NO BRASIL E NÃO EXISTE EM CUBA "LIBERDADE DE EXPRESSÃO",JÁ ESTOU CHEIO DESTES COMUNISTAS MILLIONÁRIOS,TEM QUE CORTAR O MAL PELA RAÍZ,NÃO COMPRANDO O LIVRO DESSE IMBECIL.

Pedro Luiz Moreira Lima em 26 de novembro de 2011

Wilson: D.Pedro Ayres - agradece suas palavras - "laralá can´t you beeeeeeeeeeeeeeeeeee....Americaaaaaaaaaaaa,Americaaaaaaaaaaaaaaaaaa...~ Náo se emociona demais. Ps.- sabe que o livro do Fernando de Morais foi o na epoca proibido em Cuba por ser considerando muito critico? Desculpa ter interrompido - Ãmericaaaaaaaaaaaaaaaa,Americaaaaaaaaaaaaaaaaaa lalalallala... Voces ficam táo lindinhos com as máos espalmadas ao coracáo.

José Alberto Scur em 26 de novembro de 2011

ESSE SUJEITO É ILEGIVEL. comunista convicto defende os irmãos Castro com unhas e dentes...assisti por curiosidade a uma parte da entrevista na TVE gaucha. é simplesmente nojento ouvir seus argumento, tipo, ah, cuba tem baixo indice de mortalidade infantil, ah, cuba tem isso, cuba tem aquilo, como se justificasse a falta de liberdade do povo mais as argruras do regime centesimilhomicida......

Markito-Pi em 26 de novembro de 2011

Morais escreve bons livros, independente de classificação. Jornalismo, história ou ficção.Pouco importa. Chamo a atenção dos colegas para aquele que parece-me o melhor: Montenegro. É a história do grande brasileiro Casemiro Montenegro, brigadeiro, avesso a badalações, que construiu, na marra, uma das grandes instituições do Brasil : o ITA. Salve Fernando.

Tuco em 26 de novembro de 2011

. Pelo balanço da carruagem se sabe quem vem dentro. Lógico que não perderia meu tempo em ler tal "obra"! E não erro: um lixo. Ademais, a reboque do que o imbecil do Fábio Barreto nos brindou - com base na "literatura" da mentecapta Denise Paraná - qualquer merda pode sujar a tela do cinema, não é mesmo? Grande RSetti, passou da hora de você rever seus conceitos acerca das sugestões expostas neste valoroso espaço... .

wilson em 26 de novembro de 2011

Sr.Pedro inclua-me FORA disto, a Ilha Presídio que falo é hacienda da famiglia castro. Enquanto o "patròn" leva horas, para tentar convencer os calejados cubanos do paraíso, os "progressistas" brasileiros se prostam de quatro no mero wick of eye.

pericles em 26 de novembro de 2011

Fernando Morais? Ele escreveu Olga, um livro que foi leitura OBRIGATÓRIA no colégio de meus filhos. Peguei para ler. Meus filhos no fim do ensino fundamental seriam capazes de fazer uma redação melhor que a dele.

Pedro Luiz Moreira lima em 26 de novembro de 2011

Tem razão o Wison,Roberto e meu amigo Reynaldo BH -muito horrivel denunciar os EUA. Voces me lembram o valoroso D.Pedro Ayres - novo Governador das Capitanias Hereditarias - nomeado para combater o Zumbi dos Palmares e seu primeiro pronunciamente - NÁO E NESTE BRASIL QUE DECISÓES POLITICAS DEVEM SER TOMADAS,E NA METROPOLE A QUEM DEVEMOS SER VASSALOS FIEIS. UNAMO-LOS TODOS CONTRA O INIMIGO DE DENTRO PELO REI DE FORA! Espero que náo se emocionem demais. Pedro Luiz

wilson em 25 de novembro de 2011

Vou pelo escritor li quase todos, mas esperar que Fernando Morais faça obra tipo O Presídio - A ilha, Podem esquecer.

roberto em 25 de novembro de 2011

Esse é outro que estacionou no século IX. E ainda tem gente que lê o besteirol desse escritor de um livro só.E mesmo assim,nada que se aproveite! Está se vendo que você não lê livros de Fernando Morais. Só quem não sabe nada do que diz consideraria "besteirol", entre outros, uma obra-prima, inclusive de isenção, como "Chatô".

Reynaldo-BH em 25 de novembro de 2011

Fernando Moraes pode ser tudo: brilhante, dono de uma escrita elaborada, um craque. Como ficcionista. Permito-me dizer que para ser craque em jornalismo (a que ele se propõe como biógrafo e analista de fatos históricos) falta-lhe o essencial: a imparcialidade. Todo jornalista tem o direito de até ser parcial e emitir opiniões ou defender cenários. Mas não creio que possa distorcer fatos para amparar o que a realidade não demonstra. Li o livro. Me parece uma ficção mediana. E um livro-reportagem sem maiores valores. A parcialidade pode tudo. Menos obscurecer a história e fazer com que esta seja usada para defesas de pontos de vista pessoais. Para isto exstem outros meios que não travestidos em obra literária que pretenda analisar fatos passados, propagandeando uma isenção inexistente. Abraços, Setti. PS: Parabéns pelo livro (revisto e acrescido) com o Mário Vargas Llosa. Imperdível. Sem exageros. Valeu, Reynaldo. Claro que respeito profundamente sua opinião. E agradeço a parte que me toca sobre o livro com Vargas Llosa. Abração

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