Nesta edição do programa da TVEJA “Aqui entre Nós”, com Augusto Nunes, falamos sobre a caótica situação do governo Dilma Rousseff, a visão da imprensa mundial sobre o Brasil e a crise de refugiados que assola vários países do mundo. Isso foi a 24 de setembro de 2015.

“Uma boa parte do PMDB quer ver o impeachment, porque ficaria com o presidente da República”, disse eu, ironizando: “imagine ficar com o governo sem esta coisa chata e complicada que é a eleição; mas a carga é pesada”. Meu ponto principal era a necessidade de um eventual novo governo entrar em ação fazendo todas as dolorosas – mas necessárias – reformas. “Se o PMDB herdar o poder, herdará a crise”, acrescentei. A conversa rumou para a roubalheira do Petrolão, e emendei: “o PT tem por aí escondida uma fortuna que o faz mais rico do que todos os outros partidos”.

Quanto à visão da mídia internacional sobre o nosso país, opinei que “o Brasil continua sendo um país pouco importante”, e que mitos como o lulismo continuam valendo mais lá fora do que em solo tupiniquim.  “O prestígio do Lula no exterior durou mais do que durou no Brasil”, afirmei. “Fico bobo de ver: ainda resta um certo romantismo em relação a esta turma que está no poder”. Comentei também que muitos alanilstas europeus, por terem sido ou ainda serem de esquerda, “querem acreditar” que o projeto petista está dando certo. “Mas o Brasil tem uma política externa incompreensível, e isso não ajuda”, concluí.

Em outra parte, elogiei a conduta da Alemanha de Angela Merkel, que se comprometeu a receber 800 mil refugiados ainda em 2015. “Esse fluxo de imigrantes que está chegando, embora com seus riscos, vai renovar a população”, disse. “Muitos [deles ou seus descendentes] serão os futuros deputados, presidentes de empresa…”

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