Image
Roberto Carlos, no Anzhi (Foto: Vladimir Pesnya/Epsilon/Getty Images)

Amigos, há em atividade um outro Roberto Carlos que não é cantor,  mas também pode ser chamado de “Rei”. Só que do longínquo Daguestão.

Image
Campeões de Audiência

Em sua ótima matéria para a PLACAR de outubro de 2011, o repórter Fernando Valeika de Barros viajou até uma das regiões mais remotas da Rússia, território de disputas e conflitos civis cabeludos, onde o frio de até 30 graus abaixo de zero faz as unhas dos jogadores de futebol caírem, para contar um pouco da vida do ex-lateral esquerdo da Seleção Brasileira Roberto Carlos, 38, contratado no começo do ano pelo obscuro Anzhi.

O texto revela detalhes sobre o clube, seu bilionário dono Suleiman Kerimov e as excentricidades econômicas que comete – para dizer o mínimo –, como levar os jogadores em jatinhos para treinar na capital Moscou (a 2.000 km de Makhachkala, Daguestão). Também mostra um pouco da vida de mordomias do atleta brasileiro e alguns de seus compatriotas.

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Com um Bugatti na Garagem e 900.000 reais na conta bancária por mês, Roberto Carlos protagoniza a ascensão do Anzhi, um pequeno clube com projeto para ser grande em meio à região mais explosiva da Rússia

Estádio Dínamo, Makhachkala, Daguestão.

Para o delírio de 16.000 torcedores, Roberto Carlos surge no túnel puxando a fila de jogadores do Anzhi (pronuncia-se “Anji”), o clube local, para o centro do gramado de um modesto campo de futebol a 2.000 km de Moscou. Num passe de mágica, as acanhadas arquibancadas convertem-se num barulhento caldeirão. A temperatura já escaldante do verão russo aumenta ainda mais quando o ex-lateral da seleção brasileira e de Palmeiras, Inter de Milão, Real Madrid, Fenerbahçe e Corinthians ajeita a bola e se prepara para disparar mais uma de suas famosas bombas.

No antigo território da União Soviética, vestindo a camisa amarela do Anzhi com o número 3 nas costas, ele é o ídolo encarregado de colocar no mapa do futebol mundial esse obscuro clube dos confins da Europa, de uma cidade com nome impronunciável. Para isso, além de adversários e gramados igualmente duros, Roberto Carlos precisará enfrentar um inverno congelante, uma situação política delicada e torcedores ultranacionalistas e racistas que insistem em atirar bananas em sua direção.

Não dá para dizer que o ex-lateral da seleção, ainda que sendo muito bem pago, esteja aqui a passeio.

Image
Diante de 16.000 torcedores em êxtase, Roberto Carlos surge  puxando a fila de jogadores do Anzhi (Foto: Divulgação)

Espremido entre as montanhas do Cáucaso e o mar Cáspio, a 150 km de Grozny, a capital da Chechênia, 4 horas de estrada do Azerbaijão, não muito distante do Irã, o Daguestão é, como alerta o guia de viagens Lonely Planet, “uma região onde há riscos de atentados a tiro ou bomba e ainda sequestros, principalmente de estrangeiros”.

Russos, daguestaneses e chechenos vivem em conflito desde a dissolução da União Soviética, em 1991. O Daguestão é uma área estratégica por concentrar 70% da costa do mar Cáspio. Proclamou a independência em 1999, mas contentou-se com a transformação em república autônoma da Rússia. A Chechênia, por sua vez, tenta ganhar parte do território vizinho – chegou a invadi-lo em 1999. Ataques a forças russas são frequentes. O último, em maio, matou três policiais.

O clima na cidade é tenso, principalmente quando a noite cai. Mesmo aos sábados, o lugar submerge na escuridão, com bloqueios armados nas ruas. Por causa da religião muçulmana, há pouca música, raros são os locais que vendem bebida ou em que se pode dançar. Durante o dia, muitas mulheres usam hijab, o véu que esconde seus cabelos e o pescoço. Uma rotina quase cotidiana são os ataques rebeldes, principalmente contra a polícia, reações violentas por parte do Exército russo e, de vez em quando, atentados terroristas.

Image
Makhachkala, à beira do Mar Cáspio, convive com conflitos civis e ameaças de atentado (Fotos: Wikipedia)

Curiosamente, o conturbado Daguestão entrou na vida de Roberto Carlos graças a um conflito do lado de cá do planeta. Revoltados com a vexaminosa eliminação do Corinthians na Libertadores pelo Tolima, da Colômbia, em fevereiro deste ano, torcedores do Timão passaram a hostilizar o lateral. “Poderia ter deixado para lá e ficado no Parque São Jorge. Mas achei que era o caso de procurar outra coisa para fazer antes de encerrar minha carreira”, diz Roberto. A melhor proposta, de longe, veio de Suleiman Kerimov, presidente do enigmático Anzhi Makhachkala, o 190o homem mais rico da Rússia, número 119 no ranking mundial de bilionários da revista Forbes.

“A imagem que eu tinha desta região não era das melhores, por causa dos anos de guerra, mas o projeto que o Suleiman me apresentou era muito bom e decidi vir”, conta. “Além de me tratar com muito respeito, ele me propiciou o melhor contrato da minha vida.” Segundo a imprensa russa, o lateral-esquerdo recebe do atual patrão o equivalente a 5 milhões de euros por temporada, ou algo em torno de 900.000 reais por mês, fora os prêmios extras, negociados diretamente pelo capitão Roberto Carlos, 38 anos, e generosamente pagos por Kerimov. Roberto diz que é mais que o dobro do que ganhava por mês no Corinthians.

Logo depois dos jogos é o brasileiro, capitão do time, quem negocia o bicho com o cartola. Muitas vezes, o dono do dinheiro dobra a oferta, satisfeito com o rendimento do time que é, até o fechamento desta edição, o quinto colocado do Campeonato Russo, à frente de equipes tradicionais, como o Spartak e o Lokomotiv. Se continuar nesse ritmo, o Anzhi chegará ao mata-mata que definirá a competição com chances de título ou, pelo menos, beliscará uma das vagas russas para a Liga dos Campeões ou Liga Europa. Uma proeza para uma equipe que, até outro dia, brigava para não cair para a segunda divisão. “O Suleiman está feliza da vida com o Anzhi”, diz Roberto.

Image
Roberto Carlos, levando a melhor em uma dividida: “O Suleiman está feliz da vida com o Anzhi” (Foto: Dmitry Korotayev/Epsilon/Getty Images)

Além de dinheiro, contou para que Roberto Carlos aceitasse o contrato o fato de o cartola russo ter mostrado interesse em reforçar o clube em busca de títulos. Kerimov colocou o equivalente a 100 milhões de reais na parada: comprou nomes mais conhecidos, como o ex-corinthiano Jucilei e Diego Tardelli, ex-Atlético-MG e São Paulo – ambos com passagens pela Seleção Brasileira.

E deu um bote certeiro contratando o atacante camaronês Samuel Eto’o, ex-Inter de Milão, por 30 milhões de euros, mais um salário anual de 20 milhões ao jogador. Também foram recrutados o húngaro Dzsudzák, ex-PSV e o checo Holenda, dois grandalhões com boa reputação na Europa.

Image
A estreia de Eto’o: o camaronês substituiu Diego Tardelli e marcou um gol (Foto: reprodução de Internet)

Pouco antes, vieram também Ahmedov, considerado um do melhores da seleção do Uzbequistão, o nigeriano Eliakwu, que também jogou na Inter de Milão, o togolês Djako, o brasileiro João Carlos, que começou nos juvenis do Vasco e veio da Bélgica, com passagem pelo futebol búlgaro, o marroquino Boussoufa, baixinho e habilidoso, considerado o motor do time, e o lateral senegalês Angwba.

“Eu e muitos desses recém-chegados só topamos vir para cá quando ficou claro que o Roberto Carlos estava gostando daqui e o projeto era fazer um time campeão”, diz Diego Tardelli. “Depois que encerrar a minha carreira como jogador, o Kerimov quer que eu tenha um cargo no clube [possivelmente o de presidente do clube, diretamente subordinado ao patrão] e depois faça parte do Comitê Organizador da Copa da Rússia”, diz Roberto Carlos.

Kerimov montanhas

O presidente Suleiman Kerimov é mais um desses fenômenos nascidos com o fim da União Soviética e o surgimento da nova Rússia.

Quando o regime comunista entrou em colapso, já estava bem estabelecido e com bons contatos. E pronto para arrematar antigas estatais a preços camaradas, como o amigão Roman Abramovich, dono do Chelsea. Ex-deputado e atual senador, aos 45 anos Kerimov acumulou uma fortuna hoje avaliada em 7,8 bilhões de dólares em negócios envolvendo bancos, companhias de gás, petróleo e potássio, supermercados, redes de TV a cabo, imóveis e um hotel cinco estrelas, três aviões (incluindo um Boeing), dois iates…

Excêntrico e amante das belas mulheres e da boa vida (veja no final do texto), ele viu no futebol a oportunidade de se tornar ainda mais popular. Em 2004, tentou comprar a Roma, mas os italianos não se seduziram por seus rublos. Mas, no fim do ano passado, Kerimov, que era conhecido na região por ser dirigente da federação de luta livre olímpica, bastante popular no Daguestão, virou cartola do futebol. E sem pagar nenhum centavo por isso.

Em acordo com a antiga diretoria do clube, virou dono do Anzhi, o mais popular clube de futebol do pedaço, mas um eterno frequentador da zona de rebaixamento do campeonato russo. Para marcar o início da virada, precisava atrair um nome forte para fazer seu clube chamar a atenção do mundo. Foi aí que chegou ao nome de Roberto Carlos.

“A vinda dele chacoalhou este clube – e em 48 horas tudo por aqui mudou, da água para o vinho”, diz João Carlos, o único brasileiro que conheceu o velho Anzhi, semanas antes da chegada da estrela pentacampeã mundial. “No início da pré-temporada, os treinos eram feitos com jogadores vestindo camisas de vários fabricantes, como um time de várzea, e comíamos no hotel misturados aos outros hóspedes. No dia seguinte à chegada do Roberto, recebemos 40 caixas de material novinho da Adidas e passamos a ter uma área reservada para o time para as refeições, no restaurante, com flâmulas com o escudo nas mesas.”

Como dinheiro não é um problema, Kerimov decidiu estampar na sua camisa o nome da sua organização filantrópica. Ao mesmo tempo, o Anzhi desencadeou uma ofensiva de marketing que inclui oito lojas de artigos do time e caravanas de torcedores. “Formamos um elo entre os emigrados do Daguestão por toda a Rússia”, diz Alexander Udaltsov, atual diretor de imprensa do clube.

Image
Admiradoras de Roberto Carlos em uma das lojas de artigos do Anzhi (Foto: Divulgação)

Tá russo

Com a providencial ajuda do tradutor Grisha, o capitão do time troca ideias com o técnico Gazhi Gadzhiev (cuja maior proeza na carreira foi ser assistente da equipe olímpica de futebol da União Soviética que derrotou o Brasil de Taffarel, Romário e Neto e ganhou a medalha de ouro nos jogos de Seul, em 1988). Vive gozando os brasileiros por causa dessa vitória.

Em acordo com o treinador, Roberto Carlos mudou de posição no campo: deixou a lateral esquerda e agora joga como volante, mas com liberdade para subir ao ataque e armar o jogo. “Aqui na Rússia o jogo é pegado, com muito contato físico e pressão. Nessa posição estou rendendo mais”, diz.

Há, porém, dissabores para Roberto Carlos. A começar por manifestações racistas desferidas contra ele. Na segunda rodada do campeonato, em março, na partida contra o Zenit, de São Petersburgo, chegaram a lhe oferecer uma banana enquanto se aquecia, antes do jogo.

Naquele dia, preferiu não dar muita bola. Mas, em um incidente semelhante, em junho, dessa vez na partida contra o Krylia Sovetov, em Samara, resolveu abandonar o campo, em protesto, quando o placar estaca 3 x 0 para o Anzhi. “Fui insultado e teria saído mesmo que o jogo estivesse empatado”, disse irritado depois da partida. “Acho o racismo intolerável.”

Image
Roberto Carlos ganhou um Bugatti Veyron de presente de aniversário de Kerimov (Foto: Dmitry Korotayev/Epsilon/Getty Images)

Jogar no inverno rigoroso que castiga Makhachkala é outro problema. “Os pés doem ao tocar na bola, e as unhas frequentemente caem”, conta João Carlos, com a experiência de quem jogou na Bulgária, tão gelada quanto o Daguestão. Esse é um problema que Roberto Carlos deve enfrentar a partir de agora, quando as temperaturas iniciam sua vertiginosa queda rumo aos 30 graus negativos.

Enquanto o frio não chega, o principal transtorno na vida do lateral é o trânsito caótico que enfrenta de sua casa – em um condomínio em estilo americano, em Proposky, onde vive com a mulher, Mariana, e a filha, Manoela, de 1 ano e meio – até o centro de treinamento em Kratovo, nos arredores de Moscou. Há dias em que o percurso chega a levar quatro horas. Mas espere aí: Roberto Carlos mora em Moscou e não em Makhachkala? Isso mesmo…

Para morar, Moscou

Essa estranha e aparente tresloucada logística que coloca o centro de treinamento a 2.000 km de distância da sede do clube é mais uma das ousadas estratégias do presidente Kerimov para transformar o Anzhi num time grande. “Ele mandou reformar nosso estádio, mas ainda assim o considerou precário para receber os treinamentos de um elenco de estrelas”, explica Udaltsov.

E o “chefe” pensa ainda mais alto. Seu plano, adianta o diretor de imprensa, é erguer em Makhachkala um estádio com capacidade para 45.000 lugares e tê-lo como uma das sedes da Copa de 2018, que irá acontecer na Rússia. Um novo centro de treinamento semelhante ao do Real Madrid também está entre suas metas. Claro que Roberto Carlos, com 11 anos de experiência no clube espanhol, será uma espécie de consultor do presidente na obra.

Mas tudo isso é para o futuro. Para já, a solução foi alugar o bem montado CT do Saturn, time que já pertenceu à primeira divisão russa. Na prática, funciona como se o Bahia treinasse em São Paulo e só fosse para Salvador na véspera dos jogos. “Como o time não tinha boa estrutura em Makhachkala, a melhor solução foi arrendar o centro de treinamentos do Saturn, que é ótimo”, explica Roberto. “Parece um bocado com o CT da Inter de Milão.”

Com vantagem de que a cidade de Moscou tem restaurantes, diversão e lojas de grife como poucas metrópoles na Terra. “É uma cidade que possui tudo o que uma grande capital do mundo deve ter”, diz Tardelli. Em semana de partidas “em casa”, a delegação do Anzhi desembarca em Makhachkala e segue para um resort às margens do mar Cáspio, que fez as vezes de concentração. No dia seguinte treinam no estádio Dínamo, voltam para o hotel, jogam e voam em um dos jatinhos de Suleiman para a capital russa.

Em Moscou desde fevereiro, Roberto Carlos diz que tem evitado se expor a qualquer tentação nas quentes noites da capital da Rússia. Ao contrário dos seus tempos de Real Madrid, quando estava separado e caía na noite ao lado dos companheiros de clube Ronaldo, Júlio Baptista e David Beckham (“a gente fazia uma discoteca em casa, muita bagunça”, contou em sua entrevista a PLAYBOY, em 2010), a vida moscovita de Roberto Carlos é tranquila. Vive, afirma, discreto e em família.

“Aqui as marias-chuteiras são terríveis”, conta o zagueiro João Carlos. “Lindas, deslumbrantes e loucas para dar o golpe da barriga. Por isso rondam os restaurantes, danceterias e boliches.”

Image
Roberto, com Tardelli e Jucilei: investimento em jogadores próximo dos R$ 100 milhões (Foto: divulgação)

Mulheres lindas, por sinal, não faltaram quando Kerimov decidiu organizar a festa de 38 anos de Roberto Carlos. Ele fechou o hotel Metropol, um dos mais luxuosos de Moscou, durante um fim de semana inteiro (um quarto ali custa cerca de 1.000 euros a noite). Estiveram na festa os 21 jogadores brasileiros de times russos com suas esposas e namoradas, além de uma legião de VIPs como o rapper norte-americano Flo Rida (do hit “Low”) e a apresentadora de TV e celebridade russa Anna Chapman.

Em meio à festança, Kerimov deu um pequeno pacote ao lateral brasileiro. Dentro havia uma miniatura de uma Bugatti Veyron. “Achei que era um relógio Bulgari”, diverte-se o jogador. Cada uma dessas máquinas custa o equivalente a 7,7 milhões de reais no Brasil. “Só fui entender o presente quando o Kerimov me mostrou a miniatura , com uma cópia da chave dentro, e me disse que o original estaria à minha disposição em São Paulo.”

Por enquanto o privilégio é do cara que colocou o Anzhi e Makhachkala no mapa da bola. Mas se o clube conquistar o Campeonato Russo nos próximos quatro anos, ele já prometeu no discurso: cada um dos jogadores ganhará um igual.

LOUCO POR ELAS

Kerimov tem fama de mulherengo

Casado com Firuze e pai de três filhos, de vez em quando Suleiman Kerimov vira notícia pela proximidade com outras beldades, como Catherine Gomiashvili (que engravidou dele e ganhou duas butiques avaliadas em 3 milhões de euros).

Em novembro de 2006, Kerimov decidiu convidar Tina Kandelaki, apresentadora da TV russa e capa de PLAYBOY naquele país – era casada na época com Andrei Kondrahin, um influente homem de negócios –, para uma viagem a Nice, na Côte d’Azur francesa.

Tinha tudo para ser um fim de semana perfeito, a bordo da Ferrari Enzo emprestada de um amigo. Só que em plena avenida beira-mar, cartão-postal da cidade, Kerimov perdeu o controle do carro e bateu em uma árvore. A Ferrari negra partiu-se em pedaços e pegou fogo.

Ele sofreu queimaduras graves em 70% de seu corpo. Foi levado em coma para um hospital e ficou cinco semanas internado até se recuperar. Tina saiu praticamente ilesa. Mas, para evitar um escândalo, foi embarcada às pressas para Moscou. Até hoje a morena, mesmo já divorciada, nega o fim de semana na Riviera.

Image
Suleiman Kerimov e Tina Kandelaki: fogo na Ferrari

LEIA TAMBÉM: Com milhões de um xeque do Catar, o Málaga, da Espanha, tenta acabar com o duopólio de Real Madrid e Barcelona

DEIXE UM COMENTÁRIO

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

1 × 5 =

8 Comentários

celsoJ em 30 de dezembro de 2011

Ué?! 119º no mundo e 190º na Rússia? Deve ter gente sonegando IR...

GlorInha de Nantes em 19 de outubro de 2011

E por aqui reproduzem-se as Calopsitas! Não bastasse a do Santos, há outra versão no Botafogo. Eis a Era da Mediocridade espraiando-se para amplas áreas da cultura do país!

patricia m. em 17 de outubro de 2011

Mais um que estudou pouco que acha que quem salvou a Europa da garra dos nazistas foi a URSS. Ninguem merece... E ainda chama a bandeira sovietica de "grandiosa". Eh o fim de la picada. Vai estudar o horror dos gulags sovieticos, vai, meu filho...

Daniel em 17 de outubro de 2011

Daguestão é a terra daquele famoso soldado soviético que hasteou a grandiosa bandeira da URSS em Berlim... pondo fim ao terror nazista.....

alberto santo andre em 15 de outubro de 2011

COMO PODE SE VER ,ATE A FORBES VENDE AS POSICOES DA SUA LISTA ,SE PAGAR MAIS PODE-SE CHEGAR A SER O QUINTO HOMEN MAIS RICO NESTA LISTA.

patricia m. em 15 de outubro de 2011

O Daguestao eh um lugar horroroso, como eh todo lugar onde a sharia - lei islamica - impera. Desejo toda a sorte do mundo ao Roberto Carlos, e muito juizo. A vida humana nao eh muito valorizada nessas regioes do globo.

Anderson em 15 de outubro de 2011

Deixa eu ver se entendi, ele e o 190 na Rússia em dinheiro, e o 119 no mundo. Tipo existem 71 ETs lá. Ou e igual aquela piada do maradona, foi o melhor do mundo e o terceiro da Argentina.

Marco em 15 de outubro de 2011

Amigo Setti: A biografia do Roberto Carlos é fantastica, ele fez o q a maioria dos jogadores novos deveriam fazer, 1 jogar nos principais clubes do Brasil, depois nos da Europa e encerrar a carreira nesses time médios da Europa. Mais alguns preferem 1 ficar rico do q investir na carreira e aceitam jogar nesses times médios e asiáticos. E acabam no final da carreira em esquecimento até em nível de seleção. Abs. Ps; Setti obrigado pelo carinho, mas o q aconteceu é q meu HD na terça passada entrou em conspiração, espero q não me cause mais supresa. Apesar q meu filho e a minha mulher não emprestam os deles. Inclusive meu filho andou comentando sobre futebol aí contigo ele se chama Matheus e é fanático por futebol.Bem mais chato q o Pai. Abs. Pois é, amigo Marco, esses HDs aprontam com a gente. No meu computador do escritório já troquei 3 vezes... Um abração e fico contente por saber que seu filho também visita o blog. Não tem nada de chato, não! Bom fim de semana.

VER + COMENTÁRIOS
TWITTER DO SETTI