Em 24 de outubro de 2014, antevéspera do segundo turno das eleições presidenciais daquele ano, a TVEJA realiza um “debate do debate”. Em outras palavras, os participantes – Carlos Graieb, Marco Antonio Villa, a apresentadora Joice Hasselman e eu – comentamos em tempo real o que os candidatos Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) dizem no aguardado debate entre os dois na TV Globo.

Não há muito tempo para comentários longos, em virtude do formato (é necessário, sobretudo, ouvir os candidatos).  “O que me pareceu interessante é que o Aécio está conseguindo, nesta mesmice do debate, conseguir falar sobre algumas de suas realizações no governo de Minas e cutucar o governo de Dilma”, digo, em um dos intervalos.

Em outra passagem, me exalto ao ouvir a fala da presidente sobre a relação entre governo e Polícia Federal. “Ela que deu autonomia à Polícia Federal? Não! É a Constituição que dá.”

Após o término do debate televisivo, comento o desempenho de Dilma. “No primeiro bloco, Dilma estava mais simpática, relaxada, o que contrabalanceou o fato de ela não rsponder nada sobre a capa de VEJA”, digo. “Por causa desta imagem dela, muita gente nem percebeu que ela nem respondeu. Isso vale muito na televisão”.

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