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O cão d’água português Bo trota com Obama na Casa Branca (Foto: Arquivo PPM)

A fixação dos norte-americanos pela história de seus presidentes vai além da necessidade de, desde cedo, todos terem na ponta da língua quem foram os 44 ocupantes do cargo até hoje. Gera também iniciativas divertidíssimas como o Presidential Pet Museum (“Museu dos Animais de Estimação Presidenciais”), uma fundação não-governamental financiada por doações. A dica é do amigo do blog Hugo Sterman Filho.

Criado em 1999, o Pet Museum tem sede dentro de um “resort de bichos de estimação” em Glen Allen, no Estado de Virginia, e um completo site com informações a respeito de nada menos que 400 bichinhos, que acompanharam 41 dos presidentes e suas família.

A presença constante de animais na Casa Branca

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Roosevelt dirige ao lado de Fala, seu inseparável terrier escocês (Foto: Arquivo PPM)

O hábito de manter mascote sempre foi comum na Casa Banca, desde o primeiro e reverenciado presidente, George Washington (1789-1797). Até hoje, apenas os democratas James K. Polk (1845-1849) e Franklin Pierce (1853-1857) e o republicano Chester A. Arthur (1881-1885) dispensaram este tipo de companhia.

A visita ao sítio virtual vale não só para amantes dos first pets, mas também para qualquer um com curiosidade sobre um aspecto da vida íntima das autoridades máximas dos EUA.

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Pauline, a vaca que fornecia leite fresco ao presidente William Howard Taft, pasta em frente a antigo prédio da Marinha dos EUA (Foto: Arquivo PPM)

É no mínimo surpreendente saber que “os Roosevelt tinham um verdadeiro zoológio, literalmente”, como conta Claire McLean, fundadora do museu, ou que o republicano William Howard Taft (1909-1913) mantinha uma vaca nas proximidades da Casa Branca, que mandava ordenhar a cada dia.

Biografias e notícias

O apreço de McLean pelos animais é tão grande e seu conhecimento sobre eles tão vasto que, no site, as suas biografias – boa parte ilustrada com fotos – chegam a ser tão detalhadas como as dos próprios donos.

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O terrier escocês Barney (no colo de Goerge W. Bush) e o finado cocker spaniel inglês Spot faziam a alegria do presidente quando ele retornava de suas viagens (Foto: Daniel Rosenbaum – The Washington Times)

Outro área que vale a pena no site é a de notícias (News), pelo qual os internautas puderam receber em primeira mão “furos” como, por exemplo, “Morre Socks, gatos dos Clinton, aos 20 anos de idade”, ou que já está disponível a nova página dedicada a “Bo Obama, cão d’água português de seis meses que a família Obama ganhou do [falecido] senador [Edward] e da senhora Kennedy”.

Mais sobre o Presidential Pets Museum no vídeo abaixo:

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2 Comentários

Tereza MG em 23 de outubro de 2011

Setti, é como sempre comento, aqui encontramos os assunto mais divertidos. Como Reynaldo bem sabe, sou super cachorreira. Digo super pois dediquei minha vida em defesa destes queridos mesmo, muitas vezes, enfrentando as maiores dificuldades, mas o retorno que me deram sempre compensou qualquer sacrifício. Atualmente tenho apenas dezoito! Um beijo.

Reynaldo-BH em 23 de outubro de 2011

Setti, sou "cachorreiro"! Somos uma raça em extinção, creia-me. Tive mais de 14 cães no sítio que tinha, antes da separação. Hoje, tenho só três: Pepe, Hulk e Lua. Não vou me estender no assunto. Mando um link para quem é de BH e possa nos ajudar: www.oloboalfa.com.br E as histórias REAIS dos dois ladinos que são, na verdade, os donos da casa que acreditava ser minha! http://oloboalfa.com.br/pepe-e-hulck/ . Um grande abraço! Obrigado e outro abraço pra você, amigo Reynaldo. Sou um cachorreiro teórico -- gostaria muito de ter cães, como quando moleque e adolescente, no interior do Paraná, mas meu atual modo de vida tornaria isso muito complicado. Três de meus quatro irmãos têm ou tiveram cachorros, e eu vejo, ainda, como os bichos alegram suas vidas. Tenho primos também "cachorreiros", e um deles tem um pequeno maltês que é uma das alegrias da minha vida -- sem contar da dele, claro. Acho você um felizardo!

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