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O embaixador Ibrahim Al Zebrem (ao microfone), ao lado de Abbas, durante o lançamento da pedra fundamental da embaixada palestina em Brasília, em dezembro passado (Foto: Agência Brasil)

Amigos, o Reinaldo Azevedo já analisou e criticou suficientemente a espantosa palestra que um amiguinho do lulo-petismo, o embaixador da Autoridade Palestina no Brasil, Ibrahim Al Zebren, fez a universitários, e na qual disse que “esse Israel tem que desaparecer”.

Mesmo assim, queria propor que o moderado, sensato presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, tomasse alguma providência de ordem médica em relação ao embaixador – talvez sugerindo a psiquiatras a colocação de uma camisa-de-força em Al Zebren –, diante de sua inacreditável insinuação de que, como “Israel está preparando provocações para um novo conflito”, as Forças Armadas israelenses estariam infiltrando agentes na Faixa de Gaza para disparar mísseis contra seu próprio território.

Portanto, amigos, os mísseis que, com absoluta certeza, os radicais do Hamas que governam Gaza continuarão a despejar contra a população civil israelense não serão mísseis lançados pelos radicais do Hamas que governam Gaza, mas por agentes israelenses que pretendem matar seus próprios compatriotas, como parte das “provocações” que Israel prepara.

Camisa-de-força no Ibrahim!

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ines em 29 de julho de 2014

E não é que ele tinha razão? Quem é que precisa mesmo de uma camisa de força? Leitores que acreditam que Israel infiltrou agentes na Faixa de Gaza para disparar foguetes contra seu próprio território e sua própria gente.

ines em 29 de julho de 2014

E não é que a pessoa que p senhor diase que precisava de uma camisa de força tinha razão? Quem é o maluco então? Malucos são certos leitores que acreditam que Israel infiltrou agentes na Faixa de Gaza para disparar foguetes contra seu próprio território e sua própria gente.

Antonio C. em 25 de julho de 2014

Agora, passados quase três anos do texto de Setti, pró-Israel, e vendo os bombardeios israelenses, vemos quem deve ficar numa camisa de força.

selmo gliksman em 27 de novembro de 2013

Não publico em hipótese alguma comentários xenófobos ou racistas.

Corinthians em 07 de outubro de 2011

Pedro Luiz Moreira lima Não assino a FOlha mas vou procurar a reportagem mencionada. Só não acho que podemos levar casos isolados como regra. Como disse, acho que Israel errou sim. Mas daí a achar que é Israel que deve ceder para os grupos que hoje governam, que tem como meta a destruição total de Israel, é um passo muito grande. Aposto que o governo não condenou o escritor à morte por apedrejamento ou algo assim acusando-o de negar sua religiosidade, não é ? Há uma diferença entre Israel e Palestina - não tem como negar. Aliás é esta diferença que permite a existência da Palestina...

Pedro Luiz Moreira lima em 07 de outubro de 2011

Corintiano: O direito da maioria não é absoluto - e se assim se tornar a democracia vai para o autoritarismo absoluto.Na voto é a maioria que vence mas as Instituições continuam fincionando para existir o direito da minoria se manifestar. Meu desejo é a PAZ entre os POVOS - e náo torcida entre quem considero Mocinho e quem considero Bandidos. Leia por favor na Folha de Sáo Paulo de quarta-feira - a vit[oria de um escritor JUDEU - ganhou na JUSTICA,o direito de ser cidadáo JUDEU e náo constar ser religioso JUDEU - vale a pena ler. Abra;os

Think tank em 06 de outubro de 2011

Se o manual de "politicamente correto" e outras tantas resoluções internacionais garantem a pregação e a pratica de todo tipo de aberrações como dogmas e crenças teológicas, doutrinações e ideologias políticas, o que esse diz é "fichinha" comparado ao que está na Bíblia ou Koran. A estupidez deste conflito é o fruto das pregações doutrinarias derivada do mesmo mitológico Abraão. Os dirigentes do Israel podem hoje estar plantando a semente do ódio que poderá colher daqui a 50 ou 100 anos. O mundo muda e com ela os ventos dos poderes também.

Corinthians em 06 de outubro de 2011

Jeremias-no-deserto Ñão tenho como não concordar com seu texto. São fatos afinal. Muito bom relembrar.

Corinthians em 06 de outubro de 2011

Pedro Luiz Moreira Lima Li sim seu comentário, e sei o que você defende. Aliás divergimos em quase tudo, mas acho que a causa é sempre a mesma - a visão do que é uma democracia. Entendo pelos seus comentários que você é sempre a favor do "voto soberano" ou da "decisão da maioria" - e eu insisto de que isso não é o suficiente para ser uma democracia. A democracia só é efetivamente atingida quando a minoria é aceita e respeitada. Justamente estes massacres que você comenta foram erguidos e sustentados por uma maioria esmagadora, em sistemas eleitorais legítimos - mas que não podem ser chamados de democracia, pois sabemos o que acontecia com as minorias. E digo mais, não é por que no passado houveram massacres que hoje deva-se então categorizar grupos específicos com vantagens e direitos acima de tudo - ainda acredito na igualdade de todos perante a lei e no respeito aos contratos. Quanto à questão palestina, o grande problema é que os governantes palestinos tem como meta a destruição de Israel. Você falou que acha que quem tem o poder deve ceder. Israel cedeu no sul do Líbano, Israel cedeu na Faixa de Gaza... o que aconteceu ? Isso melhorou ou piorou a situação ? Por que Israel deveria então ceder mais ? O Hamas, Hezbollah, Irã, todos querem a destruição de Israel. Enquanto isso for verdade, uma negociação é só utopia.

Lucia s. em 06 de outubro de 2011

Armênios, Pedro Luis.

Lucia s. em 06 de outubro de 2011

Deixa ver se eu entendi... Havia um deserto horroroso, pastores pobrinhos e vivendo meio que no 1º milênio DC,algumas cidades antigas das tribos da Judéia e só. Daí, vieram os judeus, da tribo de Judá, que tiveram uma diáspora forçada pelos romanos e um morticínio promovido por 2 milênios , culminado com um doido chamado Hitler e desenvolveram o deserto, Criaram uma tremenda tecnologia, trabalharam como loucos, isto entre ataques malucos e guerras contra todos os vizinhos, as quais, diga-se de passagem, venceram, e agora a turma quer tudo de volta, com benefícios? Se for para devolver, que devolvam... exatamente como encontraram: deserto, areia e que tenham o bom senso de demolir tudo que fizeram por lá. Ponham a turma palestina para trabalhar, ao invés de mandar bombas e choramingarem. Quero ver se fazem o que os outros fizeram nestes quase 70 anos. Garanto que vão preferir um bom bolsa família "a la seu lula". Detalhe, não sou israelita e posso aguentar um povo vítima que se esforça e trabalha e acho irritante um outro que se posa de vítima (sendo mesmo, talvez)mas que sempre tenta resolver tudo com bombas, violência e gozo em funerais. Vendetta e falta de bom senso são fatais...

Jeremias-no-deserto em 05 de outubro de 2011

Nunca existiu um "povo palestino" e sim pastores nômades árabes que migraram para aquelas terras, vindo principalmente do Egito e da Síria.Em 48 a ONU contemplou dois estados, um judeu e um árbe. Os judeus, como todo mundo sabe, aceitaram a oferta. Os árabes da região não só não aceitaram a partilha como também participaram da coalizão formada formada pelos paises árabes da região que invadiram IOsrael no dia seguinte à criação do estado soberano de Israel. Foram derrotados nesta e outras guerras que se seguiram até que se deram conta de que eles jamais conseguiriam vencer pelas armas um estado que é conhecido como a única democracia do Oriente Médio. Hoje, a bandeira palestina foi absorvida pelas esquerdas órfãs fracassadas que se unem com o antissemismo feroza, presente também na direita. Árabes fanáticos como esse embaixador fajuto sabem que podem recorrer a esse discurso sórdido nos palcos mais adequados à sua causa: o Brasil petista.

Pedro Luiz Moreira Lima em 05 de outubro de 2011

Corintiano: Leia meu texto - não acredito nem em Mocinhos e nem em Bandidos,acredito sim é na Raça Humana - ela tem o dom da fala, se podemos falar e nos fazermos entender - podemos viver pacificamente. A historia da REGIÃO tem 7.000 anos de história - Imperios,Quedas de Imperios,Diaspora até os dias de hoje. Não existe negociação UNILATERAL - o bom negócio tem que ser para os dois e somente eles que poderão fazer a negociação. Odeio Bombas,Muros,Guetos coloquei apenas como exemplo quando nos tornamos MANIQUEISTAS - SOMOS o BEM e ELES O MAL - assim todos os MASSACRES são JUSTIFICADOS;dos judeus,dos palestinos,dos curdos,dos ciganos,dos negro, dos homossexuais,esqueci a etnia massacrada pelos turcos (+ de 1 milhão de mortos) e tantos outros massacres pela História da Humanidade. Minha Santinha de Devoção é a menina judia Anne Frank - e em seu diario ela diz -"sabe Peter essa é uma coisa que pode durar 10,20 ou mesmo 100 anos mas um dia acaba pois apesar de tudo ACREDITO NA BONDADE HUMANA" e como Anne Frank continuo acreditando na BONDADE HUMANA.Apenas uma vez,uma vez quando vi o filme "Diamantes de Sangue" saí aos prantos pela PRIMEIRA VEZ minha FÉ pela HUMANIDADE tinha se tornado PÒ - um VAZIO TERRIVEL por alguns momentos SUCUMBI - ao termino do FILME ME SENTI MORTO POR DENTRO - NÂO TINHA MAIS FÉ - foi um SORRISO e um CARINHO de alguem que não conhecia - que me fez voltar a ser o que sou - UM OTIMISTA NA HUMANIDADE mas sem perder o espirito critico e não me considerar MOCINHO e os outros BANDIDOS. Espero Corintiano que tenha me entendido, quanto a voce Paulo Bandarra seu ódio cega - em nada verá que a minha unica fé é o HUMANISMO,lamento por voce.

Eduardo em 05 de outubro de 2011

Al Zebren, 'zabra' para vc, viu!

Paulo Bento Bandarra em 05 de outubro de 2011

Pois é, Pedro Luiz Moreira Lima, quem quer banir a religião da região? Os sionistas querem banir o Islã ou o Islã quer banir o cristianismo, o budismo, o protestantismo, os infiéis, os ateus, homossexuais, as adúlteras e... o sionismo? Mas eu sei que você vai jurar de joelhos que você não é contra os judeus, desde que eles deixem de existir! Que eles, por serem os mais fortes, dêem o pescoço para a degola em nome da paz. Estes judeus capitalista que querem conquistar o mundo, estes banqueiros, estes judeus internacionais capitalistas, não é mesmo? . "Vamos eliminá-los!!!matá-los dentro das barrigas das mães!campos de exterminios!gás,gás,gás e mais Gás!!! matá-los de fome,de doenças…" Toma que o filho é teu, isto foi coisa de nacional socialista, que você defende ser do partido dos trabalhadores alemães. Nenhuma democracia liberal jamais fez isto. Até os comunistas ensaiaram o mesmo nos territórios liberados e anexados. Mas não ocorreu nas democracias (de verdade) e nos países liberais. Isto pertence ao teu reino que a maioria pode tomar o poder pelo voto.

Corinthians em 05 de outubro de 2011

Bandido bom é bandido preso. O morto fica por sua conta, já que prefere ver os mísseis como algo simples e os atentados terroristas com um efeito colateral. Não tem como negociar com ninguém que queira que você seja eliminado. Quem tem o poder tem que ceder é uma balela, no mínimo ilógica, e sem sentido. Qual a grande teoria ou experiência por trás disso ? Como ceder a Faixa de Gaza ajudou ? Como ceder no sul do Líbano ajudou ? Ajudou o Hezbollah e o Hamas, isso sim, e os mísseis. Negociar envolve cessões de ambas as partes, ou não é negociação. Como negociar com grupos que tem em seus estatutos a eliminação de Israel, e não cederam em retirar isso ? E que não cedem em cessar ataques ? Quer dizer então que Israel deve ficar lá paradinha, vendo seu povo morrer, liberando todo e qualquer palestino que queira entrar em seu território ? Não que Israel não tenha errado. Errou bastante sim. Mas Israel não quer a eliminação dos palestinos, não tem nenhum estatuto. Enquanto que Hamas, Irã, Hezbollah são liderdos e tem isso em seus estatutos. Estado da Palestina existe sim - tem governo e tudo. Não é a ONU que legitima um país (que aliás recebe inúmeras ajudas de outros governos). Aliás não custa lembrar, o Hamas é contra pedir filiação na ONU, já que isso implicaria em reconhecer Israel... e o Hamas quer destruir Israel... E aí está a diferença que impede a negociação. E o nosso embaixador só prova o que realmente ocorre. Não sou ou 8 ou 8000 como o Pedro Luiz Moreira Lima, que já exagera em tudo. Mas enquanto o hamas, o Hezbollah e o Irã não acabarem com este apoio aos terroristas, não retirarem de seus estatutos a destruição de Israel, enfim - enquanto os líderes daquela região insistirem em não reconhecer Israel, Israel não tem que reconhecer nem ceder em nada. A única opção de diálogo seria o Fatah, mas este já demonstra que não quer dialogar também...

Paulo Bento Bandarra em 05 de outubro de 2011

Caro SergioD, eu estava apoiando a sua idéia, só alertando que isto não tem a função de pacificar a situação de violência, mas elevá-la a um nível entre estados, um nível maior militar. Os terroristas seriam tratados como soldados em defesa do seu país.

Pedro Luiz Moreira Lima em 05 de outubro de 2011

Amigo Setti: O Corintiano me ensinou toda a situação - do lado de Israel -Mocinho,do lado dos Palestinos e Arabes -Bandidos. Fácil solução:Bandido Bom é Bandido Morto! Meu amigo ReynaldoBH,Selminha,Malur,Paulo Bandarra,Patricia M - formar o time dos John Waynes.Precisarão de apoio financeiro - os Cartwrites - latifundiarios de Bonanza. Com dinheiro e diposição de John Wayne - a eliminçaõ dos BANDIDOS e sua PERIGOSA IDEOLOGIA CRIMINOSA e SUBVERSIVA DA RELIGIÃO DO ISLÃ contra a nossa Santa Civilização Judaica Cristã. Vamos eliminá-los!!!matá-los dentro das barrigas das mães!campos de exterminios!gás,gás,gás e mais Gás!!! matá-los de fome,de doenças... É assim que se começa - quando nos achamos Mocinhos e os outros Bandidos e o PIOR QUANDO SE COLOCA A RELIGIÁO. Pelo AMOR DO BOM DEUS - náo venham dizer que o odio religioso náo e UNILATERAL. Em minha opiniáo - quem detem o PODER e que deve CEDER.Um acordo da PAZ se faz entre INIMIGOS - desde que queiram - como disse quem detem o PODER e Israel - tem pais,Forcas Armadas entre as melhores do mundo,poder nuclear e do outro lado um POVO a PROCURA de uma PATRIA,de UM ESTADO. Náo existem Mocinhos e nem Bandidos - sáo POVOS,SERES HUMANOS,NEM RACAS SUPERIORES e MUITO MENOS RELIGIÓES SALVADORAS. O Emb Palestino de um POVO sem PAIS - faz uma denuncia - como sáo BANDIDOS - CAMISA DE FORCA. Denuncia BOA e VALIDA so dos MOCINHOS - as ARMAS DE DESTRUICÁO EM MASSAS - mas MOCINHO sáo MOCINHO,ne?

Sergio Roberto Santos em 05 de outubro de 2011

Pelo que eu entendi do texto do jornalista Ricardo Setti e reforçado pelos comentários abaixo é que os Palestinos são os que ocupam os territórios israelenses e que os israelenses estão tão dispostos a negociar que estão construindo mais colonias em territórios palestinos só para deixar de presente quando eles forem embora. Vocês acreditam em papai noel? Não foi nada disso que escrevi, Sérgio. Sou inteiramente a favor de um Estado palestino, acho um absurdo e uma barbárie as "colônias" israelenses nos territórios ocupados desde 1967, considero que, sim, Israel viola com frequência vergonhosa direitos humanos e não, não acho que o governo de Netanyahu esteja disposto a negociar nada, infelizmente. Só que é evidentemente delirante a hipótese do embaixador palestino no Brasil.

SergioD em 04 de outubro de 2011

Paulo, eu não disse que a ida da AP a ONU para pedir o reconhecimento de um Estado Palestino foi uma estratégia em prol da paz. O que eu disse é que a AP tem uma atuação mais light, não vive direcionando foguetes em direção às cidades israelenses. A ida a ONU foi um estratégia válida dentro do contencioso com Israel. Uma jogada política, e não militar. Uma jogada para constranger Israel e os EUA. Melhor isso do que atentados terroristas contra inocentes. O Marco ai embaixo acertou na mosca com sua análise. São ódios alimentados por muito tempo. Isso não vai se resolver sem o desarmamento dos espíritos. Bem, milagres acontecem, não? Quem diria que a África do Sul seria governada pelos negros,não é mesmo? Um abraço

Paulo Bento Bandarra em 04 de outubro de 2011

Caro SergioD, a ida a ONU para pedir o reconhecimento do Estado Palestino não é uma busca de paz de um moderado, é para elevar o nível de hostilidade do conflito. O único local de paz é a mesa de negociação com garantia de cada qual da existência garantida do outro lado. Uma causa inegociável para os palestinos e para o Islã. Infelizmente, hoje em dia, não dá mais para dizer, "olha, israelenses, foi um erro, vocês peguem o que são de vocês e voltem para os seus países, em 1947. Naquela época não se garantiu a sua existência, mas agora vai ser diferente.” Então é vencer, ou vencer. Não tem com quem, negociar, deixa muito claro este porta voz dos palestinos.

SergioD em 04 de outubro de 2011

Ricardo, permita-me repetir aqui o comentário que fiz no BLOG do Reinaldo na hora do almoço: "Reinaldo, sou solidário com o sofrimento do povo palestino, mas com lideranças como essas a paz e a pátria ficam cada vez mais distantes. Parece um roteiro armado, não? De um lado Hamas e Hezbollah, e a Autoridade Palestina. Do outro Benjamin Netanyahu. Quanto os primeiros provocam soltando foguetes, o outro manda bombardear Gaza ou o sul do Líbano. Quanto a AP vai a ONU solicitar a Aprovação do Estado Palestino, Netanyahu manda construir mais casas na Jerusalém Oriental. Quer dizer, não vejo pessoas, em ambos os lados, interessadas no rompimento do status quo beligerante. Fica muito difícil de se conseguir paz desse jeito. A atuação da AP é, digamos assim, mais Light. Mas aí aparece um embaixador como esse e fala uma barbaridade dessas…" Pois é, como já disse ontem respondendo comentário do Pedro Luiz, com líderes como esses, pobre povo palestino. Um abraço

Reynaldo-BH em 04 de outubro de 2011

Marco (16:49): assino embaixo! Infelizmente... "Odeia-se quem se teme." Cícero.

selminha em 04 de outubro de 2011

Setti, uma vez Golda Meir disse que a paz no Oriente Médio viria quando os palestinos sentissem mais amor aos seus próprios filhos, do que ódio aos filhos de Israel. Assino embaixo. Seu comentarista Reinaldo-BH está coberto de razão. Não dá para fazer acordo com quem quer nos eliminar.

Marco em 04 de outubro de 2011

Amigo Setti: Como falou o filósofo Karl Jaspers das " tensões de insolubilidade ". Não tem jeito é muito armazenamento de ódio. Não acredito nem intervenção humanitária para isso. Abs. Lamento dizer que estou quase concordando com você, caro Marco. É o conflito mais difícil do mundo para se solucionar. E olha que já se resolveram problemas que pareciam sem fim -- a África do Sul, de certa forma a Irlanda do Norte, que caminha bem...

patricia m. em 04 de outubro de 2011

Hmmmmm voce acredita em Mahmoud Abbas, ne? Ele eh tao "moderado e sensato" que nao apenas foi propor a criacao do estado palestino na ONU como tambem recusou as propostas do quarteto.. . Quanta moderacao! Quanta sensatez!

Paulo Bento Bandarra em 04 de outubro de 2011

Acho muito difícil de acreditar que ele tirou da sua cabeça uma coisa destas. Isto vem da própria Autoridade Palestina. Não precisaria nem colocar camisa de força, era só trocar de embaixador. Duvido que isto ocorra. Duvido que o Brasil se incomode.

Reynaldo-BH em 04 de outubro de 2011

A causa palestina é justa. Esta quase diáspora - que não se configura por ser ainda em um território original - é uma tragédia que já demora muito tempo para ser equacionada. O encaminhamento desta questão é um dos maiores erros históricos já cometidos no mundo. O caldo de cultura, baseado no ódio e na guerra declarada, não poderia ter resultado diverso. O ódio não é bom conselheiros, em um teatro diplomático onde concessões fazem parte da regra do jogo. E guerras, como as o Oriente Médio, são de ocupação e extermínio. Iniciar uma negociação com a premissa de extinguir o interlocutor é não iniciar conversação alguma! Colocar na mesa de negociação que, para o sucesso da mesma, o outro lado da mesa deve deixar de existir é a posta no impasse. E no aumento do ódio. O HAMAS é um grupo terrorista (definido desta forma pela ONU e pelas nações civilizadas) que deixa de existir se houver PAZ! Suprema incongruência! Quando a Palestina existir como Estado Soberano o que fará o Hamas? Decretará o próprio fim, admitindo já ter cumprido o seu papel histórico ou incentivará a esta obsessão nazista de destruir o Estado de Israel? Assim não é estranho que um embaixador - apoiado pelo clima altamente favorável às suas (dele) idéias neste momento no Brasil - avance para a exposição da plataforma de ódio e profira sandices doentias em um ambiente acadêmico. Não sei o resultado. Mas, temo, deve ter sido aplaudido. Desta forma não vejo necessidade de camisa-de-força para o famigerado Al-Zebren, a Zebra! Seria mais produtivo cercar o ambiente da palestra com telas e pendurar uma placa: HOSPÍCIO!

Malur em 04 de outubro de 2011

Como é que se pode dar a uma pessoa, com esse tipo de raciocínio, o poder de falar por um povo, pelo mundo?

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