Quatro dias após o primeiro turno das eleições presidenciais de 2014, realizadas a 5 de outubro daquele ano, comentei no programa “Aqui Entre Nós” da TVEJA o papel da enxurrada de informações sobre roubalheira na Petrobras em plena disputa.

Falei sobre o grotesco que foi acompanhar as espantosas notícias sobre os desvios bilionários intercaladas com  a propaganda política da presidente Dilma Rousseff no horário eleitoral narrando o combate à corrupção supostamente feito por seu governo. Opinei que os “delatores” Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef deveriam estar falando sério porque, afinal, correndo riscos sérios – seus benefícios no acordo seria suspensos caso suas declarações não fossem comprovadas.

Apontei, ainda, que se tanta notícia negativa não servisse para influir no voto, o “brasileiro não tem vergonha na cara”.

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