Este era o meu crachá como editor-assistente da então poderosa editoria Internacional da revista VEJA em 1981. Na época, a Veja mantinha dez correspondentes em diferentes capitais do mundo. A editora era Dorrit Harazim e, no time da Inter na Redação de São Paulo, havia profissionais do quilate de Roberto Pompeu de Toledo. Depois de quase dez anos, eu deixaria a revista em meados de 1983.

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