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O Marine One, helicóptero presidencial, chega à Base de Andrews, próxima a Washington, de onde o presidente embarcou para o Texas (Foto: The White House)

A recente visita do presidente Barack Obama a Fort Bliss, em El Paso, no Texas, onde anunciou várias medidas voltadas para a saúde mental dos integrantes do Exército americano, fez vir à tona um drama pouco conhecido: o do suicídio de militares.

Em julho passado, o Pentágono — o Departamento de Defesa dos Estados Unidos — informou que 26 soldados em serviço ativo se suicidaram, em contraste com os 12 que tiraram sua vida no mês anterior. Neste ano, já ocorreram 116 suicídios no Exército, número não muito distante do total de 167 constatados no ano passado.

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Obama é recebido em Fort Bliss pelo general Lloyd Austin III, comandante da 1ª Divisão Blindada do Exército dos EUA (Foto: The White House)

O Pentágono limitou a divulgação desses dados ao Exército, uma das quatro Forças Armadas dos EUA, ao lado da Marinha, da Força Aérea e dos Fuzileiros Navais — sem contar a Guarda Costeira, que é força auxiliar.

Fort Bliss não foi escolhido por acaso pelo presidente: é ali que fica a legendária 1ª Divisão Blindada do Exército americano, hoje com 15 mil homens, o primeiro contingente a entrar em combate na II Guerra Mundial.

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Soldados registram a presença do presidente: preocupação com a saúde mental e a prevenção de suicídios (Foto: The White House)

Obama, que discursou para os soldados e depois participou de uma mesa-redonda com um grupo de militares, anunciou a expansão dos serviços de saúde mental e de prevenção de suicídios tanto para os militares da ativa e suas famílias como para os veteranos.

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Detalhe do uniforme de um soldado que participou da mesa-redonda com Obama (Foto: The White House)

“O suicídio no Exército é obviamente uma enorme preocupação quando se perdem tantos soldados para o suicídio quanto para o inimigo”, disse à rede de TV ABC o tenente John Bockman, piloto do Exército especializado em resgate de feridos. “Sempre falamos sobre conservar nossa força de combate — mas precisamos começar com nossas próprias unidades, e fazer o que for preciso para proteger nossos soldados”.

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zaratrusta em 06 de outubro de 2012

Também, PUDERA! Os cidadãos são treinados, equipados e municiados, e quando chegam lá a "missão" é assassinar mulheres e crianças! O propósito dessa(s) guerra(s) é uma só: GENOCÍDIO para desocupação do território sob o qual encontra-se a segunda maior jazida de petróleo do planeta, para que em seguida a ISRAEL Sionista possa "ocupar" mais essa "área vital" de preservação de seu Estado, assim como garantir a continuidade dos PETRODÓLARES. Não há como os cidadãos mais conscientes e responsáveis não entrarem em crise existencial que os leve à solução definitiva!

Pedro Luiz Moreira Lima em 01 de outubro de 2012

Ultimo ato da peça - "O Interrogatório" Nós sobrevivemos ao Nazismo mas o Nazismo também sobreviveu.

michel da silva cortez em 01 de outubro de 2012

Admiro a preocupação do presidente dos Estados Unidos (Barack Obama) com seus militares. infelizmente, não podemos desfrutar desda mesma preocupação da nossa presidenta com as forças armadas,que estão defasadas; sucadiadas e com maus salários para os defensores da pátria.

Cris Barros em 01 de outubro de 2012

Seres humanos em destruição.

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