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Militares palestinos durante treinamento na Cisjordânia

Amigos, quem alimenta esperança de um acordo de paz entre palestinos e israelenses sofreu um golpe agora há pouco, quando o movimento fundamentalista palestino Hamas — que acaba de fazer a paz com os moderados dirigentes da Fatah, responsáveis pela Autoridade Palestina e governantes da Cisjordânia — condenou o ataque de forças americanas que matou Osama Bin Laden, o criador e líder da organização terrorista Al Qaeda.

“Foi o assassinato de um guerreiro santo”, disse um porta-voz do Hamas, que governa a Faixa de Gaza.

Com esse tipo de abordagem do Hamas — que advoga e jamais renunciou a seu propósito de destruir o Estado de Israel –, está fornecido, de bandeja, mais um argumento para o governo de extrema-direita de Israel não se sentar à mesa de negociações com os palestinos.

A Autoridade Palestina e o Hamas firmaram um acordo que vai permitir aos radicais participarem do governo palestino até a realização de eleições na Cisjordânia e em Gaza dentro de um ano.

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7 Comentários

Jeremias-no-deserto em 03 de maio de 2011

Também concordo que "pretexto" é uma expressão infeliz. Muito mais coerente seriam, razão, motivo,fato.

hebe em 03 de maio de 2011

Mário,vc. esqueceu de relatar que quando da Independencia de Israel,muitos judeus formados(médicos,engenheiros,arquitetos e outras carreiras)inclusive Judeus Brasileiros foram arar a terra que era um pântano e conseguiram com seus esforços reviver a terra,fazendo prosperar Israel e os árabes o que fizeram?Ficaram pitando seus cigarros (de cócoras)e usando o terrorismo no dia a dia!

andre em 02 de maio de 2011

Pretexto? O correto não seria motivo? Ou melhor, um bom motivo! Sabe que você tem razão? Não tinha percebido a mancada. Vou mudar o título. Muito obrigado, caro André. Abração

Ana Paula em 02 de maio de 2011

"Guerreiro Santo" é de mais, não? Pois é, em meio a tantas teorias da conspiração, eu to começando a achar que o mundo vai acabar em 2012 mesmo...

Mario Arone em 02 de maio de 2011

"Am levad ishkon, ve bagoyim ló yitchashav" (o povo judeu é solitario e não conta entre os povos)" "Na verdade, os palestinos deveriam reivindicar terras da Jordânia e do Egito, pois foram eles que botaram a perder as suas casas, evocando uma guerra contra Israel, com o único propósito de destruir o único lar do povo Judeu" Esta realidade pode ser constatada na Bíblia, no Corão, livros de história e em anos mais recentes, nos meios de comunicação. O mesmo pode ser consultado na imprensa escrita, jornais, revistas, e quaisquer outros meios da época correspondente. Esta informação foi tomada, adaptada e traduzida de uma circular enviada dos Estados Unidos, por um professor americano, não judeu. Jewish Brazil adicionou fatos que considera relevantes ao público. 1- Israel com sua capital Jerusalém, tornou-se um país soberano 2000 anos antes do surgimento do Islam. Jamais houve um govêrno árabe em Israel. O nome "Palestina" foi criado pelos romanos para indicar que aquela era a terra dos filisteus e descaracterizá-la como estado Hebreu por volta do ano 70 da E.C. 2- Os refugiados árabes em Israel começaram a identificar-se como parte de um povo palestino em 1921, 30 anos depois que chegaram a Israel cerca de 85.000 judeus. Muitos foram trazidos da Península Arábica por Lawrence, um oficial inglês, para servirem de instrumento político e economico nas mãos da Inglaterra. Os países árabes poderiam ter dado aos árabes de Israel, que se auto-denominaram palestinos quinhões bastante razoaveis de terra, bem mais vantajosos do que em Israel, caso o problema fosse realmente onde morar e do que trabalhar. Nenhum povo aceitaria viver na miséria somente para o mal de outro. 3- Desde a conquista do território por parte dos judeus há 3272 anos atrás, os judeus vem possuindo o domínio sobre a terra com uma presença continuada durante os 3300 últimos anos. 4- A presença árabe data desde a conquista no ano 640 da era comum, conquista que se manteve até o ano de 1072. No entanto, sem jamais formar um govêrno soberano. 5- Por mais de 3000 anos Jerusalém tem sido a capital judia. Jerusalém nunca foi a capital de nenhuma entidade árabe ou muçulmana. Mesmo quando Jerusalém foi ocupada pela Jordânia, nunca trataram de fazer ali sua capital e, os líderes árabes nunca a visitaram. 6- Jerusalém é mencionada mais de 850 vezes na Torá (Bíblia Hebraica). No Corão, Jerusalém não é mencionada nenhuma vez. nota de J.B. - nas bençãos que fazemos sobre os alimentos, em nossas três orações diárias e nos casamentos judaicos, mencionamos e oramos por Jerusalém. 7- O Rei David fundou a cidade de Jerusalém. Maomé nunca foi a Jerusalém e somente uma lenda diz que foi ali que subiu ao céu. O Patriarca Jacob esteve no Monte do Templo e foi lá que teve seu famoso sonho. 8- Os judeus rezam olhando para Jerusalém. Os muçulmanos rezam de costas a ela e olhando para Meca. 9- Em 1948 os refugiados árabes foram animados pelos líderes de seu povo para saírem de Israel, com a promessa de liberar a terra dos judeus. 68% deles se foram sem haverem visto jamais um soldado Israelense. A ONU proclamou um estado palestino ao lado de um estado judeu em 1948, entretando os países arabes se engajaram numa guerra de extermínio do povo judeu, que recém passava pelo holocausto. 10- Os judeus do mundo árabe, em sua maior parte, foram forçados a fugir de terras árabes devido a brutalidade, perseguição e progroms dos mesmos árabes. 11- O número de refugiados árabes que deixaram Israel em 1948 se estima em 630.000. O número de refugiados judeus que sairam de terras árabes se estima em meio milhão. 12- Os refugiados árabes não foram absorvidos ou integrados INTENCIONALMENTE nas terras dos países árabes dos quais fugiram apesar de seu vasto território. Dentre 100 milhões de refugiados que tiveram desde a segunda guerra mundial, o grupo de refugiados árabes é o único que nunca absorveu integralmente sua própria gente. Os refugiados judeus que chegaram a Israel foram completamente absorvidos em um território não maior que o Estado de New Jersey nos EUA. 13- Os árabes estão representados por 21 estados, não incluindo os palestinos. Existe um só estado judeu. As nações árabes iniciaram as 5 guerras e perderam. Israel se defendeu cada vez e venceu. 14- A Carta da OLP fala na destruição do Estado de Israel. 15- Sob o governo da Jordânia os lugares sagrados judeus foram maculados e lhes foi negado o acesso aos lugares de oração.Sob o governo Israelita todos os lugares santos muçulmanos, cristãos e judeus tem sido preservados e estado acessíveis a gente de todos os credos. 16- Das 175 resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovadas antes de 1990, 97 foram contra Israel. Ou seja, quase 70%! 17- Das 690 resoluções da Assembléia Geral, votadas antes de 1990, 429 foram dirigidas contra Israel. Ou seja, quase 60%! 18- As Nações Unidas se mantiveram em silêncio, enquanto 35 sinagogas em Jerusalém foram destruídas pela Jordânia. 19- As Nações Unidas se mantiveram em silêncio enquanto a Jordânia sistematicamente profanava o antigo cemitério judeu no Monte das Oliveiras. 20- As Nações Unidas se mantiveram em silêncio enquanto a Jordânia impôs uma política do tipo "apartheid" para impedir a visita de dos judeus ao Templo do Monte e ao Muro Ocidental. 21- Estes são tempos inacreditáveis. Devemos perguntar-nos qual deve ser nossa herança?.Que diremos a nossos filhos e netos, sobre o que fez nossa geração quando houve um ponto de inflexão no destino do judaísmo, havendo tido oportunidade para mudar isto? Que esta mudança comece agora!!!! Extraido do www.tropicasher.com.br

Tito em 02 de maio de 2011

Uma coincidência? Na madrugada seguinte à beatificação do JP II, morre um anticristo.

Paulo Bento Bandarra em 02 de maio de 2011

Um pretexto não, mas uma boa razão. Não há motivo de promover a palestina em um estado quando esta jura de morte Israel a toda hora. Seria suicídio e fomentar ainda mais a luta que já existe com este fim. Enquanto eles querem que Israel só fale de paz, eles só falam em guerra.

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