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No nardim do Torto, uma das residências presidenciais, o símbolo do PT

Perguntar não ofende: quando é que a presidente Dilma Rousseff vai mandar retirar o canteiro de flores vermelhas plantado nos jardins da Granja do Torto com uma estrela idêntica à que é o símbolo do PT?

Como se sabe, o Torto é uma das residências oficiais dos presidentes da República. Como também se sabe, não pode haver qualquer tipo de símbolo partidário em prédios públicos.

Com aquele seu ar inofensivo, a estrelinha, flagrada há algumas semanas nos jardins do Torto pelo Estadão com a utilização de um helicóptero, é ilegal.

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Natale em 20 de fevereiro de 2011

Sr. Setti! Apenas para contrariar e "malfazer" do espírito carica, sugiro que se implante um tucano "abatido em pleno vôo". Pronto, temos uma piada pronta!

Carlos Costa em 09 de fevereiro de 2011

Me parece, que ela deveria tirar essa estrela do pt,o mias rápido possivél,...e já que vai tirar essa estrela, aproveita e tira, a que está tatuada nas costas do sarnento,do collor,do renan,......, eu disse nas costas,não confundam...

Dawran Numida em 08 de fevereiro de 2011

Mais uma coisa que nem deveria demorar tanto: a lei determina a proibição. Siga-se a lei. Por que a presidente é quem deveria ter de manifestar-se? Para ter manchete: a presidente manda retirar estrela...É só cumprir a lei e a estrela já teria sido retirada. Ou melhor, nem teria sido posta. Dawran, a presidente não precisa manifestar-se, nem foi o que eu cobrei: ela precisa mandar retirar a estrela para cumprir a lei. Só isso. Abraço

Natal Santana em 08 de fevereiro de 2011

Imaginem se lá estivesse desenhado um inofensivo tucano!!!

ALBERTO em 08 de fevereiro de 2011

A Lei 8.429 é clara. Nenhum “presente” recebido por Lula pertence a ele. Por isso, o ex-presidente precisa devolver não só o crucifixo, mas também as obras de arte, jóias, tapeçarias e demais objetos recebidos quando representava o País. Como seria de se esperar, muitos comentaristas se manifestam aqui no blog sobre o misterioso caso do sumiço do crucifixo que existia no gabinete presidencial, e tudo o mais. Grande número deles tem opinião formada, defendendo ardorosamente a tese de que os presentes recebidos no exercício do mandato pertenceriam ao então presidente Lula. Outro comentarista, Luiz Antonio, assinala que “nenhum funcionário público pode ganhar presentes acima de um determinado valor. É fonte de corrupção seja de que nível for. Mas Lula não meteu a mão no bolso por 8 anos, então a adega não é dele”. Também Luiz Lopes da Silva partilha essa opinião, salientando que “aos exercentes de função pública não é lícito receber presentes e, menos ainda, dispor deles como se fossem bens particulares próprios”. Por fim, Carlos Germani destaca que “a Lei 8.394, de dezembro de 1991, diz que somente os acervos documentais privados do presidente da República são de propriedade do próprio chefe de Estado, inclusive para fins de herança, doação e venda”. E nos pergunta: “E quanto ao acervo material (presentes, vestuário, obras de arte…), como fica? Você, ou alguém daqui, sabe a lei?” O Estatuto dos Funcionários Civis da União (lei 8.112) determina que “ao servidor é proibido receber propina, comissão, presente ou vantagem de qualquer espécie, em razão de suas atribuições” (art. 117, item XII). Mas acontece, Luiz Antonio, que Lula não era servidor público. Como foi eleito e tinha mandato, era um “agente público”. Agora respondendo aos comentaristas Luiz Lopes da Silva e Carlo Germani, a legislação que proíbe esse tipo de apropriação indébita é a Lei 8.429, cujo art. 1° estabelece: “Os atos de improbidade praticados por qualquer agente público, servidor ou não, contra a administração direta, indireta ou fundacional de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios, de Território, de empresa incorporada ao patrimônio público ou de entidade para cuja criação ou custeio o erário haja concorrido ou concorra com mais de cinqüenta por cento do patrimônio ou da receita anual, serão punidos na forma desta lei”. E o art. 2º detalha: “Reputa-se agente público, para os efeitos desta lei, todo aquele que exerce, ainda que transitoriamente ou sem remuneração, por eleição, nomeação, designação, contratação ou qualquer outra forma de investidura ou vínculo, mandato, cargo, emprego ou função nas entidades mencionadas no artigo anterior”. Já o art. 5° determina: “Ocorrendo lesão ao patrimônio público por ação ou omissão, dolosa ou culposa, do agente ou de terceiro, dar-se-á o integral ressarcimento do dano”. E o art. 6° acrescenta: “No caso de enriquecimento ilícito, perderá o agente público ou terceiro beneficiário os bens ou valores acrescidos ao seu patrimônio”. E os atos de improbidade administrativa estão bem definidos no art. 9º desta Lei Lei 8.429, combinado com seu item I: “Art. 9° – Constitui ato de improbidade administrativa importando enriquecimento ilícito auferir qualquer tipo de vantagem patrimonial indevida em razão do exercício de cargo, mandato, função, emprego ou atividade nas entidades mencionadas no art. 1° desta lei, e notadamente: I – receber, para si ou para outrem, dinheiro, bem móvel ou imóvel, ou qualquer outra vantagem econômica, direta ou indireta, a título de comissão, percentagem, gratificação ou presente de quem tenha interesse, direto ou indireto, que possa ser atingido ou amparado por ação ou omissão decorrente das atribuições do agente público. *** Acredito que assim esteja suficientemente explicado por que a família Lula da Silva precisa devolver os bens recebidos no exercício da função pública, que inadvertidamente foram anexados à sua mudança. Como diz o ex-árbitro de futebol Arnaldo Cesar Coelho, “a regra é clara”. Porém, como certamente muitos comentaristas ainda poderão alegar que Lula desconhecia a existência desses dispositivos legais, é conveniente citar o artigo 6º do Código Civil, que dispõe o seguinte: “A ignorância ou má interpretação da lei não justifica a falta do seu cumprimento nem isenta as pessoas das sanções nelas estabelecidas.” Simples assim. Por hoje, vamos ficar por aqui. Mas falta debater o comentário enviado por Antonio Santos Aquino, advertindo que o ex-presidente pode ser processado por qualquer cidadão. Assim, como dizem os radialistas, “a qualquer momento a gente volta, em edição extraordinária”. De início, no blog da Tribuna da Imprensa, noticiamos a existência de uma campanha popular que começa a ser feita pela internet, sob o título “Devolve, Lula!…”. Essa campanha foi divulgada aqui, porque se baseia em fatos, exclusivamente fatos, que vale a pena recapitular: Fato 1 – O crucifixo desapareceu do gabinete presidencial, justamente quando houve a transição de governo e a mudança de Lula. Fato 2 – Os jornalistas que fazem a cobertura do Planalto deram pela falta da peça e no dia 9 de janeiro diversos jornais publicaram que a presidente Dilma havia determinado a retirada da imagem. (Detalhe: entrevistado, Caetano Veloso até a elogiou, pensando que ela tinha mesmo mandado tirar o crucifixo da sala). Fato 3 – No dia seguinte, porém, a Presidência da República informou, oficialmente, que imagem havia sido levada por Lula, porque pertencia a ele, que ganhara a peça de presente, no início do primeiro mandato. Fato 4 – Surgiram então as denúncias de que o crucifixo não pertencia a Lula, com diversas fotos mostrando que a peça já estava no gabinete presidencial antes dele. Numa dessas fotos, que foi encaminhada à Tribuna da Imprensa, o então presidente Itamar Franco aparece sentado numa poltrona vermelha, diante do crucifixo. Em outra foto, quem aparece é Lula (acompanhado de Gilberto Carvalho) junto ao crucifixo e à mesma poltrona vermelha. Estes são os fatos, irrefutáveis. Alguns comentaristas disseram que, se na verdade ocorreram enganos ao fazer mudança, a culpa deve ser dos funcionários do Planalto. Essa hipótese é totalmente absurda, porque nenhum funcionário entraria no gabinete presidencial, sem estar autorizado, e retiraria da parede a pesada peça de madeira (2 metros por 75 centímetros), que necessariamente está arrolada e numerada como um dos bens do patrimônio do Palácio. Alguém deu esta ordem, é claro. Outro comentarista, o José Antonio (uma espécie de “Advogado do Diabo”, que procura sempre alternativas para derrubar qualquer opinião, seja ela qual for, e isso é bom para o blog) levantou a hipótese de a foto de Itamar Franco diante do crucifixo ter sido uma farsa, montada através de photoshop. Seria ótimo, se fosse verdade. Infelizmente, a foto não é uma montagem. Está catalogada no Google. Quando se acessa a busca de imagem de Itamar Franco, ela surge. É a primeira foto da página 43. Dá para perceber que não sofreu montagem, devido ao efeito do flash, que está bem refletido na poltrona e na madeira sobre a qual a imagem de Cristo está incrustada. Vê-se também a sombra da cabeça de Itamar na cortina da janela, também por efeito do flash. Se você pesquisar nas imagens de Fernando Henrique Cardoso, ainda no Google, vai encontrar, na página 16, uma foto do gabinete presidencial (feita pela revista Istoé, numa reportagem sobre cartões corporativos na gestão de FHC), em que aparece a imagem e, diante dela, a mesma poltrona de couro vermelho em que Itamar Franco está sentado na outra foto. Essas fotos são fatos. E não há como refutar fatos e fotos (para lembrar o título de uma famosa revista de Adolpho Bloch). É preciso aceitar a realidade. A não ser que haja comentaristas dispostos a culpar o Google, que estaria participando de uma campanha sórdida e maquiavélica para prejudicar a Imaculada Conceição, digo, a imaculada imagem do ex-presidente Lula. Diante dessa constatação, acessível a qualquer pessoa que navegue na internet, não há mais dúvida de que a família Lula da Silva precisa devolver, o mais rápido possível, o belíssimo crucifixo que foi levado, “por engano”, em sua mudança. A peça de arte pertence ao Palácio do Planalto, consta de seu acervo e tem de voltar a seu lugar de origem. Quanto à adega de Lula, em Brasília circula a informação de que o caminhão climatizado conduziu para São Paulo aproximadamente 8 mil garrafas (deve ter sido um caminhão de respeito). Segundo o Planalto, todas elas foram recebidas “de presente”. Como Lula ficou no poder exatos 2.920 dias, isso significa que teria recebido “de presente” uma média de quase três garrafas por dia, contando-se sábados, domingos e feriados, além dos muitíssimos dias em que passou viajando, dentro do AeroLula. E para somar 8 mil, não bebeu nenhuma delas. Você acredita nisso? Então deve acreditar também que o crucifixo foi dado de presente a ele, e as fotos são todas “montadas” pelo Google. Assim como deve acreditar que os presentes pertencem a Lula. Como dizia o velho Ripley, “acredite se quiser”. Hoje, vamos parar por aqui, mas o assunto é importante e merece novos esclarecimentos. Como dizem na TV, daqui a pouco a gente volta. transcrito do blog do Helio Fernandes

gaúcha indignada em 08 de fevereiro de 2011

Ricardo, por favor, chama o camburão.

Ptsauro em 08 de fevereiro de 2011

Resposta à pergunta: não vai tirar nunca e está c... e andando para os incomodados. . Ela é só mais uma esquerdopata na imensa legião PeTralha.

Marco em 08 de fevereiro de 2011

Caro R. Setti: Opulência de periferia... Abs.

Frederico Hochreiter/BH em 08 de fevereiro de 2011

Não sabia da existência dessa estrela. Mas é tipica do novoriquismo e da mentalidade primária do casal presidencial na sua necessidade de afirma-se com o "isso aqui é meu".Duvido que a nova presidente retire o ornamento. Ninguém vai forçá-la e ela não vai querer comprar a briga assim tão cedo. Caro Frederico, confira no post que fiz há alguns dias pelo link http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/como-fazer-a-estrela-do-pt-sumir-dos-jardins-da-granja-do-torto/

Roberto P. Pedroso em 08 de fevereiro de 2011

Ricardo, só para você acabei de ver -ahahahahahahahah ahahahahahahahahahaha muitos ahahahahahahahahahahahah ahahahaha Christina Aguilera a Vanusa dos Estados Unidos, canta errado o Hino dos Estados Unidos - http://www.youtube.com/watch?v=Sow6qz-u4lY

Wilson em 08 de fevereiro de 2011

Só faltou preencher e estrela com um canteiro de rosas vermelhas. Ricardo, você se lembra do ministro Nestor Jost, governo Figueiredo, que fez um piscina em forma de J na sua casa funcional de Brasília? E dona Marisa achou que estava inovando. A casa do ministro não era propriedade pública tombada, como os jardins do Alvorada. O ego do ministro não deixou de ser absurdo, mas ele não violou a lei. Já no caso do Alvorada, foi feito algo vedado em lei, felizmente já corrigido. Agora falta a presidente Dilma fazer sumir o tal canteiro em forma de estrela do PT da Granja do Torto, que não é tombada mas é patrimônio público e não pode exibir símbolos partidários. Abração

Roberto P. Pedroso em 08 de fevereiro de 2011

ahahahahaha gostei do seu cometário - Estêvão - aquilo é terra de ninguem, menos de Brasileiros do Brasil.

Lilian em 08 de fevereiro de 2011

Setti, É propaganda de cerveja! Abraços! http://www.youtube.com/watch?v=X8-Wf5ZA9TI

Paulo Bento Bandarra em 08 de fevereiro de 2011

Muito mais ilegal e imoral foi o uso da máquina pública como "um projeto de governo" para eleger Dilma. Não é mais o PT que deve se refundar eticamente, mas o país!

Estêvão Zizzi em 08 de fevereiro de 2011

E se boboar ainda colocam a bandeira dos Sem Terra junto! www.linhadiretadoconsumidor.com

Ontoin Xofé em 08 de fevereiro de 2011

Pra esse governo de gente sem escrúpulos, tudo pode. Tudo é tolerável. até quando?

Raimundo em 08 de fevereiro de 2011

PROTESTO CONTRA A CONIVENCIA DA ADM DE UBERABA/MG (adm ex-ministro Anderson Adauto - do mensalão e caixa 2, fazendo escola...), com crime e irregularidade praticada por Servidora. Vítima de furto cometido por Servidora, além de não ter providencia da Adm. tem como resposta: "ELA ROUBA MAS FAZ..."

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