Perguntar não ofende: se Dilma demonizou o “mercado”, por que, afinal, é ali que quer achar um ministro da Fazenda?

Painel da Bolsa de Valores, um dos símbolos fortes do "mercado": amaldiçoado durante as eleições, agora é lá que Dilma vai buscar o substituto de Mantega (Foto: Agência Estado)

Painel da Bolsa de Valores, um dos símbolos fortes do “mercado”: amaldiçoado durante as eleições, agora é lá que Dilma vai buscar o substituto de Mantega (Foto: Agência Estado)

Durante a campanha eleitoral, o “mercado” — essa entidade que nunca se define para o público mas que é o conjunto de grandes, médios e pequenos investidores, dos agentes financeiros de vários tipos que captam seus recursos e atuam em seu nome, o capital estrangeiro e demais fibras musculares do capitalismo — foi devidamente demonizado pela presidente Dilma.

Diretamente, por sua própria voz, ou indiretamente, por vozes anônimas de sua propaganda eleitoral.

A propaganda malévola do lulopetismo transformou Marina Silva, cujo centro de atuação política é a preocupação com o meio ambiente e a sustentabilidade, em “candidata dos banqueiros”, pelo gravíssimo crime de ter o apoio de uma educadora respeitada que, por acaso, sem qualquer ligação com a instituição, é detentora de 1% das ações do banco Itaú.

A proposta de Marina de tornar independente o Banco Central viu-se alvo das mais sórdidas formas de demagogia e distorção — um comercial da campanha de Dilma, por exemplo, mostrava supostos “banqueiros” sentados a uma mesa, sorridentes e felizes, enquanto retiravam a comida da mesa dos pobres.

Com Marina fora do páreo, chegou a vez de Aécio ser transformado em “candidato do mercado”, herdeiro de um governo, o de FHC, que “governou para os banqueiros”, que “quebrou três bancos públicos” (curioso, ninguém percebeu na época), o candidato dos ricos (e, portanto, do “mercado”) contra os pobres — e mais toda a torrente de alucinações que o lulopetismo vendeu como verdade absoluta.

Pois bem, fechadas as urnas, apurados os resultados, onde é que a presidente está buscando um substituto para o ministro da Fazenda, Guido Mantega?

Exata e precisamente no “mercado”. Até o presidente do Bradesco, um dos maiores bancos do mundo, é cogitado.

Perguntar não ofende: Dilma só é contra o “mercado” em campanha eleitoral?

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27 Comentários

  • MARAT

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    Bom! Passada a “ressaca eleitoral”, persiste a “ressaca moral”, a última é devida a NAÇÃO BRASILEIRA, não sei até quando persistirá, ao menos para os que tem consciência moral, ética e histórica.
    Certo ALÍVIO nota-se na urbe(ao menos na minha), temos alívio na pressão social, pressão essa artificialmente criada pelo PT.
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    ALÍVIO, dos movimentos ditos “minorias” tipo: LGBT, MTST, COTAS, ONGismos, etc.. Afinal é hora de contabilizar os LUCROS recebidos durante a campanha e iniciar a “ocupação e distribuição de cargos”, afinal em alguns estados o PT caiu.
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    ALÍVIO dos MAVs, para muitos deles a receita irá cessar até a próxima eleição, terão que arrumar trabalho.
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    ALÍVIO em saber que 88 milhões de brasileiros, NÃO disseram sim ao PT.
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    ALÍVIO em ver a onda de resistência que se espraiou pelo País e ainda repercute, lutando para não se esvair e sucumbir diante das ignomínias sofridas.
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    ALÍVIO ter no País uma mídia honesta, moral e eticamente falando, que busca a verdade a qualquer preço, não calando diante do arremedo nazi/facista instaurado pelo PT.
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    ALÍVIO em saber que a esgotosfera brasiliense, estará mais arejada em 2015. Aos novos ocupantes recomenda-se a utilização de EPIs.
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    Mais aliviado, com tranqüilidade vejo que de ora em diante existem assuntos que devemos manter em pauta, sugiro alguns, tais como: Urnas Eletrônicas, O sistema das urnas(informática), impeachment, mobilização permanente da oposição(chega de marcar passo), criação de mecanismos de vigilância efetivos de contas públicas(sem maquiagem) , bem como, de projetos e remessas de verbas à outras nações.
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    BRASIL! Espero que um dia ACORDES.

  • Reynaldo-BH

    O ministro da Economia de Dilma Roussef é Dilma Roussef.
    A dúvida que hoje é exposta – entre um ex-presidente do Bradesco e um empresário com fábricas no norte de Minas e no Nordeste (onde mão de obra é só um detalhe) – é o exemplo maior do que Dilma pensa. Se pensa.
    Dilma não tem ninguém com um currículo que garanta um mínimo de garantia de tirar o Brasil da areia movediça em que o Brasil foi colocado. Por ela.
    A piada inventada por Lula e mantida por Dilma – o pobre clown que se tornou piada internacional – e que foi demitido e mantido no cargo (em um gesto de subserviência invulgar para qualquer profissional de uma empresa de fundo de quintal) é o mais longevo ministro da Economia que se tem conhecimento.
    E não deixou uma única ação ou proposição que valha a pena ser citada. Uma nulidade que obedecia a ordens, mesmo de quem – acreditasse – sabia ainda menos do que ele.
    Dilma terá dificuldades. Imensas e múltiplas, Já começou com 24 horas pós eleição. Ou escolhe um BANQUEIRO para comandar a economia (fato usado e abbusado pla nojenta campanha movida contra Marina Silva!) ou um derrotado ao senado de Minas Gerais, que do pai herdou somente o nome. Industrial que sempre criou fábricas com benefícios da SUDENE em regiões miseráveis de Minas e do Nordeste, pagando salários abaixo do que se pagaria em outras regiões.
    Um será visto como defensor do que Dilma acusava com crime de comportamento na adversária que destruiu com mentiras e ofensas. O outro, entregando a economia do Brasil a um derrotado em eleições como paga pela fortuna que investiu na campanha que a favoreceu.
    Este é o jeito PT de governar.
    Corre por fora um tal de Mercadante. O maior carreirista – mesmo para os parâmetros do PT – que se tem notícia na história recente do Brasil. O idiotizado economista que defendeu o Plano Cruzado produzindo um vídeo risível (segue em anexo) em um supermercado. O doutorado que criou um tal de “neo-desenvolvimentismo”, que natimorto, foi enterrado em cova rasa na Academia brasileira. Serviu para divertir a banca examinadora composta por Delfim Netto, Luiz Carlos Bresser Pereira, Ricardo Abramovay e João Manuel Cardoso de Mello.
    Delfim considerou a tese “exagerada”. E mais: Segundo a tese de Mercadante, os tucanos teriam se submetido ao chamado “Consenso de Washington”, que ditou as regras de uma política econômica neoliberal.
    “O governo Fernando Henrique não usou Consenso de Washington nenhum”, disse Delfim. “O governo sabia que 30% dos problemas são insolúveis e 70% o tempo resolve”, completou, arrancando mais gargalhadas.”
    João Manoel também mencionou as “barbeiragens terríveis da política monetária” do governo Lula, não tratadas na tese. Criticou o tamanho do trabalho e lamentou que Mercadante não tenha feito uma reflexão sobre o futuro. “Acho que faltou olhar para frente”, disse.
    Este é um dos prováveis ministros. Que transformou uma tese em uma peça do mais vulgar puxa-saquismo que a Academia já assistiu.
    É este que irá consertar o que a ministra Dilma mandou o ministro Mantega fazer?
    “Errei ao dizer que anunciaria uma renúncia irrevogável”. Este é o Mercadante das posições firmes e definitivas.
    Quem Dilma irá escolher para ministro da Fazenda?
    Eu sugiro – por coerência – alguém que tenha sido um porta-voz profissional. Um amarra-cachorro de algum poderoso.
    Faz mais sentido.
    Dilma já escolheu o seu ministro da Fazenda. É ela mesma.
    Sabemos o resultado.

  • João Horn

    Meu caro Setti, permita-me postar um texto aqui.
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    Somos 52 milhões de votantes pró-Aécio (sem contar os brancos, nulos e abstenções que decidiram não optar por Dilma). A dor da derrota é grande, muito grande mesmo. Mas ao mesmo tempo vejo surgir no Brasil um movimento sério contra toda essa porcaria que está aí. Aécio Neves desponta, 4 anos antes do próximo pleito, como o novo grande líder da oposição. Olavo de Carvalho e outros autores começam a ser lidos, entendidos e referenciados sem medo – isso não acontecia antes em lugar nenhum do Brasil. Muitos artistas começam a opinar contra o governo, enfim.
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    Dilma e os candidatos do PT quase não fizeram referência ao seu partido nessas eleições. Ganharam na base do bolsa família e de uma pequena burguesia alienada, só.
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    Isso me dá um pouco de esperança que vamos tirar esse câncer do poder em breve. Em 2015, com a apuração do Petrolão, ainda com uma imprensa livre, vamos às ruas exigir o impedimento da presidente Dilma.
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    Eu já comprei a tinta verde e amarela pra pintar o rosto.
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    Vamos em frente!

  • marcos a. moraes

    Bela pergunta!

    MAM

  • Sylvio Haas

    Acho improvável que um profissional competente e com personalidade marcante aguente trabalhar com Dilma. Ela não sabe, e por isso mesmo não quer delegar autoridade, delega apenas responsabilidade em caso de erros. Ela só se dará bem com pessoas subservientes como o Margarina.

  • marcos a. moraes

    Pois é…Mas quanto custará, visto que não vejo razão alguma para alguém do Mercado aceitar. MAM

  • Payxão

    Será que ainda tem alguém descente que quer este cargo depois de tudo que ocorreu durante a campanha? Vai ser mais um toma-lá-dá-cá.
    O “diabo” já está começando a cobrar a fatura!

  • JB Figueiredo

    O Grande Irmao Lula ja declarou que o Brasil esta seguindo rumo ao bolivarianismo a uma velocidade de fusquinha, 60 Km/hora. Com essa eleicao deu uma acelerada e agora esta a uns 90 KM/hora. Sob Chaves a Venezuela estava a mais de 200 Km/ hora e agora bateram forte contra a parede. Acredito que o fusquinha do nazipetismo vai acelerar. Resta saber se vai cair aos pedacos antes de bater na parede.

  • JB Figueiredo

    Vamos ver se os 52 milhoes que votaram no Aecio vao se curvar a ditadura nazipetista ou vao sair as ruas para cobrar a apuracao isenta dos inumeros esquemas de corrupcao do governo Dilma e seu antecessor. Lula ja deveria ter sofrido impeachment no mensalao e nada disso teria acontecido. E a velha historia do cara que chega mais cedo e pega a mulher no sofa com amante. Nao adianta trocar o sofa.

  • JB Figueiredo

    Quando ela se refere a alguem do “mercado” ela quer dizer Mercadante. Mas sempre tem o Eike Batista, que esta com passe livre, ja que ainda continua solto.

  • RONALDE

    Para a Dilma, “afinado com os mercados” significa um ministro que mantenha as benesses a setores do mercado, diálogos com os “chorões”, com aqueles que mamam nas tetas do Estado. Satisfazendo essa gente, Dilma crê que o mercado se acalme. Nada que seja diferente do que está colocado nos termos da presidente/economista. A sabatina que Dilma fará com pretenso ministro vai se configurar na tese de que inflação baixa conduz ao desemprego. Aceita? Com a resposta afirmativa, está empossado o novo “ministro”……..do mercado.

  • Ricardo A

    Caro R.Setti e pessoal deste espaço. Esse vídeo que postaram poderia ser uma evidencia de fraude eleitoral ? Um absurdo, deem uma olhada. É mais uma para PF.
    https://www.facebook.com/video.php?v=579139538878256&set=vb.100003466457503&type=2&theater

  • JB Figueiredo

    O fusquinha bolivariano pilotado pela “presid*nta” e o “Grande Irmao” esta comecando a acelerar ladeira abaixo no bolivarianismo onde Argentina, Venezuela e Cuba ja estao bem a frente.

  • Anilton Souza

    os petistas não tem projeto, não tem planejamento, não tem equipe para governar. EXEMPLO DISSO, FOI A DEMISSÃO DE 8 MINISTROS DE UMA SO VEZ, E NÃO ERA REFORMA MINISTERIAL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  • Moacir 1

    Prezado Setti,
    Vejamos o que estão pensando da pedreira da Re-PresidentA pelo vasto mundo:
    //
    THE ECONOMIST
    No seu discurso de vitória Dilma Rousseff falou arrogantemente em “unidade”, “consenso” e “diálogo”. Mas a cura das feridas de campanha teve um mau começo,pois que ela nem sequer mencionou Aécio Neves ,que já havia telefonado para parabenizá-la e desejar-lhe êxito.
    As cicatrizes são profundas. Predecessor e patrono de Dilma ,Luiz Inácio Lula da Silva chegou ao ponto de comparar o PSDB com os nazistas no seu já conhecido tom desrespeitoso para com os adversários.
    O PSDB, por sua vez, acusou repetidamente o PT de participar de um esquema de corrupção na Petrobrás, a gigante estatal de petróleo, que supostamente beneficiara o partido de Dilma Rousseff e alguns aliados da coalizão.
    O PSDB está determinado a pressionar a investigação do Congresso sobre o escândalo Petrobras. Esta e outras sucatas iminentes são pouco propícias para o amplo consenso que será necessário para que Dilma possa realizar a primeira prioridade delineada no seu discurso de vitória: a reforma política para tornar o país mais governável.
    O frágil mandato de Dilma – mais fraco que qualquer outro governo desde que a democracia foi restaurada em 1985 – irá tornar muito difícil avançar com mudanças significativas. Sua promessa de realizar um referendo sobre a reforma política merece crédito. Mas uma tentativa anterior, solicitada pelos enormes protestos que tomaram conta do país em junho de 2013 exigindo-a entre outras coisas- foi bloqueada pelo Congresso.
    Brasil precisa sair desse ritmo perverso de nenhum crescimento e de uma alta inflação de 6,7% ao ano. Para fazer isso, Dilma deveria por em prática as ideias econômicas de Aécio Neves, as quais ela demonizou no decorrer da campanha eleitoral e denunciou como responsáveis pela alta taxa de desemprego, taxas de juro proibitivas e salários estagnados durante o mandato do PSDB de 1995-2002. O projeto de Neves pregava ainda ,menos intromissão do governo nos negócios, retidão fiscal e a independência do Banco Central, bem como a reforma tributária e uma melhoria da burocracia impenetrável dos tributos do Brasil.
    Na década de 1990, longe de provocar os estragos apontados pela propaganda do PT , os governos do PSDB ajudaram a estabilizar uma economia atormentada pela hiperinflação e falta de competitividade, preparando o terreno para as políticas sociais de Lula.
    Infelizmente, a presidente não tem mostrado até agora nenhum sinal de reconhecer sequer os problemas estruturais do Brasil, e muito menos a necessidade de mudança de rumo. Empresários esperavam por indícios de trégua no discurso de vitória de Dilma Rousseff, mas só receberam platitudes sobre a necessidade de um crescimento mais rápido e vagas promessas de pontuais apoios para as empresas .Ficaram desapontados.
    O mercado pressionará no sentido de um ajuste fiscal.Mas as chances são de que Dilma mexa nas beiradas do problema e apenas o suficiente para evitar um rebaixamento de classificação doloroso. Na ausência de uma reforma estrutural de pleno direito, o Brasil continuará à deriva, colocando empregos, renda, bem como os programas sociais do PT em risco. A partir de agora, o passeio será mais áspero.
    //
    THE GUARDIAN
    O fedor da corrupção está cada vez mais forte. Quando o partido dos Trabalhadores chegou ao poder em 2002, ele prometeu uma política limpa, mas após 12 anos no poder, parece mais desprezível que seus antecessores. O governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi manchado pelo escândalo do mensalão de compra de votos. Dilma enfrenta agora o que pode vir a ser uma crise ainda maior na Petrobras, a empresa estatal de petróleo, após revelações de enormes subornos recebidos pelo partido no poder e seus aliados. Na última semana da eleição, a revista Veja publicou alegações de que Dilma e Lula estavam cientes da ilegalidade. Eles negam isso e ganharam uma liminar impedindo a comercialização da história, mas as investigações estão em curso e inimigos políticos atentos para a possibilidade de usar o escândalo para forçar demissões de funcionários-chave e talvez até mesmo tentar o impeachment. No mínimo, as alegações serão uma grande distração.
    Finalmente, a situação econômica e geopolítica mais ampla é tudo menos benigna. Graças à forte demanda chinesa por commodities, o Brasil foi capaz de enfrentar a crise financeira global e marcar 7,5% de crescimento do PIB em 2010. Este ano, no entanto, uma desaceleração na China diminuiu os preços do ferro e da soja, o investimento nacional e demanda estão fracos, e a economia brasileira caiu em recessão. A confiança das empresas é a mais baixa em uma década, as agências de rating têm marcado Brasil perto do status de lixo, o real caiu 34% nas trocas de moeda e os mercados financeiros globais – bem como a mídia nacional – se voltaram de forma agressiva contra o PT, como ficou evidente na queda inicial de 6% em ações brasileiras, logo que começou o pregão após o resultado das eleições. Rousseff reconheceu deficiências na gestão e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, vai deixar o cargo após oito anos. A decisão sobre o seu substituto será um indicador-chave da direção que o governo pretende tomar nos próximos quatro anos e de como Dilma tenta equilibrar as demandas de seus principais apoiadores no sentido de mais distribuição de renda e a pressão dos mercados em prol do crescimento e de uma economia mais favorável às empresas.
    A questão agora é se o governo da petista terá o dinamismo, a criatividade e a agilidade para enfrentar os recentes desafios criados pela crescente expectativa da classe média, num ambiente degradado
    “Fizemos muito. Nós vamos fazer muito mais ” a presidente prometeu no dia da eleição. Ela poderia ter acrescentado que fazer seja lá o que for, qualquer coisa, vai ser muito mais difícil
    //
    Abc

  • Emília

    Acho que ela vai ficar com o Mantega, pois não vai sobrar ninguém, e o Mercadante compete com ela em tamanho de ego.

  • RONALDE

    Está escolhida a nova Ministra da Fazenda do Brasil. Trata-se de Dilma Roussef que acumula o cargo de presidente do país.

  • Ricardo

    Vai ser difícil encontrar algum xeleléu petista, que não tenha nenhum conhecimento na área econômica, e que tenha saco para levar todo dia um esporro de Dilma!
    Só me lembro de um:
    O Mercadante: é petista, é xeleléu, não sabe nada de economia, tem saco, e adora levar esporro da chefe!

  • Ricardo

    Para o BNDES poderia ser o Eike Batista!
    Elle circula muito bem por lá!

  • Payxão

    Augusto Nunes no seu blog, publicou sobre o responsável do site Brasil247 na qual o doleiro Youssef tinha uma anotação, pois não é que fui da uma olhada nessa coisa e lá tem uma notícia sobre quem poderia ser fazer parte da equipe economica, um cara do Bradesco, outro do BTG, o do Conteminas, e ainda do Pão de Açúcar. Não acreditei no que li, depois de satanizarem a Neca, mas como o site é “vermeio”……

  • anonimo veneziando

    A cumpanhêra przimdemta, ex-bnrizolemta, ex-dona de loja de um e noventa e nove e noventa, está a procurar um economista no mercado que seja comunista. Que tal o Serra?

  • Skarilha4

    Alberto Youssef para Ministro da Fazenda, eu apóio! Seria o único ministro que já vem com dez bilhões em caixa (dois). Isso é que é um pibão! E segurem as pontas por aí, caro Setti: se precisarem de um kamikaze para se postar diante dos blindados da patrulha ideológica do governo apontados em direção à Editora Abril, podem me contatar. Saio da vida para passar às estatísticas, numa boa!

  • Alexandre Sampaio Cardozo de Almeida

    São Paulo, 29 de outubro de 2.014

    Prezado Setti,

    Não sei não…, gente competente, que entende do assunto em governo ilegítimo esquerdopata? Para mim, o próximo estafeta a assumir o Ministério da Fazenda, será o indefectível Mercadante. Afinal de constas, mudam-se os fantoches, mas quem os manipula, todos sabemos quem é: Dilma Vana Rousseff.

  • Luiz Oliveira

    Um dos principais nomes para substituir o notável Mantega é ninguém menos que Aloizio Mercadante, o sujeito que levou 12 (!!!) anos para concluir um mestrado em economia na … UNICAMP e mais 15 anos (!!!) para concluir um doutorado de economia também na UNICAMP. Quase trinta anos para terminar estas duas pós graduações. Um grande feito. Nada mal para um candidato a Ministro da Fazenda deste governo proletário que chutou de vez o pensamento econômico burguês que só se preocupa com os banqueiros e os ricos…
    A dissertação de mestrado do iluminado tem como tema o Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo. Uma belíssima e original contribuição ao pensamento econômico, sem dúvida alguma.
    A tese do preclaro, defendida em 2010, foi uma recauchutagem de livros publicados anteriormente pelo mesmo exaltando o governo lula. Mais uma espetacular manifestação de talento deste pensador econômico, de grande estatura intelectual, que teria todas as condições de ganhar um Nobel de Economia. Pensam que estou brincando?
    Um dos muitos prêmios recebidos por este notável e inigualável economista foi o troféu Dom Pedro Casaldáliga, conferido pelo movimento Sem Universidade. Casaldáliga, para quem não sabe,é aquele clérigo católico, dentre muitos, conhecido por ser afiliado da Teologia da Libertação e por fomentar maciçamente a invasão de propriedades rurais pelo MST.
    Mais informações no currículo Lattes do ilustre Mercadante estão aqui http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4327817H7 .
    Mercadante não tem um único artigo científico publicado, seja em revista nacional ou estrangeira, poderão objetar alguns. Mas que manifestação mesquinha de ranhetice! Isso seria implicância de invejosos e de recalcados.Quem disse que ter contribuições científicas à economia é algo relevante no critério de escolha de um Ministro da Fazenda? Somente um burguês alienado pelo pensamento neoliberal, ou algum integrante da direita raivosa, poderia considerar ser algo fundamental para um economista que se preze ter publicações científicas em revistas respeitáveis. O importante, neste governo popular e amigo dos pobres, é que o sujeito simplesmente reconheça a grande e incomparável obra do lula para tornar o Brasil uma nação invejada até mesmo pela Suíça. Neste quesito, não há ninguém à altura de Mercadante. Quem, no momento, teria defendido uma tese de doutorado reconhecendo que foi lula o grande mentor do salto econômico que fez o Brasil se tornar hoje o país que os grandes investidores internacionais mais admiram, tornando realidade o sonho do país do futuro? Não há termo de comparação. Só não vê quem não quer.

  • Moacir 1

    Prezado Setti,
    O PT está com medo perder espaço no segundo mandato da Re-PresidentA. O raciocínio é que a ex-PostA pode vir a “fabular” que sozinha venceu as eleições,superando o desgaste do PT e a fadiga de material da sigla.Lula só entrou para valer na desconstrução eleitoral quando a coisa já está no vale tudo “nazista” e “mulher da vida” e “playboy” e “bêbado” e tome abaixo da linha da cintura.Com direito a perdigotos.
    Esta distância do Luizinácio poderia indicar uma nova etapa no filme de terror “O Criador e a CriaturA”.Luizinácio, que ninguém duvide,vai tentar regular a verdadeira MinistrA e interferir no novo governo ,já que em 2018, o que estará em jogo será a pele DELE.
    De olho na sua príxuma eleição Luizinácio precisará evitar que a PostA trate o mercado como inimigo e os empresários com patológica desconfiança e que,centralizando tudo, não chegue a lugar algum.Caso Dilma Reload falhar, se elA fizer um governo impopular, o CO -PresidentO dançará.Portanto acho que o Palanqueiro vai tentar demitir sumariamente o secretário do Tesouro, Arno Augustin,que foi humilhado por ele recentemente e em públicocom relação ao crédito.O “probrema” é que a Re-PresidentA adoooora o Arno, que mais que o Guido é o verdadeiro responsável pelas barbaridades na política fiscal delA.Outro que deverá ir para casa é o Márcio Holland e condenado a fazer uma dieta a base de ovos.
    Portanto o Nelson Barbosa,no meu entender, desafeto e ex-secretário-executivo do Mantega, que já estaria falando por aí como ministro da Fazenda e sondando futuros membros da sua equipe ,para mim é o candidato com mais chances ,por contar com o apoio do Co-presidentO e ser bem visto pelo mercado financeiro.
    Luiz Trabuco , presidente do Bradesco,que estaria interessado nesta mancha no currículo ,pois pelo estatuto do banco , em 2015 , ao completar 65 anos deverá deixar a presidência? Duvido.Trabuco acaba de ser nomeado Vice-Presidente do Conselho de Administração do Bradesco e almeja, isto sim, a cadeira de Lázaro de Mello Brandão, o atual presidente do Conselho. Depois como é que esse comissariado desprovido de princípios depois de ter acusado a Marina de pretender entregar o Brasil aos bancos – leia Neca Setúbal -e tirar a comida do prato do povo ou os cadernos das mãos das cruançinhas vai apresentar para o eleitorado – vítima de estelionato- um banqueiro como seu Ministro da Fazenda?
    Mercadante , apesar de medíocre economista , não é besta de sair de uma toda poderosa Casa Civil para cometer economicídio.
    Talvez só mesmo o Jacques Wagner – Axé! Meu Pai! – tenha cara de pau suficiente,para sem corar, explicar ao agitado mercado que,como tão bem explicou a Re-PresidentA num debate da vida, 3% de inflação é igual a 15% de desemprego.Além de, of course, fazer todo mundo abstrair que o desmonte petista do setor elétrico foi o saldo da pior seca dos últimos longos 80 anos, mas que porém,contudo e todavia o desabastecimento d’água em lá em São Paulo, foi falta de discernimento e planejamento tucano.
    Como tão bem afirmou The Economist, a Re-PresidentA só será capaz de tirar o Brasil do buraco que ela mesma cavou se adotar – e urgentemente – o programa tucano de governo de Aécio Neves.
    Abc

  • Antonio Marcos

    Olá,

    Não vejo problemas investir no mercado.
    O real problema acontece quando o governo resolve investir no mercado esquecendo-se do povo. Ex: FHC.
    Não basta somente investir no sul e sudeste, mas sim em todo o Brasil.
    Afinal, os mesmos estudiosos, que se vangloriam de saberem de muitas coisas, esquecem-se do básico: Estamos em uma democracia, ou seja, vence quem tem a maioria.
    Não adianta governar para poucos esquecendo-se dos menos favorecidos.
    Como diz o ditado: Em terra de caolho, quem tem 1 olho é rei.
    Os super estudados, se esqueceram que tentam governar para ricos em uma terra cheia de pobres.

  • Meia Verdade

    O mais difícil para Dilma, será enfrentar a própria Dilma.
    “O coração valente se parte entre o bem e o mal”