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Agora, “neste país”, também o acesso ao mercado de trabalho por critérios que não o mérito (Ilustração: aei.org)

O governo rumina a ideia de colar um adesivo na testa de cada brasileiro conforme sua “raça” — algo que, cientificamente, não existe, excetuada a raça humana — para também reservar quotas em empregos para determinados grupos populacionais.

Quer dizer, numa fase da história do mundo em que a competitividade é, mais do que nunca, fator crucial para que países se desenvolvam e se destaquem, abre-se uma brecha no único critério que deve medir o acesso de uma pessoa a qualquer cargo, posto ou posição: o conjunto de suas qualificações profissionais, sua bagagem, sua base educacional, os esforços desenvolidos ao longo do tempo para adquirir conhecimento, seu talento, sua experiência (quando for o caso).

Em uma palavra, o MÉRITO.

Que, como no caso das quotas para universidades, vai uma vez mais para a cucuia.

 

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joão em 02 de junho de 2012

O senhor tem razão, realmente não acompanho o blog nem sou comprador da revista, pois como filho de uma negra e um nordestino, só a pouco tem tempo, devido ao meu esforço sobre-humano, consegui sair da favela, passar em um concurso público e dar um mínimo de dignidade aos meus filhos, inclusive comprando um computador. Caro jornalista, um comissionado, que esta lá por ser amigo de alguém, e um negro, que foi a vida inteira discriminado e se beneficiou de uma política de cotas, estão, para o senhor, na mesma situação?

Corinthians em 01 de junho de 2012

Mas sou obrigado a reconehcer - estas cotas são bem menos deletérias do que as cotas invisíveis para quem tem a carteirinha do partido no serviço público, conforme já publicado em matérias.

Corinthians em 01 de junho de 2012

Ué, vai junto com o Brasil para a lata do lixo. Afinal, hoje o que mais vale é sua genética e suas escolhas, e não sua competência. Mesmo à luz das provas tenta-se uma política fadada ao fracasso e ao atraso. Coloca-se a discriminação do bem, como se isso fosse possível. Pior - o estado incompetente vai dizer quem você deve contratar e quem não deve. Com isso abre-se a certeza de que, na falta de pessoas qualificadas, empresas abram vagas somente para preencher as cotas, com o menor salário e responsabilidades possível. Abre-se a certeza de que durante uma reunião, discussão ou projeto a opinião do cotista seja alvo de dúvidas - afinal como garantir que ele não está só ali por ser cotista ? Pior será quando os clientes que receberem algum serviço incorreto ou errado levantem dúvidas quanto à isso. É a velha solução errada e simples para um problema complexo. Mas não é como se eu esperasse lógica ou inteligência de um governo que desconsidera a história melhores práticas ao governar. Cheguei a pensar em pedir para meus filhos que se declarassem pardos, mas serei obrigado a concordar com Lulla em um quesito - dada a educação no Brasil, o melhor mesmo é mandar os filhos estudarem fora. Hoje minha grande meta é juntar dinheiro suficiente para conseguir uma boa faculdade para eles nos EUA, ou Inglaterra.

joao em 01 de junho de 2012

Existe cota para tudo nesse país, mas quando fala que é para beneficiar o negro causa essa indignação. Existe juiz federal que jamais fez concurso, os melhores salários são dos comissionados que jamais fizeram concurso, existe cota na política disfarçada com o nome de coeficiente eleitoral, cota para mulheres na política, enfim cota para tudo e eu jamais vi o nobre jornalista se indignar. Por que será senhor Ricardo e seus alienados comentaristas? Meu caro João, você não viu eu me indignar em relação a esses problemas porque, certamente, não é leitor costumeiro do blog. Por exemplo, há mais de 20 anos escrevo baixando o porrete nos comissionados e defendendo que não existe "cargo de confiança" do político ou do governante -- existe cargo de confiança do Estado e da sociedade, e todos os ocupantes de cargos públicos "de confiança" deveriam ser funcionários concursados. E por aí vai. Não cometa injustiças comigo, tá? Um abraço

Noiado em 01 de junho de 2012

Se isso me ajudar a arrumar um emprego ou estágio promissor então eu topo. Embora seja um baita branquelo, meus avós maternos eram dois baianos negros e porretas, se eles sofreram os efeitos nefastos da escravidão de nossos antepassados negões, eu posso alegar que o racismo no Brasil tem me desfavorecido em relação aos outros branquelos descedentes de europeus né? Já que o Brasil maravilha do PT não tem sido generoso com esse 'caucasiano' universitário - e estudioso, na hora de ir na luta por um lugar no mercado de trabalho, vou resgatar minha negritude escondida nas gerações antepassadas.

Pedro Luiz Moreira Lima em 01 de junho de 2012

Setti: Sou a favor da politica de Cotas. Um abraço Pedro Luiz

Nena em 31 de maio de 2012

A crise de conhecimento já anda solta. Há falta de engenheiros, analistas, economistas, etc, é evidente, e o próprio governo tem acusado que nos projetos e execuções falta mão de obra qualificada. Tenho visto com grande preocupação este protecionismo que visa quantidade ao invés da qualidade. As universidades "criadas na padaria da esquina", como qualificou um comentarista no programa Painel, de William Waak, tempos atrás, sem estrutura material, funcional e docente, estão fadadas a fornecer diplomas a ignorantes que irão ao mercado de trabalho sem o mínimo de competência para tratar e resolver os mais elementares problemas ligados á sua profissão. Mas é intenção do governo entupir o Ensino Superior com os desprotegidos e usar números e estatística para autopromoção. No entanto, se se perguntar a um professor universitário sério como chegam os alunos à Universidade vemos algo constrangedor: chegam sem saber ao menos ler corretamente, e com isso, não entendem, não sabem pesquisar um tema, não sabem como se faz uma apresentação, não tem conclusões, enfim, não sabem como estudar. Metodologias que dão tudo mastigado no primeiro e segundo graus não forjaram o estudante. E é aí que o começa a distorção. Professores guerreiros e responsáveis, estes que tentam reverter a situação. Uma Educação verdadeira, que não visasse apenas resultados estatísticos imediatos deveria contemplar um rígido plano de médio e longo prazo, muito bem estruturado, com objetivo de formar hábitos e caracteres. Essa distribuição de oportunidades fantasistas só tende a piorar o quadro. O mérito deveria sim ser o parâmetro de escolha e incentivo.

Hades em 31 de maio de 2012

É impressionante constatar a má fé daqueles que professam e tentam impor à sociedade a desqualificação do mérito. Sob o argumento de que é necessário reparar supostas injustiças cometidas por outras pessoas, de outras gerações, em outros contextos, deixam de lado a razão e abusando explicitamente do sentimentalismo e do falso humanismo buscam tocar as pessoas se aproximando e condescendendo com aquelas que não têm mérito, as más por natureza, os fracassados, os mentirosos e os trapaceiros. Assim tentam fazer-nos crer que estas últimas, subitamente, adquiriram algum tipo de valor. Querem que todos acreditem nisso chamando os que discordam de suas práticas de tolos e insensíveis. O mérito é uma conquista pessoal, intransferível e concedida a uma pessoa pelos seus pares. Não pode ser autoconcedido nem imposto por decreto à custa do menosprezo do mérito alheio. É imoral diminuir as pessoas que têm habilidades, ambição, persistência e capacidade de trabalho desqualificando as suas virtudes e não as suas falhas. Quem assim age o faz pelo ódio do bom negando o que o outro considera como valor. Na verdade além de constatar a má fé percebo uma atmosfera de inveja em torno das pessoas que têm este comportamento.

theo em 31 de maio de 2012

Mérito? Para que? Por isso nossa produtividade anda a passos de tartaruga.

Nena em 31 de maio de 2012

Estou pedindo SOCORRO: sou branca, hétero, filha de um pequeno sitiante, antipetista, aposentada, pago impostos, honesta, penso por mim mesma, atualizada, antiterrorista, sem foro privilegiado, vulnerável ao telemarketing, ongs e receita federal, e ainda por cima, mulher, classe que a dillma quer proteger a todo custo de acordo com seus padrões. E BRASILEIRA, que vê o país sendo desmoronado pela inversão de valores na Educação, Saúde, Segurança, Saneamento, Ética, Mérito, Política, Diplomacia, Imprensa, Justiça, Cidadania, por um bando de ideólogos cafajestes que não amam o meu país, mas que mandam Nele. Em tempo, corrijo: não há apenas inversão de valores, é implosão mesmo. SOS!!!

Marco em 31 de maio de 2012

Dom Setti: 1 lugar, parabéns pelo texto, curto e grosso, como se diz aqui no sul, quando esse governo fala em vagas ou cotas, a única preocupação é de caçar votos para constar em folhas de pagamentos, ou dos serviços públicos e agora dos privados. É sempre extorsionário, uma forma de dispêndio para tomar e sustentar quem nada oferece em troca, totalmente desnecessários. Mas pq o atual governo adora essas reformas energéticas de fregueses eleitorais q não conseguem se estabelecer por conta própria, pq a maior parte da sua gangue de parasitas não consegue empregos particulares. Então eles precisam encontrar argumentos para a manutenção desse curral eleitoral, a produção Nacional hoje e o rendimento está cada vez mais decaindo, com esse consumo improdutivo, auxiliado por esses modelos "sociais" desses funcionários burocratas desnecessários. Abs.

Plínio em 31 de maio de 2012

Concordo em gênero, número e grau com você, Ricardo. Sabe-se, por exemplo, que esse negócio de cotas raciais para universidades surgiu nos Estados Unidos, na década de 1960, e veio para corrigir uma distorção bem específica daquele país e daquela época, que era a existência de universidades só para brancos ou só para negros. Lá, funcionou como política de ação afirmativa. Aqui, como não temos esse tipo de divisão, tem funcionado apenas como política de ação demagógica e eleitoreira. O verdadeiro problema - e não é possível que o governo não saiba - está na péssima qualidade de nosso ensino público básico e fundamental. O fato de que somente uma pequena parcela dos que se consideram negros cheguem a prestar o vestibular, e de que uma parcela ainda menor chegue em condições de igualdade com os demais candidatos, é somente uma evidência gritante dessa realidade. Lamento profundamente que os membros do STF tenham ignorado solenemente alguns dos pronunciamentos mais contundentes e irrefutáveis que já ouvi contra a adoção de cotas raciais em universidades, proferidos em audiência pública promovida por eles próprios. E lamento mais ainda que isso já comece a contaminar setores mais amplos de nossa sociedade.

Mário Soares - Portugal em 31 de maio de 2012

Infelizmente o funcionalismo público já faz isto, para desgosto daqueles que são competentes e que trabalham de fato. As quotas a que me refiro no funcionalismo público federal, por exemplo, constituem os milhares de cargos de comissão (sem concurso, claro) dados aos militantes petistas e outros da base alugada. Temos é de acabar com este abuso, e não estendê-lo a outras esferas. Senão, será o fim do que ainda resta de decente no Brasil. A Era da Mediocridade lullo-petista foi longe demais. BASTA!

Fernando em 31 de maio de 2012

Que MÉRITO coisa nenhuma! Podemos depois evoluir para: homosexuais (GLBTXYZ) e não-homosexuais (se ainda existir), judeus e não-judeus, arianos e não arianos, gordos e não-gordos... Aí teremos uma "sociedade mais justa"! Só espero estar morto até lá.

Berlatto em 31 de maio de 2012

Setti, esse é o legado do Lulo-Petismo às futuras gerações. O total rebaixamento das instituições brasileiras. E, agora, o total rebaixamento do mérito. O último apague a luz...Abs.

Newcomer em 31 de maio de 2012

Prezado Setti, Este pessoal a favor das costas é tão desligado da realidade que dá até pena. Trabalho em uma Universidade Federal em sua escola de engenharia que está entre as mais respeitadas do país. São 07 técnicos de laboratório, aprovados em concurso público em iguais condições de avaliação em diferentes épocas. Somos 3 brancos, 3 negros e 1 pardo (pelo sistema de cotas seriam 4 negros). Pelo sexo somos 3 homes e 4 mulheres. Ou seja, em disputa igualitária, com base na mente desvirtuada de muitos cotistas, as minorias estão mais representadas neste segmento do que a maioria. Fica a pergunta: para manter então a proporcionalidade apregoada pelos defensores das cotas, os negros e as mulheres seriam preteridos de aprovação em um próximo concurso? Acredito que muitos defensores das cotas não seriam capazes de progredir profissionalmente pelos próprios méritos, com isto, dificultam o caminho daqueles que foram capazes de avançar profissional e socialmente pelo próprio esforço. É lamentável.

Observador100 em 31 de maio de 2012

Caro Setti Sempre achei que esta história de cotas "racias" era pura demagogia. Aprovaram para as universidades públicas e agora a coisa está saindo de controle. Agora aguentem! abraço

fpenin em 31 de maio de 2012

Setti, Você acha que os bandidos e os gângsteres estão preocupados com mérito?

Anônimo Veneziando em 30 de maio de 2012

Se a política de cotas em empregos vier também para os homossexuais, vai ter neguinho dando o c* para conseguir um emprego!

Titus Petronius em 30 de maio de 2012

Proponho a criação de cotas para asiáticos em times de futebol.

duduvieira10 em 30 de maio de 2012

Prezado Setti: No Brasil, esse nosso Brasil mesmo! Onde 90% da população são messigenado onde é que quer chegar esse perfeitos idiotas latino americanos com essa palhaçada de cotas??

katlyn em 30 de maio de 2012

Isso é o fim da picada. Subestima a inteligência e a capacidade dos alvos dessas políticas.

Joe em 30 de maio de 2012

Prezado Setti, notícias como essa devem envergonhar qualquer pessoa séria, não comprometida com interesses inconfessáveis e com a intenção de levar vantagem em qualquer oportunidade que se lhe apareça. Há anos que vemos no Brasil interesses menores de grupos de pressão, a esquerda e os espertinhos mais organizados, sendo atendidos, enquanto os brasileiros sérios, aqueles que se levantam cedo, dão duro o dia todo no trabalho e depois vão à escola, esfalfando-se, na certeza de que dias melhores virão, são preteridos. Independentemente da cor, o que viceja no Brasil é a falta de oportunidade aos menos bafejados pela fortuna, àqueles que vindo de famílias desestruturadas, não tiveram a oportunidade de frequentar uma escola decente, vivendo sempre nas franjas da sociedade. E isso não é apanágio do branco, negro, amarelo ou vermelho. O que faz as pessoas diferentes é a possibilidade de acesso ao conhecimento, e não a sua cor. É óbvio que é mais fácil manter o populacho na ignorância e jogar migalhas a uma cor de pele(raça ????), porque assim se mantém o voto de cabresto e eterniza-se no poder. Dizer que é o resgate de uma dívida passada, em virtude da escravidão, se for de boa fé, é desconhecer a história, ou então é má fé para obter vantagem mesmo. A ignomínia da escravidão foi alimentada pelos próprios negros africanos, que vendiam seus prisioneiros de uma guerra que até hoje não acabou. A tribo da qual vinha Zumbi fazia escravos, sendo uma hipótese levantada por modernos historiadores que em Palmares foram reproduzidos os costumes das tribos de origem, tudo levando a crer que também lá pessoas eram escravizadas. Essa página vergonhosa da história da humanidade foi escrita por mãos multicoloridas e não unicamente por mãos brancas. Não reconheço qualquer dívida histórica. Deverá a Espanha indenizar a América pelo massacres perpetrados por Cortez, Pinzón e outros ? São circunstâncias históricas que devem ser estudadas, para que jamais sejam esquecidas e nunca se caia na tentação de repeti-las, mas impor expiação eterna a alguém baseado em sua cor é tão ignominioso quanto os atos que se pretende expiar. Os europeus e asiáticos que vieram ao Brasil para substituir a mão de obra negra também foram escravizados nesta terra. Famílias que não tinham o menos conhecimento desta língua estranha foram separadas, moravam em galpões e estavam sempre a dever ao Senhor, se fugiam eram caçados e maltratados. Devem os seus descendentes pagar por uma conta que jamais existiu, tendo sido eles mesmos tratados como escravos ? Quando garoto, morava na periferia, juntamente com outros tão pobres como eu. Não éramos brancos e/ou negros, mas unicamente garotos pobres de periferia. Dos meus amigos, alguns se mataram de estudar, outros somente se mataram e foram mortos. Tivemos um, negro, que se transformou em verdadeiro show-man, dando aulas nos mais concorridos cursinho. Outro, negro, que concluiu o doutorado em história. Tivemos brancos que se formaram em direito, engenharia e outras profissões dignas. O eixo em comum: muito trabalho, noites em claro estudando e a certeza de Deus fez a todos iguais, as pessoas é que se fazem diferentes. Tivemos os que, desgraçamente sem uma estrtura familiar, entenderam que a vida poderia ser mais fácil, levantar mais tarde, obter algum dinheiro com malandragens ou drogas. Essesm brancos ou negros, ficaram pelo caminho. Tivemos um, que embora não fosse de nosso grupo, morava na "rua de cima". Esse chegou tão longe em sua "esperteza" que o "Esquadrão da Morte" o levou. Ele era branco. Em todos esse casos, a cor da pele é o que menor importância tinha, a única coisa que realmente fazia a diferença era a possibilidade de ter uma família que exigisse um comportamento reto e o esforço diário na certeza da melhora. Hoje os esquerdóides acham que cobrar retidão de uma criança é crime, que o professor pode ser humilhado em uma sala de aula e que uma pessoa deve ser estigmatizada e ter as suas legítimas aspirações preteridas, unicamente porque cometeu o crime de ser branca. Até quando ?

Democracia Vacina Anti-Petralha em 30 de maio de 2012

MAIS UMA PROPOSTA FORA DE RUMO ,A VELHA RETÓRICA DAS RAÇAS CRIADA PELOS OPORTUNISTAS DE PLANTÃO ,EM DEFESA DO QUE?? AFINAL TEMOS UM RELATOR QUE AUMENTAR O INVESTIMENTO EM EDUCAÇÃO EM 10% DO PIB ,PARA ESSE INFELIZ E DEFENSOR DO ANALFABETISMO DEIXA CLARO DO PORQUE EXISTEM AS DIFERENÇAS INTELECTUAIS NA FORMAÇÃO DE DEZENAS DE BRASILEIROS QUE INFELIZMENTE ,POR DIVERSOS MOTIVOS ,TAIS COMO FALTA TOTAL DE INCENTIVO AO ESTUDO COM UM TRABALHO DE BASE NO ENSINO FUNDAMENTAL FORTEMENTE PREPARADO ,PARA QUE ESSAS MESMAS CRIANÇAS SEJAM POBRES ´MÉDIAS ,RICAS TENHAM A MESMA QUALIDADE DE FORMAÇÃO E COM CERTEZA NÃO TEREMOS DIFERENÇAS INTELECTUAIS COMO EXISTEM HOJE ,PELA FALTA TOTAL DE APOIO DO ESTADO EM DIRECIONAR OS MAIORES RECURSOS PARA A EDUCAÇÃO EM PREPARARA PROFESSORES ,EDIFICAÇÕES COMPLETAS PARA OFERECER TODA NECESSIDADE EDUCACIONAL E A PREPARAÇÃO DOS PAIS DESSES ALUNOS DO FUTURO PARA A NECESSIDADE DE SEU FILHO SER ALGUÉM E PODER MUDAR OS RUMOS DESSA FAMÍLIA E ISSO SIM SERIA INVESTIMENTO NA EDUCAÇÃO ,MAS UM PAÍS QUE NÃO COLOCA A EDUCAÇÃO COMO UMA PRÁTICA INTOCÁVEL EM SUAS VERBAS,COM CERTEZA ACHA MAIS FÁCIL INVENTAR UMA NOVA RAÇA ,ATÉ ENTÃO DESCONHECIDA DO MUNDO ,PORQUE O QUE SABEMOS DA EDUCAÇÃO QUE RECEBI ,QUE EXISTE APENAS A RAÇA HUMANA ,RAÇA CANINA ,RAÇA DE EQUINOS ,RAÇA DE CAPRINOS ,MAS RAÇA DO JUMENTO SO TEM UMA E ISSO É UM FATO E TUDO PREPARADO POR UMA INVASÃO DE ANALFABETOS DENTRO DESSE DESGOVERNO QUE COMPRARAM DIPLOMAS ,PORQUE SOMENTE NO BRASIL EXISTE ESSAS MALDITAS COTAS QUE DEFINE UMA NOVA RAÇA ,BRASIL DO ATRASO SEMPRE ,CONTINUA O SEU LEGADO DE IMBECIS.

Salvador V.Conceição em 30 de maio de 2012

A insensatez mais a burrice ideológica, que é a marca esquerdista, des ontente om a queda do muro de Berlim, há mais de vinte anos, não se conforma e a todo custo quer nivelar a mediocridade.

JT em 30 de maio de 2012

Viver e trabalhar no Brasil é como ser piloto de Fórmula Indy. Não adianta ter o melhor carro e ser o mais talentoso, pois sempre há um retardatário rodando na pista e a direção de prova dá bandeira amarela, emparelhando todo mundo. Então, os pilotos medianos conseguem andar junto dos melhores. A torcida aplaude, mas o resultado da corrida fica duvidoso... Deve ser muito ruim praticar um esporte manipulado pelos juízes.

payxao em 30 de maio de 2012

Nas próximas eleições presidenciais teremos também cotas raciais? E no Congresso Nacional? Cuidado empresários, as cotas também chegaram a vocês. Vão procurar o quer fazer......

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