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Voto na Flórida, a “última palavra” em tecnologia: se não mirassem o próprio umbigo, autoridades de lá poderiam aprender com o Brasil método mais simples, rápido e barato

Amigas e amigos do blog, as autoridades do condado de Dade, na Flórida — que abrange a maior cidade do Estado, Miami, e cidades circunvizinhas — estão prosas com um sistema de voto de “alta tecnologia”, que seria a “última palavra” em matéria de voto eletrônico para as eleições presidenciais, para o Senado e a Câmara dos Representantes no dia 4 de novembro próximo.

Sempre mirando o próprio umbigo, se algum dos envolvidos no processo desse um pulo no Brasil descobriria um modo mais simples, mais fácil, mais rápido e certamente mais barato de votar — sem contar a rapidez nas apurações.

Sim, de vez em quando temos muito a ensinar, mesmo a um gigante como os Estados Unidos.

Além do vídeo, confiram a verdadeira bula de remédio que é como se vota em Miami.

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Marcus em 13 de setembro de 2012

Setti, Acho muito improvável algum tipo de fraude no nosso sistema eleitoral. Dando uma olhada nesses sites contra o voto eletrônico, tudo parece muito com as famosas teorias de conspiração. Vejamos as possibilidades: a) Fraude no sistema central do TSE: nesse caso, o sistema central em Brasília seria comprometido (ou os sistemas regionais dos TREs). Assim, as urnas registrariam os votos corretamente e enviariam seus resultados para a central. Na central, os votos seriam modificados em favor de algum candidato. Esse caso parece, a primeira vista, plausível, porém é de execução extremamente difícil sem deixar rastros. Principalmente porque haveria inconsistência entre os totais de votos saídos das urnas e os apurados no computador central. Bastaria verificar os boletins de urna gerados no fechamento da seção eleitoral e entregues aos fiscais dos partidos, somar os totais de cada urna e comparar com o resultado oficial. É difícil, principalmente em casos de eleições presidenciais com milhões de votos, mas com certeza os maiores partidos tem estrutura para isso. Ainda assim é muito mais rápido que recontar voto a voto em papel. No caso de fraude apenas no TSE seria mais fácil ainda verificar pois os totais apurados nos TREs não bateriam com o total geral, seria uma fraude gritante e muito mal executada. b) Fraude nas urnas: nesse caso, a própria urna seria violada e modificada para gerar votos a favor de algum candidato. Mais difícil ainda, pois demanda um grande trabalho de alterar o software de cada urna. Além disso, as urnas vem com listagens diferentes de candidatos, um erro na hora de executar a fraude e apareceriam votações para candidatos inexistentes ou de outras regiões. O software ou o banco de dados poderiam ser corrompidos no processo, inutilizando a urna. Ou pior, um simples bug poderia gerar votações esdrúxulas em favor de algum candidato ou bagunçar as totalizações, incompatibilizando o número de votos e o número de eleitores da urna. Ou então poderiam aparecer aberrações estatísticas na totalização de votos por região. Enfim, qualquer pessoa que tenha trabalhado com desenvolvimento de software pode imaginar várias situações onde erros apareceriam no processo de fraude. Isso é potencializado porque o fraudador, teoricamente, não tem a estrutura e o tempo necessários para fazer todos os testes. A não ser que o próprio TSE e toda a cadeia de produção e distribuição das urnas estejam comprometidos… mas aí teríamos um SuperPartido dando as cartas, e alguém já teria dado com a língua nos dentes, como no caso do mensalão, ou viveríamos na China. Coisas como algum supervírus capaz de ferrar com as urnas também são improváveis, pois as urnas não estão conectadas em rede e muito menos na internet. Qualquer vírus teria que ser implantado urna a urna, com acesso físico a elas, e com todas possibilidades de problemas citadas anteriormente. Outra coisa que se fala é que os institutos de pesquisa são comprados, pra ninguém desconfiar do resultado final. Nesse caso, temos mais um elo na cadeia pra ser controlado, suscetível a falhas e vazamentos, além da necessidade de fazer bater os resultados fraudados das eleições com o resultado comprado das pesquisas. Enfim, não é impossível fraudar eleições eletrônicas, assim como não é impossível fraudar eleições tradicionais. Mas é extremamente difícil, sem deixar rastros e sem que nenhum problema tenha aparecido nesses anos todos. Grande abraço, e parabéns pelo blog e pelos assuntos sempre interessantes tratados nesse espaço! Obrigado pelo seu comentário, caro Marcus, bem como pelos parabéns ao blog e suas boas palavras em relação a ele. Abração e... volte sempre!

sidney em 12 de setembro de 2012

Setti Porque sera entao que o - NOSSO MODELO - nao atravessou fronteiras ??? Muito estranho nao ??? Tempos atras e se nao me engano , li algo a respeito de - fraudes..... nessa nossa mesma urna eletronica - ?? sabes de algo por favor ?? Baita abraco De fraude com alguma importância, nunca ouvi falar. Mas não faltam críticos do sistema adotado no país, especialmente o engenheiro Amilcar Brunazo Filho, cujo site está no link jhttp://www.brunazo.eng.br/ Abraço

Evaldo Muller em 12 de setembro de 2012

Olha Ricardo, preferia um milhão de vezes, votar nas antigas cedulas eleitorais, mas em gente seria e honesta como é a maioria dos candidatos nos EUA, do que votar na maior tecnologia em eleições do Brasil, e não ter em quem escolher que não seja corrupto

Rafael Duran em 12 de setembro de 2012

Pessoal entra nesse link ai http://www.avaaz.org/po/contact/, e copiem o comentário Atento dia 11/09/2012 às 17:24 ( http://www.fraudeurnaseletrônicas.com.br), façam o seguinte: - Digita uma mensagem para o grupo Avaaz A/C Pedro e equipe, solicitem a eles uma Petição pedindo uma pressão ao TSE para que seja aprovado o voto impresso. O Brasil é do povo e você é dono dele então cuide do seu país. Mande sua mensagem tenho certeza que eles irão nos atender devido as altas solicitações. Abraço a todos.

SILVIO em 12 de setembro de 2012

A URNA ELETRÔNICA BRASILEIRA É FRAUDE ! TODOS SABEM DISSO, MAS NADA É FEITO....

Angelo Losguardi em 11 de setembro de 2012

"Sempre mirando o próprio umbigo, se algum dos envolvidos no processo desse um pulo no Brasil descobriria um modo mais simples, mais fácil, mais rápido e certamente mais barato de votar — sem contar a rapidez nas apurações." . Pois é... Mas também um voto cabra-cega, de pouquíssima transparência no processo e riscos de fraude desconhecidos. E que uma vez terminado, não dá pra apurar se houve fraude, já que não se faz o registro paralelo em papel.

Jeremias-no-deserto em 11 de setembro de 2012

Claro, comparado às "facilidades" oferecidas pelo nosso sistema, esse é simplesmente ridículo. Entretanto, tenho lido comentários de técnicos em eletrônica os quais afirmam que o processo adotado no Brasil não é seguro e dá margem à fraudes. A ser investigado, portanto!

Atento em 11 de setembro de 2012

Prezado Setti, Contribuindo para o debate, acho importante saber que já existe uma lei que obriga a ter o voto impresso para fins de auditoria (impresso feito de forma que não identificasse o eleitor) já na eleição de 2014, mas o TSE se recusa a aceitá-la e vem criando obstáculos. É preciso que a população pressione o TSE para que a lei seja cumprida! Segue o texto sobre o assunto: "Comitê alerta OAB para insegurança das urnas eletrônicas. Postado pelo site www.fraudeurnaseletrônicas.com.br em 16 de setembro de 2011. Ação do Ministério Público Federal quer impedir a comprovação impressa do voto eletrônico, já aprovado em lei Representantes do Comitê Multidisciplinar Independente (CMInd)reuniram-se nesta quarta, 14, com o chefe de gabinete da presidência do Conselho Nacional da OAB, Walter José de Souza Neto, para solicitar que a entidade atue como Amicus Curiae (favoravelmente)ao artigo 5º da Lei 12.034. Esse artigo prevê a comprovação impressa do voto eletrônicoa partir da eleição de 2014, mas o Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra o dispositivo. O MPF alega que o voto impresso pode expor o eleitor e que a eleição, nestas condições, poderia ser passível de fraude. Essa tese é contestada por juristas do CMInd, para os quais a comprovação impressa do voto permitiráa auditoria no processo de votação e a recontagem, caso seja necessária, tornando o processo eleitoral mais transparente e seguro. O CMInd publicou um estudo apontando fragilidades no sistema eletrônico de votação do país. De acordo com a advogada Maria Aparecida Cortiz, o sistema de votação eletrônica brasileiro “funciona sob restrições de fiscalização” impostas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A legislação eleitoral permite que as urnas de votação passem por testes e pericias antes da votação, mas o TSE não permite que isso aconteça. O professor Pedro Luiz Dourado Rezende, do Departamento da Ciência da computação da Universidade de Brasília, diz que essa situação “põe em risco a segurança da manifestação democrática do cidadão por meio do voto”. Para os membros do CMInd, com o artigo 5º da Lei 12.034, o objetivo do legislador foi “detectar adulteração do software das urnas que leve à fraude de desvio de voto”. Estiveram na audiência na OAB a advogada eleitoral Maria Aparecida da Rocha Cortiz, consultora do do Partido Democrático Trabalhista (PDT); Pedro Luiz Dourado Rezende, do Departamento da Ciência da computação da Universidade de Brasília (UnB); e Frank Varela de Moura, analista de sistema e assessor da Liderança do Partido dos Trabalhadores – todos integrantes do Comitê Multidisciplinar Independente. Também esteve presente Jardel Nunes, assessor do gabinete da deputada federal Janete Capiberibe (PSB/AP), autora do artigo que trata da impressão do voto eletrônico."

Marcos em 11 de setembro de 2012

Desenvolvo software e já fui mesário em várias eleições com urna eletrônica e os problemas dela são muitos, alguns são gritantes, por exemplo, quando você vai votar o mesário digita o número do título e logo em seguida você vota, ou seja você se identifica e logo depois vota, é fácil saber em quem você votou e isto é grave, outro, não há comprovante algum para conferência posterior, dá pra fraudar o sistema e nem há como recontar ou provar qualquer coisa, outro, a manutenção e configuração dos equipamentos são feitos por empresas terceirizadas, contratadas pra isto (!), outra, softwares podem ser mexidos e invadidos, todos sabem disto, qual a garantia ? você já perdeu dados do seu computador então pense: será que o TSE se perder os dados de uma ou mais urnas vai admitir, e se der problema no processamento, coisa que com certeza já ocorreu, eles vão dizer. Em resumo, o país com os softwares mais modernos do mundo não usa o nosso sistema tão maravilhoso, porque será ? Temos ótimos sistemas aqui mas é uma pergunta incômoda esta: porque os outros países não adotam o nosso sistema eleitoral ?

Alline em 11 de setembro de 2012

Acho o nosso voto eletrônico o maior atraso possível. Não há comprovação do voto e não há possibilidade de recontagem. Se alguém pagar uma pessoa para instalar um vírus numa urna, não há como saber e a fraude é inevitável. Uma impressão do voto e seu depósito em uma urna convencional já resolveria o problema, mas não interessa àqueles que provavelmente já manipulam as eleições na Brasil e ainda têm a petulância de fazer propaganda do nosso "avanço".

Celso em 11 de setembro de 2012

De uma coisa eu tenho certeza, o sistema deles deve custar 1/3 do preço do nosso. De que adianta o melhor sistema eleitoral do mundo com os piores administradores públicos? Poderíamos fazer um intercâmbio, mandamos nossas urnas e políticos para eles e eles mandam os seus para nós.

Gustavo Coelho em 11 de setembro de 2012

Incrível como alguns insistem em acreditar que países com alta tecnologia não reproduzem uma maquininha com 12 botões por pura falta de capacidade!

Jonas Lorenz Danker em 11 de setembro de 2012

Usam papel para evitar falcatruas. No Brasil não temos como conferir a veracidade dos votos e ainda é possível que rastreiem em cada um que votamos, pois a urna está ligada ao terminal que registra nosso título de eleitor.

Marcos Dantas em 11 de setembro de 2012

Mais uma reportagem sensacionalista... A ideia ali é que se deve fazer o voto no papel e este vai ser escaneado e digitalizado. Assim todos partidos podem conferir e evitar FALCATRUAS... Nas nossas eleições não tem como fazer esta conferencia... Qual democracia está décadas atrasada?

Titus Petronius em 10 de setembro de 2012

Setti, não lhe causa estranheza o fato de países muito à frente do Brasil em tecnologia, como Estados Unidos, Japão e Alemanha, não adotarem a urna eletrônica? Aprendi que quando algo só existe no Brasil ou é jabuticaba ou malandragem...

ClaudioM em 10 de setembro de 2012

Ozamericano são muito atrasado, é por isso. Noís aqui tem ginga e vota tudo mais rápido. No Brasil o voto cai na urna eletrônica e adeus. Será que uma sociedade como a americana é tola o suficiente para adotar um sistema de voto assim de afogadilho? Ou será que nossa votação já tem suas cartas marcadas previamente? É de se pensar...

Paulo Souza em 10 de setembro de 2012

Democracia é segurança e confiabilidade nos resultados. Somos "eficiêntes"? Como é feita a recontagem no Brasil, se não temos os votos impressos? Será que realmente os resultados de nossas eleições é seguro?

marco mion em 10 de setembro de 2012

O sistema deles dá recontagem, o nosso sistema é manipulado pelo sistema principal do TSE. De lá o TSE elege o candidato quem quiser é só colocar um desvio no sistema principal.

Rafael em 10 de setembro de 2012

Cada país usa o método que quiser, no caso dos USA o sistema para eles é super avançado pois á vários requisitos a serem votados além do fato da comprovação para se caso houver necessidade de fazer uma segunda recontagem, e eu não duvido muito que além da apuração das urnas eles não fazem uma recontagem extra de todos papéis inseridos nas urnas. É a garantia de segurança e transparência.

Rafael em 10 de setembro de 2012

Nossa como o Brasil é fantástico e os gringos atrasados não! Só um jumento pra achar que essa balela de urna eletrônica que foi criada aqui no Brasil pra facilitar a fraude nas eleições é mais seguro e inteligente do que o método mais seguro e conservativo dos gringos. Preferia ter uma urna arcaica por aqui e que todo o imposto recolhido pelo governo fosse utilizado em investimentos para a população como é feito por la! Excelente o título da matéria, rir só se for da nossa cara com essa palhaçada que é o Brasil!

Luiz em 10 de setembro de 2012

Tá bom você joga na Mega Sena na lotérica do Zé na esquina do nada com lugar nenhum e sua aposta vai on-line pra Brasilia, então lá determinam o cartão a ser premiado (a menos que me provem o contrário), ai nas eleições municipais não programam as maquininhas também para registrar quem lhes interessa? sou muito cético com esse sisteminha de votação no Brasil!!!!!

Olavo Schmitz em 10 de setembro de 2012

Esse sistema seria impraticável no Brasil. É muito complexo, tomaria muito tempo para a grande maioria dos eleitores votar - a não ser que se alterasse o horário de votação ou fosse permitido votar também no sábado, o que já seria um complicador a mais. Posso estar enganado, mas, ao contrário do que alguns leitores postaram aqui (e com muita propriedade), vejo na imprensa que o TSE permite acesso ao sistema para que "hackers" (e não "crackers", bem entendido) testem as suas vulnerabilidades. Porém a reflexão mais importante, penso eu, é que não há sistema imune a falhas: votação por cédulas também traz problemas, pois não há garantia de que os votos serão contados com lisura (e a história mostra isso, não só no Brasil como em vários países "sérios", inclusive os EUA). Claro que nada disso impede as melhorias no nosso modelo, como, quem sabe, uma nova tentativa com o voto impresso, mas aí com um planejamento maior; eu participei das eleições em 2002 como mesário e o voto impresso então foi um completo fracasso, com várias urnas travando irremediavelmente, passando a votação para o modo tradicional.

Vinicius Ribeiro Ramos em 10 de setembro de 2012

Na verdade, os americanos não acreditam na confiabilidade dos dados digitais, visto que eles possuem as melhores ferramentas de invasão de bancos de dados. Desta forma imaginam que os meios físicos, são os mais seguros.

carlos apolinario em 10 de setembro de 2012

temos que ensina-los como se faz pois isto sabemos bem....

Luiz Barata em 10 de setembro de 2012

Os americanos têm dois requisitos que excluem uma adoção do sistema brasileiro: a existência de um arquivo em papel para permitir a recontagem dos votos ; a segurança contra fraudes.

Hermes em 10 de setembro de 2012

Como se urna eletronica fosse sinal de solida democracia.Eh exatamente o oposto. Nos EUA eles votam de maneira arcaica e veja a democracia deles.Seculos na nossa frente.

Osvaldo Aires Bade - Comentários Bem Roubados na "Socialização" em 10 de setembro de 2012

Off-Topic UM DADO FORA DA CURVA!!! Ok, vamos lá brasileiros, o que é inflação ou roubo do seu dinheiro? Inflação é o nome de um imposto disfarçado. E quem faz esse imposto? Todos os impostos são feitos pelos governos. E como é feito o imposto chamado inflação? O imposto chamado inflação é feito quando o governo gasta mais do que arrecada (os governos sempre gastam mais e errado) e tem que pagar suas contas emitindo mais dinheiro no mercado sem a devida correspondência de aumento de produção e serviços: Mais dinheiro vadio = mais elevação dos preços. E por que o governo gasta? por que todos os governos apenas gastam e muito mal, eles nunca produzem nada de útil. E quanto pagamos de imposto? Você paga para o “mensalão” 5 meses de seu salário, isso é, a partir de junho que o seu dinheiro é seu. E isso á muito? Tiradentes foi enforcado e esquartejado porque não queria pagar o equivalente a 2 meses de salário – o cabeça dele não acharam até hoje. E o que vai acontecer comigo se eu for contra pagar 5 meses do meu salário? Você vai virar o garoto do MEP e depois hambúrguer social do MacDonald. E quanto custou esse tal de mensalão? Na verdade não se sabe, para se ter uma pequena ideia só de advogados de defesa dos bandidos (que muitos deles são cúmplices dos crimes) para livra esses ladrões foram registrados 61 milhões de honorários e é evidente que os “por fora” foi muito maior, isso incluindo alguns ministros tipo: LEWADOGRANA E ATROFFILI. Por hoje é só. Abraço a Todos Osvaldo Aires

João Zuccaratto em 10 de setembro de 2012

Prezados, Não vejo tanta genialidade neste nosso sistema de voto eletrônico. É um sistema burro, em que o candidato precisa divulgar um número. Outra coisa: lá nos Estados Unidos, se vota em muita coisa ao mesmo tempo. Aqui, no máximo, em cinco níveis: presidente, governador, senador, deputado federal e deputado estadual.

Memyself em 10 de setembro de 2012

Nosso sistema de voto eletrônico pode a qualquer momento identificar o eleitor, além de nãos er confiável. Se é possível hackear bancos e até o FBI, é possível hackear as urnas. E a gente sabe que com o Estado aparelhado pela petralhada como está, a hipótese é bem plausível.

Oswald em 10 de setembro de 2012

Atento diz tudo. Assino embaixo. O partido do governo é inescrupuloso. Todo cuidado é pouco.

Edivaldo Souza em 10 de setembro de 2012

Quem controla o resultado final das nossas tão modernas " urnas eletrônicas " ? Não dá para entender que nações mais desenvolvidas não queiram usar a nossa tão badalada tecnologia! Qual seria o motivo ?

Atento em 10 de setembro de 2012

Setti, Acho este post sobre eleições eletrônicas muito importante e mereceria ser destaque em sua coluna por mais tempo. Na forma como está agora, ele é pouco visto pois está "escondido" após posts muito longos devido às fotos. As pessoas precisam se inteirar das fragilidades de nossas urnas eletrônicas, que usam sistema de primeira geração, enquanto que outros países, incusive a Argentina, usam sistemas de terceira (!) geração. Obrigado por sua sugestão, caro Atento. Um abração

Douglas Corrêa em 08 de setembro de 2012

Esse processo é ridiculo , porem o nosso não trás confiabilidade , alem de ser centralizado em todas as fases do processo nas mãos do TSE. Acrescente-se que já foi rejeitado em varias partes do mundo . Especialistas dizem que o mais moderno , por incrivel que possa parecer é o argentino . Com varias alternativas de correção , emissão de comprovante e comprovante para posterior confirmação em caso de recontagem . Aqui o TSE prepara a eleição , controla e julga eventuais questionamentos , é muito poder para um só orgão . Os testes são feitos dentro do TSE em prazos exiguos e sem acesso a programas de quebra .

Atento em 08 de setembro de 2012

Prezado Setti, O sistema implantado na Flórida é complexo e não protege o sigilo do voto do eleitor. É realmente incrível que tenham implantado isso. Por outro lado, o sistema brasileiro de votação eletrônica não é a maravilha que o TSE propaga. O sistema tem problemas sérios, que não são divulgados pela imprensa nem discutidos pela sociedade. A apuração é rápida, mas o sistema é permeável a fraudes. Várias entidades e especialistas lutam para que nosso sistema seja revisto mas, apesar das evidências demonstradas, não tem tido a divulgação merecida para questão de tamanha importância. Veja bem: ao longo dos últimos anos mais de 50 países vieram avaliar a segurança de nosso sistema de votação e NENHUM o adotou. Por que será? O Brasil está certo e o mundo errado? Na Internet abundam denúncias e estudos que comprovam que o sistema atualmente adotado pelo Brasil é passível de fraude e impossível de ser auditado para atestar a lisura do pleito. Com o aparelhamento da máquina estatal por um partido cuja ética flutua ao sabor dos próprios interesses, é urgente criarmos um movimento que cobre das autoridades o aprimoramento do sistema e uma forma de auditar os resultados obtidos. Recomendo a leitura do site: www.fraudeurnaseletronicas.com.br Convido você, caro colunista, a iniciar este debate, trazendo esse assunto aos seus leitores. É importante a conscientização das pessoas quanto à insegurança das urnas eletrônicas e a impossibilidade de comprovar a lisura da apuração. As pessoas devem refletir a respeito e cobrar melhorias urgentes no sistema de votação. Nosso futuro, de nossos filhos e netos e da própria democracia no Brasil depende disso.

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