O Brasil atinge marca de 1,3 celular por habitante.

São 247,2 milhões de linhas móveis ativas no país, segundo a Anatel.

Eram 800 mil, todas de empresas estatais ineficientes, caras e atulhadas de diretores nomeados por políticos, quando o presidente tucano Fernando Henrique Cardoso assumiu seu primeiro mandato, em 1º de janeiro de 1995.

A privatização das teles ocorreu em julho de 1998, com esses resultados anunciados pela Anatel.

Leia no site de VEJA.

LEIA TAMBÉM:

A mentira sobre a privatização das teles: tudo somado, o “preço de banana” supera, na verdade, 420 bilhões de reais


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rodrigo em 09 de setembro de 2012

nao sou contra a o investimento privado (nacional ou extrangeiro). O erro Tucano foi vender a preço de banana uma empresa nacional (sistema telebras)! Poderia somente dado a concessão as novas empresas, colocando concorrentes para o telebras! Nao precisava ter privatizado a telebras, deveria ter criado uma multi brasileira, assim como exite a telefonica (espanha), tim (italia), portugal telecom, etc... Vou republicar um post em que mostro o verdadeiro "preço de banana" do sistema Telebrás -- grossa mentira petista --, com o auxílio do respeitado jornalista especializado no ramo Ethevaldo Siqueira. E, caso você não saiba, todas as empresas que você menciona em seu comentário são PRIVADAS, e não estatais. Aguarde.

Tiago em 04 de abril de 2012

Livro novo saindo e que pode enriquecer a discussão: "O universo neoliberal em desencanto" dos autores J. Carlos de Assis e Francisco Antônio Doria. Vamos abandonar os fanatismos de esquerda e de direita e vamos estudar.

Tiago em 04 de abril de 2012

Tu não leste o livro "Privataria Tucana", Setti (ou releia). O seu hiper-antipetismo é compreensível e, até louvável, em certo ponto. Mas daí fechar os olhos à bandalheira que aconteceu no governo tucano, isso é grave. A privataria vai para além das privatizações e seria ótimo se realmente instaurassem a CPI tão aclamada pelos 185 deputados na Câmara dos Deputados, mas há muito não sofro de ingenuidade.

Alfredo Tozi em 04 de abril de 2012

Quanto à discussão de retirar apadrinhados etc, esse argumento também não procede, vide a criação das agências reguladoras no governo FHC - e que continuam até hoje - como formas pelegas de "proteger o consumidor".

Alfredo Tozi em 04 de abril de 2012

Que raciocínio raso, a marca de 1,3 celulares por habitante se deve antes ao avanço da tecnologia (com a invenção dos chips, por exemplo) do que pela privatização esdrúxula.

Ricardo Heavyrick em 24 de março de 2012

e pagamos a maior taxa de telefone do mundo, xará. E outra, e daí que temos x celulares por habitante? Duvido que todos precisam de um, isto é mais fruto de consumismo exacerbado do que necessidade.

Pedro Luiz Moreira Lima em 21 de março de 2012

Caro Mamed: Não sou tão"Cara"assim,deve ser jovem e nem todos os coroas são "Caras" apenas uma obsevação. O debate não se trata de FHC x Lula,PSDB x PT e sim politica de estado. Quanto a "honestidade intelectual,inventar numeros e fantasiar dados" é uma acusação grave que faz a mim, sem me conhecer e principalmente usando APELIDO. Pior não apresentei numeros e nem fatos para me julgar assim..Acho uma ato covarde e totalmente sem ética. Sempre existiu e sempre existirá diversas opiniões,visões de um mesmo fato - debater respeitando e procurando ver ou rever posições antes inabaláveis é o processo civilizatório e de aprendizado. É a resposta que tenho a voce. Pedro Luiz

Mamed em 21 de março de 2012

Pedro Luiz Moreira Lima . Cara, você se superou. Eu to rolando de rir até agora. Eficiência do sistema Telebrás? Minha família ficou 08 anos na lista de espera e NUNCA conseguiu uma linha fixa. Isso é eficiência? Poupe-nos. . Aceitamos debater sim o que é papel do Estado, mas é preciso um mínimo de honestidade intelectual. Inventar números e fantasiar dados não vale. . Ou você vai nos dizer que o Brasil que o Lula registrou em cartório existe? . Deve existir sim, pois o cara "paga" o FMI e troca dívida barata por dívida interna galopante, fazer o quê? Dá pra argumentar assim?

Kaos em 21 de março de 2012

Mesmo assim seria melhor termos 1,3 livros por habitante, pois tranquilamente 50 % do uso do celular é para algum tipo de bandalheira ...

Robert em 21 de março de 2012

Ainda estou para descobrir uma estatal brasileira que presta melhores serviços do que uma empresa privada quando existe competição entre as duas.

Pedro Luiz Moreira Lima em 20 de março de 2012

Olha Reynaldo BH: Essa sua visão de Petismo chega a ser insultuoso - calma com o ardor - sou e continuo sendo TOTALMENTE CONTRA serviços publicos em mãos da iniciativa privada. Telefonia,Energia,Água,Transporte,Saude,Educação,Petroleo e o Crime da Vale do Rio Doce. O Ricardo Setti abrira um debate sobre a Telebras e a Entrega para a Iniciativa Privada. E um debate para conhecimento e nunca de Partidarismo - se colocar qualquer posição de ser contra privatização como petismo voce esta se tornando um reacionário ao invés de comunistas "embaixo da cama" procura "Petistas embaixo da cama" Ao contrario do Ricardo Setti sou contra Privatizações de Bens Publicos e de outros aqui, a história,dados economicos, estatiscos...tenho para mostrar e comprovar a eficiencia do Sist.Telebras desde sua criação. A Vale do Rio Doce,a quebra do monopolio do petroleo,da cabotagem temos especialistas que poderão defender o erro e mesmo crime(em minha opinião)da Privatização do Estado. Corinthina,Reynaldo BH e outro - antes de me cobrarem - vamos deixar o RIcardo Setti abrir os debates com pontos e contrapontos - um debate de idéias e nunca usar de partidarismo como desqualificação do debate. Se for assim - continuem a defender idéias como "samba de uma nota só" o dialogo se torna impossivel pelo menos para mim. PS - Setti deixei uma opinião sobre uma noticia sobre a corrupção que o Fantastico divulgou aqui no seu POST.Se achar que o assunto não é oportuno pode tirar - confio totalmente em criterio. Um abraço Pedro Luiz

SergioD em 20 de março de 2012

Corinthians é certo que ainda dependemos de termoelétricas. Num sistema elétrico como o nosso elas sempre entram em complementação à energia produzida pelas hidroelétricas. Também é certo que faltam usinas. Faltam principalmente porque as condicionantes ambientais estão inviabilizado diversos projetos. Dessa forma o Ministério leiloa o que é possivel. No momento os ambientalistas não estão. implicando com usinas eolicas. Entae vamos a elas. Dentro de poucos anos teremos uns 7.000 MW de usinas desse tipo. Quantova ficaros na dependência de São Pedro, outro dia ouvi entrevista do ex-secretário de energia de Sao Paulo onde ele criticava o fato de não estarmos construindo usinas hid@roeletricas com reservatório e sim usinas. fio d‘água. Dessa forma ficamos sem estoque de energia o que além de aumentar o seu preço de curto prazo aumenta o riso de um racionamento futuro. Quanto aos problemas estruturais da época de FHC, o problema daquele tempo era construir usinas sem a certeza de venda de sua energia. Por isso não. houve construção de usinas. Isso foi alterado em 2004 com a o governo garantindo a assinatura de contratos com as distribuidoras antes da construção. das usinas dando ao vencedor do leilão, onde vence que der o maior deságio no preço da energia, a certeza de um dluxo de caixa futuro.

Corinthians em 20 de março de 2012

Marcelo Meireles - 20/03/2012 às 21:33 Concordo que o estado mínimo - pelo que entendi do modelo que você cita - é indesejável. Para mim o estado deve ser mínimo em relação ao mercado. Deve incentivar e no pior dos casos criar estatais somente para setores deficitários. Deve fiscalizar e regular o melhor possível. Assim que o setor deixar de ser deficitário, ou caso a estatal for dependente do dinheiro público, privatize. Por isso aplaudo o que FHC fez, e muito bem, já que é exemplo no mundo. Por isso aplaudo o que os EUA fizeram, que após injetar muito dinheiro e "estatizar" várias empresas para salvá-las, já as privatizou novamente, como no caso da GM. Por isso aplaudo a Alemanha e a Inglaterra, que se recusam a aceitar somente em dar dinheiro para os pedintes dependentes dos estados falidos. O estado deve sim ser mínimo - atuar o mínimo possível dada a situação/sociedade. Isso é muito, mas muito diferente de estado inexistente - infelizmente a maioria das pessoas acha que ao falar de estado mínimo é o mesmo que pregar um estado inexistente quando não é. O estado mínimo raramente precisa intervir no mercado, afinal ele regula e fiscaliza. Por isso aplaudi as agências reguladoras e o Proer. Por isso acho patético o que o governo atual fez com as agências reguladoras. Como você acha que deveria ter sido privatizada a Vale (a não privatização estando fora de questão) ?

Marcelo Meireles em 20 de março de 2012

Corinthians, acho que me expressei mal qdo citei EUA e Europa como exemplos que gente que "mantem o Estado por perto" - Esclareço então - EUA e Europa, principalmente dos anos 90 pra cá, sempre pregaram o Estado Mínimo. - Hj eles estão começando a fazer uma inflexão, e o Estado tem injetado $ na Economia, comprando ações em empresas e bancos, visando salvà-los - Por isso eles entraram no meu exemplo. - O Conceito de Estado Totalitário tomou cheque mate. O Conceito de Estado Mínimo tb tomou cheque mate. - O Estado não deve intervir em tudo, mas tb nao deve deixar correr solto. -

Reynaldo-BH em 20 de março de 2012

O lulalato quando não pode - ou consegue - combater os fatos com ideias, parte para o mais simples: tentar reescrever a história. Impressionante a incapacidade de levar adiante uma discussão com base em alguma argumentação. "Privataria"? Aquele que se refere o livro do afamado jornalista, autor da ode ao travesti??? Que não prova absolutamente nada em centenas de páginas? Que confunde dona de empresa com conselheira de multinacional? Menos (ou "menas", na novilíngua lulista), lulopetistas, menos... Por mais que vocês prefiram uma TELEBRAS (que estaria hoje sendo administrada pelos pelegos do PT ou "cumpanheiros" da base alugada) a realidade mostra que: foi um acerto; vendeu-se concessões (os ativos foram todos jogados no lixo!)por um valor que surpreendeu a todos; e hoje, a oferta é maior que a procura. Ao invés de criticar a privatização da telefonia - indo contra FATOS - que tal cobrar do atual governo a despolitização e desaparelhamento da ANATEL? Criada por FHC para ser reguladora, hoje é abrigo de "alas" e "correntes" do PT! Estes que atacam a privatização das teles, são as "viúvas" da Telebrás. Se ainda existissem (como existem somente em países africanos de baixo desenvolvimento) este monopólio estatal, nas mãos do PT teria os mesmos critérios de atendimento que vemos atualmente quando os "cumpanheiros" estão envolvidos? Seria loteada? Teríamos que pagar um "por fora" para ter acesso a uma linha de telefone? Seria deficitária? Existiria banda larga? Esta coisa de que - li aqui - o progresso natural das telecomunicações levaria certamente a TELEBRAS ao mesmo patamar é uma falácia. Como analogia, os métodos de Saúde (pesquisa, anamnese, diagnósticos por imagens, telemedicina, etc)praticados em TODO o mundo desenvolvido (aquele que Dilma insiste que somos os mais novos integrantes), são os mesmos praticados pelos hospitais públicos no Brasil? Em Educação temos o mesmo nível de uso intensivo de Internet (e-learning) que outros países (quando se tem, são escolas PRIVADAS)? Nossos aeroportos avançaram como os de outros países nesta última década? Quer dizer antão, que ao contrário destes FRACASSOS, a TELEBRAS seria um sucesso? A privatização contava com AGENCIAS reguladoras, que chgaram a funcionar, efetivamente. Seguia-se a LGT (Lei Geral das Telecomunicações). A ANATEL punia e cobrava indicadores. O (des)governo do PT retirou das agências e transferiu esta responsabilidade para os próprios ministérios! (A raposa tomando conta do galinheiro). E colocou lá Lobões e outros animais! Hélio Costa (erro de letra no início do sobrenome...) como Ministro das Comunicações! ANATEL em disputa pelo PT, indicando nomes que - pelo histórico - não sabem distinguir uma Central Comutada de um PABX! Petistas não discutem. Pontificam! Se os fatos desmentem o que afirmam, eles pretendem mudar os fatos. Assim o PT foi construído. E assim continua a ser.

Corinthians em 20 de março de 2012

Já não tenho como concordar com os comentários abaixo. O Marcelo Meireles vem dizer que foram privatizados recursos minerais - entendo eu que ele está falando da Vale. Se for este o caso, gostaria de saber como ele acha que deveria ter sido feita a privatização da empresa. Tamb;em gostaria de ver o modelo nos EUA que ele diz ter o Estado por perto. Apesar de gostar muito do comentário de SergioD, discordo do fato de que os problemas estruturais em energia elétrica foram resolvidos neste governo. A implementação das termoelétricas foi planejada e começou a ser implementada ainda em 2001, e ainda hoje quando há poucas chuvas dependemos delas. A matriz eólica ainda representa uma quantia irrisória da energia necessária. Pode-se verificar nos relatórios de hoje que ainda faltam usinas, e mesmo com as novas hidrelétricas, ainda dependeremos das benesses de São Pedro e das termelétricas. Concordo que na época o tráfico de influência pareceu bem forte e ficou uma aura de mistério - mas nada no governo Lulla surgiu para contrariar isso, nem durante as CPIs (de maioria governista) que acabaram incorporando as privatizações em suas investigações, como a do Banestado - o que me faz perguntar se tudo realmente ocorreu ou se não passa de mais um falso dossiê. O livro do tal Amaury Júnior para mim nada msi é quemais uma peça publicitária para a campanha que vem a seguir. Parece-me até que foi lançado com antecedência visto as negativas de Serra de se lançar candidato à época. Tanto é que o tal Protógenes Queiroz dizia ter todas as assinaturas para a criação de uma CPI, e muitos punham a mão no fogo que ela seria criada já no início de março. Eu já aposto que não haverá CPI, pois uma comprovação de que tudo não passa de acusações vazias irá prejudicar muito o governo - eles vão manter essa ameaça de CPI e o livro em pauta somente até as eleições... depois não vai ter nada... pelo menos até 2014.

Think tank em 20 de março de 2012

Está na hora de mencionar que 25% de ICMS em SP é uma aberração seja na Terra ou em Marte.

Marcelo Meireles em 20 de março de 2012

Eu acho engraçado alguns dizendo "nossa coluna está infestada de petralhas" - É um argumento baixo, de quem não consegue disfarçar que não suporta a disordancia - Não sou petralha, não "estou a soldo" pra escrever aqui, não sou pulha ; e não vejo nenhum problema em privatizar serviços como a Telefonia, desde que não se faça a roubalheira que foi feita e os favorecimentos a grupos escolhidos a dedo. - Quem tem um m[ínimo de juízo sabe que a privatização é importante sim, mas com o Estado por perto, pra qualquer eventualidade (vide Europa e EUA) - Quem tem um pingo de juízo tb sabe que é um absurdo total privatizar recursos minerais e ambientais. - E quem tem um pingo de juízo precisa admitir que há pessoas de bem, letradas, voluntárias, sem partido, que percebem que houve sim uma grande Privataria na Privatização das Teles. - Esse tipo de agressão ofende a inteligência e o bom senso

SergioD em 20 de março de 2012

Ricardo, como em digitei meu comentário das 12:40 correndo, dois trechos saíram com erros que podem tornar difícil a compreensão. Envio abaixo os trechos corrigidos: "....o esperado. Certo, isso aconteceu, mas no ano anterior o racionamento já teria ocorrido caso as chuvas de 2000 não fossem generosas. Basta ver os relatórios do ONS." "Quando surge um Amaury Jr e reabre a discussão é esse alarde todo. Lógico que a luta ideológica está por trás disso, mas se houvesse um mínimo interesse de nossa imprensa em elucidar os fatos naquela época hoje não haveria mais questionamentos sobre esse tema." Caso você possa corrigi-los agradeço. Se não, tudo bem. Mais uma vez, um abraço.

Jefff em 20 de março de 2012

Tem lugar que não se precisou roubar para fazer privatização e deu certo.

SergioD em 20 de março de 2012

Ricardo, sou crítico costumas do governo FHC. No entanto reconheço o sucesso de alguns planos de privatização, onde aponto os dos setores de telecomunicações e de siderurgia como os mais exitosos. Muitos de nós lembramos o quanto se demorava para adquirirmos uma linha telefônica fixa através dos grandiosos planos de expansão das subsidiárias da Telebras. Muitas vezes a imprensa chacoalhava com as usinas siderúrgicas por vender aço mais barato que banana. Graças a Deus esses problemas foram corrigidos. Hoje as usinas siderúrgicas dão lucro e conseguimos telefones celulares e fixos com muito maior presteza. No entanto nem tudo foram flores nas privatizações. A do setor elétrico, por exemplo, não funcionou a contento. O problema principal foi o fato de modelo arranjado pelo governo FHC acreditar demais no mercado para que essa atendesse a demanda da economia por energia. Essa indefinição retardou a expansão do sistema no final dos anos noventa provocando o racionamento de energia que ocorreu em 2001. Muitos podem achar que o racionamento ocorreu por conta de um ano atípico, com um montante de chuvas aquém do esperado. Certo, ele isso aconteceu, mas no ano anterior ela já teria ocorrido caso as chuvas de 2000 não fossem generosas. Basta ver os relatórios do ONS. Faltavam usinas nos sistema uma vez que o planejamento sempre foi feito com a possibilidade de ocorrerem até cinco anos com chuvas aquém da necessidade. Hoje o setor elétrico continua misto, com empresas estatais e privadas, e sua espinha dorsal é a mesma que o governo FHC legou. No entanto, os problemas estruturais para a expansão do sistema foram corrigidos. Inclusive com uma novidade em termos mundiais que é a de se colocar usinas eólicas para competir com outras fontes de energia mais tradicionais, como as hidroelétricas e térmicas. Outras privatizações foram cobertas de êxito como as da Vale, que arrecada hoje muito mais de impostos do que arrecadava de dividendos para o governo, mesmo sendo ela uma empresa lucrativa desde quando era estatal, e a EMBRAER. Por mim não se deve mais discutir essa assunto. Quanto à chamada privataria tucana, o que se discute foi o que foi transacionado por fora. O tráfico de influência que ocorreu e nunca foi investigado deixando uma aura de mistério que paira ainda hoje. Não estou acusando ninguém de nada, mas certas coisas foram noticiadas na época e varridas para baixo do tapete e o assunto esquecido. Quando surge um Amaury Jr e reabre a discussão é esse alarde todo. Lógico que a luta ideológica está por trás disso, mas se houvesse um mínimo de nossa imprensa naquela época até hoje não haveria questionamentos sobre esse tema. Grande Abraço

Pedro Luiz Moreira Lima em 20 de março de 2012

Amugo Setti: Fugindo do POST mas denunci a ser pesquisada; A Toesa é uma das quatro empresas apanhadas pelo repórter Eduardo Faustini no Fantástico em flagrante de corrupção explícito. A única em que o presidente foi pessoalmente ao encontro do repórter (que ele julgava ser o novo gestor do Hospital de Pediatria da UFRJ) para empenhar a palavra: “Bateu o crédito na conta. No máximo 48 horas depois está na sua mão”. (David Gomes é o de terno cinza na imagem, que é uma reprodução da reportagem). David Gomes: “O senhor já combinou o percentual com ele?” Repórter: “Quinze.” David Gomes: “Quinze. Vai ser mantido.” Ele explica como a propina vai ser paga. David Gomes: “Bateu o crédito na conta. No máximo 48 horas depois está na sua mão.” [Fonte] Mas o Zé Augusto, do Blog Amigos do Presidente Lula, foi além da investigação. E descobriu que a Toesa tem estrada e é muito ligada ao personagem principal do livro "A Privataria Tucana", José Serra. Estão falando em CPI da Saúde, e o Zé Augusto tem até uma sugestão sobre por onde ela deveria começar: A primeira convocação deve começar pelas raízes do esquema, convocando José Serra (PSDB/SP) para explicar os contratos assinados entre o Ministério da Saúde (quando Serra era ministro), e a empresa Toesa Service Ltda. (uma das denunciadas pelo Fantástico), para oferecer serviços de ambulância terceirizados aos hospitais federais no Rio de Janeiro. No blog, há a reprodução de três desses contratos. E mais: Quando Serra saiu do ministério e foi parar na prefeitura de São Paulo, a Toesa foi atrás: Bastou José Serra ocupar a prefeitura de São Paulo em 2005, para a Toesa Service inaugurar filial em São Paulo, atendendo "já de início a Prefeitura" (nas palavras da própria empresa). O esquema seguiu com Kassab e depois migrou para o Arruda em Brasília, onde a Toesa também abriu uma filial. [Leia a postagem completa aqui] .

Think tank em 20 de março de 2012

Ainda tenho lembranças de quando para se ter uma linha telefônica era obrigado a comprar um lote de ações, tais planos de expansão, ou comprar dos atravessadores que te cobravam U$ 7.500 dependendo de onde morava. Na época paguei U$ 968 pelo plano e esperei mais de 2 anos para receber o telefone, 15 anos depois, após a privatização me reembolsaram U$ 1.270. Valorizou em 15 anos algo em torno de 30%, mas nunca fui notificado sobre os dividendos a que tinha direito, nunca recebi por não ter comparecido todo ano pessoalmente para receber tais dividendos.

Marcos Lins em 20 de março de 2012

QUanto as privatizações tenho um exercício que sempre faço com quem é contra. Pergunto: "Meu amigo você aprova o sistema de transporte público da sua cidade? Você diria que ele funciona bem?" 99% das respostas são "O sistema e precário, mas mal ou porcamente ele funciona, deixa as pessoas nos lugares, embora cause atrasos e desconforto" Aí eu retruco: "Você aceitaria então que se estatizasse todo o sistema de transporte público e se transformassem todos os motoristas e cobradores em funcionários públicos, para melhorar o sistema?" 99% da resposta´é "Não! Deus me livre!" Daí eu finalizo: " Se você não confia no estado pra gerenciar uma simples rede de transporte público municipal, porque quer que o estado gerencie um conglomerado internacional de petróleo como a petrobrás?" As pessoas simplesmente não refletem que tudo é mal feito se for pelas mãos do poder público. Esse nacionalismo do século 18 ainda vai matar esse país...

Alex em 20 de março de 2012

Queria que vocês falassem sobre os documentos, as empresas, as contas bancarias...isto é o que interessa.

Mauricio (DF) em 20 de março de 2012

Caro Ricardo, se nem a troca da moeda que foi fundamental pra ascenção desta País eles relevaram? O que diria desses crescimentos paralelos? É como o Lula mesmo disse uma vez: se o crime foi cometido por nós...ta valendo.

Tuco em 19 de março de 2012

. Não privatizou, deu nisso: http://0.mk/3518f Mas de onde arrancar dinheiro se privatizar? .

Tuco em 19 de março de 2012

. Parecido com o trem-bala - só que muito mais perigoso: http://0.mk/32df4 .

Tuco em 19 de março de 2012

. Tua Coluna, Grande RSetti - e já nem digo "nossa" -, está infestada de petralhas... Percebo que é o único lugar que a corja tem espaço. Você perde muito mais tempo dando respostas aos pulhas do que gastaria para desenvolver ainda mais tuas excelentes e didáticas colocações. Jornalista do teu quilate - como poucos - não merece isso. .

wilson em 19 de março de 2012

ESTATAL só serve para três tipos de meliantes: Político, Sindicalista, e Sindicalista político. O ódio a FHC é porque perderam a pilhagem, a roubalheira, o saque ao erário. Ladrão só sabe roubar, e por isto tem estas viúvas do estatismo. Pra hospital, educação, nenhum destes malandros da as caras.

Marcondes Witt em 19 de março de 2012

Uma coisa é 'privatização tucana'; outra diferente é 'privatização tucana com "por fora"', não? Ao que me consta, é este o significado de 'privataria tucana'. 'Privataria', aliás cunhada originalmente pelo Elio Gaspari. Veja o significado na WikiPedia. Assim, quer dizer que as acusações de 'por fora' (que quer dizer o significado de privataria) justificam os serviços de telecomunicações terem sido privatizados? Lembrando apenas as edições da Veja de novembro de 1998 a respeito do tema.

Carlos Eduardo Pereira em 19 de março de 2012

Meu caro Carlos Eduardo, não publico comentários que critiquem VEJA -- sobretudo se injustos -- porque, evidentemente, este não é o local para isso. Dirija-se ao diretor de Redação pelo email veja@abril.com.br, tá?

Corinthians em 19 de março de 2012

Setti, Acho que mesmo assim esfregando a verdade na cara não haverá sossego da patrulha. Até por que boa parte deles é paga. Sabe o que é pior ? Eles simplesmente fingem que não existiram privatizações no governo Lulla - inclusive a das rodovias, que se mostrou falha - e no governo Dillma - a dos aeroportos, muito arriscada e, ora vejam só, com financiamento de 80% pelo BNDES. Mas argumentação dos petistas não é o forte mesmo...

Carlos Eduardo Pereira em 19 de março de 2012

A questão não é deixar ou nao deixar de privatizar. A questão é como privatizar. Privatizar presenteando multinacionais e ainda emprestando dinheiro do BNDS não dá né Setti. Vou logo publicar um material que rebate esse tipo de crítica, sobre "presentear" multinacionais, prezado Carlos Eduardo. Aliás, a Oi é multinacional? Abraços

Marcelo Meireles em 19 de março de 2012

Esse número inevitávelmente teria sido alcançado. A modernização da telefonia se impunha. - Mas ela poderia ter sido alcançada sem precisar de tanta maracutaia como o "Privataria Tucana" trouxe a público - Essa marca poderia ter sido alcançada bem antes. Já se passaram 14 anos. Poderia ter levado bem menos tempo pra se chegar a essa marca, se o modelo economico do 2º Gov FHC não tivesse criado estagnação e desemprego. - Os avanços tecnologicos da telefonia, da Banda Larga, virão e estarão entre nós com certeza. Mas já poderíamos estar vivenciando isso. - O Celular ganhou escala comercial justamente qdo começou a haver mobilidade social. - O ágio baixíssimo alcançado na Privatização das Teles, e os bilhões desviados pra offshores ; são fatores expressivos tb nessa demora do Brasil em atingir essa marca. - Levou 14 anos. Poderia ter levado 10, 8 ou menos Ágio baixíssimo? Você está brincando? Entre no link que coloquei ao pé do post e confira.

ari alves em 19 de março de 2012

Apoio sem restrições as privatizações realizadas com ousadia e coragem pelo governo iluminado do presidente Fernando Henrique Cardoso.

Luiz Pereira em 19 de março de 2012

Setti, boa noite, Xi, esse post vai deixar muita gente boa que aterrissa em suas páginas com cara de muxoxo. abs Para esses, os fatos não contam, caro Luiz. Fanáticos... Abração

Eddie Moraes em 19 de março de 2012

Boa tarde Ricardo. Pois é. Se além disso tivéssemos privatizado os aeroportos (os principais), dado mais abertura para novos terminais portuários privados e/ou privatizado alguns públicos, e as principais estradas, estaríamos com o PIB crescendo a taxas mais consistentes e com custo de produção menor. Espero que esse sopro de lucidez do governo com relação aos aeroportos seja um novo início de ciclo. Abs. Eu também. E eu também mando um abraço pra você.

Paulo Cassão em 19 de março de 2012

Prezado jornalista Ricardo Setti, suas notas são ótimas e inteligentes, mas o que tem a ver a "privataria tucana" com o número de celular por habitante no Brasil? Por acaso o senhor associa o fenômeno a alguma birra com o partido? Meus agradecimentos, Cassão Pois é, acusam tanto a privatização das teles de ter sido "privataria", mas mais de 200 milhões de brasileiros -- sem contar os que têm acesso fácil e barato à telefonia fixa -- foram beneficiados pela medida. Procurei fazer uma ironia. Abraço

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