Projeto absurdo de Cristovam quer obrigar políticos a colocarem filhos em escola pública


O senador reeleito Cristovam Buarque (PDT-DF) é um homem de bem e, ex-reitor da Universidade de Brasília (UnB), um dos baluartes em defesa da educação no Congresso.

Mas é completamente delirante e descabelado o projeto de lei 480/07, de sua autoria, ora em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, que obriga “os agentes públicos eleitos” a matricularem “seus filhos e demais dependentes em escolas públicas” até 2014.

Desafiar os políticos que não se preocupam suficientemente com a educação — presidente, governadores, senadores, deputados, prefeitos, vereadores — a matricularem os filhos em escolas que deveriam ser melhores é um bom desafio para fazer em discurso, na tribuna do Senado ou em palanque. É uma ótima provocação, é uma forma de constrangê-los e mostrar que o rei está nu.

Transformar isso em lei, porém, e interferir na vida privada e nas decisões sobre a família — “filhos e demais dependentes” — de cidadãos que, circunstancialmente, são políticos, não tem o maior cabimento. É um absurdo.

É coisa para uma Coréia do Norte da vida e ditaduras congêneres.

O projeto é claramente inconstitucional e, além disso, jamais será aprovado.

Se o apresentou para chamar atenção para o descaso mais ou menos generalizado pela educação no país, Cristovam deveria explicar isso, deixar bem claro.

Porque o projeto, propriamente dito, não está à altura da inteligência do senador e ex-governador do Distrito Federal.

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164 Comentários

  • sandoval sader

    Alguns luminares da Republica, como este, são dados a crises de bobagem. Perdoemos o Buarque em nome de suas atitudes positivas.

  • Roberto

    Concordo com vc que o projeto é descabido e inconstitucional. Só que usar este argumento no plenário não constrange mais ninguém. Mais do que nu, já expuseram a radiografia do rei e este não dá a mínima.

  • Paulo Bomfim

    Setti, eu aqui de novo. Só mais um adendo: não fosse loucura inconstitucional, seria, sem querer defender nosso queridos parlamentares, punir seus filhos, que não têm – por hora, ao menos (sempre me lembro da Roseana Sarney) – nada a ver com a falta de caráter, com as falcatruas e com o descaso de seus pais com a educação. Ok, seria ótimo ver os deputados e senadores e o presidente e os prefeitos e os governadores, hehe, a sentir o horror que a população sente ao ter de colocar seus filhos numa escola pública. Mas temos de pensar em seus filhos, que, de novo, não têm culpa dos pais que têm.
    PS: estudei em escola pública durante toda a minha vida. Sei do que falo quando digo que elas são ruis – e, veja, não culpo só o poder público pela má qualidade delas. Ainda assim, passei no vestibular da UFSCcar, mas, infelizmente, não pude ir pra lá. Agora estou aqui a defender filhos de deputados, hehe.
    Abração, Setti.

    Pois é, Paulo, mas seu ponto é corretíssimo: o que é que as crianças têm a ver com as mancadas os pais políticos?

    Obrigado pelo comentário e um abração.

  • Marco

    Caro R. Setti: Acho q o Senador se precipitou, dois quarto de séculos antes, com sua idéia, agora ela é totalmente vulgar !
    Abs.

  • Que pena, o senador está ficando esclerosado! Ele sempre mereceu meu respeito, tanto por sua inteligência quanto por sua luta em defesa da melhoria da educação neste pais. Mas, ao apresentar esse projeto de lei começo a duvidar de sua sanidade, pois trata-se de algo totalmente descabido.

  • Rodrigo Moreira

    Caro Setti,

    concordo plenamente com sua observação. Não podemos adotar no Brasil uma postura jacobina. Seja dos “pobres” contra os “ricos”, seja dos paulistas contra os migrantes ou dos funcionários públicos contra os que trabalham na iniciativa privada.

    Isso apenas gera reações contrárias na mesma medida – como a infeliz colocação da menina Mayra.

    Temos sim é que investigar aonde está o problema e investigá-lo objetivamente. Nao é forçando os filhos de funcionários a estudar em escolas públicas que o problema será resolvido.

    O clima já está muito ruim. Nao precisamos de uma proposta dessa para jogar gasolina na fogueira.

    Por favor, somos todos brasileiros – e somos uma nação forte porque plural. Seremos muito mais fortes se nos entendermos como um todo, e nao como partes autônomas.

    Nao sei quem começou ou acirrou isso, e nem quero entrar no mérito. O importante é que este sentimento nao se desenvolva – seja à esquerda ou à direita.

    Abs,

    R

  • Lílian

    Ricardo Setti, boa tarde!
    Na minha opinião, o projeto de lei 480/07 é para chamar a atenção já que é inconstitucional, bate de frente com Artigo 5º da Constituição Federal.
    Mas, existem outras maneiras de chamar a atenção para o descaso pela Educação Pública no Brasil, são os Organismos Internacionais, como Banco Mundial, BID, dentre outros, e instituições como CEPAL, OMC, UNESCO, por exemplo. Sem dúvida, a principal instituição a fazer condicionalidades diante os empréstimos adquiridos é o Banco Mundial. Conhece o P.D.E.? Modelo Educacional Americano – financiamento: Banco Mundial. Quem conhece o Plano de Desenvolvimento da Educação, sabe que é imposição, a liberdade (a tal autonomia da Escola) do Planejamento deve ser aprovado pela Secretaria de Educação Estadual.
    Lula, governo de esquerda, se esperava um embate duro diante às condicionalidades dos organismos internacionais sobre as políticas públicas.
    Mas, foi lindo! No site do MEC tudo é lindo!

  • noelia

    Custa acreditar que isto é coisa do Crsitovam…

  • Renan

    De fato, o projeto é inconstitucional. É garantido a todos o direito à educação, e aos responsáveis de provê – la da melhor forma, mas não pode haver obrigação em relação à forma de fazê – lo, desde que seja adequada para atingir os fins a que se destina. Na minha opinião não é um projeto “norte – coreano”, mas apenas populismo retórico( Restaria saber o que pensaria o próprio Buarque se fosse obrigado a cumprir as obrigações resultantes de sua própria lei, caso esta se tornasse vigente). No entanto, tal manifestação serve para mostrar a distância entre a garantia formal do direito à educação, e sua efetivação material, através do oferecimento de um serviço público universal e de qualidade.

  • Fabio

    Infelizmente, ele está querendo algum tipo de promoção. Pois é óbvio que tal medida, por mais justa que pareça, JAMAIS será aprovada. Jamais será lei.

    Ou é tudo apenas uma provocação. Afinal, se os políticos fossem forçados a se submeter a todas as humilhações a que o “povo” que os elege se submete, eles talvez se preocupassem um pouquinho mais com esse povo.

  • Reynaldo-BH

    Pobre Brasil. Até Cristovam tem o seu dia de Tiririca!

  • Tito

    Com certeza o senador não tem dependentes em idade escolar. Se tivesse, duvido que apresentasse o projeto.
    Viva a demagogia! Viva os políticos brasileiros!

  • SergioD

    Ricardo, essa proposta é deplorável, ao nível de política paroquial. Decepciona o fato de ter sido colocada por um personagem reconhecido nacionalmente por sua luta pela educação. Além de ter sua credibilidade ficar arranhada, a sociedade certamente não vai mais encarar com a mesma seriedade suas futuras propostas. Um abraço

  • Nina

    Esse é um demagogo. Ele também tem um projeto que obriga ao governo dar ” bolsa felicidade a todos”.É INCOMPREENSÍVEL COMO CIDADE COM MAIOR CULTURA DO País pode eleger uma criatura desta.

  • Inácio

    Caro Ricardo, acredite se quiser, eu por vezes tenho o hábito de assistir a TV SENADO. Dos vários senadores que ocupam a tribuna, um dos que aprendi a admirar, por sua postura e discurso ético, foi o senador Cristovam Buarque.
    Custa-me acreditar que ele esteja propondo tal estultície. Serve-nos ao menos de consolo: nós, seus humildes leitores, temos também o direito de cometer as nossas asnices.

  • Milton

    Até que fim uma proposta sensata.E,ainda acho essa proposta muito tímida.Acredito que toda pessoa que ocupasse cargo público pelo voto,ou seja,vereador,governador,deputado,senador,prsidente,etc,deveriam usar só,e somente só,os serviços públicos.Adoeceu,SUS.Escola,as públicas.Transporte,os coletívos.Segurança,PM e Civil.Aposentadoria,as mesmas regras do povão.Afinal de contas o governo do todo poderoso anda dizendo que o país nunca esteve tão bom em todas as áreas.Se é assim vamos exigir que o exemplo venha de quem nos fornecem os serviços,pois a conta que nos prestam é muito alta.Opovo está morrendo nas filas do SUS.Estamos pagando escolas particulares cada ano mais caras.Segurança não existe.Transporte coletivo é uma piada.Talvez se quem presta o serviço o usar as coisas melhorem.E,tem gente que ainda é contra uma proposta dessas.Êta povinho difícil.

  • LuizMS

    Esse Senador já foi do PT. Como o lobo perde o pelo mas não perde o vício, não é de admirar que continue manifestando seu viés autoritário. Creia: se ele pudesse, faria o que propôs, porque realmente gosta do autoritarismo.

  • ALICE MELL

    Eu tenho muita admiração e confiança em cristovam Buarque e conheço sua história, que é louvável, muito diferente de outros e outras por aí, que tapam o sol com a peneira pra iludir o povo.Acho que o senador quis, sim, chamar a atenção dos políticos para a desigual eduação oferecida nas escolas públicas e particulares.

    Para quem não sabe e não gosta muito de ler História, essa diferença vem do tempo da escravidão, em que a educação e cultura de nívle só era oferecida às classes sociais abastadas, e a educação chula para os escravos e povo menos farorecido. O senador sabe, pois é um educador, e vê-se claramente, o que é uma vergonha, só carro de bacana estacionando nasas universiades estaduais e federais, pq quem estruda na escolinha pública e aprende no final do ensino fundamental o que na aprticular se aprende nas primeiras séries jamais passará no exame de elite que é feito nessas universidades, baseado no conteúdo das escolas que só os de classe abastada podem frequentar…

    Além do que, deve-se pensar na revolta do senador no sentido de que a intenção dos governantes é manter essa educação falha, distorcida,s em conteúdo, que faz o indivíduo andar em círculos na vida, fingindo oferecer educação, porque a real intneção é mante ro povo sem educação, sem capacidade de reflexão, sem cultura, pra ser mais fácil de manipular…Eu, no lugar de cristovam Buarque, teria feito a mesma coisa, memso que soubesse que jamais seria aprovado, pra chamar a atenção, gritar a favor da educação… Leonel Brizola, que tanto prezou a educação em seus governos, certamente está aplaudindo o sen ador que honra a base de seu partido, o PDT.Por que será que os filhos dos senadores e deputados não querem estudar na escola pública??? Ela não,é maravilhosa pros outros, não é uma educação de nível, que o governo faz questão de oferecer a grande massa, então porque não é a ideal pros seus filhos??? gente, enxerrrrrrrrrrrrrrrga, pimenta nos olhos dos outros é refresco, e a pimenta vais er sempre jogada nos olhos dos pobres…. Gente da massa que está contra a revolta do senador cristovam não pode saber o que está falando… Sò se revolta com a sua atitude, seu grito de guerra, quem tem medo de encarar a realidade da escola pública, porque sabe que não vai air do lugar na vida e nem conseguir chegar a uma boa univesidade…

    Aí vem a vergonha das cotas, que em minha opinião é uym racismo fantasiado de proteção, em que se subestima a capacidade intelectual dos negros e das pessoas de baixa renda, como se a escola pública não fosse a bomba da vida deles, que os destruiu….

    Só é contra Cristovam quem é abastado e frequenta sua escolinha aprticular, caríssima e que jamais colocaria seus filhos numa escola pública pra não crecer na vida. falei e ponto. lamento quem não gostar…

    Cara Alice, concordo com suas opiniões sobre como a educação é tratada em nosso país. Sou um defensor ferrenho da educação e dos professores.

    E, também, assino embaixo do que você escreveu sobre as quotas.

    Só acho que o “grito de guerra” do senador não deveria ser feito por meio de um projeto de lei. Obrigar as pessoas a fazerem isso e aquilo não é o melhor meio de conscientizar.

    Ele deveria desafiar os governantes a colocar seus filhos em escola pública, ironizá-los por não fazer, promover movimentos, campanhas, caminhadas, escrever artigos — tudo isso é válido. Obrigar por força de lei a colocar os filhos (que, por sinal, não têm nada a ver com a eventual omissão dos pais como políticos) nas escolas tal ou qual não tem lugar numa democracia, a meu ver.

    Obrigado por sua visita e seu comentário.

    Abração

  • greenlama

    concordo com o projeto. a inconstitucionalidade não existe. tudo isso é questão política.

  • greenlama

    aliás, o colunista já demonstrou sua inépcia crítica em outros momentos desse blog: ao elogiar exacerbadamente vargas llosa, o pior escritor da américa latina (receber o nobel demonstra isso), e ao ficar mitificando pelé, atitude mais ***** que um brasileiro pode ter.

    Greenlama é um pseudônimo muito bem escolhido. Acho que você deve ser tão asteriscos como a palavra que escreveu aqui.

    Faça o seguinte: livre-se de minha “inépcia crítica” indo a outros blogs.

    Passar bem.

  • aristo jr

    caro Setti, não só concordo como tambem deveriam por serem funcionarios publicos serem obrigados sim a usarem tambem o sistema de saúde. Talvez quem sabe nao precisaríamos de CPMF com a destinação para a saúde que nunca vai e essa pouca vergonha que é a educação e a saúde no nosso país começaria a mudar. e vc mesmo no seu blog disse que tinha vergonha de ter um Presidente semianalfabeto.

  • Corinthians

    Concordo que um projeto destes é um absurdo.
    Poderia-se então pensar da mesma maneira que os filhos também deveriam prestar serviço militar obrigatoriamente, e também ser atendido pelo Sus, e deveriam utilizar somente transporte público.
    Também concordo com Alice, somente com um porém – Leonel Brizola, que tanto prezou pela educação, é um dos principais responsáveis pela teoria de que “favela não é problema, é solução”. Com isso ele ajudou a aumentar e muito a criminalidade e também esqueceu das crianças que nasciam neste ambiente. Que escola não fecha as portas com tiroteios por perto ?

  • roberto

    Esse ciro gomes delicado ( sempre abanando o rabinho pro “chefe”)deveria calar-se pois trata-se de uma figura sem a mínima dignidade. Só na cabecinha de um petralha é que sai uma proposta dessa “magnitude”. Duvido que faria o mesmo com seus filhos ou netos.

  • Corinthians

    Setti,

    Absurdo por absudo, segue uma sugestão de uma notícia a ser comentada em sua coluna.
    A polícia de Fortaleza está proibida de dirigir a mais de 50 quilômetros por hora em área urbana, mesmo quando em perseguição. Caso não seja possível cercar o bandido e a perseguição seja necesária, a polícia deve pedir permissão para o comando para poder iniciar uma perseguição.
    O que já seria absurdo em uma polícia comum, é amplificado pelo fato de que a polícia de Fortaleza é equipada com carros modernos e com motores muito potentes, que custaram cada um mais de 150 mil reais, sendo que há mais de 100 carros deste tipo patrulhando a cidade.
    Apesar de não ser alardeado, isto está sendo feito para reduzir os acidentes com os carros de polícia, que realmente tem motores muito potentes, e no meu ponto de vista existem policiais abusando do potencial do carro e acabam fazendo lambança – e aí entra esta proibição. Mesmo assim me vieram à cabeça as seguintes perguntas :
    – Se não pode passar de 50 quilômetros por hora, por que ter carros potentes ?
    – Se tem que pedir permissão para iniciar uma perseguição, não demonstra isso que os policiais não tem capacidade de discernir um bandido em fuga de uma pessoa comum ?
    – Não seria necessário treinar os policiais para dirigir o veículo tanto em perseguição quanto em patrulha normal, estabelecendo as normas para que ele saiba decidir sozinho ?
    – Se houve abuso e isto é justificado pela nova regra, não seria melhor punir exemplarmente os infratores ?
    – Ao ouvir a notícia, os bandidos não irão aproveitar as oportunidades ?
    – Se não pode passar de 50 quilômetros por hora, por que ter carros potentes ? (eu sei, perguntei isso antes, mas é tão básico do básico que ainda to tentando entender por que gastar 150 mil reais em carros ultra potentes com manutenção muito cara e não permitir que se passe de 50 quilômetros por hora).
    Devo mencionar que a prefeita de Fortaleza é do PT ?

    A prefeita de Fortaleza não quer baixar os índices de criminalidade da cidade? O Brasil é mesmo o país da piada pronta. Inacreditável o que você conta, caro Rodrigo.

    Abração

  • Gabriel Cabral

    Setti,
    é absurda msm a lei, mas q eu ia gostar de ver isso acontecer..ahhh como eu gostaria!!!
    Voces de Veja podiam fomentar essas discussoes, afinal os blogs mais acessados são os de voces!e mto merecidamente, vale dizer!
    O Brasil se transformou nas 2 últimas décadas, disso não temos dúvida. Hj temos uma democracia estabelecida, moeda consistente, e instituições fortes. Oq é louvável para um país q viveu td q viveu no século passado. Porém não estamos discutindo o próximo passo..o projeto q queremos pro nosso país, e oq nós vamos ser no meio deste século.
    E ninguém questiona q educação é o centro deste futuro. No entanto é uma área de resultados a longo prazo..e q não dá créditos pro político q lança as bases para uma melhor qualidade no ensino. Pelo menos esse é o motivo q encontro pra td esse descaso. entao se eles nao discutem o assunto..acho q sobrou para nos..
    Um ponto interessante para começarmos nossas conversas seria a necessidade de universidades públicas..num país q nao consegue nem alfabetizar sua populacao, manter uma faculdade de fisica por exemplo, me parece um tanto bizarro nao?
    Nao precisariamos vender as universidades para empresarios, mas ao meu ver fundacoes poderiam gerir, realizar o processo seletivo q lhe convir, e cobrar mensalidade dos aprovados.
    Uma coisa e certa,tds os paises desenvolvidos investem pesado em educacao de base. Por que no Brasil tudo tem q ser sempre diferente?
    O que vc pensa Setti?
    Um abraco!!

    Caro Gabriel, sou a favor de que o ensino universitário seja pago por quem tem capacidade de fazê-lo. E penso que até hoje nossos dirigentes, com uma ou outra exceção estadual, não deram à educação o mínimo de atenção que o povo brasileiro e o país requerem.

    Um abração

  • sinisorsa

    E por que é que o projeto do senador é tachado de “estultície”? E todas as ofensas pessoais dirigidas ao senador se devem a quê?? Se o ensino público e o sus estão tinindo de bons, qual que é o medo dos políticos e qual é o rancor dos demais mortais? O brasileiro está sendo cerceado em seus direitos mais básico de educação e saúde fornecidas pelo Estado glutão de impostos, a qualquer momento o sigilo bancário é violado por ordem dos petistas e afins, a mídia vai ter que beijar a mao de Lullita ou encarar os conselhos fiscalizadores, então quem é o esclerosado aqui: o senador ou o restante da população dessa grande pátria desimportante? Pois eu apoio o projeto do senador, ainda que o colunista ache que os filhos não tem que pagar os erros de seus pais. Pois bem, estamos de volta à Idade Média, quando toda a população de uma vila era castigada pelo erro individual de um de seus habitantes. O Estado sou eu, proclamou Don Lulla I, e sua cortesã alçada à condição de rainha não vai dar trégua pra ninguém. Escola e hospital público pra toda a classe política, sim, afinal de contas els não tem sangue azul e as dores são exatamente as mesmas pra nós e pra eles.

    Acho, caro Siniorsa, que o senador quis chamar a atenção para o problema de que os políticos, responsáveis pelo estado da nossa educação, não ousam colocar os filhos na escola pública porque sabem que ela está muito aquém do que deveria.

    Nesse sentido, é interessante o projeto. Mas obrigar por lei a que pais façam isso ou aquilo com os filhos, sejam os pais políticos ou não, é um absurdo. Além do mais, o que é que as crianças têm a ver com o comportamento dos pais?

    O senador poderia obter o mesmo efeito se, em discursos no Senado, em manifestações e comícios, desafiasse os políticos sobre a questão, fizesse um levantamento sobre quantos filhos dos atuais políticos estudaram ou estudam em escolas públicas e o divulgasse, e outras ações do tipo.

    Um abração

  • Maria Odete de Paula

    Li o comentário do Corinthians é pensei: Os carros da polícia não precisariam ser muito potentes se houvesse uma maior integração entre os policiais e entre a sociedade com os policiais. A sociedade pode muito, porém, não se dá conta do quanto. Acho que falta incentivos de toda ordem. Falta proximidade e diálogo entre todos e também falta maior inclusão das pessoas em geral nos sistemas de segurança que utilizam câmaras e outros. Agora, nada mudará se não existir proximidade e diálogos permanentes entre todos. Quanto a lei do Sen Cristovam Buarque, penso que o objetivo dela é provocar e isso é bom demais. Claro que jamais será aprovada. Não são loucos. A solução para reverter a catástrofe é não permitir que pessoas desqualificadas continuem, mesmo sem que assim desejem,a denegrir a imagem da escola pública. Simples, muito simples. Querer é poder. O problema é saber quem tomará a iniciativa de não continuar rolando a bola-de-neve da escuridão?

  • Maria Odete de Paula

    Correção comentário das 13:06
    …..câmeras e outros….

  • Ricardo

    Onde está o absurdo?
    Não vejo maneira mais efetiva de se conseguir algum comprometimento por parte dos “agentes públicos eleitos” em tirar nosso sistema educacional desta situação calamitosa. Nosso IDH tem hoje a mesma média que o Zimbábue, o país com o pior desempenho do mundo. Com todo respeito ao Zimbábue, temos potencial para estarmos em situação bem melhor. O que acontece é que falta vontade, por parte dos “agentes públicos eleitos”, de mudar esta situação. É interessante para eles ter um eleitorado desinformado, despreparado, que desconhece seus direitos e dependente de programas sociais por não ter capacitação para o mercado de trabalho, e, por consequência, não conseguir salário digno que o “libertasse” desta dependência eterna da “ajuda” do estado.
    Quem sabe assim, com seus filhos matriculados em estabelecimentos públicos de ensino, e sentindo na pele a tristesa e frustração em saber que eles estão fadados a um futuro medíocre, os “agentes públicos eleitos” compromentam-se um pouco mais.

  • tereza

    Greenlama é um pseudônimo muito bem escolhido. Acho que você deve ser tão asteriscos como a palavra que escreveu aqui.

    Faça o seguinte: livre-se de minha “inépcia crítica” indo a outros blogs.

    Passar bem

    pois é Setti, bem se vê que educação não é sempre garantida pela formal…

    O projeto de Cristovam não honra mesmo sua inteligência e luta pela educação.
    Simplesmente porque não é democrático.
    As escolas particulares existem, e ainda que o ensino público estivesse 200% excelente, seria do direito de qualquer cidadão – incluso políticos-matricular seus filhos nelas.
    Simples assim.

    Quanto ao Vargas Llosa, óbvio sabe-se que prêmios são políticos tb – vide jabuti e outros – mas o greenlama dizer que é o pior escritor e que ganhar o nobel prova isso, é coisa de gente que não leu no mínimo Pantaleãos e as Visitadoras, A Guerra do fim do mundo….

    E, outros nobeis de literaturas são interessantíssimos, como Saramago em seu início (Jangada de Pedra é sensacional) e Gabriel Garcia Márquez….

    Assim como leite derramado do Chico no jabuti desse ano, não sei se era o melhor – não li todos os outros indicados e não sou especialista- mas é excelente leitura…
    O melhor que ele escreveu até agora em minha opinião.

    abços.

    Olá, Tereza. Como você sabe, sou mais duro quando a pessoa me ofende. Aí tenho no mínimo que ser duro. Ma não xingo nem ofendo, como não gosto que façam comigo.

    No mais, concordo em tudo com seu comentário. Também gosto muito do Chico como escritor, mas ainda não tive tempo de ler “Leite Derramado”.

    Obrigado por voltar a este espaço.

    Abração

  • tereza

    nem era uma crítica a vc ser duro, ao contrário…
    é um elogio por vc não se rebaixar ao nível de críticas ofensivas..

    Sim, Tereza, eu entendi exatamente assim. Só expliquei sobre a “dureza”, mas não entendi como crítica sua, não.

    Abração

  • Iago José

    Caro Ricardo,
    Tudo bom?
    Sou leitor e comentarista assíduo dos grandes gênios da Revista Veja, tenho 17 anos, quase 18 e também sou blogueiro político, um cisco perto de tanta genialidade como a sua, a de Nunes, Caio e Reinaldo.
    Realmente é lamentável tal projeto. Buarque ou quer chamar atenção ou realmente tem pretensões ditadoriais, dos tempos remotos da era de chumbo. Temos que tomar cuidado, se não, daqui a pouco, estaremos na Venezuela Brasileira da pseudo-esquerda nacional.
    Abraços,
    Iago José
    http://joseiago.blogspot.com


    Obrigado por sua visita e seu comentário, caro Iago. Vou conhecer seu blog, sim.

    Um abração

  • Antunes

    Caro Ricardo,

    É claro que uma lei não pode interferir com decisões pessoais e familiares dos cidadãos. Mas é igualmente óbvio que um representante do povo deveria dar o exemplo em defender os serviços públicos do país. Por exemplo, como justificar que Deputados Federais e Senadores tenham seu próprio convênio de saúde pago com dinheiro público?

    Nossos representantes tem todo o direito de colocar seus filhos na melhor escola particular do país, e receber o melhor tratamento de saúde disponível na medicina privada, desde que sejam usados recursos próprios.

    Um representante do povo não pode receber subvenções para tratamento de saúde ou ajuda de custo pata matricula dos filhos em escolas particulares com o argumento que os serviços públicos não tem qualidade. É imoral!

    A provocação de Cristovam Buarque na verdade coloca em evidência os privilégios da classe política. O que é louvável!

    Um abraço

    Antunes

    Como provocação, é louvável. Mas há outras maneiras de fazê-lo sem ser com um projeto de lei. O que é que as crianças dos políticos têm com o comportamento dos pais, por exemplo?

    Um abraço e obrigado pela visita.

  • Vera Natali

    Caro Ricardo, eu sei de fonte segura que o filho de um grande político paulista estuda na FATEC. Não sei se isso é exemplo, mas ao que me consta a FATEC é bem conceituada.

    As Fatecs (faculdades de tecnologia) e as Etecs (ensino médio com ensino profissionalizante na área técnica) são, sim, escolas públicas de São Paulo bem conceituadas, cara Vera.

  • greenlama

    Em momento algum quis ofender pessoalmente o colunista. O problema é que, no Brasil, apontar os limites do arrazoamento — e esse é o papel da crítica, não reverenciar basbaques como Llosa ou Pelé — é visto como algo insultuoso. A reação do moderador, porém, me incita à uma argumentação. Para mim a tolice de Llosa reside na leitura pública mais tosca e desatinada que alguém já ousou fazer d’Os Sertões. A ‘Guerra do Fim do Mundo’ — que eu li, sim, meus caros — é uma interpretação kitsch e destrambelhada de um dos maiores livros já escritos por essas bandas. E não é somente este pobre leitor obtuso que pensa desse modo. Vejam, por exemplo, a opinião da prof. Walnice Galvão, grande estudiosa de Euclides:

    “Ele [Vargas Llosa] pegou Os Sertões, uma obra de arte, um monumento, uma coisa complexíssima, e transformou num best-seller, tirando toda essa complexidade, tornando uma coisa banal, e vendeu montanhas. O imperdoável é que ele tenha colocado Euclides, enquanto personagem de seu livro, como um jornalista míope e que perde os óculos na guerra. Isso é demais! É fácil proceder a uma análise psicanalítica: penso que ele tinha tanta inveja de Os Sertões que diminuiu o autor, tornando-o simbolicamente um míope sem óculos.”

    E é essa a obra que Llosa considera o ápice de sua carreira literária. Enfim, Llosa é uma espécie de Isabel Allende instumescida (ela é menos pretensiosa, porém). Em relação à totemização de Pelé, não preciso justificar-me, é simplesmente medíocre.

    Passar bem.

    Caro amigo, reconheça, cá entre nós: você foi superagressivo comigo naquele comentário, não é mesmo?

    Respeito sua opinião e a publico aqui, mas divirjo inteiramente dela. Pelé e Vargas Llosa, basbaques?

    Respeito a opinião da professora Walnice, mas o jornalista míope do romance é um personagem de ficção, vagamente inspirado em Euclides da Cunha, por quem Vargas Llosa tem verdadeira veneração.

    Diferentemente de você, considero Vargas Llosa (ninguém o chama de “Llosa” no mundo hispânico por Llosa é o sobrenome materno) um grande, um fabuloso escritor, embora o melhor de sua obra tenha ficado para trás, em minha modesta opinião. Mas “Conversa na Catedral”, por exemplo, é uma obra-prima digna de um gigante.

    Quanto ao Pelé, bem, já deixei bem claro minha admiração por ele, pelo craque, pelo jogador incomparável. Fora de campo é outra coisa.

    Abraço

  • Claudemar

    Porque não?

  • Maria josé Diniz

    Acho bom, pois obriga o político em questão, a melhorar o ensino público.

  • Anddrei

    Sou totalmente a favor desse projeto de lei. Pq não? Pq deixar o filho do cidadão que não tem vida financeira privilegiada igual aos políticos estudar em uma escola totalmente sem condições apropriadas? Isso com toda certeza mudaria a qualidade da nossa educação. Ser político virou uma profissão. Fazem promessas para se manterem nos cargos, e isso vira apenas uma fonte de renda para a maioria deles, não interessando o motivo pelo qual foi eletio, por quem foi eleito, pq foi eleito. Esse país precisa de alguém corajoso como Cristovam. Devemos ser mais duros com os políticos, que não ligam para os problemas da população, apenas para suas contas gordas.
    Sou TOTALMENTE contra a opnião do colunista.
    E deixo aqui meu comentário de revolta.

  • RenanF

    Piada.

  • Evandro Paiva

    Proposta um pouco fora de tempo: tem político que está no sexto mandato, as pessoas vão envelhecendo e os filhos deles cada vez mais estão assumindo os postos do pai para perpetuar os “interesses” de família. A mentalidade não mudará, e, por vezes, tende a piorar, com o nepotismo sendo homologado pela população a cada eleição.
    Agora uma coisa que eu não consigo entender que deveria ser combatido pelo nobre senador: por que o dinheiro que se destina ao FIES e ao PROUNI no ensino privado não é para investimentos em escolas públicas ora arruinadas, haja vista que universidade particular deve acompanhar a Lei de Mercado, no máximo ter 3 cursos de acordo com a procura?

  • Marcio

    Não vejo nada de absurdo nesse projeto, pelo contrario acho uma idéia maravilhosa
    Quem aprova o desaprova uma lei ou aumento de salário para servidores públicos são os políticos que não direciona a verba corretamente para a educação são os políticos se eles não aprovam o ensino publico para seus filhos, algo tem que ser melhorado e nada melhor que sentir na carne o que é uma educação de baixa qualidade. só assim para eles se mexerem de verdade.
    Parabéns Cristovam.

  • Djalma dos Santos

    Parte de uma matéria do site http://super.abril.com.br/alimentacao/fi…

    “Em lugares como Reino Unido e Cingapura, políticos nem pensam em colocar os filhos em escolas particulares. Os eleitores não aceitariam essa escolha, porque ela significaria ignorar a boa qualidade das escolas públicas de lá. Se um político é descoberto matriculando o filho no ensino privado, acaba nos jornais. Tem de se desculpar publicamente e transferir a criança para uma instituição pública”.
    A lei do Ficha Limpa só passou porque veio com a força das ruas. É uma idéia.

  • Filipe Rasch

    Algumas frases me intrigaram a respeito dessa materia como por exemplo : “Mas é completamente delirante e descabelado” (È um simples projeto de lei, ora pois se não tem nada de errado com as escolas publicas brasileiras porque então não usalo?, “É uma ótima provocação, é uma forma de constrangê-los e mostrar que o rei está nu.” por que seria uma provocação as nossas escolas são uma maravilha.

    ABSURDO é continuar como está.

  • Fernando

    Sinceramente não acreditei quando li a reportagem, pois tenho vocação politica, mas não imaginava que alguem iria chegar na minha frente com esse projeto de lei . Pois era exatamente o que eu pensava ser a UNICA saida para aeducação e saude. no Brasil. Parabéns Cristovam Buarque. Quem quer seguir carreira de politico tem que ser assim. Só usa hospital e escola publica.
    Chega de hipocrisia. Quem não tem vocação pula do barco e não se reelege nas proximas eleiçoes.

  • adrien nobre

    Nossa, cristovão parabéns, só assim, aqueles que deveriam prestar ateñção para com a educação iriam tomar atitudes para privilegiar seus filhos com um bom ensino, com isso geraria um bom ensino publico para todos!!1

  • Cathi

    Isso ae Cristovam, apoiado!

  • Raquel

    Concordo plenamente com o projeto de lei de Cristovam Buarque. Sou professora efetiva, atuo no ensino fundamental e médio no estado de Mato Grosso.
    Os políticos costumam defender com unhas e dentes a melhora da educação, a inclusão, a igualdade social… Afirmam que o país está caminhando nessas questões. Por tal razão não vejo problema em exigir que os filhos deles se incluam no ensino público, já que essa é uma educação de qualidade(Segundo eles), seus filhos e dependentes estariam apenas fazendo valer a tão defendida igualdade…
    O fato é que realmente a educação teria mais atenção por parte deles… enfim.. Cristovam está apoiadíssimo por aqueles que vivem a realidade das salas de aula!

  • Everton

    Eu apoio plenamente essa lei e digo que absruso é quem fez essa reportagem!!! temos que apoiar os bons politicos que querem o bem pra nação e não ir contra eles!!! é isso ai Senador estamos juntos nessa

  • PABLO AMORIM

    Absurdo é você não apoiá-lo caro Ricardo, com certeza tanto o ensino público quanto o SUS seriam melhores se fossem usado pelos políticos. Eles não teriam escolha senão a melhora destas instuições. A carreira pública é facultativa, se aprovada essa lei, que se retire aquele político que não acredite na melhora do ensino público e vá matriculá-los na escola privada e dê espaço àqueles que desejam a mudança. Valeu Cristovam!

  • Antonio

    Acho justo! E acho que todo funcionário público deveria ser obrigado a usar escola pública, hospital público, etc. para sentir na pele como está o atendimento a população.
    Errado é um político lá de Brasília vir ser atendido no Sírio Libanes em São Paulo porque não tem outro hospital com a mesma competência em outra parte do Brasil…

  • Breno Paradelo

    Caro, em algum aspécto devo concordar também que esse projeto é um absurdo, pois ter esse tipo de lei se assemelha a lei de cotas do vestibular, não em questão de matéria mas sim pelo fato de que históricamente é uma vergonha não tê-las. E tê-las é o reconhecimento do descaso para com o nosso sistema educacional e uma esperança de uma educação melhor e consequêntemente de um futuro melhor para toda a nação, que ironicamente é representada por aqueles que não aprovam esse projeto, um dos motivos para isso é a segurança que também melhoraria se os filhos deles estivem lá nas escolas que em muitos casos são pontos de drogas e estão rodeadas de marginais. Já imaginou seu filho estudando com um filho de senador ou deputado, ou do presidente? Imaginou como seria a reunião de pais e mestres? Isso sim é democracia.

  • rosangela

    E obrigar as escolas publicas a aceitar menores inflatores, isso não é intervir na vida das familias que querem educação de qualidade aos educandos das mesmas e que com isso essa educação de qualidade pode acontecer???????????
    Bagunças , desrespeito , armas nas escolas , drogas!!!!!!!!!!!!
    me retorne.

  • rosangela

    Parabens Cristovam Buarque

  • Evandro Paiva

    Imaginou como seria a reunião de pais e mestres? Imaginei. Vai ser uma babação só, pedindo emprego nos incontáveis cargos comissionados proporcionados pelo Estado. Que tal funcionários ocupantes de cargo comissionado terem seus nomes, salários, funções e lotações divulgados? Será que vai caber em uma única parede? No site do órgão vai ter que caber. Não seria uma bela de uma proposta que poderia ser defendida pelo nobre senador? Veja se ele tem coragem pra fazer isso. Aí me calaria.

  • daniel pinheiro

    nao acho um absurdo,nem acho que isso venha a ferir ,ou invadir a vida privada de nenhum parlamentar!!tendo em vista, que no ato da posse,ele deixa de ser um anonimo,e passa a ser uma pessoa publica,e com as mesma s obrigacoes,ou mais, que qualker cidado comum!!nota dez para o senador cristovam,que è um dos poucos politicos honestos neste paìs!!essa idèia so e absurda,sr.ricardo setti,no mundo a qual o sr,e outros petecem!!!se è que me entende!!!

  • josenilto

    A critica é descabida. O projeto é bom. Os políticos enquanto ocupam cargo público são homens públicos e enquanto o forem tem obrigação de prestar contas e prezar pela boa qualidade do ensino publico e terão mais chance de fazê-lo com seus filhos em escolas públicas. O segundo passo seria reservar 70% das vagas nas universidade públicas para quem vier de escolas públicas. Quem pagou escola particular a vida toda não precisa economizar na faculdade…

  • Carolina

    Absurdo e delirante é situação das escolas públicas e das merendar oferecidas aos estudantes, é um excelente ideia e com certeza mudaria muita coisa, essa sua crítica mostra muito bem que é uma pessoa preconceituosa e que concorda que escola pública não é lugar digno de receber filhos de políticos, então deveria fazer alguma coisa pra mudar, ao invés de criticar ideias alheias.

    A primeira coisa que certas pessoas, como você, Carolina, fazem diante de ideias diferentes das suas é desqualificar o interlocutor. Por que sou preconceituoso? De onde você tirou isso? De onde você tirou a afirmação imbecil de que eu acho que escola pública não é lugar digno de receber filhos de A ou B?
    Meu pai estudou a vida inteira em escolas públicas. Minha mãe também. Eu e meus quatro irmãos, todos, nos formamos em universidades públicas. Meus pais foram professores em escolas públicas. Dois de meus irmãos também.
    Dobre a língua antes de jogar pedra em quem você não conhece.
    O que achei sobre o projeto, e que continuo achando, é que é absolutamente antidemocrático as pessoas, sejam quem forem, a estudar em escola pública ou privada. É inteiramente absurda e inconstitucional uma lei que OBRIGUE terceiros — no caso, os filhos — por causa da condição de políticos de pai ou mãe.
    Será possível que você não enxerga isso?
    A proposta do senador Cristovam, político que respeito, além de demagógica, é um enorme disparate.

  • Mauricio Bastos

    ABSURDO É O SENHOR MENCIONAR QUE ESTE PROJETO É UM ABSURDO! DESAVENÇAS COMO ESTA É QUE FAVORECEM NOSSO PAÍS A NÃO FLUIR POSITIVAMENTE! LAMENTÁVEL SUA OPINIÃO!

    Sou inteiramente a favor da escola pública. Junto com a segurança pública, a educação, e sobretudo, acima de tudo, a escola pública, deveria ser prioridade 1 de todos os governos — federal, estaduais e municipais.
    Meus pais foram professores em escolas públicas. Meus irmãos e eu todos nos formamos em universidades públicas. O que eu critiquei, e continuo criticando, é um projeto que obriga crianças e jovens a fazer isso ou aquilo em funçao da atividade dos PAIS! O que é que eles têm com isso?
    Não se pode OBRIGAR alguém, em virtude da atividade de outras pessoas, mesmo que os pais, a fazer ou deixar de fazer alguma coisa. É ilegal, inconstitucional e uma violência.
    Se você me perguntar se eu acharia BOM que os filhos de políticos e outros homens públicos estudassem em escolas públicas, para, longe de seus gabinetes refrigerados, terem uma ideia de como os professores, em grande maioria, são mal pagos e desestimulados, como lhes falta planos de carreira, como as escolas, também em grande maioria, são mal equipadas e mal conservadas, como há drogas e violência em seu âmbito, que afetam inclusive os professores — e por aí vai –, aí, sim, eu concordaria.
    Mas obrigar terceiros a fazer ou deixar de fazer algo por causa da atividade do pai ou mãe é intrinsecamente absurdo. É isso que eu quis dizer.
    E sei que, sendo o senador Cristovam o homem inteligente e preocupado com a educação que é, certamente apresentou o projeto sabendo que jamais será aprovado, mas para levantar a discussão da fundamental questão da escola pública.
    Sem melhorar a escola pública, o Brasil não chegará a lugar algum.

  • Mauricio Bastos

    Peço desculpas pelo meu equívoco, mas realmente causou-me revolta este post. Acho que foi radical da parte do Sr. empregar a palavra “absurdo” para rotular algo tão coerente a primeira vista. Mas vamos lá: Teria mesmo a certeza de que não há fundamento na proposta do Sr. Cristóvam, sabendo que existe de fato a “imersão” de valores (com relação a educação) de nossos governantes, uma vez que eles próprios ocasionam isso com intermináveis fraudes, lavagens, propinas e omissões? O que alguns deles diriam com seu(s) filho(s) na escola pública? “Nossa, e agora? Não tem mensalidade superfaturada para eu pagar, não tem intercâmbios para viajar. E agora, como darei conta deste montante de receita destinada a isso?”
    Entendo muito bem sua posição, Sr. Ricardo, mas não estamos aqui generalizando classes sociais de pais de alunos da rede privada em geral, e sim tentando fazer com que os que promovem a falta de interesse pela educação e a escassez de recursos da rede pública de ensino deste país tenham seus filhos nas mesmas condições de quem é prejudicado.

  • Fábio Veroni

    Não concordo em nada quando você diz que o projeto seja um absurdo!

    Creio que todo funcionário publico eleito está no cargo por que quis. Logo, ele tem a opção de se candidatar e ter que fazer uso dos serviços públicos, ou simplesmente ele pode exercer qualquer outra profissão!
    Não parece democrático pra você?

    O projeto não obriga os detentores dos cargos públicos eletivos a nada.
    Obriga os filhos!
    Filhos são terceiras pessoas. Não podem ser obrigados a fazer ou deixar de fazer algo em razão de um cargo público exercido pela mãe ou pelo pai.
    O Brasil, caro Fábio, não é a Coreia do Norte.

  • Fabrício

    ABSURDO, são suas palavras caro Ricardo.

    O mínimo que você poderia fazer….. é parabenizar no título de sua reportagem e depois explicar que mesmo sendo importante o projeto é inconstitucional…. mas o que você mostrou…. foi completa opinião contrária ao projeto….
    Pessoal, desculpe pelos erros de português, pois sou mais uma “vítima” do ensino público do nosso país.

    Fabrício – Cariacica/ES

  • Fabrício

    Completando minha indignação: Este projeto iria diminuir um pouco os casos de corrupção, no que diz respeito ao desvio de verbas públicas, pois os políticos sentiriam na pele o que o restante dos brasileiros sentem com a falta de recursos no ensino público…. E corrupção deveria ser tratado como CRIME HEDIONDO. De certa forma, a falta de educação e saúde em nosso país penaliza e mata milhões de brasileiros.

    Fabrício – Cariacica/ES

  • José Vanderlei Siqueira

    Eu concordo plenamente com o projeto do Senador Cristovan, alguém tem que fazer algo pela educação nesse país, quem sabe eles tendo que colocar os seus filhos para estudarem e serem educados em instituições públicas, absurdo é criticarmos e não apresentarmos nada que suplanta uma boa ideia..acho também que os político deveriam ter como plano de saúde o SUS..

  • JulioL.Rossi

    PAREM de se FINGIREM de SANTOS

    “o que é que as crianças têm a ver com as mancadas os pais políticos?”

    Deixe de mimimi, ninguém esta fadando nenhuma criança a uma educação miserável. Elas só estariam fadadas a esse destino se os seus pais políticos mesmo tendo noção da existência dessa lei, não fizessem nada para mudar.

    Aprove essa lei e de um prazo de alguns anos para se totalmente implementada. Aposto que teria vários políticos suando a camisa para prepararem um bom terreno para seus filhos.

    As crianças aqui estão sendo usadas apenas como chantagem e se eles trabalharem direito não terá perdas enormes! De um ponto geopolítico algo assim é quase SANTO.

    RUIM e CRUEL seria uma lei que falasse: Os políticos não poderão melhorar a educação e terão que por seus filhos no ensino público.

    Então BITCHES para de mimimi

  • Geovany Reis

    Pow, Absurdo??
    Absurdo e a educação está essa pouca vergonha. Se os políticos não sentirem pelos próprios filhos a lástima que esta a educação, não ira melhora-la.
    Apoiadíssimo sr Cristovan Buarque. Ganhou conceitos comigo.

  • Geovany Reis

    Espero que com esse artigo, a Veja nao se considere opinativo e imparcial.

    Você não consegue entender que este espaço é de um COLUNISTA, com OPINIÕES próprias, e que o que escrevo aqui é de MINHA responsabilidade, e não da revista?

  • Gabriela

    noooosssaaaa… que a-b-s-u-r-d-o! zzzzzz -.-

  • Giordani Pasqualon

    Absurda é a sua cretinisse em criticar este projeto. É óbvio que ele não será aprovado, e é óbvio que é inconstitucional. Agora a sua posição cretina de criticar é que é decepcionante. Aposto que SEUS filhos não estão em escolas públicas.

    É inconstitucional — além de ser intrinsecamente imoral — obrigar alguém (filhos) a fazer alguma coisa em função da condição de outro — os pais. Será que não dá para entender isso?

    Este ponto é fundamental.

    Ah, e “cretinice” se escreve com “c”.

  • Vivian

    Eu não concordo com as suas palavras e achei um abuso esse seu artigo que mais parece coluna sensacionalista.
    Não acho um “projeto absurdo” e acho até desrespeitoso da sua parte conta-lo como completamente delirante e descabelado” quando, como você pode ver, muita gente concorda com a ação do senador de levar a prova dos próprios colegas a educação nas escolas públicas.
    É uma ação extrema sim, mas creio eu que seria efetiva.
    Achei esse artigo uma vergonha, Veja.

    É inconstitucional — além de ser intrinsecamente imoral — obrigar alguém (filhos) a fazer alguma coisa em função da condição de outro — os pais. Será que não dá para entender isso?

  • Ana Claudia Zemuner

    O único absurdo nesse artigo é a audácia de quem o escreveu. O projeto de lei é simplesmente genial, considerando que se se as escolas públicas são boas o sificiente para os cidadão que não tem condições de bancar uma escola particular para os filhos, deveriam também ser boas o suficiente para os filhos dos nossos queridos políticos. Isso seria um incentivo sensacional para que o governo invista mais em educação, já que eles estariam investindo nos próprios filhos. É triste saber que um cidadão BRASILEIRO tenha escrito uma barbaridade dessas, a não ser que esse cidadão seja, também, um político.

    Ana Cláudia… Tão simpática e tão injusta.

    É inconstitucional — além de ser intrinsecamente imoral — obrigar alguém (filhos) a fazer alguma coisa em função da condição de outro — os pais. Será que não dá para entender isso?

  • Julia

    ABSURDO é você, Ricardo, defender que os filhinhos dos políticos devem ser tratados de forma diferentes dos filhos de pessoas dignas que não tem dinheiro para pagar colégio particular. Absurdo é o ensino dado nas escolas públicas, e mais absurdo ainda é ninguém fazer nada para melhorar a educação. Absurdo é o governo não investir o dinheiro que todos nós, brasileiros, somos obrigados a pagar como impostos. Os políticos deveriam sim colocar seus filhos em colégios públicos por alguns anos, quem sabe assim eles poderiam fazer alguma coisa pra mudar essa realidade ridícula que todos nós vivemos.

    É inconstitucional — além de ser intrinsecamente imoral — obrigar alguém (filhos) a fazer alguma coisa em função da condição de outro — os pais. Será que não dá para entender isso?

  • Aline

    Coitadinhos dos filhos dos políticos corruptos desse país, que se beneficiam dos crimes de seus pais não é, Veja? ABSURDO é uma revista que se diz do lado dos direitos do povo e contra a corrupção ser contra algo que poderia, SIM, ajudar a melhorar o investimento na educação brasileira, já que desse modo os políticos iriam se preocupar mais em dar assistência ao que é uma das coisas mais importantes numa nação: A EDUCAÇÃO!!!! Mas a VEJA já deixou claro outrora (sem esquecer da famosa capa de Carminha e Nina em pleno julgamento de mensalão) de que lado REALMENTE está.

    Calma, Aline. Tome uma água com açúcar.

    A revista não tem nada com isso. É tão difícil entender que sou um COLUNISTA, um jornalista que expressa, em seu espaço, suas opiniões, de forma livre e independente?

    O mais importante é que o projeto é inteiramente autoritário. Só caberia numa Coreia do Norte da vida. É inconstitucional — além de ser intrinsecamente imoral — obrigar alguém (filhos) a fazer alguma coisa em função da condição de outro — os pais.

    Será que não dá para entender isso?

  • Patrícia Boudakian

    Quando vc diz que o Cristovam queria chamar a atenção para a situação da educação… é óbvio que ele quis e para bom entendedor meia palavra basta. Me desculpe, mas achei seu texto fraco e desnecessário.

  • Rachel Esther

    Em primeiro lugar, esse projeto seria manifestamente inconstitucional, de modo que, embora aprovado, todos os político impetrariam ADINs para que seus filhos possam ser matriculados em escolas particulares – e ganhariam os referidos processos. Ainda, considerando que essa medida fosse de fato adotada, vocês acham que isso ensejaria melhora no ensino público? Seria mais fácil pagar cursinhos preparatórios para o vestibular (muitos dos quais mais baratos do que colégios particulares) e manter os filhos com a presença mínima nos colégios públicos. AINDA, finalizando: e as faculdades? Daríamos de presente vagas nas melhores universidades do país? Senhores, é no mínimo inocente acreditar na solução proposta pelo senador.

  • Marcelo Soares

    Super absurdo isso, tanto que os novaiorkinos odeiam né?

    http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/mundo/noticia/2012/03/estrangeiros-ricos-optam-por-colocar-filhos-em-escolas-publicas-em-nova-york-3680802.html

    Você não entendeu nada, acho que nem leu o post e já está jogando pedra. Desisto de explicar. Em que nível escolar você está? No maternal?

  • Bruno Bagni

    Excelente!!! Grande ideia deste homem!

  • Rodrigo Motta

    Vá passear, junto com seu neurônio e meio e com seus comentários ofensivos, próprios de débeis mentais. Um projeto como esse vingaria na Coreia do Norte. Será que seu neurônio e meio consegue entender que não se pode obrigar TERCEIROS — filhos — por causa da condição dos pais?

    Não, acho que não vai entender, não.

    Você está em que fase de estudos, com seus prováveis mais de 20 anos? No maternal?

  • Juliana Leite

    Absurdo é a VEja publicar isso.´

    VEJA não publicou nada. Quem publicou fui eu, que tenho nome, RG, endereço, CPF, telefone…

    Acho que você é uma das tantas pessoas que nem leram o post e já estão jogando pedra. Fazer o quê?

  • Marcus

    Para mensagens ofensivas e imbecis como a sua, só posso dizer que o que você acha de mim não chega a 1% do que eu acho de você.

  • rebecca

    Absurdo é um veículo de comunicação se posicionar dessa forma! Lamentável.

    Oi, Rebeca. Eu não sou um “veículo de comunicação”, não, minha filha. Sou uma pessoa, um ser humano, e como tal tenho algo chamado OPINIÕES. O que fiz foi escrever o que penso sobre esse projeto absurdo e cretino do senador Cristovam.

  • Imperador

    Engraçado como essa matéria é claramente parcial.
    Absurdo mesmo é essa opinião. Absurdo é estar a mais de 100 dias em greve e o governo não saber mexer o rabo gordo que votamos para estar lá..
    A essa altura, algumas atitudes de ditadura poderia colocar o país de volta nos eixos, pois claramente a democracia está provando não ter eficiência alguma em determinados pontos…

    Não se trata de “matéria”. Se trata de minha OPINIÃO!!! Não sabe distinguir, não? Volte pra escola.

  • Célia

    Eu sou a favor.

  • Thiago Marconi

    EU CONCORDO COM O CRISTOVAM BUARQUE, PORQUE SÓ ASSIM ESSES IRÃO MELHORAR O ENSINO PÚBLICO DESSE PAÍS, TOMARA QUE SEJA APROVADA.

  • Luis

    Isso deveria ter sido uma Notícia, não um artigo de opinião, onde você argumenta para convencer às pessoas de que tal projeto é “um absurdo” e que “jamais será aprovado”. Não discordo com o fato de infringir a constituição, mas também é constitucional o direto à educação. O problema do Brasil é que ele não acrescentou os termos “de qualidade” junto à “educação”.

  • Rogério

    Não vejo absurdo algum. É condição interessante a quem quiser seguir carreira política. Em outras palavras, não é interferir na vida privada, mas na vida política pública de cada um deles.

  • Fulano

    Não digo quem manipula o que porque minha santa mãe me deu educação desde criança.

    Vá passear, suma daqui, rumo aos blogues sujos e não me amole a paciência.

  • Dinho Senos

    Absurda é essa visão unilateral da Veja, que não mostra o lado bom da coisa. Absurdo é o fato de um país “subdesenvolvido” como Cuba ter um dos níveis de educação mais altos do mundo, de graça, e o Brasil, um país desse tamanho, com tanto “potencial”, tem uma educação pública péssima. O único jeito da educação avançar um passo decente é uma lei mais severa, como essa. O redator desse artigo deveria prestar mais atenção no mundo que o rodeia, antes de escrever que “É coisa para uma Coréia do Norte da vida”, e que “o projeto é absurdo”.

    Calma, Dinho. Calma.

    Antes de mais nada, deixe a revista em paz. VEJA não tem nada a ver com isso. Este espaço é de um colunista que tem sua propria opinião independente, que escreve o que pensa.

    É claro que a educação pública no Brasil é um desastre, uma tragédia. Concordamos com isso.

    Mas projetos como esse — autoritários e inconstitucionais — não é o que vai resolver o problema.

    Veja bem, é inconstitucional — além de ser intrinsecamente imoral — obrigar alguém (filhos) a fazer alguma coisa em função da condição de outro — os pais. Será que não dá para entender isso?

    Vamos melhorar a educação, deveria ser prioridade 1 de todos os governantes — prefeitos, governadores, presidente –, da sociedade, de todos nós.

    Assim, porém, não. Não dá.

  • André

    Não tem nada de absurdo. É bastante sensato até.

    Repito o que já escrevi para não sei quantos leitores: é inconstitucional — além de ser intrinsecamente imoral — obrigar alguém (filhos) a fazer alguma coisa em função da condição de outros (os pais). Será que não dá para entender isso?

  • Davidson Mendes

    Absurdo é quem diz “absurdo”. Concordo com o senador e já era para ser lei.

    Repito o que já escrevi para não sei quantos leitores: é inconstitucional — além de ser intrinsecamente imoral — obrigar alguém (filhos) a fazer alguma coisa em função da condição de outros (os pais). Será que não dá para entender isso?

  • Vanessa

    Super a favor! Absurdo? Oi!?

  • Josney

    Absurdo é esse Ricardo Setti afirmar que um projeto exemplar desses é absurdo!

    Repito o que já escrevi para não sei quantos leitores para “esse Josney”: é inconstitucional — além de ser intrinsecamente imoral — obrigar alguém (filhos) a fazer alguma coisa em função da condição de outros (os pais).

    Pela mesma linha de raciocínio, então, seria possível colocar na cadeia filhos por causa de crimes dos país.

    Será que não dá para entender uma coisa tão simples assim?

  • Emiliano Meira

    Não vejo como “absurdo” um projeto como esse, é fato que essa atitude é deveras radical, mas do jeito que as coisas estão só iremos para frente se formos radicais também. Chega de sermos “constitucionais” com políticos e em troca só recebemos corrupção, dentre elas o desvio da verba destinada ao ensino e merendas escolares. Que não seja uma lei, mas uma medida provisória por pelo menos 4 anos, como experiencia, pra se notar o avanço nessa área, mas algo radical tem que ser feito já!!

    Caro Emiliano,

    Repito o que já escrevi para vários outros leitores: não apenas é inconstitucional — mas intrinsecamente imoral — obrigar alguém (filhos) a fazer alguma coisa em função da condição de outros (os pais).

    Pela mesma linha de raciocínio, então, seria possível colocar na cadeia filhos por causa de crimes dos país.

    Será que não dá para entender uma coisa tão simples assim?

    Um abração

  • Ana Rita

    Colega colunista,

    As decisões dos políticos também interferem na vida privada nas famílias brasileiras.
    “Com o ímpio serás ímpio” e “amar ao próximo como a si mesmo” também fazem parte das leis, a diferença, é que são espirituais.

    O Senador Cristovam… A propósito, se sugeriu, ironicamente, em seu discurso, que o senador está louco (“delirante e descabelado”) ainda dá tempo de você se arrepender da calúnia. Mais respeito, por favor. Pois, a sua inteligência espiritual não chega aos pés do Senador Cristóvam.

    Menos, né?
    Pode até falar mais com mais classe.

    Aí está, devidamente publicada, o seu comentário de grande especialista em “inteligência espiritual”.

    Saudações.

  • Bárbara

    Sinceramente, “ditadura”, posição autoritária não tá faltando no nosso país, não é mesmo? Onde o governo se importa tanto com a educação que ENCERRA a negociação com as universidades. Não é nenhuma uma atitude democrática. Tudo é recíproco! Pra quê tanto medo se nossas escolas públicas são ótimas!? Muita qualidade, comprometimento, segurança… Não é o que dizem os políticos, afinal? Todo ano eleitoral é assim, mostram suas “grandes” realizações e jorram falsas promessas na cara do povo brasileiro. Melhorem a base, melhorem a educação! O político brasileiro só entende quando ele precisa passar pela mesma situação que o povo.
    Apenas para finalizar, eu li toda sua matéria e opinião, e estou expressando a minha, afinal, esse é o meu direito. Percebi que você exige o seu e quer ser respeitado, mas nas suas respostas para os leitores há tanta grosseira que me questiono o seu comprometimento com seu público.

    Vê-se que você não conhece o blog nem meu trabalho, prezada Bárbara. As respostas grosseiras que dei foram a comentários impublicáveis, que me chamavam — do que posso publicar — de imbecil, de elitista, de filho disso, de filho daquilo.

    Na verdade, respeito profundamente a opinião dos leitores, mesmo que diametralmente oposta à minha, como comprovam os mais de 80 MIL comentários já postados e como podem comprovar, sem sombra de dúvida, centenas ou milhares de leitores habituais do blog.

    Mas, é claro, não tolero xingamentos, palavrões, ofensas, ameaças e coisas do tipo. Algo que em sã consciência. ninguém deve tolerar.

    Um abraço pra você.

  • Virgílio Vasconcelos

    Engraçado que, segundo seu ponto de vista, também seria inconstitucional os filhos herdarem dívidas adquiridas por seus pais, após o falecimento dos últimos. Entretanto, filhos herdam dívidas e ninguém chia.

    Sua comparação, também, nivela a escola pública ao sistema prisional. Qual o demérito de se frequentar uma escola pública? Por que, em sua visão, isso é uma punição?

    Trata-se de uma medida pragmática e econômica, e uma honra para os filhos de nossos representantes no Governo.

    Caro Virgílio, você está colocando palavras em minha boca.

    Não há naturalmente demérito ALGUM em frequentar a escola pública!!! Meu pai e minha mãe só estudaram em escolas públicas — e ambos foram professores em escolas públicas no começo de sua vida profissional. Meus irmãos passaram a maior parte de seus períodos de estudos em escolas públicas. Eu me formei por uma escola pública.

    Considero os professores de escola pública — sobretudo dos diferentes graus do ensino pré-universitário — HERÓIS: mal remunerados, sem oportunidade de desenvolver sua capacidade, sem estímulo, hostilizados e até ameaçados por minorias de alunos que deveriam estar em reformatórios etc etc.

    Considero nosso problema de educação pública uma tragédia nacional.

    O que disse é que obrigar filhos de políticos a estudar em escola pública é inconstitucional. Não se pode obrigar terceiras pessoas a alguma coisa em razão da condição de outras (seus pais). É também IMORAL!

    Não acho que por aí se resolva rigorosamente nada do nosso gravíssimo problema de educação, que deveria ser e vergonhosamente não é a prioridade número 1 dos governantes em todos os níveis.

    Um abraço

  • Leonardo Braga

    Absurda é a forma que a educação é tratada no país. A proposta vindo desse respeitado senhor, Cristovam Buarque, merece muito mais credibilidade que uma opinião sua, caro bacharel. Se você queria chamar a atenção, conseguiu, parabéns! Falem mal, mas de mim, não é, “companheiro”? Andava meio sumido mesmo…

    Eu, meio sumido? Hahahahahaha… Saiba que este mês o blog bateu seu recorde de audiência desde que existe.

    Como são ingênuos, para não dizer cretinos, esses indivíduos que acham que jornalista quer “chamar a atenção”. Tenho mais o que fazer.

    E que pena que sua limitada capacidade de compreensão não consiga alcançar o fato de que obrigar terceiros (filhos) a alguma coisa em razão da condição de outrem (pais) é, além de imoral, inconstitucional.

    Saudações.

  • Robinson Salvador

    Argumento falho Sr. Ricardo Setti. A política, desde o nosso voto, interfere diretamente na vida privada e nas decisões sobre a família — “filhos e demais dependentes” — de cidadãos que, circunstancialmente, são políticos, médicos, garis, professores, pedreiros e até os desempregados. Ou seja, as leis possuem poder sobre o seio da família assim como sobre a sociedade e em suas mais diversas camadas. Sejam elas consideradas “intrinsecamente imorais”, ou não. Absurdo e de fato imoral é neste caso a não prática de políticas públicas em áreas como a educação e saúde, entre tantas outras, que obriga-nos, cidadãos que ainda assim pagamos nossos impostos, a arcar com educação e saúde privada. Não esquecendo os desprovidos de tal condição privilegiada de abuso, que o Estado sujeita ao descaso. Acredito que está havendo uma inversão de valores em seus comentários. “Intrinsecamente imoral”? Onde está a moralidade na educação deste país, em resumo, onde está a moralidade? Por sinal a educação é direito de todos e dever do Estado e da família, está na Constituição Federal. Então vamos falar de inconstitucionalidade? Se tal direito nos é garantido em Constituição Federal e o próprio estado não o cumpre, quem de fato infringe a própria constituição? O que de fato é inconstitucional?

    Se os políticos eleitos são eleitos por nós com o intuito de que através de seu trabalho, basicamente nos assegure os direitos constitucionais e que representem as necessidades do povo perante o Estado, subentende-se que o mesmo honrará com tais compromissos e confiança depositada. Sendo assim nada mais justo que o mesmo, em consequência do seu trabalho, faça uso dos direitos básicos aos quais o mesmo está incumbido de garanti-los. Isto sim é moral. Até porque a moral é aquilo que se submete a um valor.
    Quanto ao seu ponto de vista citado nos demais comentários, em que você traça que, seguindo tal linha de raciocínio seria possível colocar na cadeia os filhos por causa de crimes dos seus pais, fico abismado com tamanha linha de pensamento generalista e deturpadora. Onde se compara transferência de pena com equidade. A sua análise da lei parte do pressuposto de que a educação pública é precária e que por isto e somente isto, sem análise de causa, serviria como punição para com os políticos. Partindo deste pressuposto, todo o contingente de alunos públicos deste país cometeu qual delito para tal punição? Sinceramente Sr. Ricardo Setti, com todo respeito, poupe-nos de seus pensamentos imorais.

    Considerar “imorais” meus “pensamentos” (você lê pensamento?) é realmente muito engraçado.

    Já desisti de argumentar com leitores como você, prezado Robinson. Minha mensagem de que é imoral, além de inconstitucional, alguém (filhos) ser obrigado pelo Estado a fazer alguma coisa por causa de outrem (os pais) parece que não atinge certos cérebros.

    Você tem direito de pensar o que quiser.

    Passe bem.

  • rui andrade

    Porque o filho do cidadão que paga o mesmo e as vezes mais impostos, que essa corja de maus POLITICOS. São obrigados a colocarem seus filhos para dependerem de uma Educação deficiente em todos sentidos, não vejo nenhum absurdo. Gostaria de ver esse Projeto transformado em Lei. Parabens SENADOR.

  • fabricio gomes

    “Arrogância, imbecilidade, imbecil, idiota”… Rapaz, como você é educado? Aprendeu em casa, quando era pequeno?

    Por que você não argumenta em vez de comportar-se como um troglodita rasteiro?

    Ah, não, não precisa argumentar, não. Prefiro que você suma do blog.

    Tchau!

  • Monique

    Absurdo é este artigo. E “delirante e descabelado” é o senhor Renato Setti, autor deste artigo. ¬¬
    Essa lei precisa ser aprovada.

    Prezada Monique, você leu o texto com tanta atenção que nem meu nome sabe, não é mesmo?

    Esse projeto de lei é imoral e inconstitucional. Ninguém (filhos) pode ser obrigado a alguma coisa em razão da situação de outrem (pais).

    Isso, repito, só se concebe numa Coreia do Norte da vida.

    Eu não quero viver no mesmo país que você tem em mente.

    Boa sorte.

  • Ramon

    Senhor Ricardo Setti,

    O senhor talvez tenha esse pensamento por fazer parte daquela porcentagem que não tem a necessidade de um atendimento pelo SUS, ou que dependa da (baixa) qualidade do ensino público.

    A proposta do senador pode ser autoritaria, populista, provocar estranheza ou até mesmo ser forte demais, porém, devido ao atual descaso das autoridades com os serviços públicos, acredito que essa seja a única alternativa, e estou certo que os outros 90% da população brasileira também concordam. Se duvida, acompanhe a repercussão desse seu comentário nas redes sociais.

  • Hélio

    É nessa hora que o inconstitucional funciona, pois essa lei teria coerencia e seria bastante favorável que ela fosse aprovada no congresso, aliás um congresso que funciona em sua grande maioria apenas pra atender lob’s de grandes empresas e interesses privados, mas isso não é inconstitucional não né!!!!

  • Royrogers

    Caro Setti,

    Voce está certo. Acho que o Cristovam só está querendo chamar a atenção para os problemas da educação no pais. Claro que ele deve saber que isso é inconstitucional.

    O problema é você tentar explicar isso para 74% de analfabetos que não conseguem entender um simples artigo de um blog…

    Caro Royrogers, você continua com boa pontaria…

    É um alívio ver que pelo menos alguns dos comentaristas deste post ENTENDERAM o que lá está escrito.

    Muitos dos que escreveram não apenas me criticando, o que é inteiramente legítimo, mas me xingando e ofendendo, provavelmente são oriundos de escolas públicas ruins, que todos nós devemos lutar para melhorar.

    E não sei se você notou como a coisa é meio orquestrada: este post é de 2010!!!!

    Um grande abraço e volte sempre.

  • Rafael

    Setti,

    Existem tantas coisas “inconstitucionais” que foram aprovadas e estão vigentes até hoje que é quase impossível enumera-las, mas sua opinião totalmente imparcial não faz ninguém abrir os olhos para ver a desgraça que é o ensino publico neste país, tanto que criaram cotas para os estudantes adentrarem em universidades e isso sim é uma coisa patética, isso é descriminação com todos, pobres, ricos, negros, brancos, ruivos, índios, etc. Deveriam sim é investir em boa educação de base, para aí sim, esses estudantes terem capacidade de entrar nas melhores faculdades. Mas não vejo nenhum político interessado em fazer um investimento de 20 anos em educação, querem sim é aprovar coisas “bonitinhas”, que trazem apenas “glória” rápida, como ruas, olimpíadas, futebol e por aí se segue.
    Sobre a aprovação desse projeto tenho que concordar absolutamente com você, NUNCA será aprovado, mas não necessariamente por ser “inconstitucional”, mas sim por não ser de interesse da maioria absoluta dos nossos políticos.

    Espero que um dia a cabeça desse país mude de uma “colônia de exploração” para uma nação de verdade, mas é difícil tirar um vício de 500 anos em 5.

    Rafael.

  • André

    Senhor Setti,
    Nem sempre o que é constitucional é JUSTO. Por que na hora de gastar o exorbitante salário, o rico dinheirinho deles, se tem auxílio alimentação, auxílio combustível, auxílio paletó, auxílio moradia, auxílio passagem aérea, auxílio gás, auxílio prostituta, auxílio cartão corporativo etc? Por que não oferecermos uma ajudinha a mais para que eles não gastem mais o dinheiro deles? Os filhos deles poderiam usufruir das maravilhas dos sistemas públicos de educação e saúde.
    O sistema de cotas (onde o governo assina a sentença de que nunca conseguirá melhorar o sistema educacional do país) aprovado há pouco? É constitucional (?), mas é justo?
    Estudei toda a minha vida no ensino público e só cheguei onde cheguei graças a uma família humilde que sempre teve como convicção que o único meio digno de melhorar de vida era através da educação.
    Isso não ocorrerá, mas se conseguissem alguma forma de validar essa lei, ela se configuraria como a única forma de efetivamente RESOLVER os problemas da educação e saúde públicas, uma vez que a obrigação age no ser humano como combustível para realizar feitos extraordinários. Assim esse problema deixaria o campo das eternas promessas de campanha QUE ELES NÃO RESOLVEM PORQUE NÃO QUEREM. A forma com a qual o senhor escreveu o artigo (tom de “morde assopra”) foi um tanto arrogante e elitista, uma vez que não trata do mérito social e apenas da lei. Quantas outras coisas eles fazem que não passam nem perto da constitucionalidade e que a sua revista faz questão de não por em debate?
    E o senhor, Ricardo Setti? O que acha do mérito SOCIAL da questão? Que é inconstitucional nós sabemos, mas é JUSTO? E não me venha com enrolação de advogado contando o conceito de justiça. Quero saber o que o senhor acha da ideia de os políticos usufruirem de uma coisa que eles já usufruem: sistemas públicos, só que obrigando eles a usarem TODO O SISTEMA PÚBLICO, sejam as regalias ou os incômodos.
    Me arrisco a dizer que essa situação do Brasil nunca mudará, pois enquanto houver formadores de opinião totalmente parciais vestindo a carapaça da bondade imparcial como o senhor, sua revista, Globo e etc, o povo continuará submerso na ignorância e elegendo os mesmos pedais que freiam o desenvolvimento do país e travam reformas políticas, tributárias, constitucionais…
    A inteligência do Senador Cristóvam Buarque, na minha opinião, nunca poderia ser rebaixada por uma proposta como essa. Muito pelo contrário. A exposição desse projeto pode nos fazer debater temas bem mais profundos, a nível de constituição, que apenas a educação (que é a base para tudo). “Absurdo”, “delirante” e “descabelado” são palavras que rebaixam a SUA inteligência, senhor, que poderia nos proporcionar um debate bem mais aberto e menos revoltante.
    Um abraço e no aguardo de uma resposta.

    Prezado André,

    Seu comentário sereno e educado só enriquece o debate.

    Obrigado por isso.

    Independentemente das palavras, com certeza esquentadas, que empreguei no texto deste post de 2010 (que por algum mistério está causando grande repercussão aqui no blog agora), continuo defendendo minha tese de que é intrinsecamente errado e imoral o Estado obrigar terceiros (filhos) a fazer algo por causa da situação ou condição de outrem (os pais).

    Sou inteiramente solidário com todos os brasileiros indignados com a situação do ensino público no Brasil. Infelizmente os indignados, em sua maioria, não protestam contra o absurdo intolerável que é o governo federal gastar quase todos os recursos do Ministério da Educação nas universidades — e não no FUNDAMENTAL ensino fundamental — para mantê-las gratuitas… para os ricos!

    Porque quem ingressa nas universidades públicas que, repito, são gratuitas, em sua esmagadora maioria são alunos egressos das escolas PARTICULARES, uma vez que, nos graus de ensino pré-universitários, essas escolas, PAGAS, são também na esmagadora maioria melhores do que as públicas.

    Bem, mas isso é apenas um aspecto do problema todo.

    O fato é que considero uma indecência que a educação não seja a prioridade absoluta, inquestionável, de todos os governantes — do presidente da República aos governadores e prefeitos.

    Mas, caro André, não é com leis como a proposta pelo senador Cristovam que vai se resolver o problema da escola pública.

    Esta é minha opinião, em resumo.

    Um grande abraço

  • Fabrício

    É, somente, genial a proposta.
    Absurdo é você falar disso!
    Até.

    É inconstitucional e imoral o Estado obrigar alguém (filhos) a fazer algo em razão da condição de outrem (os pais). Não sei porque parece tão difícil entender isso!

  • Robson Souza

    A ideia assim como o objetivo é perfeita. Acho que só assim eles vão dar a atenção necessária para o ensino publico, porque o que eles decidem no plenário sobre a educação é sempre tão péssimo porque nunca atinge aos filhos deles. Realmente é uma forma de forçar eles a investir mais na educação publica a anos jogadas aos trapos.

    O único absurdo aqui é o seu comentário a respeito desta notícia.

    Abraços.

    Quer dizer que para você tudo bem que terceiros (filhos) sejam obrigados pelo Estado a fazerem algo em virtude da condição de outrem (os pais)?

    Você deve adorar regimes como o da Coreia do Norte, não?

  • Bryan Marcel Cardoso de Miranda

    O que tem de absurdo nisso? absurso e vocês colocarem “Projeto absurdo” na notícia ! Esse é o único jeito de fazer esses políticos nojentos e INÚTEIS, a investir pesado em educação.

  • Benilson

    Segundo Senhor Setti: “Minha mensagem de que é imoral, além de inconstitucional, alguém (filhos) ser obrigado pelo Estado a fazer alguma coisa por causa de outrem (os pais) parece que não atinge certos cérebros.”

    Não existe essa de obrigação, está tendo apenas um proibição, os filhos dos políticos podem estudar por conta própria, estudar em escolas públicas e escolher em qual estudar, podem optar por não estudar, podem estudar pela internet, só o que eles não podem é estudar em escolas privadas (isso priva liberdade?). Se ater a constituição para um prejuizo educacional nacional, dizer que algo que mudaria radicalmente a qualidade do ensino público é inconstitucional é melhor ficar calado. Pq se isso for inconstitucional, a constituição está mal elaborada, e tem que ser corrigida imediatamente para que isso seja constitucional.

  • Eliene

    Absurdo é a demora na aprovação da mesma; Absurdo é seu comentário! Acho que essa Lei tem muito que acrescentar na mudança do Brasil…. Alem dos filhos de políticos, fique certo, todos os filhos de agentes públicos ( todos os poderes) Ministros, senadores, Deputados , veriadores , prefeitos e demais servidores públicos concursados;.servidores públicos exercentes de cargos em comissão ou função de confiança…

    Você não entendeu nada, Eliene. Como é possível um Estado democrático obrigar, por lei, terceiros (os filhos) a fazer algo em função da condição de alguém (os pais)? São cidadãos diferentes! Os filhos não são apêndices dos pais, são outras pessoas, com direitos próprios!

    É inacreditável que esse raciocínio tão simples não seja captado por leitores inteligentes como você certamente é.

    Pense em estender esse conceito para outras coisas e veja o Estado ditadorial absurdo que teríamos.

    Abraços

  • Daniel Marcos

    Como assim?!! Mas você é um grande egoísta ô Ricardo Setti, a Lei é completamente plausível. Do mesmo jeito que não se não quer o seu filho na escola Publica, não seja político. É a maior HIPOCRISIA desse País, é ter Governadores desviando verba de Escola Estadual pra benefícios próprios, enquanto seus filhos (é Lógico) usufruem disso em Escolas Privadas com “Altissimo Nível de ensino”. Quer colocar seu filho em escola Privada? que coloque! mas não seja injusto com o abandono das Escolas Publicas de hoje em dia. E outra amigo, aqui no Brasil, só funciona se for assim, se a verdade não é o suficiente, Que a verdade se torne Lei!. Politico escolhe ser politico, não é obrigado! E Inconstitucional é a Corrupção dessa gente! grande abraço

    Caro Daniel, sou um defensor feroz e intransigente da escola pública, que no Brasil se transforma em tragédia. Deveria haver uma mobilização nacional, suprapartidária, para que déssemos um dramático, gigantesco salto de qualidade e de massificação (ao mesmo tempo) da educação pública, fundamento de um país decente.
    Mas não é com projetos assim que vai se resolver o problema.
    Há uma questão de direitos elementares envolvidos no tema. Terceiros (filhos) não podem, num Estado de Direito, serem obrigados a fazer ou deixar de fazer algo por causa da situação ou posição do pai ou da mãe. É inteiramente inconstitucional e ilegal.
    Se admitirmos isso, poderemos perfeitamente admitir, no futuro, que um filho pague pelo crime do paí, para dar um exemplo extremo.
    É este meu ponto, é por isso que considerei demagógico o projeto do senador Cristovam.
    Um abraço

  • Tiago

    Li o artigo todo, procuro sempre ouvir as opiniões e concordo que até poderia ferir os direitos individuais… porém, não vim aqui pelo projeto de lei, foi o teor do título que me chamou atenção. O senhor está sendo apenas sensacionalista, por que desse título? Não quer xingar o senador Buarque também? Chama mais a atenção viu! E além de tudo acha que o somente o senhor tem razão e a grande maioria que não apoia sua visão são analfabetos, como comentou outro cidadão abaixo. E veja, geralmente essas pessoas pobres, analfabetas, não reclamam da situação, agora põe uma pessoa instruída nas condições que anda o sistema público pra ver se não vai haver revolta. Deixa lá sim o filho do político no hospital público também, acha que não mudaria nada?
    Alguém, por acaso, é obrigado a “entrar” para a política? Não né? Mas no Brasil é assim, as pessoas querem tais cargos para benefício próprio e não para ajudar o país.
    Sou funcionário público e acredito, inclusive, que nossa classe deveria ser atendida por instituições públicas apenas, sejam para educação, saúde ou o que for.
    Se o senhor tivesse dado sua opinião sem esse tom de detentor de todo conhecimento do universo até levaria em consideração, mas a forma como foi exposta é lamentável.

  • Carol

    O comentário do colunista não me convenceu…
    Faz todo o sentido esse projeto, pois, se os impostos são pagos para tais finalidades não faz sentido pagar escolas particulares…

  • Fábio Corrêa

    Bom dia Ricardo Setti,

    Acredito que você não tenha lido o projeto antes de fazer esse comentário.

    Eu concordo que o texto está errado, pois ao meu ver, não somente os agentes públicos eleitos no Brasil devem obrigatoriamente educar seu filhos e dependentes na rede pública de ensino, e sim, todo servidor público, desde o zelador de uma escola ao presidente da república. A pessoa que não acredita no serviço público, tem o direito de se desligar do meio público e ingressar na carreira privada, e assim, poderá educar seus filhos tanto na rede pública quanto na rede privada.

    ISSO PARA MIM É DEMOCRACIA!

    Imagine o filho do zelador da escola tendo o mesmo direito de aprendizado que o filho do governador!

    Lógico que aqui não estamos falando de condições financeira, pois nas férias o filho do zelador poderá brincar nas ruas onde mora (E a violência?) e o filho do governador nos parques da Disney.

    ESSA LEI FOI ENGAVETA NO SENADO, MAS TENHA CERTEZA QUE VAMOS TIRÁ-LA DA GAVETA!!!

    Sua opinião está registrada, Fábio, mas imaginar que não li o projeto me insulta como jornalista.

  • Flavio

    Caro Ricardo Setti, sua visão, como a dos demais políticos, é estritamente elitista. Políticos desrespeitam a constituição quando convém, e decidem respeitar também quando convém. Dizer que políticos são cidadãos que “circunstancialmente” são políticos, isso sim é absurdo. O que o Sr. chama de circunstância, chama-se escolha, e são eles que escolhem a vida pública, e pra cada escolha que se faz existe uma responsabilidade. Eles decidem negligenciar suas responsabilidades com a educação pública, pois não dependem dela, assim como creio que nem o Sr. e nem os seus filhos tenham dependido dela. Por isso, digo que o delírio é seu, e o seu texto está à altura da sua inteligência completamente elitista. Delírio é pensar, e ter a ousadia de escrever, que um homem que decide assumir um cargo público, e portanto uma responsabilidade com os serviços públicos, o que não tem nada de “circunstancial”, não tenha também a obrigação de usar os mesmos serviços públicos pelos quais é responsável. E completando, se o Sr. aponta inconstitucionalidade, seja por favor mais específico, e não se esqueça, que quando há vontade nos políticos, eles podem também aprovar emendas à constituição.

    Fui o mais específico possível: da mesma forma que, como diz a Constituição, “a pena (nos casos de crime) não passará da pessoa do invidíduo”, ninguém pode ser obrigado a fazer isso ou aquilo porque o pai é deputado, ou professor, ou militar.
    O pai é um cidadão, o filho é OUTRO. Não dá pare entender isso?
    Isso que você defende só ocorre em regimes fascistas.

  • Wagner Esmeraldo

    Gostaria que me citassem aqui, 3 políticos que tiveram 1(UM) ano de mandato, e que não interferiram (direta ou indiretamente)”na vida privada e/ou nas decisões sobre a família ou quaisquer dependentes” de cidadãos comuns (sem ligações políticas). Por serem políticos suas famílias deveriam ser imunes ao “risco” de se submeter ao “descaso mais ou menos generalizado pela educação” pública do país ??(QUE ERA MAIS OU MENOS QUANDO VC USUFRUÍA) E agora só faz piorar! Eu acho o projeto excelente e muito plausível, não pra chamar atenção, e sim para que algo seja feito de forma efetiva, e com urgência, a respeito da educação medíocre no ensino público do país. Queria eu poder ter influência ao pedir que o Sr. Cristovam criasse um projeto que obrigasse todos os políticos e servidores públicos a utilizar apenas o sistema público de saúde, desde as pequenas clínicas a hospitais. Sou leigo a respeito de constituição, mas vou procurar saber mais sobre o assunto, porque se esse tipo de projeto realmente for inconstitucional; Como se aprova um projeto que dê o dinheiro público (arrecadado através de impostos) para famílias de Viciados em crack e Assassinos que estão em reclusão?? Como se aprova um projeto de Cura Gay, que não tem nenhum fundamento ou garantia de direitos..? ISSO É PIADA ! Não é possível que haja algo de constitucional nesses projetos dentre muitos outros que temos aprovados. Se esse projeto for aprovado e eles não arrumarem uma forma de burlar a lei, o ensino público vai evoluir MUITO, e já vai ser meio caminho andado pra um país descente! A educação é a base pro desenvolvimento de um País.

  • cecilia breves

    Esse homem sim deveria ser nosso presidente, mas o Brasil ainda não sabe votar. Mas vai aprender. Perfeito !!! Além de estudar nas escolas públicas tb tinham que usar a saúde pública e os transportes públicos. Tudo público. Só assim teríamos uma democracia !!! Parabéns Cristovao Buarque.

  • André Assaf

    Absurdo é a escola ser ruim

  • Guilherme

    Até não muito tempo atrás, era completamente inconstitucional mulher votar… Então está errado a mulher votar? São as leis que tem de servir ao povo ou o contrario?

  • Thiago Rodrigues

    Absurdo é sua opinião Ricardo Setti…se nossos tão “ilustres” governantes se esbanjam com dinheiro público, o qual deveriam estar sendo “esbanjado” nas escolas públicas…está mais que certo o projeto do senador Cristovam Buarque, aliás um dos poucos senadores que realmente se interessam pela melhora do País (temos até senador antiterrorista). Se nossos políticos se vangloriam de seus feitos (não feitos) e suas propostas de campanha são SAÚDE E EDUCAÇÃO, porque não colocar seus filhos nas instituições as quais eles são diretamente responsáveis?????

  • hellen

    abusrdo é uma reportagem descabida dessa, usando termos ofensivos e tao descaradamente parcial! isso é um crime ao jornalismo, e ao que ela se propoe, de informar e gerar senso crítico, e nao de enfiar guela baixo uma opiniao claramente pessoal de quem escreveu!

    Se você tivesse dois ou três neurônios teria percebido que este é um blog de OPINIÃO. E a opinião que é publicada aqui é a minha.
    Se você não entendeu o sentido do post, então deve ter estudado em escola pública muito ruim.

  • Gabriel

    Seu comentário burro, imbecil e ofensivo foi alegremente deletado.

  • Silvio

    OBRIGUEM o congresso aprovar, quem manda é o povo, isso sim é constitucional “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.” Parágrafo 1 Artigo 1 da Constituição.
    Ajudem com manifestos:

    Caro Silvio, deletei o link que você forneceu porque não dou curso, no blog, a qualquer tipo de manifesto ou abaixo-assinado, por mais justa que seja a causa, porque desvirtuaria o objetivo deste espaço (destinado exclusivamente a comentários dos leitores). Além do mais, devido à penetração de VEJA, a abertura de uma exceção levaria a mais solicitações, tomando tempo e trabalho para algo que não é nossa finalidade.
    Sei que você compreenderá.
    Abraço

  • Ronan Bueno

    Ricardo Setti, primeiramente, sua opinião não me espanta, levando em consideração que você é jorn alista da Veja. Sua visão sobre o caso é meramente legalista, e você dizer que uma lei como esta apresentada no projeto do Senador só acontece em regimes fascistas demonstra sua posição unicamente ideológica, não se atendo à realidade. Os políticos, como homens públicos, renunciando a utilização dos serviços prestados pelo Estado, estão atestando que são de má qualidade, logo, que os mesmos são maus administradores e que não estão cumprindo suas tarefas de maneira correta. Isto é a constatação de que somos governados por aristocratas, pois o que é bom para o povo não pode ser para aqueles que o governam. Pelo que entendi do texto, você defende que a pena do pai não deve recair sobre o filho, e eu também, porém, não vejo o fato de alguém matricular seu filho ou dependente em uma instituição cuja premissa é a de formar o pleno cidadão como pena, ou deveria?

    Você leu o post e acho que não entendeu.
    Não se trata de pena.
    Pela Constituição — e pelo bom senso, e pela ética, e pela decência –, NINGUÉM pode ser obrigado a fazer ou deixar de fazer algo pela situação de OUTREM, de outra pessoa, nem que seja seu pai ou sua mãe.
    É disso que se trata.
    Agora, é lógico que concordo que o ensino público no Brasil é um horror e precisa urgentemente se tornar prioridade absoluta deste e de qualquer governo.
    Não é, porém, com medidas estalinistas como essa que se vai resolver o problema.

  • Jackson

    Seu comentário grosseiro, ofensivo, mentiroso e calhorda foi deletado.
    Convido-o gentilmente a dar o fora definitivamente deste blog, até pela manifesta dificuldade de entender o que o blogueiro escreve.

  • Camila

    Não respondo a quem começa um comentário me xingando. Você faz afirmações a meu respeito sem ter a mais remota ideia da minha vida, da minha família, da nada.
    Com esse linguajar e com essa atitude de pedra na mão, pode ir para outro blog que aqui você não faz a menor falta.
    Querer criticar é uma coisa. Xingar e ofender é outra.

  • Ana Paula

    Setti, sou professore da escola pública e quanto ao seu comentário só tenho uma coisa a dizer: lamentável!!!

  • Virjinia

    Setti,há alguns dias venho refletindo sobre o assunto,sei que parece estranho porque o projeto foi protocolado em 2007 e sua critica a ele foi publica em 2010.
    Quando li sobre o assunto confesso que achei plausível,mas com o pouco mais de reflexão passei a discordar deste,que para mim parece ser uma invasão da privacidade de cidadãos comuns que tem direitos e deveres independente se seus progenitores são representantes públicos ou não.
    Acrescento também que muitas vezes a má qualidade não vem só da falta de investimento na educação,mas também pela falta de didática de muitos profissionais que estão presentes no mercado nos dias de hoje.
    Seu post e os diversos comentários me ajudaram com alguns deveres de redação.Agradeço muito,abraços

    Quem agradece sou eu, prezada Virjinia.
    Um abraço

  • Wallace

    Seu comentário criticava meu post mas ia muito bem até que você começou a me ofender e a levantar hipóteses ofensivas, desonrosas e mentirosas.
    Então, deletei.

  • Antonio Carlos

    Grande iniciativa do Senador Cristovam Buarque, poderia estender também até os hospitais públicos. Com certeza os hospitais seriam mais bem equipados e com bons profissionais de saúde.

  • Gustavo Rocha

    Absurdo ou não, inconstitucional ou não… tanto faz.
    O que realmente queremos é que a corja politica sinta na pele os serviços sociais que temos que usar.

    Sinceramente, o que o brasil precisa é de algum politico sendo enforcado em praça pública para servir de exemplo e lembra-los que “não é o povo que deve temer seu governo, e sim o governo que deve temer seu povo…”

    ps: desculpem os erros de portugues, mas foi essa educação que recebi na escola publica

  • Paulo

    Veja, a Dilma sancionou um projeto que premia ex jogadores da Copa de 58, 62 e 70 que receberão um premio de 100 mil e mais uma aposentadoria no teto de 3800 pelo INSS e em caso de falecimento irá ao sucessor direto. O presidente tem seus benefícios estendidos aos filhos. Deputados e Senadores. Que tal a educação pública e saúde pública? Só “benefícios” são estendidos aos filhos? A democracia e direito de escolha só aparece quando o “benefício” não é benefício realmente. A democracia se limita ao interesse particular. Filhos de funcionários eleitos só podem se beneficiar, mas usar serviços públicos não?

    Inexistem benefícios de ex-presidentes e de deputados e senadores extensivos aos filhos.
    Aliás, caso você ignore, ex-presidentes não recebem qualquer pensão, o que, por sinal, considero um absurdo, devido ao cargo que esses brasileiros ocuparam.

  • Heinz Prellwitz

    Seu comentário mentiroso, ofensivo e boçal foi deletado.
    Peço a gentileza de sumir daqui.

  • elianete

    se a escola é boa como ele dizem por que não se os nossos filhos podem os deles ?????

  • Tanara

    Me desculpe mas de absurdo aqui somente o título dessa coluna!

    Tem gente que não entende nada, nada, nada, nada.
    Melhor não vir mais aqui, Tanara.

  • Tanara

    Como se não fossemos obrigados a aturar o roubo e o descaso, temos opção? Isso sim é interferir na vida de um cidadão, mais do que isso é prejudicar a vida de um cidadão!
    Até entendo o que tentou expressar na tua coluna, mas pense bem, se por consequência a decisão tomada na política prejudica um filho, o político vai pensar duas vezes antes de prejudicar aos outros. Não quer filho em escola pública? Simples não se candidate a nenhum cargo! Isso é ter opção. O Brasil em que vivemos não!

    Meu argumento é técnico e também ligado aos direitos humanos: santa mãe de Deus, TERCEIROS (filhos) não podem ser obrigados a fazer ou deixar de fazer algo em virtude da condição de outrem (os pais).
    Isto é princípio sagrado de todas as Constituições do mundo.
    É por isso que a nossa Constituição prega, entre outras coisas, que a pena (por crime) “não passará da pessoa do indivíduo”.
    Pense em casos extremos: filhos de casais separados em que os pais (homens) estejam afastados ou rompidos com a ex-mulher. Mesmo afastado do pai, eventualmente sem relacionar-se com ele, um filho seria obrigado a fazer algo por ser biologicamente produto do pai?
    É coisa de louco não perceber que isso é iníquo!
    Você não pode querer supostamente melhorar a educação no país a partir de uma base iníqua!
    É ilegal e imoral!

  • Bruno

    Não quer filho em escola pública? Simples não se candidate a nenhum cargo! Isso é ter opção. O Brasil em que vivemos não!

    A TAMARA TA CERTA!!!

    • Francisco

      Muito bem!!!

  • André Carneiro Santiago

    É coisa de Canadá tbm. Lá vc não pode comprar saúde. Vc é obrigado a usar todos os serviços de saúde públicos.
    É ridículo aqui e lá. Aliás, existir educação ou saúde públicas é ridículo.

  • bruno

    Ganhou meu respeito. A questão é, quantos brasileiros tem condição de pagar escola para o filho? O salário de um político permite essa mordomia. Eles comem caviar, viajam, gozam de uma vida boa com o dinheiro do povo sem se preocupar, são verdadeiros reis. Estamos em um tempo que o lider bom é o que lidera pelo exemplo, claro que não precisava ser lei, mas o mínimo que um político de respeito deveria fazer é colocar seus filhos em escola pública e ser atendido em hospitais públicos para demonstrar se estão ou não fazendo um bom trabalho. Quem não deve, não teme.

    Como tentei mostrar no texto, o projeto é inteiramente inconstitucional.

  • Bruno

    Cada profissão tem seus ossos do ofício. É fácil ser político nesse país, mamar do dinheiro do povo, poder estudar fora do país, ir para o sirio libanes quando tem câncer, e fazer discurso que tudo está melhorando, que está bom. Cade o comprometimento? Cade a prova?

  • Pedro Batista

    Absurdo por que? O projeto é GENIAL 🙂

    Deveria obrigar a usar apenas o SUS tb

  • Pedro Batista

    Uma situação desesperada pede medidas desesperadas!

    A única forma de melhorar a educação do país é atingindo onde mais dói. será impossível não pensar em melhorar a escola que o SEU filho estuda.

    infelizmente isso tá no senado neh :/
    joga pra votação do público pra ver n é aprovado 😉

  • Tiago Nogueira

    Eu acho que o projeto é bem intencionado, mas não melhoraria a Educação. Do contrário, poderia até gerar privilégios para filhos de políticos nas escolas públicas.
    Mas e se o projeto fosse PROIBIR FILHOS DE POLÍTICOS, aposto que os políticos votariam o projeto e aprovariam rapidinho!!!!

  • Nulisseu

    Não publico seu comentário por ser ofensivo à revista e à minha própria inteligência. Vê-se, pelo comentário, que você não leu o texto. Se leu, não entendeu.
    É uma pena.
    Tanto como você, quero melhoras urgentes na saúde pública.
    Mas com esse tipo de medida antiética e ilegal, não.

  • Saah

    Inconstitucional? Quando afeta diretamente o beneficiado, ele vira cidadão. Quando o cidadão é o pobre que depende da escola pública pra estudar, em péssimas condições e com ensino precário, ninguém lembra que também se está lidando com cidadãos. Também é inconstitucional vetar as manifestações durante a copa, mas como já virou bordão, “isso a veja não mostra”, “isso a globo não mostra” e afins. Acho que isso é válido, e deveria ser aprovado. Não há nenhum absurdo nisso, não é? Afinal, a escola é para todos. Infelizmente esse tipo de coisa não acontece no Brasil, e a culpa é do próprio povo brasileiro. Triste.

  • Robson Silva

    Ótimo projeto de Lei, não sei como não fico admirado ao ver um colunista de uma revista como a Veja ser contra esse projeto de Lei..Pode ate não ser constitucional mas é muito justo. Obviamente não sera aprovado, porém serve pra mostrar que os políticos pouco se importam com a educação no Brasil!! Chega a dar repugnância de pessoas assim!!
    Está na hora de mais alguém pagar o pato e dar um descanso pro povo. A lei só funciona pra população e essa nunca é beneficiada, a revolta é tão grande e mal podemos protestar!! A maioria da população trabalha como escrava desses Safados, e ainda assim é obrigada a ter serviços públicos de péssima qualidade. Então me diga, por qual motivo somente a população paga o pato ??? esses safados aumentam seu próprio salário anualmente,e não existe esquecimento como aconteceu com os garis!! o povo não aguenta mais ser explorado!! e os indícios estão se acumulando.

    “Pode até não ser constitucional mas é muito justo”. Pronto, aí está: você, diferentemente de mim, está se lixando para o Estado de Direito.
    Somos, mesmo, muito diferentes — graças a Deus.

  • sergio gomes

    Ideia genial que deveria sim ser discutida. Não se pode dizer que isso é um absurdo sem haver argumentos condizentes com a realidade. Esse projeto tende a melhorar e muito a qualidade da educação, como um todo, em nosso país. E com relação a texto já nascer inconstitucional. Nós temos que pensar na supremacia do interesse público. Sem falar que esse projeto com certeza iria alavancar o princípio do mínimo existencial. Não vejo nada de inconstitucional. Pode se pensar em conflito aparente de direitos fundamentais. Mas,no fim iria prevalecer a supremacia do interesse público.

  • Sidney R. Ferreira

    Ótimo o que ele ta querendo e melhorar a educação pública, porque uma vez seus filhos na escola pública vocês políticos e demais darão mais atenção a ela. Parabéns Cristóvão.

  • Ligia Toledo

    Boa noite Sr.Ricardo Setti, pois, é diz-se um absurdo o projeto, mas que, filosofando um pouco, seria indiscutivelmente a forca para esses representantes do povo, que como o sr. mesmo diz, circunstancialmente, é eleito pelo próprio povo que eles desdenham para não dizermos palavras descabidas. Seria beber do próprio veneno. Não nos esqueçamos que existe uma Lei, esta, é universal,a lei do retorno. Abçs

  • Helena Nascimento

    Pois na minha opinião, o senador Cristovam está corretíssimo, com relação a apresentação dessa lei. Pode parecer descabido para alguns, mas quem sabe se esses políticos vendo seus filhos em escolas “caindo aos pedaços”, com ensino altamente “ruim”, eles modificariam essa situação rapidamente, com certeza. Ah se não…

  • Vicente

    Absurdo nada. A pessoa quando assume um concurso público ela não é obrigada a aceitar a lotação dela em determinado lugar?! Pois bem. Foi uma escolha do político entrar nessa carreira, e ele deve entender suas obrigações. Ele não é obrigado hoje a ter ficha limpa também?! Justificativa pobre essa sua de que ele deve ter o direito de escolher se coloca ou não seu filho em uma escola pública. Ele já teria escolhido quando decidiu ingressar na carreira política. E olha só aonde chegamos! Antigamente um político até usaria de influência para colocar seu filho em uma escola pública, já que a mesma era considerada das melhores…

  • Moisés Maia

    Circustancial? Sério? Não foi ele que escolheu tornar-se homem público? Se ele deseja manter sua liberdade de escolha quanto ao ensino de seus filhos ele previamente já não tem a liberdade de escolha de não ser político? Sabe o problema? Eles não sabem ser outra coisa. Com raras exceções eles procuram a política por serem incompetentes como profissionais. Nesse caso não há escolhas. Concordo com a veja. Não será aprovado. Alguém tem dúvidas? Eles mantiveram o mandato de um deputado presidiário. O repórter considera absurdo. O absurdo maior não seria haver um abismo absurdo entre a educação pública e privada?

  • matheus

    Lixo são leitores que não discutem as ideias do colunistas, mas atacam, sem fundamento, com mentiras e ofensas, a sua pessoa.
    O problema é que se trata de gente de uma burrice incontornável, uma vez que lêem um texto e não conseguem entende-lo de jeito algum. Dá pena. O futuro dessa gente na vida é ZERO.

  • Anita Buenaga Cavalcante

    Absurdo é o descaso e incompetência de suas excelências para lidar com a educação deste país. Sei muito bem que estas figuras que foram eleitas para nos representar, só representam os seus interesses e seus bolsos, daí considerarem absurdo se tornarem humanos normais e submeterem suas famílias aos serviços públicos. Provocar é o que nos resta. Um plebiscito os colocariam no devido lugar e providencias surgiriam “da noite para o dia”.Que pena que não passará…

  • Renato Matos

    Mesmo sendo previsto na “constituição”, é um ótimo projeto para criar uma discussão sobre a qualidade da da Educação Pública Nacional, que é péssima e alienante.

  • Camila Veiga

    Absurdo é os políticos roubarem, aprovarem aumentos em seus salários sendo que não fazem NADA. Absurdo é ver crianças na escola pública que não tem ao menos cadeira pra sentar! Absurdo é um trabalhador sair TODOS OS DIAS no ônibus cheio de madrugada e só voltar a noite pra ganhar 1 salário de 800. Enquanto o político vai de carro do governo com auxílio gasolina, “trabalha” 2 horas por dia durante 3 dias por semana e ganha no mínimo 8000. Realmente, a injustiça está no coitadinho do político ser obrigado a colocar seu filho na escola publica né? ABSURDO é ver político roubando nosso dinheiro, tendo melhor médicos e educação enquanto o pobre miserável trabalhador morre na fila do SUS ou atravessa quilometros para ter um ensino de péssima qualidade. Brasil país de todos?

  • Ruan

    Há leitores boçais e burros que não lêem os posts e já atacam a pessoa do colunista. Despossuídos de argumentos, por ignorância e/ou analfabetismo, não discutem ideias, atacam pessoas.
    Ou, por outro lado, são tão burros que, sim, leram, mas não entenderam bulhufas.

  • Brasiliense Honesta

    Cristovam Buarque é O ÚNICO POLÍTICO BRASILEIRO, que tem a total competência para ser Presidente deste PAÍS. Ainda que seja inconstitucional , este seu projeto, a linguagem do Senador é sempre a mesma, desde que foi Governador de Brasília(infelizmente, na época, muito mal assessorado): SOMENTE POR MEIO DA EDUCAÇÃO, O BRASIL CONSEGUIRÁ PROGREDIR, e disto ele entende.

  • Erik

    Só assim pra melhorar a educação pública nesse país. Uma boa maneira de resolver o problema já q com uma das cargas tributárias mais altas do mundo estamos entre os piores no nivel educacional. Com isso duvido q o dinheiro da educação seja desviado. Tem q começar pela escola e dps evoluir para a saúde e demais serviços públicos.

  • cidadao

    Absurdo, mas absurdo mesmo é um covarde mentiroso e canalha se esconder atrás de pseudônimo e falso email para, em vez de discutir ideias, agredir quem as expõe.

  • Ibrahim

    Estou escrevendo somente para APOIAR o que BRASILIENSE HONESTA escreveu. Parabéns.
    Não preciso escrever mais nada, somente recomendar o recado de Brasiliense Honesta.

  • Justiça

    Há leitores burros, ignorantes, mentirosos e canalhas que, não conseguindo argumentar contra as ideias do colunistas, pretendem ofendê-lo com xingamentos e palavrões.
    O que você escreveu a meu respeito deve ter tido inspiração ao olhar-se no espelho.

  • Francisco

    Concordo com o Senador Cristóvam Buarque!
    Se for inconstitucional que se mude a constituição.
    Nada mais justo que oferecer aos políticos e seu familiares o que eles oferecem ao povo. E que seja o projeto válido eternamente e não só por um determinado prazo.
    Estou certo que o País daria um salto de qualidade na educação