Receita não tem mais onde colocar 2 bilhões em mercadorias apreendidas. Que tal transformar isso em dinheiro para combater o próprio contrabando?

Receita não tem mais onde colocar 2 bilhões em mercadorias apreendidas. Que tal transformar isso em dinheiro para combater o próprio contrabando? Foto: Receita Federal

A Receita Federal tem 2 bilhões de reais de produtos em estoque e está sem espaço para armazenar tudo. A Justiça demora demais para decidir o destino de uma série de mercadorias.

Não está na hora de aprovar uma legislação que torne simples e rápido o processo de transformar mercadoria ilegal – via leilões e outros mecanismos – em dinheiro , preferencialmente destinado aos próprios órgãos de fiscalização e à melhoria de equipamentos da Polícia Federal no combate ao contrabando?

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  • Glorinha de Nantes

    Que tal criar um mega “free-shopping” acessível a todos, desonerando os produtos para o consumidor intermediário ou final?!
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    Afora isto, de alguma forma, a indústria “exportadora”, lá na origem, deveria responsabilizar-se pelo contrabando. Parece haver interesse dessas empresas nesse “sistema de importação”! Seus produtos são colocados, sem maiores ônus, num mercado pouco exigente!
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    Produtos mequetrefes e marcas rastaqueras ou grotescas falsificaçōes poderiam participar de eventos dos “Saldōes” ou “Sacolōes” ou “Sabadōes”! Quanto maior a circulação, mais rápida a banalização dos produtos contrabandeados!
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    A competição seria geradora de maior qualidade na produção nacional. O sistema de repressão ao contrabando seria reduzido ao necessário e suficiente. E, interagindo, outras providências solidárias, consequentes e complementares, tal qual.
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    A educação do consumidor seria resultante desta nova abordagem da questão do contrabando. Outra, a valorização do produto nacional por suas vantagens e qualidades, desde o “Feito por Nós” até o “Origem Especial” ou “O Made in Brasil”!
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    A competência, a competição, o empreendedorismo, a exportação, entre outros, são valores pouco desenvolvidos por nós. Deveríamos acelerar nessa direção. A escola e seus processos mais as famílias e seus jovens, também!
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    Por que será que as questōes sempre vão dar na seara mal conduzida das educaçōes?! A Educação Informal, de berço e da sociedade, e a Educação Formal, do nosso Sistema Educacional!
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    R. Setti, valeu a provocação! Obrigada pelo espaço e tempo de prosa! Abraço!