A visita de Christie Hefner ao Brasil, que detalhei em outro post, tinha como principal objetivo a assinatura da renovação do contrato da Playboy Enterprises norte-americana com a Editora Abril para publicar, por mais 10 anos, a revista cujos direitos no país a Abril já detinha desde 1978.

Quando a Abril lançou a revista, em agosto de 1975, a censura da ditadura militar levou a empresa à cautela de intitulá-la Homem, devido às incontáveis restrições para a publicação de fotos que mostrassem mesmo uma recatada nudez feminina — terreno em que Playboy era mundialmente conhecida.

Já então, contudo, havia um acordo com a Playboy Enterprises para a utilização de seu material editorial, tanto é que Homem tinha como subtítulo “Com o melhor de Playboy“.

Na foto deste post, de Cacalo Kfouri, estão Thomaz Souto Corrêa, eu, o vice-presidente executivo Gabriel Rico, Christie, Roberto Civita, presidente do Grupo Abril e editor de VEJA, e Nicolino Spina, diretor-superintendente do grupo de revistas masculinas da editora.

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