RESULTADO DA ENQUETE: A maioria dos leitores acha que as tais caxirolas só serviam mesmo para ser jogadas contra o juiz, os bandeirinhas e a torcida adversária em jogos da Copa

Jogadores do Bahia ajudam a limpar o gramado após a chuva de caxirolas na inauguração da Arena Itaipava Fonte Nova (Foto: Leogump Carvalho / Frame / Estadão Conteúdo)

A caxirola, uma espécie de caxixi, aquela espécie de chocalho que acompanha o berimbau, (mal) repaginado, foi proibida pela FIFA. Não devia ter deixado o berimbau, mas Carlinhos Brown estava inspirado.

Já no seu lançamento em jogo foi um fracasso — no dia 28 de abril, na inauguração da Arena Itaipava Fonte Nova, em Salvador, durante o clássico Vitória 2 x Bahia 1, a torcida do Bahia, revoltada com uma marcação do árbitro quase no final do primeiro tempo, fez chover caxirolas no gramado.

A invenção de Carlinhos Brown é uma dessas coisas que não precisavam ter sido, mas aconteceu.

Foi anunciado com oba-oba, presidente e ministra da Cultura entraram na dança, tinha preço (R$ 29,90 cada!!!) e padrinho. Só não teve serventia melhor que projétil contra adversários e arbitragem.

Nossa enquete – criticada apenas por estar sob a égide das regras do blog e não permitir palavrões e baixarias – mostrou que o instrumento realmente não agradou.

A pergunta era: Você acha que, se a FIFA não proibir o uso das caxirolas durante a Copa de 2014, a torcida, com elas, vai:

Dos 3.133 leitores que responderam, apenas 3%, ou 93 votos acreditavam que a traquitana seria chacoalhada alegremente quando a seleção brasileira jogasse bem.

35 votos (1%) apostaram em que o arremedo de chocalho seria deixado quietinho se o time jogasse mal, e 5% (155 votos) disseram que nem iam chegar a ser conhecidos.

36% dos leitores/eleitores (1.119 votos) acreditavam que as caxirolas, compradas a peso de ouro, deveriam ser enviadas pelo correio para o Palácio do Planalto, e mais que a metade de quem votou 55% (1.731 votos), talvez por falta de criatividade, ou por influência da realidade, disseram que (obviamente, diga-se de passagem), as caxirolas seriam arremessadas contra juiz, bandeirinhas e torcida adversária.

Agora queremos saber: Se a eleição para presidente da República que ocorrerá em outubro do ano que vem fosse agora, como você votaria?

Vote na nova enquete, aí ao lado, e não deixe de comentar. É sobre as eleições de 2014.

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5 Comentários

  • ze do matogrosso

    valeu Setti, refuto a pesquisa melhor que a do IBOPE e VOX. Dta folha é o que é.Declinei pelo mineiro. Sem ressalvas ao Campos, que tem um pedigrre e trabalho, dignos de nota. Dona Marina, nunca passara´de uma auxiliar capaz e bem intencionada. Servira melhor ajudando, como ministra. A que cuida dos indios. Se tiverem juizo, Aécio e Campos vencem em 2014 e 18. O adversário, um tal de pt, perderam a mãee não tem pai. A confirmar em 2014.

  • Paulo

    Acabei de ver a enquete, tem 9% da turma que frequenta aqui que precisa de remédio tarja preta.

  • João

    Eu votei na enquete; mas, no mundo do conhecimento médio/alto a Dilma perde para o Aécio Neves. Porém, se fizer uma enquete, onde a massa que vive de esmola e desprovidos de conhecimento.Com certeza, o PT vai disparar na enquete na mesma proporção dessa em tela…

  • Marco

    Don Setti, o Pondé e sempre muito bom , olha o q ele “disse” em entrevista sobre a Veja;
    Acho importante que exista uma revista como a Veja, que assume que é conservadora liberal, que chamou para a si a responsabilidade de fazer oposição, já que não existe oposição no país. Nós temos um partido no poder que tem um projeto de esquerda de nunca mais sair do poder. E isso é perigoso. A saída da Veja é honesta.

    A Veja está só nessa?
    Se você compara Estadão à Veja, a Veja é a verdadeira liberal conservative no Brasil. O Estadão é conservador no sentido de não gostar de polêmica. Isso faz com que ele faça matérias e análises muito boas e densas, mas é um jornal bem comportado. O Estadão é um conservador comportado e a Veja é um conservador rebelde.
    Me emocionei!
    Abs.

  • Marco

    Don Setti, e continua “Ligar direita liberal à ditadura é mau-caratismo da esquerda”, diz Pondé. Fonte portaldojornalismo. Uol.com.br