Amigos, o técnico da Seleção, Mano Menezes, é competente e sério, tem uma bela folha de serviços na profissão e jogadores de primeira à sua disposição.

Por “n” razões que uma mesa-redonda na TV facilmente gastaria 12 horas discutindo, porém, o time de Mano não engrena de jeito nenhum. Como em menor ou maior grau não engrenaram várias Seleções anteriores, dirigidas por vários técnicos, desde que Felipão levou o Brasil ao penta, há 9 anos.

Que tal, para matar saudades em meio a esse vazio futebolístico, recordar a espetacular Seleção que Telê Santana montou para a Copa da Espanha, em 1982?

Deus, que saudades… Ainda mais para quem, como eu, teve a sorte (e a responsabilidade) de estar lá, como chefe da equipe de VEJA.

Vejam só:

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24 Comentários

J.B.CRUZ em 28 de julho de 2011

E a partir de 1.982, parafraseando FIORI GIGLIOTTI um dos 3 maiores locutores esportivos de todos os tempos,fechou-se a cortina do tempo para o FUTEBOL-ARTE e abriu-se novamente a cortina para O FUTEBOL-PROFISSIONAL,MERCENÁRIO,FEIO,SEM AMOR A CAMISA E SEM COMPROMETIMENTO COM O CLUBE E O TORCEDOR!!!

Luiz Pereira em 26 de julho de 2011

Setti, boa noite, Vejo que vc realmente gosta do futebol bem jogado. Vou portanto lhe recomendar um livro que, se vc não possuir, vale a pena comprar. Ou melhor, investir, pois não é barato. Trata-se de "Futebol Arte", de Jair de Souza, Lucia Rito e Sergio Sá Leitão, Ed.Senac. Tudo de bom que vale a pena em nosso futebol, até 2002, está ali. Sobre 94, li sua observação feita ao leitor JT. Concordo com tudo, ressalvando que aquele time tinha Romário, o Rei da Grande Área. Quem tinha aquele Romário, tinha meio caminho andado, não acha? Abs Ótima lembrança, caro Luiz. Eu tenho essa dica anotada, mas ainda não comprei o livro. Urge fazê-lo! E, em relação ao Romário, não há dúvida: jogador extraordinário -- e injustiçado pelos Zagalos da vida --, que, metaforicamente falando, ganhou aquela Copa sozinho. Abração

Elio Brugugnoli em 26 de julho de 2011

Comentar o quê? E pensar que de quatro penalidades batidas hoje, conseguimos a proeza de perder as quatro. Ah! quanta saudade.

JT em 26 de julho de 2011

Da Copa de 1982 tenho poucas lembranças. A mais pertinente era uma toalha de banho decorada com o tema. Minhas saudades do futebol remontam para os anos 90, quando o meu Palmeiras era praticamente imbatível, tendo alimentado a seleção campeã de 2002 com sete jogadores (Marcos, Cafu, Roberto Carlos, Roque Junior, Rivaldo, Luizão e Edílson) mais o técnico Scolari. Aliás, acho que a imprensa não valoriza muito o título de 2002. Quando o faz, é apenas para destacar o Ronaldo Fenômeno. A Copa de 94 costuma ser mais lembrada, especialmente pela imprensa carioca, por causa do Romário. Mas o time de 2002, se não foi brilhante, teve o mérito de vencer as sete partidas e ter o ataque mais positivo da história das Copas. Não é pouco! Sobre a seleção atual, nem acompanho. O técnico Mano Menezes é um gentleman, mas seu currículo não tem títulos de expressão (neste ponto ele é tão bom quanto o Jair Picerni: campeão de série B). O técnico da seleção tinha que ser o Muricy, sem dúvida. Hoje não tem ninguém melhor do que ele. Se lhe restringirem a chamar apenas jogadores do Campeonato Brasileiro, ainda assim ele montaria um time melhor do que esse, repleto de jogadores desconhecidos da Europa. Não tem nem comparação a conquista do time de Felipão, em 2002, vencendo a poderosíssima Alemanha na final, e o título insosso, ganho nos pênaltis, daquele time retranqueiro de Parreira-Zagalo nos Estados Unidos. Não tenho a mesma impressão que você, não, caro Jean. Acho que o título de 2002 é mais lembrado. Quanto ao Mano Menezes, não o jogue tão pra baixo, meu amigo. Ele tem três títulos pelo Corinthians e outros pelo Grêmio. Tem uma boa trajetória. Não é apenas um gentleman -- algo que, por sinal, na CBF deve pegar muito mal. O problema não é o Mano, são os interesses dos jogadores e da nuvem de advogados, assessores, agentes e outros que os cercam. Abração

luiz carlos em 26 de julho de 2011

Bom dia, Setti.. Acredito quea homenagem traz o as aulas remotas da mentalidade do Barcelona. Toques, jogadas de pé em pé. Grande time, grande treinador, jogadores explendorosos. Obrigado por nos trazer os belos momentos....Luiz Carlos

carlos nascimento em 26 de julho de 2011

OK. A pergunta que não quer calar, o quê o Júnior fazia plantado debaixo da trave ?

Luiz Pereira em 26 de julho de 2011

Setti, boa noite, O leitor SergioD não sabe qual o jornalista disse que "se a Seleção de 82 não ganhou a Copa, pior para a Copa". Respondendo, foi Fernando Calazans, d'O Globo. Aliás, ele diz isso quando volta e meia algum beócio desqualifica aquela turma de 82, ou a um Platini ou Rumenigge, grandes craques que também não ganharam o caneco. Calazans também critica aqueles que imaginam que o futebol começou no dia em que pela primeira vez entraram em um estádio. E também diz que não precisa de ter visto, p.ex., Leonidas jogar para saber que jogou muito. Afinal, ele "ouviu" Leonidas e tantos outros jogarem, e muito. Aquele time de 82 foi o último a causar uma comoção nacional pela derrota naquela Copa. Quando nosso time jogava, e vencia, a país parava até o dia seguinte. Aliás, parava bem antes das partidas começarem. Aliás, o dia já começava parado para tudo que não fosse futebol. Hoje em dia temos algo assim? Em 94 foi assim? Quando perdemos, levando aquela tunda dos franceses, alguém afogou as mágoas num copo de bebida? O dinheiro que corre hoje em dia é ótimo, sem dúvida, para todas as partes que lidam com o futebol. Menos para o torcedor. O excesso de grana despersonalizou a Pessoa Física do jogador. Quem pensa em ficar no Brasil para apenas sair depois da Copa de 2014, ainda que ganhando uma fortuna? Perguntem ao Ganso e a Neymar, projetos de craques que talvez nunca venham a ser. A Seleção de um país merece compromisso por parte de seus jogadores. Esse compromisso fez com que uma Seleção apenas mediana, se comparada com nossas equipes de 82, 94 e 2002, como a espanhola, ser vista como um celeiro de virtuoses, coisa que não é. Em compensação, quanta dedicação por parte de jogadores ricos! Eles se aplicam na Fúria como um bando de iniciantes numa peneira! Bem diferente da postura blasé destes garotos cheirando a cueiros, como os que ora compoem nossa atual equipe. Se vestem com uma marra que não lhes pertence, herdeiros ricos que são da obra maior, que torna o Brasil imediatamente reconhecido como potência de primeira grandeza, a excelência de seu futebol. Dentro do campo ninguém nos dá lições. Mas, tal como nas nações e nas empresas, cabe a geração subsequente segurar o bastão. E não com palavras e maneirismos, mas com arte e aplicação. Quando a arte superior de Romário se encontra com a aplicação de um Dunga, algo de bom pode surgir. Quando um Dunga usa o fígado como seu órgão de raciocínio e insiste com um Felipe Melo, nem um Romário poderia lhe salvar. A Seleção de 82 não seria melhor que a de 70, nem que tivesse levado a Copa. A de 70 tinha Pelé. Da mesma maneira, embora nem tivesse nascido, aposto que a de 58 foi melhor que a de 70. A de 58 tinha Pelé e Garrincha. Porém, se pode dizer que a de 82 era da mesma estirpe que as outras duas. Na minha opinião, a de 2002 também. Sobre ganhar ou não ganhar... É vital ganhar, sim. Mas a Holanda de 74, a última equipe a realmente revolucionar o futebol, também não será uma vencedora? Lembremos que a Alemanha tinha um timaço, e que absolutamente nào foi injusta a sua vitória. Mas quando de fala de Copa 74, a primeira lembrança que vem é a da Holanda. Por que será? De mais a mais, se a Holanda, se nosso timaço de 82, se Leonidas e Zizinho, Di Stefano e Puskas, dentre outros (e outras), não ganharam uma Copa... Pior para a Copa! Abs., Luiz Pereira É isso, caro Luiz! Abraço

Rodrigo em 25 de julho de 2011

Tudo bem! Jogavam muito, mas... ganharam o que? refresquem minha memória por favor! Se não me engano NADA!

Fábio Aguiar em 25 de julho de 2011

Uma Seleção que era pura magia e por aí vemos que a maior seleção de todos os tempos, não foi campeã...

carlos nascimento em 25 de julho de 2011

Ia esquecendo, a seleção de 82 também tinha os seus estranhos no ninho, a teimosia do Mestre Telê ao convocar o goleiro - Valdir Peres - era fraquinho, muito abaixo do nível do grupo. Falhou feio no jogo contra a Rússia - um frangaço -e também teve culpa em gols sofrido no fatidico jogo do Sarriá, contra a Itália. Álias no jogo contra a Itália, a trinca - Valdir Peres, Cerezzo e Júnior Capacete - foram os vilões, EXPLICO: - Waldir Peres - Falhou no minimo em 2 gols, no último gol do Rossi, na batida do escanteio, não abafou a bola, não gritou para o Júnior sair no tempo da bola, dando condições para o Rossi finalizar sózinho a sobra. - Cerezo - Foi fazer graça em recuo de bola para o Luizinho, colocou a bola nos pés do Rossi, Valdir novamente saiu atrasado para abafar e lá sei foi o gol. Dizem o pessoal da seleção que Cerezo no intervalo chorou e tremia que nem vara verde, levou um pito de Júnior e Falcão, para poder entrar em circuito normal. - Por último Júnior capacete, no lance do último gol, ficou plantado dentro da linha do gol, marcando o vento, dando condições de jogo ao Rossi para finalizar, se tivesse saido no tempo de bola, quando da sobra, o atacante italiano ficaria em completo impedimento. São as coisas do "SE", a velha busca da desculpa. Agora, com todo o respeito ao querido Mestre Telê, o goleiro da Seleção não jogaria nem na reserva do nosso Time de Peladas do Clube. Pode até ser, prezado Carlos, mas eu estava no Sarriá -- estádio pequeno, do qual guardei amostra de grama e que foi demolido em 1997 para construção de um conjunto habitacional de classe média -- e vi de perto: o terceiro gol da Itália foi um absoluto produto da sorte (no caso do Brasil, do azar). O meio-campo Tardelli errou um chute a gol e a bola resvalou para os pés do Paolo Rossi. Se você tiver o DVD, preste atenção. Foi isso. E tivemos o incrível azar daquela cabeçada do Oscar nos últimos segundos não ter entrado no gol de Zoff.

itamar em 25 de julho de 2011

isso não era futebol era dar aula aos adversarios e coitado deles,que seleçao do caralho!!!

Jotavê em 25 de julho de 2011

Oi, Setti. Acho que um comentário meu ficou preso. abs

Márcio em 24 de julho de 2011

Caro Ricardo. Vendo a pobreza do nosso futebol de hoje fico com saudades desse grande time. Já mandei para o twitter.... Obrigado. Sou quem agradece pela visita, pelo comentário e pelo twitter. Márcio, por designação do então diretor de Redação da VEJA, J. R. Guzzo, acompanhei a seleção desde o começo dos treinamentos, no Brasil -- enquanto me esbaldava na editoria Internacional da revista --, cheguei a Portugal na véspera da chegada da delegação, vi todos os treinos e jogos, além de ter assistido, em estádios ou pela TV, a todos os jogos da Copa de 1982. Por meses a fio, portanto, vi como o Telê treinava o time e como ele evoluía. O Brasil foi, disparado, o melhor time daquela Copa, e a torcida da Espanha, diante do naufrágio de sua própria seleção, torceu calorosamente para o Brasil. Acompanho o futebol desde criança, e o time que NÃO ganhou em 1982 era do mesmo padrão dos de 1958 e 1970 e MUITO melhor do que o time do tetra, em 1994. Saudades, mesmo. Não sei se tão cedo veremos uma Seleção tão extraordinária. Abraço

carlos nascimento em 24 de julho de 2011

A Seleção de Puskas (Hungria), a Seleção de Croif (Holanda), a Seleção de Telê (Brasil), são magias que jamais serão repetidas. O futebol do presente é apenas um negócio de marketing, a arte ficou em segundo plano.

Spitfire em 24 de julho de 2011

Ricardo, Ás vezes dá até desânimo ver como nossos craques, nos seus melhores anos, são levados para países com futebol bem organizado, sem a imensa corrupção como a que existe aqui e que canaliza a maior parte do dinheiro arrecadado pelos clubes brasileiros para enriquecer, na sua grande maioria, os dirigentes dos clubes, das federações e da CBF. Eu escutei no rádio a de 1958, a de 1962 vi na TV em branco e preto e a de 1970 e a de 1982, à cores pela TV. A de 1970 também foi maravilhosa, naquela época talvez o futebol fosse mais aberto, mas a seleção também foi fantástica.

Lis Chaves em 24 de julho de 2011

Setti, Tenho torcido pela seleção uruguaia desde a Copa 2010. Apenas por sentir em cada jogador da Celeste aquele encanto do "gostar de jogar futebol e ter gana de vencer"que há muito o Brasil perdeu! Nada contra que eles ganhem os salários que quiserem pagar aos brasileiros, porém tudo contra que esses salários estejam acima da paixão que cada profissional, particularmente deste esporte, tem que ter como objetivo principal! Obrigada pelo vídeo, pela lembraça. Custaram algumas lágrimas, mas consola saber que temos isso ao menos para lembrar!

SergioD em 24 de julho de 2011

Ricardo, concordo planamente com você. Essa seleção, como a de 1970, foi uma das melhores que já tivemos. Talvez até fossem equivalentes. Ambas tinham poucas falhas. Só faltou o título para serem equiparadas. Para mim a de 82 só não era perfeita pois preferia Careca como centroavante. Pena que se contundiu já na Espanha. Também acho que Paulo Sérgio estava em melhor forma que Valdir Peres. Mas nada que comprometesse. Me digam então: quando voltaremos a ter um meio campo do quilate de Cerezo, Falcão, Sócrates e Zico? Talento igual somente no trio Gerson, Clodoaldo e Rivelino. O ataque da de 70 era superior: Jairzinho, Tostão e Pelé contra Serginho e Eder. Mas a defesa de 82 era muito superior: Leandro, Oscar, Luizinho e Junior eram muito superiores a Carlos Alberto, Brito, Piazza e Everaldo. Como diz um comentarista cujo nome não me lembro, se a seleção de 82 não ganhou aquela copa, pior para a Copa. Um abraço Caro SergioD, por designação do então diretor de Redação de VEJA, J. R. Guzzo (trabalhei na revista entre os remotíssimos anos de 1975 e 1983, e só voltei, e na internet, no ano passado), acompanhei a seleção -- acumulando com minhas tarefas na então vasta editoria de Internacional da revista -- desde a convocação, os treinos e jogos no Brasil, a chegada para aclimatação e treinos em Portugal etc. Foram meses. E concordo com você. Realmente, equivalia à de 70, com um diferencial que nunca ninguém mais terá, chamado Pelé. Mas o ataque não podia ser considerado Serginho e Eder, porque o time inteiro atacava -- até o zagueiro Oscar, que aliás não perdeu uma disputa de bola durante a Copa toda. A todo momento estavam diante do goleiro Júnior, Leandro, Cerezo, Zico, Sócrates, Paulo Isidoro... Era uma seleção infernalmente boa. Pior, mesmo, para a Copa de 1982. Assisti no Santiago Bernabéu a uma final melancólica -- uma Itália que jogava um futebol pobre e uma Alemanha numa entressafra entre uma geração extraordinária e outra que não tinha a mesma grandeza. O fabuloso Breitner, lateral direito campeão do mundo em 1974, por exemplo, ainda jogava muito, no meio-campo. O cracaço Rumenigge, da então nova geração, se contundiu durante o torneio e desfalcou o time. Bem, lembrar não paga imposto e é bom... Abraço

Jotavê em 24 de julho de 2011

A derrota (derrota?) da seleção de 82 marcou o início do espírito mesquinho que domina a imprensa e os torcedores até hoje. Refiro-me à ideia de que a vitória seja o único valor no futebol. É claro que ela é um valor - e a seleção de 82 foi, nesse sentido, uma seleção superlativamente vitoriosa. O futebol pavoroso do Brasil que me desculpe, no entanto, mas beleza é fundamental. É em função dela que a vitória numa Copa torna-se uma experiência inesquecível. O que ficou para vocês da Copa de 2002? O que ficou da Copa de 94? Os idiotas da objetividade dirão - ficou o troféu. Ora, façam-me o favor! Quem quer troféu é a Holanda! Nós só temos o direito de querer voltar ao ponto em que já estivemos: aquele ponto em que estava esse time de 82, exibindo o melhor futebol do mundo. Volta e meia, no meio de um jogo, um idiota da objetividade, narrando ou comentando, tem a ousadia de repreender um jogador que faz uma jogada mais enfeitada, mais inventiva. "Não tem maturidade", diz ele, com voz empostada. Preferia que desse chutão, que jogasse na retranca, que desse canelada. O importante, mesmo, é ganhar. Nem que seja nos pênaltis. Olhem. Vibrei quando o Brasil chutou todos aqueles pênaltis para fora no jogo contra o Paraguai. Adorei. Aquelas bolas chutadas para fora provaram que aqueles meninos têm caráter. Estavam abalados em função de uma superioridade avassaladora que não se traduziu em vitória. Acontece. Uma vitória por pênaltis? Muito obrigado. Fiquem com a taça. Se for para levá-la, que seja por 4 a 1, como no final da copa de 70, com Carlos Alberto fazendo um gol que mostrou ao mundo todo, não simplesmente quem era o campeão daquela copa, mas quem MERECIA sê-lo.

Adriano em 24 de julho de 2011

O que falta à seleção e ao futebol em geral ~e o mesmo que falta ao Brasil, CARÁTER e DIGNIDADE. O que vale pra esses jogadorezinhos é encher os bolsos e fecharem contratos publicitários fashion.

A. Santos em 24 de julho de 2011

Melhor selecção de sempre! Aprendi a gostar de futebol em 82... E a implicar com italianos... hehe Abraço

maria luiza guião bastos em 24 de julho de 2011

SEMPRE vou considerar que foi nossa última seleção fantástica, sempre!

Inácio em 24 de julho de 2011

Setti, Aqui em casa, somos todos seus fãs e do seu blog. Lemos, algumas semanas atrás, que você dedicaria seus fins de semana à sua família, isto é, nada de trabalhar e sim, descansar (justíssimo) que afinal ninguém é de ferro. E, surpresa, você brinda-nos com três belos posts neste dia. Eu,particularmente, adorei esse da seleção de 82. Apesar de eliminada precocemente, lembraremos-nos sempre dela com carinho imensurável. Obrigado por dedicar suas horas de um domingo para tornar mais agradável nosso finalzinho de semana. Quem agradece sou eu, pela visita e pelo comentário, caro Inácio. Abração

Marco em 24 de julho de 2011

Amigo Setti: Espero q essa seleção não seja a nossa última gratidão a arte. Ps:Amigo, tbm espero q pessoalmente meu inferno astral, cfe mapa astral, tenha realmente terminado hoje. De saúde estou bem apenas mais magro e cortei a cabelereira de 1 ano. Abração.

João Augusto em 24 de julho de 2011

Não é por acaso que a Espanha tem hoje o melhor futebol do mundo. Com certeza, desde 1982, imagino, o vídeo dessa seleção maravilhosa formado pelo Mestre Telê Santana seja matéria obrigatória nos meios futebolísticos espanhol. A semelhança não é mera coincidência. É só olhar como jogava o Brasil e como joga o Barcelona, base da seleção espanhola.

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