O empresário brasileiro é um heroi.

O Banco Mundial, que tem uma classificação para os países conforme a facilidade de realizar negócios em seu território com base em 10 diferentes critérios, coloca o Brasil na 152ª posição entre 183 países, atrás de nações como Papua-Nova Guiné, Etiópia, Bósnia, Quênia, Zâmbia, Guatemala, El Salvador ou Paraguai.

Lidera a lista, em primeiríssimo lugar, Singapura, seguida, em segunda posição, por um empate entre Hong Kong e a China, vindo então a Nova Zelândia, em terceiro lugar, o Reino Unido, em quarto, e os Estados Unidos, em quinto.

A aparentemente primitiva, rústica Geórgia, conflituada ex-república soviética, ostenta um vistoso 12º posto, na frente até da Alemanha.

O país latino-americano mais bem classificado é o México, em 35ª posição, seguido de perto pelo Peru, na 36ª, pela Colômbia, na 39ª, e pelo Chile, na 43ª.

Confira o ranking.

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fpenin em 19 de janeiro de 2011

Setti, O site Criacaodedificuldades.com tem ,na outra ponta, o Vendadefacilidades.com.br. Mas, cuidado!, para acessar tem de possuir uma senha exclusivíssima. Não é para qualquer fpenin da vida... Você tem absoluta razão! É uma das mazelas mais terríveis do nosso país.

Marco em 18 de janeiro de 2011

Caro R. Setti: 1 te pedir desculpa pelo imprevisto e a falta de sintese.Não quis fugir do texto. O q quero concluir é q o principal problema empresarial, é ainda a falta d Capital de giro, q está totalmente atrelado a política Economica e financeira. Abs. Caro Marco, não houve nenhum problema de falta de capacidade de síntese, não. Pena é que os comentários foram "partidos". De todo modo, agradeço a contribuição para o blog. Abraços

Marco em 18 de janeiro de 2011

Caro R. Setti: Costuma definir o dinheiro como meio de troca aceito, nas fronteiras. Os valores são bem diferenciados, não só expressos em unidades, mas sim pelo seu grau de aceitação( ou liquidez) sem nenhum problema. O dinheiro teria q passar de substantivo para adjetivo. Ou moedas correntes em diferentes regiões ou setores da população. Os bancos usariam uma tx cambial como é feito nas bolsas de valores, os saldos descobertos e cartões de Créditos. poderia se escolher qual são ou não o meio circulante de liquidez. Tenho certeza q o Nordeste não precisaria mais do Real. Nem as Principais cidades turísticas. Estariam em pleno desenvolvimento. Continuo mais tarde ! Abs.

Marco em 18 de janeiro de 2011

Caro R. Setti: O q precisamos é do " ducado" Suiço privado, com certificados ou notas de crédito contábil posto a disposição do público. Mas não a quebra do sigilo bancário, mas sim as medidas de desvalorizações das moedas governamentais. A questão é q o sucesso do dinheiro q se usa depende não só do seu esforço mas do efeito dos usados pelos outros. Então cada um devia escolher em tese q tipo de moeda q seria melhor usada para anular as pertubações d uso generalizado. Volto mais tarde. Abs.

Marco em 18 de janeiro de 2011

Caro R. Setti: Estou de novo com problema no meu computer, mas vamos lá. Essa liberdade faria q os governos perdessem a capacidade de camuflar a depreciação do dinheiro q emitem,impediria a evasão de divisas, de capital e outros recurso.Evasão decorrente do fato do uso doméstico ter se tornado desfavorável. No final das contas o programa só serviria de substituição nos casos das autoridades monetárias se comportarem mal ou mudasse seu comportamento. A SC teria liberdade de usar qual os meios de troca pública prefere. Não a ser obrigada a consumir os produtos do governo mesmo q sejam insatisfatórios. Os impostos e contratos, a SC poderia decidir qual as moedas deveriam ser pagos, ou os tribunais. No caso de algum revés ou problema os tribunais decidiriam o q deveria ser cumprido por meio de outra moeda q mais se aproximasse das intenções prováveis das partes contratantes. Abs. Sigo mais tarde, espero com o meu computer resolvido. São ideias interessantes, caro Marco. Pena que você, por causa do computador, precisou "parti-las" em vários comentários separados. De todo modo, obrigado e um abração.

Marco em 18 de janeiro de 2011

Caro R. Setti: Sou simpático a unificação e administração da nova moeda européia, administrada de forma Supra Nacional. Mas tbm gosto do livre comércio de moeda nas atividade bancárias. Sigo mais tarde. Abs.

Marco em 18 de janeiro de 2011

Caro R. Setti: Hoje o governo pode fazer qualquer coisa, o q me oponho é q o governo impeça a SC d fazer o q sabe fazer melhor q ele. Escolher no mercado a confiança pública de uma determinada moeda ! Abs. continuo mais tarde.

Marco em 18 de janeiro de 2011

Caro R. Setti: Esse tema é fascinante, vou tentar seguir o Mestre, q já ganhou um Prêmio sobre o Plano Cruzado, minha tese é a desestatização da moeda, q afasta o dinheiro dos políticos, esse dinheiro com indisciplina de gastos com interesses organizados de corporativismo. Esse dinheiro fracassado e de má qualidade para a SC. Q precisa ser anulado ou retirado das mãos do governo. Como fazer isso, criar agências monetárias, uma vez q elas teriam todo interesse em oferecer moedas q os usuários considerariam seguras e estáveis, do contrário a SC sempre sofrerá perda para sobreviver em seu próprio meio. Abs. A desestatização da moeda é genial, caro Marco! Ótimo! Um abração

Inácio em 18 de janeiro de 2011

Como Bruno (12:52) sei como é dificil ser empresário neste país. O que nos fez desistir, além das dificuldades normais a que se refere o Banco Mundial, foi o fato de que os órgãos públicos para quem prestavamos serviços passaram a nos exigir não mais os 10% de praxe mas um valor fixo que por vezes chegava a 50% de nosso lucro, isto para cada serviço prestado. Quer dizer: o empresário pena para realizar seu trabalho, paga impostos excorchantes, corre riscos e ainda têm de pagar propina para vagabundos? Simplesmente desistimos. Entre muitas, essa é a grande herança maldita de Lula. Seu mau exemplo disseminou-se de tal maneira nos orgãos publicos que qualquer funcionário publico acha-se no direito de levar a sua propina.

Telma em 18 de janeiro de 2011

Ô maldade! Depois dos 8 anos dourados, desde que o Babalorixá de Banânia redescobriu, refundou o país e corrigiu tudo de errado que herdou da herança maldita, como você se atreve a publicar tal infâmia? Não tem acompanhado os noticiários? Esteve hibernando? Hoje qualquer dos 97% dos brasileiros (estamos entre os 3%) tem um orgulho imenso de ter o privilégio de morar na Ilha da Fantasia. Nós é que não percebemos isso!

Marco em 18 de janeiro de 2011

Caro R. Setti : O q falta ao Brasil é uma cultura Laisez-faire. E uma equidade entre o Direito público ( lei administrativa e constitucional ) e o Direito Privado (relações pessoais e penal ). Quanto menor a intervenção do Governo e o conjuntos de leis, melhor se terá uma " Harmonia natural ". Abs.

Bruno em 18 de janeiro de 2011

Setti, quanto tempo ainda levaremos para aprender que o caminho é ensinar as pessoas a empreenderem e náo ao contrário, estimular a virar funcionário público. Só se fala em virar concurseiro.... Isto náo prospera. O caminho está errado. Temos que mdar esta cultura senáo estaremos andando para trás.

Bruno em 18 de janeiro de 2011

Infelizmente eu senti isto na pele. Desisti de virar empresário. Agora náo tem fiscal para me aporrinhar nem pedir propina, náo tem Governo querendo arrancar meu suado dinheiro, náo tem a insegurança das ruas, náo tem empregados processando a empresa... Sinto pelos que ainda resistem.......

gaúcha indignada em 18 de janeiro de 2011

A situação é caótica. Nos últimos 8 anos a taxa de sucesso aumenta cada vez mais! Este é "o país de todos" os analfabetos funcionais que votaram "nelles". EU FORA.

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