Image
O subprocurador-geral Aurélio Veiga Rios: pela inter

O subprocurador-geral da República, Aurélio Veiga Rios, revelou apoio ao pedido de intervenção federal no Maranhão. A manifestação de Rios ocorreu durante a mais recente reunião do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH), em Brasília, na semana passada.

Rios, que também é procurador federal dos Direitos do Cidadão, defendeu a postura dos procuradores federais no Estado, que fizeram o pedido ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot. “Para nós, da Procuradoria Federal de Defesa do Cidadão, é fácil apoiar o pedido de intervenção”, disse.

Rios justificou o apoio em face dos atos de violência ocorridos no estado, sobretudo na Penitenciária de Pedrinhas. “O que estamos vendo é uma situação de absoluto descalabro do ponto de vista da dignidade humana”. Ele ressaltou ainda que rebeliões e mortes violentas de presos não são um fato novo e que uma verdadeira mudança deve acontecer no sistema carcerário.

“Se quisermos criar uma cultura de paz no sistema de segurança pública e no sistema carcerário, será necessário agirmos e tomarmos providências específicas para cobrar das autoridades públicas. Primeiramente, um plano emergencial que possa dar resultados e, depois, medidas de médio e longo prazo, para que se possa, ao menos, reverter o quadro de matança dentro do sistema prisional”, disse o subprocurador.

Outro membro do CDDPH favorável à intervenção federal no Maranhão é Everaldo Patriota, representante do Conselho Federal da OAB.

Ele não falou em nome da instituição, mas indicou qual seria a tônica caso Janot faça o pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF). “Pessoalmente, sou a favor da intervenção. Não posso falar pelo Conselho mas, pela tradição da Ordem, na defesa dos direitos humanos, não há dificuldade nenhuma do Conselho Federal da Ordem apoiar o pedido de intervenção”.

DEIXE UM COMENTÁRIO

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

cinco × 1 =

Nenhum comentário

Toninho Malvadeza em 13 de janeiro de 2014

LULA,cadê você pra falar sobre PEDRINHAS (cabeças rolando),e sobre ROSE NORONHA (cabeças vão rolar)???

elizabeth correa em 13 de janeiro de 2014

Não acredito que melhore. A intervenção trará apenas uma falsa impressão de que o problema esta sob controle. È uma pena. Enquanto isso o Channel 4 trás uma reportagem bem feia e real sobre a "pacificação das favelas" em ano de copa. Vc viu Setti?! Eis o link http://www.youtube.com/watch?v=yKL2xXZtK_o

arlete em 13 de janeiro de 2014

Enquanto isso... mais um silêncio "LULLAR". Ele, que sempre tem o que dizer, porque desaparece nas horas difíceis?

Reynaldo-BH em 13 de janeiro de 2014

A barbárie que estupefatos assistimos no feudo medieval dos Sarneys é só parte da tragédia. Muito já foi dito sobre as masmorras que Roseane Sarney – a rebenta que não admite ser interrompida quando fala e é aplaudida pelos “açeçores” quando ofende a inteligência e decoro do Brasil – entregou para ser administradas pelo sócio do próprio cunhado. Uma dolorosa repetição do que é feito por mais de 50 anos. É que é um problema – se pode reduzir este escárnio a somente isto ? – do povo maranhense. Ao Brasil cabe o espetáculo oferecido por Dilma e sua entourage de apoio a aliados e de perseguição a adversários. A tropa de choque. Entre estes, José Eduardo Cardoso e Maria do Rosário. As declarações absurdas de um e o silêncio respeitoso de outra. Cardoso ouviu calado sem um mínimo de vergonha as explicações sobre a raiz do problema do Maranhão: a riqueza do estado mais miserável da federação. Em meio a uma fala dele, respondendo a uma pergunta que ficou sem resposta, assistiu a um chilique histérico da governadora que assume o acerto eterno e que não está - quem diria isto? – no poder graças à família mafiosa. Está governadora por ser Roseana e não Sarney. Ok, aprendemos mais esta. Nem desconfiávamos desta sutil diferença. Cardoso preferiu comparar o Maranhão com SP, SC, etc. Não falou das cadeias do RS, onde Tarso Genro também ignora as pocilgas de guardar seres humanos sem nada fazer para alterar o quadro que o Brasil todo conhece. Os exemplos são de estados governados pela oposição. Onde os lulopetistas que acusam SEMPRE a direita raivosa de politizar qualquer discussão? Calados? Certamente não envergonhados (nunca estão), mas com um novo-velho argumento: nossos aliados erram, mas nossos adversários erraram antes. Perderam, cambada! Desta vez o exemplo não cabe: já faz 50 anos que o “homem incomum” de Lula erra. E o “maior ladrão do Brasil”, segundo o mesmo Lula, manda na capitania hereditária que é a verdadeira raiz do massacre. A ministra Maria do Rosário, a gaúcha alçada do anonimato para o estrelato (todas estrelas vermelhas), está calada. Desde a acusação do fim do Bolsa-Família que ela creditou às oposições, Maria do Rosário tem se especializado a não abrir a boca. O Brasil agradece. Porém, uma criança de 6 anos foi queimada viva. E a ministra dos Direitos Humanos continua muda. Não se ouviu um pêsame ou um apoio à mãe que perdeu a filha num atentado contra o mais básico dos direitos humanos: o direito à vida. De uma criança. A ministra que defende a cracolândia, os black blocks, ataca as PMS de SP, etc. desta feita prefere somente observar um bandido de 17 anos – Porca Preta – queimar viva uma menina – Ana Clara – que ainda brincava com bonecas. Seria isto que Dilma quis dizer quando afirmou que para ganhar eleições “se faz o diabo”? Ou que Gilbertinho afirmava que o “bicho iria pegar”? O silêncio respeitoso e não exposição do aliado-mor, José Sarney, explica-se somente como um ato nojento de covardia, conivência e apoio eleitoral. Dilma diz “acompanhar com atenção” a barbárie no Maranhão. (expressão minha. Ela NUNCA diria algo nesta linha sobre o Maranhão. Disse sobre a desocupação de Pinheirinho em SP, onde a PM seguiu uma ordem judicial e NINGUÉM morreu ou ficou internando em hospitais!) Também não dá condolências à mãe de Ana Clara, que igualmente luta pela própria vida. Seria uma afronta ao clã que venera. E cita estados de oposição onde crimes similares aconteceram. NOTA: nenhum deles com presídios administrados por sócios de cunhados, tão degradantes como as masmorras medievais da família Sarney e sem presos decapitados cujas cabeças serviram como bola num jogo tenebroso de futebol! Este é o ponto que afeta o Brasil, de modo objetivo. Que o povo maranhense saiba se livrar – ainda há tempo! – dos responsáveis pela miséria, uso e abuso do estado, sordidez, covardia com indefesos e cinismo que existem há 50 anos. O restante do Brasil que avalie o que leva Cardoso a dizer asneira, Rosário a se calar e Dilma a exaltar o aliado de primeira hora. O ex-ladrão, na visão de Lula. Para nós, também ainda há tempo. De darmos um BASTA. Em nome do futuro que Ana Clara não teve. Enterrando um passado de 50 anos, onde em ao menos 10 destes, o lulopetismo foi um fiel e dócil aliado. Que continuem aliados. Pois continuarão – para os brasileiros com vergonha na cara - sendo exemplos do que PIOR este país tem. Que o Brasil nunca se esqueça de Ana Clara! E de seus assassinos e cúmplices. Que vivem em Palácios.

pedrao em 13 de janeiro de 2014

Podem apostar! Antes da provável intervenção federal, a espertalhona renuncia ao cargo de governadora e sai candidata ao senado!Tirando o seu,da reta! E ,infelizmente, será eleita pelo pobre e enganado povo maranhense! E o governo federal,para adoçar o honorável Sarney,ficará com o pepino (ou abacaxi!) da violência e do atraso nas terras maranhenses! Fica a pergunta: -Quem vai ficar com as lagostas,camarões,perninhas de caranguejos,wiskies,vinhos finos e champanhes? As facções da Pedrinhas?

VER + COMENTÁRIOS
TWITTER DO SETTI