Se tiver seu nome aprovado pelo Senado para compor o Supremo Tribunal Federal, como deve ocorrer, o ministro do Superior Tribunal de Justiça Luiz Fux vai tornar-se o 163º ministro da mais alta corte do país desde a proclamação da República, há 121 anos, e fará história: será o primeiro judeu a jamais integrar o tribunal.

Fux, indicado para o Supremo ontem, terça-feira, 1º, pela presidente Dilma, é neto de judeus romenos, que emigraram para o Brasil durante a II Guerra Mundial fugindo da barbárie nazista na Europa.

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Natale em 20 de fevereiro de 2011

Sr.Setti! O Ministro é "casca dura" no jiu-jitsu! Não espero que seja judeu, católico ou outro "adjetivo religioso" conforme "provoca" o post, apenas espero que seja, também, "casca dura" no STF. De acordo?

Marco em 03 de fevereiro de 2011

Caro R. Setti: Espero q não se torne um inovador incômodo ! Abs. É um ministro precedido de boa reputação. E, veja você, sem a sisudez característica do que se imagina de um ministro do STF: teve banda de rock e é faixa-preta de jiu-jitsu! Abraço

costamcs em 03 de fevereiro de 2011

Ricardo, há muito tenho torcido pela escolha do Ministro Fux para uma vaga no STF. Além de ser juiz de carreira, o que não desqualifica quem não o é haja vista os inúmeros juristas de excelência que já compuseram a corte, a prática judicante fornece a necessária visão da importância das decisões na vida dos comuns. Tive a sorte de ser sua aluna na Escola da Magistratura do RJ e hoje consultora habitual de seu Curso de Processo Civil, uma bíblia para os operadores do direito. No mais, é uma graça imensa que um membro tão ilustre da comunidade intelectual judaica (redundância?) faça parte da elite constitucional do país. Em tempos de uma inacreditável simpatia pelo Terror, expressada até por homens públicos, é realmente uma notícia auspiciosa. Abraços, Marcia Soares

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