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O Rapid Scan Till: é vapt e vupt (Foto: Asda)

Já imaginou agilizar em até 300% sua compra no supermercado?

Pois na filial da cidade de York da cadeia britânica de supermercados Asda isso já é possível. O “milagre” em questão é operado por um escâner batizado Rapid Scan Till que está em atividade na loja.

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Escâner a laser com 360 graus de alcance

Funciona assim: diferentemente das máquinas de caixa convencionais, com as quais se registra um produto por vez, este dispositivo lê sozinho, e rapidamente, os códigos de barra de TODOS os itens depositados na esteira à frente do caixa. Conforme as mercadorias passam por esta espécie de cabine, o escâner a laser com alcance de 360 graus envia a informação digital contendo os preços à funcionária responsável.

Um porta-voz da Asda, que reivindica o pioneirismo do sistema, afirmou que o Rapid Scan Till é uma resposta aos anseios dos clientes – que ele, estranhamente, resumiu à categoria “mamães” – em relação a um problema comum e muito chato em supermercados: a demora na fila do caixa.

O aparelho está sendo testado e muito provavelmente será espalhado por toda a rede Asda e, eventualmente, para a imensa rede da companhia-mãe, a americana Wal-Mart.

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15 Comentários

Sandro Ferreira em 28 de julho de 2013

Outro dia li uma reportagem sobre quatro scanners de raio x que foram importados dos EUA para a polícia rodoviária nas fronteiras do Brasil. Sensacional. Essa nova teconologia vai ajudar a diminuir a violência nas nossas cidades, podendo identificar drogas e armas com exatidão. Quem perder o emprego de caixa no supermercado por causa desse novo leitor de código de barras, poderia trabalhar scanneando carros motos e pessoas nas ruas, auxiliando a polícia.

Tuco em 25 de julho de 2013

. Há uns cinco anos o Pão de Açúcar usou a loja existente no Shopping Iguatemi (SP) como piloto dessa modernidade. Alguns caixas funcionavam com a inovação (há cinco anos!). Não sei no que deu, pois o sistema sumiu e nunca mais se viu nada parecido. .

Reynaldo-BH em 25 de julho de 2013

Esta tecnologia é revolucionária! Chama-se RFID: Radio-Frequency IDentification. Permite que se substituam a leitura de códigos de barras por um sistemas de tags (micro-chips) agregados a um produto (e podendo ser reaproveitados!) que enviam sinais com os dados do mesmo: preço, validade, fabricante, data de entrega e o que mais se queira. Assim, um produto ao entrar em um armazém já está rastreado sem necessidade de nenhuma esteira de leitura. A principal aplicação é nos Correios. O índice de acerto (para quem vai, qual CEP, qual rua, etc) é 100% confiável. Pouco importa o estado físico da embalagem. A ECT TENTA há mais de 5 anos implantara - junto com a UPI (União Postal Internacional) esta tecnologia. A inteligência agregada ao hardware (tags, transponders e antenas, que são somente ferro) já é disponível no Brasil. O que faz com que este projeto não avance? O VALOR DO MESMO! E aí, os olhos desejosos e as mãos indecentes, querem algo. BEM, É ASSUNTO PARA OUTRO POST. A verdade é que temos a tecnologia DISPONÍVEL (por mais de um fornecedor ou instituto de pesquisa nacionais) e NINGUÉM sequer sabe do que se trata, no Governo federal. Um exemplo(que está lá, somente como "espuma". Seriamente foi testado, implementado de colocado como operacional. Com dinheiro do MICT. E abandonado oficialmente!:https://www.cpqd.com.br/midia-eventos/fatos/fatos-171/cpqd-cria-primeiro-laboratorio-de-engenharia-e-testes-na-tecnologia-rfid-do-pais

Paulo em 25 de julho de 2013

Li pessoas reclamando que irá acabar com o emprego dos "caixas de supermercado". Gente o mundo está se informatizando e com isso diminuindo os empregos existentes. Tenham menos filhos o planeta Terra agradece.

Luiz C. em 25 de julho de 2013

Se a moça do Caixa for bonita e simpática, faço questão de ficar bastante tempo na fila...

MARCONDES em 25 de julho de 2013

Ok ok! Só que nesse nosso 5º mundinho, temos é que voltar a ter os preços etiquetados em cada produto. Por que? Porque em varios produtos e em todas as redes de "supermercados" no nosso 5º mundinho, o preço é um na gondola e quando passa no caixa é outro. E aí, como ficaria com essa nova tecnologia?

Paulo J. A. de Souza em 25 de julho de 2013

O que mais provoca filas são: demora no pgto com cartão, qdo os próprios clientes têm que embalar suas compras. Solução: Colocar as compras já em sacolas no próprio carrinho, a medida que se se escolhe os itens. Aí, passar as compras já nas sacolas pelo escâner. Pra isso, este escâner deve/deveria ler os códigos dos produtos estando já embalados. Cada produto deveria ter um microchip enviando sinal com o código. Mas... como no Brasil, tecnologia é cara, então...

ELISA FONTES em 24 de julho de 2013

Prezada Elisa, como venho insistido incansavelmente com os amigos do blog, as regras para publicação de comentários — que têm chamada permanente na home page — vedam a publicação de textos escritos somente em maiúsculas. Conto com sua cooperação da próxima vez. Obrigado desde já.

Bruno em 24 de julho de 2013

Tudo sem seu lado bom e mau. O mau, neste caso, o risco de diminuir o nível de emprego na função de "caixa". . O bom é que para pessoas como eu, que adoram ir ao supermercado, mesmo que para comprar 2 coisas, as ENORMES filas do caixa podem finalmente acabar.

Vitor em 24 de julho de 2013

Viva o desemprego, viva a tecnologia.

jorge em 24 de julho de 2013

Caro SETTI: Veja esse vídeo,que mostra onde uma polícia de tradição seccular se presta a fazer um serviço sujo,apenas para fazer o jogo do governador **** ****** da história do Brasil. Um grande abraço caro SETTI. http://www.youtube.com/watch?v=n-Aj5SMekFc Isso é caso de cassação de mandato.

Paulo Fagundes em 24 de julho de 2013

Essa ideia é de 1993, e digamos que a nossa era mais sofisticada que esta, porém foi abandonada para não gerar desemprego, sem falar que o emprego de empacotador é o primeiro de muitos jovens.

wagner em 24 de julho de 2013

tecnologia é isso --> http://goo.gl/3tZ3YZ

José Paulo em 24 de julho de 2013

Setti, não sei como é pelas bandas dai, mas aqui no RS, vão ter que melhorar e padronizar melhor a localização dos códigos de barras. Não é raro em uma compra com meia dúzia de itens, o caixa ter que digitar os códigos, pois as barras não são reconhecidas pelo scanner manual. Ainda mais quando se trata de produtos embalados ou gelados, como frios, carnes ou mesmo latas de cerveja ou refrigerante (ainda mais se comprados em "fardos" de 6 ou 12 unidades). Além disso, muito da demora hoje está no empacotamento, pois na maioria dos locais, não existe mais essa figura, é o caixa e o próprio cliente quem tem a missão realizar a tarefa. Ou seja, na minha opinião, melhorando o sistema de barras e de empacotamento, em associação com essa nova tecnologia, a coisa vai ferver... P.S. Na rede Wallmart tenho observado que fazem "corredores" nos caixas com senhas, nos quais são ofertadas especialmente guloseimas para os mais esfomeados e crianças, logo a espera na fila não é especialmente ruim nestes mercados...

Ismael Pescarini em 24 de julho de 2013

O próximo passo será um scaner em que se entra já com a sacola de compras feitinha na mão, o aparelho lê tudo, até o que estiver em seu bolso e desconta do cartão, bastando apenas digitar a senha para liberar a saída. Coisa de Jetsons. KKK.

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