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Tendo passado por uma dezena de diferentes empregos ao longo de minha carreira, a Folha de S. Paulo, por alguma razão, foi um dos veículos em que não trabalhei, embora sempre haja mantido não poucos amigos em sua redação ou em sucursais...

Lia o jornal desde sempre, mas passei a prestar mais atenção a ele após as mudanças radicais promovidas a partir dos anos 80 por Claudio Abramo e Otávio Frias Filho.

Exerci por dois anos o cargo de editor-chefe do principal concorrente da Folha, o Estadão, e nesse período (1990-1992), sob o comando do diretor de Redação Augusto Nunes, dei o melhor de mim para estarmos sempre na frente do pessoal da Rua Barão de Limeira.

A despeito de discordar de determinadas posturas editoriais da Folha, sempre respeitei, entre outros, o fato transcendental de ser a primeira publicação brasileira a ter, com seu Manual, não apenas orientações de texto, como em geral ocorre, mas uma verdadeira Constituição escrita, contendo seus princípios, fundamentos e regras éticas e de trabalho.

Gostei muito, portanto, de escrever para a página de Opinião do jornal.

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