O ex-terrorista italiano Cesare Battisti, condenado pela Justiça de seu país à prisão perpétua por quatro assassinatos, recebeu como se sabe um confortável asilo no Brasil graças ao Grande Embusteiro, o ex-presidente Lula.

O governo brasileiro, no último dia do segundo mandato do Embusteiro, a 31 de dezembro de2010, aplicou uma bofetada no rosto de um país de democracia exemplar, do qual descendem 35 milhões de brasileiros — a Itália –, concedendo asilo político ao criminoso por suspeita de que ele seria “perseguido” em sua terra natal.

Tratou a Itália como uma republiqueta de bananas, como se fosse uma Venezuela da vida, e não como o Estado de Direito que, percorrendo todas as instâncias da Justiça, condenou Battisti ao cárcere.

Depois de virar herói de setores da esquerda brasileira, ser abrigado na casa de gente do lulopetismo e festejado por “intelectuais” e políticos, Battisti passou a gozar da boa vida no Brasil.

Agora, porém, como divulgado esta semana, graças a ação impetrada pelo Ministério Público da União, a juíza Adverci Rates Mendes de Abreu, da 20ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal, mandou cancelar o visto de permanência de Battisti no Brasil, por uma série de irregularidades, e decretou sua expulsão do país.

Este processo é DISTINTO do caso da extradição, como comentei e procurei explicar em conversa com a âncora da TVEJA, Joice Hasselmann. Eu aplaudi o Ministério Público, mas mostrei que há várias formas de Battisti uma vez mais escapar da cadeia.

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