Um alívio para Dilma: seu aliado Tarso não considera necessário renegociar a dívida dos Estados

A área econômica do governo e a própria presidente Dilma Rousseff respiraram aliviados com a total falta de entusiasmo do novo governador gaúcho Tarso Genro (PT) em discutir uma renegociação da dívida de seu Estado – como querem vários de seus colegas, eleitos pela oposição ou pelos partidos que apóiam o governo.

Tarso não pretende a renegociação para si e, quanto aos demais governadores, considera que a contrapartida da União, por meio de investimentos nos Estados, torna desnecessária a tratativa.

A consolidação dos esqueletos financeiros escondidos há décadas nos armários dos Estados em uma única dívida — para com a União, que assumiu todo o passivo estadual existente — e o acerto de sua amortização mensal foi uma das mais árduas realizações do primeiro mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso, e é considerada pelos especialistas um dos pilares da responsabilidade fiscal no país.

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4 Comentários

  • Marco

    Caro R. Setti: Esse Sr. não se deve levar em consideração, gosta de uma irritabilidade perigosa, preguiçosa e invejosa. Sempre sua crítica se torna vingança, tem prazer na destruição e contestação de bons trabalhos…
    Abs.

  • Roberto

    Prezado Setti, o Sr. “Falso Genro” não merece a mínima credibilidade em nada. Este senhor é famoso por emitir opiniões estapafúrdias e depois as renegar.
    Pobre povo gaúcho, escolheu muito mal o seu representante, estimo melhoras…

  • gaúcha indignada

    Este “tipo” é o caos, em todas as áreas. SOCORRO!

  • Marcelo

    Tarso Genro não defende a renegociação porque o Rio Grande teve quatro anos de ajuste fiscal com a sua antecessora, a governadora Yeda Crusius. Aliás, Yeda ainda vai ser justiçada por pensar no futuro do estado e não em se reeleger.