Que férias, que nada. Levei a sério a lição de casa que o diretor editorial da International Publishing de Playboy USA — a área que cuidava das edições licenciadas mundo afora — passou aos participantes da conferência em Acapulco.

Na era pré-power point, preparei, com a indispensável ajuda e orientação do grande diretor de Arte da revista, Carlos Grassetti, uma montanha de slides mostrando alterações no design da revista que tínhamos feito, outras que pretendíamos fazer, como poderiam ser novas seções da revista, soluções editoriais que funcionaram, outras que não haviam funcionado, ensaios com garotas ou estrelas que agradaram os leitores, outros que desagradaram — abordei, inclusive, pesquisas com grupos focais que a revista costumava realizar, para medir a temperatura dos leitores.

Outra pasta de slides continha exemplos do que faziam as (poucas) revistas concorrentes.

Também preparei um roteiro para expor, em diferentes intervenções, entrevistas e reportagens de peso que havíamos feito, técnicas de entrevistas que utilizávamos, como abordávamos a ética no jornalismo, os planos de instituir (como acabamos fazendo) concursos de contos e outras novidades (já havíamos produzido o primeiro CD-ROM de uma revista dentro da Abril), os principais obstáculos que tínhamos ainda a remover rumo a uma revista melhor — e por aí vai.

Na reprodução que ilustra este post, está uma parte do cardápio do encontro. Se você observar bem, há sempre uma parte editorial — que me cabia — e outra sobre o business da revista. Nesta conferência, nossa revista só tratou do editorial.

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