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Bandeiras da Europa em frente à sede da Comissão Europeia, em Bruxelas: se a Catalunha separar-se da Espanha por conta própria, está fora (Foto: guardian.co.uk)

Sempre disse isso, e escrevi aqui mesmo — e nem era preciso ser profeta para tanto: a Catalunha, ou qualquer outra região de um Estado-membro da União Europeia que se declare independente, ficará automaticamente excluída da UE e seus cidadãos perderão todos os direitos europeus — como o de viver e trabalhar em qualquer dos 27 países integrantes.

O balde de água fria foi lançado desde Bruxelas, sede do “governo” da UE, depois que 1,5 milhão de pessoas saíram às ruas de Barcelona no dia 11 passado em protesto contra a suposta discriminação contra a Catalunha por parte do governo central espanhol em matéria de distribuição de impostos — uma manifestação-monstro que foi convocada por entidades independentistas e acabou tendo o caráter de um grande ato em prol da separação entre Catalunha e Espanha.

A advertência sobre a exclusão da Catalunha, em caso de haver a separação, foi feita por um porta-voz oficial da Comissão Europeia, o organismo executivo da UE, presidido pelo ex-primeiro-ministro português José Manuel Durão Barroso — sem, porém, referir-se concretamente ao problema, por força da política da UE de não se imiscuir em questões internas dos países que a integram.

Mas o porta-voz disse, com todas as letras, e em nome oficial da UE que, em caso de uma secessão — os catalães independentistas pregam “um Estado a mais na Europa — a região interessada (no caso, claro, a Catalunha) deveria solicitar adesão à UE, a soliticação passaria pela Comissão Europeia para checar se cumpre todos os requisitos exigidos pelos diversos tratados que configuram o organismo e, finalmente, a integração deveria ser aprovada pela unanimidade dos 27 Estados -membros.

Espanha tem poder de veto — e países como a França e a Bélgica não querem nem ouvir falar de secessão

Ou seja, a própria Espanha dispõe de poder de veto para barrar o projeto independentista, sem contar, como já comentei anteriormente, com outros países europeus muitíssimo pouco interessados em escancarar as porteiras da secessão, como o Reino Unido em relação à Escócia (que realizará um plebiscito a respeito em 2014), a França com o País Basco francês e, principalmente, a Córsega, a Bélgica com a crescente beligerância entre as comunidades de fala e cultura francesas e holandesas — e por aí vai.

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O presidente da Catalunha, Artur Mas, em reunião com o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, no ano passado (Foto: euroexpress.es)

A questão de uma teórica independência começa com o fato, reconhecido pela Comissão Europeia, de que “não existem disposições contretas no Tratado da UE [o Tratado de Lisboa, de 2009] sobre a secessão de uma região de um Estado-membro”. Diante da manifestação ocorrida na Catalunha, porém, o “governo” europeu informou que seu serviço jurídico do realizou uma interpretação restritiva do Tratado e, com base no direito internacional, considerou que a região em questão, ao separar-se do Estado-membro da UE e deixar, portanto, de fazer parte dele, automaticamente está fora UE.

Usar o euro, sim

O que um país Catalunha poderia fazer sem grandes problemas seria, como lembrou recentemente o jornal El Periódico, de Barcelona, seria continuar utilizando o euro, que existem, sim, países de fora da UE que adotaram a moeda mediante acordos bilaterais com os 17 países da zona do euro e o Banco Central Europeu — como o Principado de Andorra, entre a Espanha e a França, e dois países desmembrados da ex-Iugoslávia, Montenegro e Kosovo.

Os independentistas, aos quais agora se soma o próprio presidente da Catalunha, Artur Mas, do partido conservador nacionalista Convergencia i Unió, continuam celebrando o êxito da manifestação do dia 11 e as organizações pró-independência querem a realização de um plebiscito em 2014. Continuam, porém, esbarrando nas realidades da vida: não apenas a questão da União Europeia — que a Catalunha sonha integrara como país –, mas o fato de que a Constituição da Espanha requer que, nesse tipo de referendo, todos os cidadãos espanhóis sejam chamados a votar.

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Dionizio Gonçalves em 11 de março de 2014

para esse petista louco e alcinado A Globo enche a bola do PT, no inicio de Fevereiro/14, em seu programa dominical, "FANTÁSTICO', a bajuladora emissora disse que os favelados de hoje vivem em melhores condições financeiras e sociais, que toda a classe média dos anos noventa,(PORTANTO, GOVERNOS DOS NEOLIBERAIS ITAMAR E FERNANDO H. CARDOSO) Triste emissora pertisita, mentem de cara limpa para os brasileiros. Dionizio

Fidel Ballesteros Diez em 26 de junho de 2013

Obrigado Daniel por o comentario de você "Gracies per el teu comentari" Eu sou catalão e quero a independencia da Catalonia!!

daniel em 13 de maio de 2013

Caro Ricardo, Exatamente, em 1978, mas você não mencionou que ele estava em um contexto de uma saída ditadura de quase 40 anos (que tentou acabar com qualquer sinal de Catalão identidade), e que uma percentagem muito elevada desta elactorado morreu. As leis são feitas para servir o povo e as pessoas têm que ter para canais diretos. Isso se chama democracia. Devemos apoiar o apelo a um referendo para o povo decidir o seu futuro, quaisquer impedimentos para o plebiscito é uma traição à democracia.

Daniel em 12 de maio de 2013

De acordo com a Constituição espanhola a independência de uma parte do território é impossível sem reformar a Constituição, e que requer um referendo em toda a Espanha. Isso é totalmente antidemocrático, pois é contrário ao direito à autodeterminação dos povos, e da Catalunha é uma nação. É como quando você vender a sua casa em um condomínio precisa da permissão de todos os outros proprietários da mesma. Se os catalães não se sentir confortável em Espanha vai ser porque eles têm as suas razões, e se você não quer ser espanhol, estão no direito. Os deputados catalães aprovaram unanimemente a Constituição de 1978. E a grande maioria do eleitorado catalão a aprovou em referendo.

Amorim. em 12 de março de 2013

Chiii.... vc é sensor também..?? Que tal pelo menos aprender português direito antes de vir aqui escrever asneiras e inverdades? Vá ao dicionário e procure pela palavra "sensor", tá^?

Ricardo ( Highlander ). em 11 de março de 2013

Chiii... É antissemita também?

PARA AILTON em 23 de outubro de 2012

MEU CARO AMIGO,ESTIVE LENDO SUAS PALAVRAS E FAÇO DELAS AS MINHAS ,MESMO QUE NÃO QUISESSE, POIS CONTRA FATO NÃO HÁ ARGUMENTO,É IMPRECIOMANTE ESSA ALAVANVADA QUE O PT DEU EM NOSSO PAIS,UM ABRAÇO.

Rosa em 28 de setembro de 2012

Tenho a impressão de que a Catalunha está sendo pesada e custando caro para a Espanha. Recebem os dividendos das fábricas lá instaladas E QUE VENDEM PRINCIPALMENTE para o nercado espanhol, pouco retornam em dinheiro para a Espanha e exigem que o governo espanhol pague suas dívidas e até os ''tradutores' para o catalão. Ta cara essa Catalunha!

Reynaldo-BH em 22 de setembro de 2012

Olha aí, Setti. Previsível. http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/ministro-paquistanes-oferece-premio-por-morte-de-diretor-de-video-anti-isla--2

Reynaldo-BH em 21 de setembro de 2012

Setti, meu amigo. Como sei de sua cultura ampla e eterno acompanhar do que ocorre no mundo – e abusando do espaço democrático que temos por cá! – peço que você escreva algo sobre a Quarta Guerra Mundial, que já estamos vivendo. Este episódio do Islã versus Civilização Ocidental (vale dizer, a cultura judaico-cristã). O filme (que deve ser péssimo, por sinal) “Innocence of Muslims” que está provocando esta onda de revolta contra a liberdade de exposição de ideias – com foco nos USA, como se o país fosse o responsável pelo mau gosto de um desconhecido cineasta de origem árabe – é mais uma prova do radicalismo de uma religião (que na minha personalíssima visão) prega SIM o extermínio dos contrários. Ou a aceitação dos cânones que defendem ou a morte por apostasia ou por ser blasfemo. Não se trata mais de ser politicamente correto ao não dar o nome às coisas, como deve ser. Não vejo em nenhuma RELIGIÃO judaico-cristã algo que sequer se assemelhe à pregação muçulmana. As cruzadas foram bárbaras, violentas e vergonhosas. Eram guerras de recuperação de territórios (até Portugal e Espanha) que haviam sido invadidos pelos mouros. Mas mesmo assim pode-se criticar. Porém em pleno século XXI não há mais espaço para a imposição da fé (seja ela de que credo for) por força de armas, violências, mortes, ameaças e atemorização de quem não é da mesma corrente religiosa. Entendi as charges do jornal francês como uma resposta à pressão intensa (com assassinato de um embaixador dos USA e diversos atos de terrorismo em diversos países) dos muçulmanos que buscam a hegemonia da própria crença. Existem outros, de outras correntes? Sim, certamente. Mas o que se vê – e o que assusta – é a predominância do pensamento sectário dos extremistas. Estes estão à frente sejam da Irmandade Muçulmana no Egito ou da Hamas da Palestina. O termo fundamentalista – em uso para designar esta corrente de pensamento totalitário – foi criado a partir do livro Fundamentals of Religion, de autores cristãos. Designavam a obediência irrestrita à Bíblia como sendo o norte para quem era efetivamente um crente. A valer a comparação, não sei até onde a obediência irrestrita ao Islã (e ao Livro Sagrado de Maomé) não leva, efetivamente, a estas visões distorcidas da imposição da fé pela força. E da eliminação dos discordantes, até a inteira implantação do islamismo no mundo. Esta divisão está longe do fim. Ao contrário, se acentua a cada dia. Em nome de uma democracia (no sentido amplo) que respeitamos e desejamos, estamos sendo diariamente subjugados por estes sectários. Sentimo-nos impedidos de criticar com o receio da rotulação de intransigentes ou “racistas”. Mesmo que ideologicamente. Não se trata – ao menos em meu caso – disto. A cultura judaico-cristã, que nos formou a todos (da Europa às Américas) é pródiga em ironizar e até zombas dos ícones religiosos. Há agnósticos ou ateus nos Islã? São aceitos? São entendidos nas dúvidas que os angustiam? Quem se lembra de “A vida de Bryan” do Monty Python? Ou “Is god to be a king”, de Mel Brooks, com Moisés no Monte Sinai? Ou ainda “Je vous Salue Marie”, de Godard, que mesmo proibido pela ditadura (e em outros países com forte oposição da Igreja) jamais provocou a morte de ninguém? Que direito os muçulmanos julgam ter para empreenderem Jihads com os Mujahid prontos a explodirem a si mesmos e a outros? Mesmo que – como defendem alguns estudiosos – o termo signifique a luta interna de um ser humano em busca da santidade, hoje é termo defendido por imãs e filósofos islamitas para a necessidade da imposição da fé muçulmana a todo o mundo. Onde existe, na cultura judaico-cristã, o fatwa (decerto religiosos)? Que serve para condenar à morte Salman Rushdie, escritor, por ter exercido a liberdade de ser pensante? O obscurantismo está em guerra contra o iluminismo, antes mesmo do oriente estar em guerra com o ocidente. Insisto – em nome de uma discussão serena, se possível – que não se trata de estigmatizar religiões ou culturas. Trata-se de defender valores que são caros à civilização ocidental, que a todos nos pertence, pouco importando a coloração ideológica que ostentamos. Esta “Quarta Guerra Mundial” é pior. Faz-se com armas, terrorismo e ameaças. Tenta impor o silêncio – e a supressão da liberdade – em nome do que alguns julgam o mais adequado. E nós os alvos - já que somos “infiéis” na visão tacanha desta proposta religiosa e política – não podemos em nome de NOSSOS valores ignorar quem queria destruir os mesmos. Que não reconhecem e nem respeitam. Em comum com uma “guerra comum” só a intolerância, confissão do não entendimento e apelo à violência como força de argumento. Não espero que mude algo nesta cultura tão arraigada de preconceitos, diversos com motivações (exploração, miséria, guerras fraticidas e domínio estrangeiro). Mas NADA, absolutamente NADA justifica o elogio à discriminação e o incentivo à violência. Afinal, em diversos países do mundo ocidental também se viveu estes aspectos colonialistas e mesmo humilhantes. Só não havia uma RELIGIÃO para embasar, justificar e incentivar o ódio aos diferentes. Que haja mais Gandhi e menos Abu al-Qasim Muhammad! Caríssimo Reynaldo, Não sei se você percebeu, mas já escreveu um belo post... É um grande desafio refletir sobre esse problemaço. Tentarei. Abração!

Esron Vieira em 20 de setembro de 2012

Respeito suas opiniões pois vc tem mais vivencia e experiencia com o primeiro mundo. Porém qualificar os governos de Tony Blair e Gordon Brown como de escoceses...(com o perdão da palavra)é delirio. Estão para o Brasil colonia, como capitães do mato. Uma maneira de amenizar os animos dos escoceses, para esquecer o que fizeram com seus antepassados. Da mesma forma colocar o principe Charles como Coronel da Irlanda do Norte, é uma maneira catalizar a mente Irlandeses. De ditadura militar eles entendem bem, por isso a familia realnão abre mão de ser militar.

Esron Vieira em 20 de setembro de 2012

O separatismo visto pelo prima economico, sempre será inviável. Porém, onde está o respeito à liberdade de escolha dos povos, apregoada pelos hipócritas? Este mecanismo de chantagem usado pelos ditadores da UE, mostra apenas que todo mundo tem de viver debaixo da ditadura fria, promovida pela agiotagem internacional (que quebrou até a América). A partir do momento em que ditadores e monarcas sigam o modelo de subserviencia ao capital nômade, podem abusar à vontade e reprimir seus povos quando acharem justo. Vide o caso da Arábia Saudita (ditadura sanguinária), Bahrain (a maioria é suprimida por uma ditadura convalidada pelo ocidente por motivos obvios), Espanha (sempre subjugou Bascos e Catalães), Coroa Britanica com irlanda e Escócia colocados no "UK" com muito sangue e tortura. Caro Esron, falar em "ditadores" da União Europeia é um delírio que nem dá para qualificar. Resido parte do meu tempo na Espanha, e testemunho dia a dia o enorme grau de autonomia de que dispõem tanto a Catalunha como, especialmente, o País Basco. Têm 100 vezes mais autonomia que um Estado brasileiro e bem mais do que um Estado americano. A Irlanda do Norte tem dois terços de sua população constituída por protestantes descendentes de ingleses e escoceses -- portanto, são a maioria, tanto é que elegem o primeiro-ministro num governo de coalizão com os católicos irlandeses, que constituem a minoria e têm, no governo, o primeiro vice-primeiro-ministro. A Irlanda do Norte desfruta hoje de grande autonomia, que começa com governo próprio, e é a região que mais cresce e gera empregos no Reino Unido. Quanto à Escócia, cujo governo nacionalista pretende separar-se do Reino Unido por meio de plebiscito já agendado para 2014, apesar da intensa propaganda feita pelo Scottish National Party em prol da separação, a última pesquisa de intenção de voto indicava que apenas 34% dos escoceses optam, no momento, pelo "sim". Não custa lembrar que o Reino Unido foi inúmeras vezes governado por escoceses. Os dois últimos primeiro-ministros escoceses, não se se você se deu conta, foram recentes: Tony Blair e Gordon Brown. Abraço

Ailton em 20 de setembro de 2012

Os blocos Economicos geralmente são formados com a seguite estrutura; Um grande País, com um economia gigante e poderosa, ditadore de suas vontades, e dezenas de pequenas nações, quase falidas e sem por de decisão algum. Vejamos MERCOSUL, um bloco constituido de um gigante e pujante país, rodeado de países pequenos e semi-falidos em um bloco decadente que chama de comum. A ALCA, Onde temos de um lado, uma nação neutra como o Canadá, sem muito interesses, não se envolve em nada, temos um México, falido e decadente, arruinado por viver atrelado aos EUA por muito tempo, na liderança desse bloco, temos os Estados Unidos, que apesar das dificuldas, ainda é uma potencia mundial, como sobreviveria o decadente México? lembro que desde 1998 ele não se recuperou da crise emque mergulhou. E por final a CEE(UE), que tenta ser a mais justa de todos os blocos, porém, com associados nanicos e quase falidos, como Grécia, Portugal e Esapanha. Encontramos sinda, países com economia doentias, como França e Itália, do outro lado, achamos uma Alemanha saudável e pujante. Esses são os blocos economicos, uma invenção da economia moderna cheio de premios, um invenção de economistas neoliberais, que se estivessem perto de mim, eu ofereceria um premio, um molho de capim! Sem a pretenção de querer agredir aos inocentes: ASNOS, MUARES ou EQUINOS, bons e abdicados ANIMAIS, que muito contribuiram no passado, com o crescimento economico do nosso país, pobres e servir seres, fizeram mais pelo Brasil que os nosso NEOLIBERAIS e nunca levaram uma taça por isso...

Ailton em 20 de setembro de 2012

Perdão Ricardo Setti, Não desejo um desmembramento para a Espanha, mais viver longe da CEE(UE) me parece o melhor caminho para essas nações, veja que todos os países que disseram "NÃO" a essa insanidade neoliberal, cresceram, afinal, como o pequenino Portugal vai competir com uma gigantesca Alemanha na UE? fala como o Paraguai vai competir com o gigante Brasil de hoje, no MERCOSUL? e o México, como os mexicanos vão encarar a monstruosa industria americana de igual para igual nessa ALCA? Só mesmo nas cabeças dessas pessoas que moram nas luxuosas coberturas, nos suntuosos palácios, e nas nababescas mansões,( uma gente que não conhece a realidade, não enxergam um palmo além do seu nariz) para ter uma ideia de jerico como essa, só um asno como eles, não veria que os blocos comuns seria a sepultura dos pequenos países, afinal, países são diferentes e economias também são ainda mais diferentes uma das outras. O Brasil fez bem, se desvencilhou desse mercado de bloco moribundo, chamado MERCOSUL, e partiu para fazer comércio com todos os países do mundo, se ficássemos dependentes do mercadinho do cone sul e da ALCA estaríamos, nesse momento, quebrados, estaríamos nos mesmos níveis sociais que estávamos antes de 2002. com o um quadro fome, desempregos em alta, miséria latente, pobreza absoluta, dezenas de quebradeiras em um curto espaço de tempo, cheios de dividas. Estaríamos ainda, a nos humilhar como na era FHC, suplicar por empréstimos do terrível FMI, empréstimos para tentar terminar o governo, como na era FHC, estaríamos sem reservas cambiais, com o salario minimo abaixo dos U$100 dólares. e com 23% da população desempregada e um contingente de 89% de trabalhadores a receber apenas um salario minimo ao mês, em suma, estaríamos da mesma forma que o Brasil estava na era neoliberal dos tucanos. O SIGNIFICOU DIMINUIR A NOSSA ATENÇÃO PARA OS BLOCOS ECONOMICOS(MERCOSUL E ALCA0? Bom! Foi por dizer NÃO a insanidade 'bestialógica” e quase doentia do neoliberalismos, que hoje, nos tornamos a SEXTA economia do mundo, exportamos U$180bi em media anuais, com U$280 Bbi. em 2011, contra os U$8.0 bi anuais da era tucana, vivemos o pleno emprego, temos um dos menores índices de desempregos do mundo, apenas 5.5% contra os 23% dos neoliberais tucanos, possuímos uma reserva cambial de U$450.0bi, a primeira depois de 1972, pagamos as dividas contratadas junto ao FMI, U$170bilhões de dólares. Contraídos por nosso FHC. Pagamos a 'impagável' divida externa U$489bi, rolada por governos por mais de 40 anos, sem que pagassem, criamos 18.5 milhões de empregos, contra os 2,2 milhões de demissões da toda era tucana. Por ficar longe dessa idiotice de bloco econômico, que hoje , temos um PIB de 2.38 trilhões de dólares contra os U$550.0bi entregues ao Lula em 2003. 126 milhões de brasileiros ascenderam à classe media, nesse 10 anos petistas, e hoje formam a novíssima classe media, contra os 19 milhões que viviam na classe media tucana, todos com o poder aquisitivo abaixo de nossas atuais classe D e E SE O BRASIL NESSA ULTIMA DECADA, AINDA FOSSE NEOLIBERAL E SE FOSSE ATRELADO A BLOCOS ECONOMICOS, HOJE ESTARIAMOS COM INDICES IGUAIS AOS TUCANOS, fatalmente os tucanopolitanos estariam a dizer que a culpa do fracasso é só nossa, assim como gostam de dizem que o sucesso do LULA é todo deles, apesar do governo Lula/Dilma manter-se longe das ideias de jegues que os neoliberais tucanos tem.

Jefff em 20 de setembro de 2012

Deixaram a Iugoslávia ser desmembrada em inacreditáveis 7 países e com isso alimentaram o separatismo em toda Europa.

Hercilio Luz em 20 de setembro de 2012

Trabalhei (anos atrás), na Catalunha. São xdenófobos em relação aos outros espanhois, sua economia não subsiste isoladamente. Com brasileiros (tenho dupla cidadania), são preconceituosos e arrogantes. Sua "independência" é uma balela eterna: não teria viabilidade econômica.

Marco em 19 de setembro de 2012

Dom Setti: Acho muita gritaria, q não deve ser levada em consideração, pq pelo q entendi a independência, não expande mercado em nada, até pelo contrário transforma-se apenas em um mercadinho de esquina. Mas posso estar errado, não sei. Abs.

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