Qualquer pessoa de minha geração e gerações próximas sabe que o mundo ficou mais pobre, mais sem graça e mais feio com a morte de Elizabeth “Liz” Taylor, grande estrela, grande atriz – que, sim, fez também filmes péssimos –, mulher de comportamento tempestuoso pouco compatível com sua origem britânica mas também de imensa generosidade pessoal e uma das mais lindas entre as lindas beldades, se não a mais de todas, que já passou pelas telas de Hollywood.

Uma deusa, uma diva, no tempo em que essas palavras ainda não haviam, por uso indevido e excessivo, perdido o significado.

Elizabeth Taylor recebeu dois Oscars de melhor atriz – o primeiro em 1961 pelo papel de garota de programa em “Disque Butterfield 8” (confira o trailer do filme abaixo) e o segundo em 1967 pelo papel de uma esposa alcoólatra em “Quem Tem Medo de Virginia Woolf?”, baseado na peça de Edward Albee.

DEIXE UM COMENTÁRIO

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

16 − 2 =

6 Comentários

carlos nascimento em 26 de março de 2011

Ricardo, Quantos "suspiros e gemidos" ela nos causou em maravilhosas cenas, fazendo com que em nossa adolescência tivessemos momentos de pura magia. Liz, Marilyn, só para ficar restrito, não morreram, se IMORTALIZARAM. Carlos Nascimento.

Paulo Bento Bandarra em 24 de março de 2011

Grace Kelly. . Liz enterrou muitos galãs que contracenaram com ela!

Rosa Maria Pacini em 23 de março de 2011

Setti, concordo com você, o mundo fica mais feio, mais chato e mais triste sem Liz Taylor. Uma mulher deslumbrante! O par de olhos mais lindos que eu já vi nos quase 66 anos desta minha existência. Viveu intensa e apaixonadamente seus casos amorosos,suas amizades e suas causas humanitárias. Sua ousadia chocou os moralistas da época, provocando-lhes reações de muita indignação. Se é verdade que fez vários filmes ruins, ela foi redimida não só por suas interpretações nos 2 filmes que você citou - "Disque Butterfly 8" e "Quem tem medo de Virgínia Woolf?", mas também por suas atuações em "Gato em Teto de Zinco Quente" e "De repente, No Último Verão", por exemplo. Foi-se uma diva que deve ter feito inveja a muitas mulheres de seu tempo. Debbie Reynolds que o diga.

caioblinder em 23 de março de 2011

Grande Setti, a Elizabeth era inglesa de araque. Seus pais eram americanos e ela retornou aos EUA, Pasadena, antes do inicio da guerra. Mas o sotaque britanico ajudou no começo da carreira. Conversa de quem passou para lá da meia idade: quem levar para a ilha: Elizabeth Taylor, Marilyn, Natalie Wood,, Kim Novak ou Grace Kelly? abs, Caio Meu caro amigo, não se faz uma maldade dessas com ninguém... Impossível escolher. Levaria as cinco! Um grande abraço

Paulo Bento Bandarra em 23 de março de 2011

Já passou, Setti. Não volta mais. Assim como outras, que a maldição da velhice as detonam. Estes dias um colega me passou uma e-mail comparando várias beldades entre o antes e o depois! Manter a beleza na maturidade não é para todos (incluindo os galãs), na velhice então... Mas outros vêm renovar os mitos.

Vera Scheidemann em 23 de março de 2011

A gente sabe muito bem que tudo tem um fim, mas o fim de certas pessoas é bem mais penoso. Que triste essa morte ! Vera

VER + COMENTÁRIOS
TWITTER DO SETTI