Esta deliciosa conversa ocorrida no auditório da Editora Abril ocorreu apenas seis dias depois de Mario Vargas Llosa receber o Prêmio Nobel de Literatura de 2010.

A agenda de Vargas Llosa, digna de chefe de Estado, inacreditavelmente lotada, sempre, e em especial depois do Nobel, não impediu que o grande escritor comparecesse rigorosamente no dia — 10 de outubro — e na hora (13 horas) que havia combinado, meses antes, com o pessoal responsável pelos Diálogos Culturais do Meio-Dia, oferecidos pela Abril a seus jornalistas, funcionários de outras áreas e convidados.

As perguntas foram feitas em português, idioma que Vargas Llosa domina perfeitamente. O escritor falou sobre o prêmio recebido — brincou que já estava desistindo –, seu trabalho, amor e sexo, seus planos para o futuro contou detalhes, alguns saborosos, outros terríveis, sobre suas viagens para escrever o elogiado romance O Sonho do Celta, então recém-publicado no Brasil.

Revelando grande disposição apesar da vida corridíssima, do auditório Vargas Llosa subiu para o 24º andar onde, durante almoço no Terraço Abril, com vista para as áreas mais verdejantes de São Paulo — sim, elas existem –, ainda concedeu entrevista para as “páginas amarelas” de VEJA.

Também participei do almoço (e, por generosidade dos entrevistadores, Diogo Schelp e Jerônimo Teixeira, da própria entrevista). Diante de um rico cardápio e ainda de opções de saladas e grelhados, além de vinho branco e vinho tinto, Vargas Llosa optou por um prataço simples de arroz e feijão, só tomou água mineral e nem café aceitou.

O vídeo contém a íntegra da entrevista, que durou 55 minutos — e cada um deles vale a pena.

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