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“Este pode ter sido o primeiro videogame”, diz a seta, sobre o “Tennis for Two”, de 1958: “games” já foram assim (Foto: U.S. Department of Energy)

Há controvérsias sobre quais teriam sido os verdadeiros precursores do videogame, esta febre do século XX que veio para ficar

Alguns entendidos apontam Nim, o jogo de lógica e estratégia produzido pelo computador Nimrod, construído para uma exposição de ciências na Inglaterra, em 1951; outros defendem Oxo, elaborado pelo cientista A. S. Douglas, também britânico, no ano seguinte, enquanto uma corrente é partidária de Tennis For Two, obra do físico nuclear americano William A. Higinbotham que data de 1958.

O vídeo abaixo, editado pelo usuário do YouTube addamus95, parte deste terceiro modelo – embora se confunda com a data, o “antecipando” em seis anos – para traçar uma interessante linha evolutiva dos games.  Por meio de trechos de 47 jogos diferentes, acompanhamos os assombrosos saltos técnicos que foram sendo dados pelos fabricantes, desde que, para se ativar os jogos, era necessária uma verdadeira parafernália.

Da estranha “bolinha” que servia para simular uma bola de tênis em Tennis For Two (1958) às texturas vívida das explosões e do suor no rosto dos protagonistas de Deep Down (2013), passando por clássicos da geração 1980 (Donkey Kong, Pac Man) e os que geraram versão em Hollywood (Mario Bros, Tomb Raider), o período transcorrido parece muito mais do que 55 anos.

Chama a atenção não só o nível de complexidade e detalhismo que a modalidade adquiriu com o passar dos anos – ver os games de futebol, começando por FIFA International Soccer -, mas também as mudanças conceituais: a violência dos mais recentes é de arrepiar os cabelos.

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3 Comentários

Corinthians em 04 de fevereiro de 2014

Os jogos são fascinantes. Gigantesca forma de entretenimento, hoje tão detalhistas que espantam. Além disso ajudam no raciocínio e reflexos, além de ensinar (claro, depende do título). Já existem jogos empresariais - onde o novo funcionário ao invés de realizar um treinamento chato, realiza o treinamento em um simulador, com situações reais, metas de entrega - seja para aviões, máquinas agrícolar, funcionários de TI ou gerentes. Imagina daqui 55 anos então ?

yure carvalho em 03 de fevereiro de 2014

Ricardo Setti você joga algum desses jogos? Prefiro vez filmes e ler. Não jogo, não...

Marco em 02 de fevereiro de 2014

D. Setti. muito bom ! Não considero vídeo game mais uma infantilidade, pelo contrário acho um desenvolvimento até para os mais maduros, pq ali tudo pode dar certo ou errado, cfe sua habilidade e movimentação, antes, sempre ganhava do Matheus, hoje levo cada surra dele, q joga com o Liverpool no Fifa 14, q às vezes fico 8 ou 9 jogos sem vencer. Mas, reparei uma coisa, os nossos reflexos já não são os mesmos de um guri. Abs.

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