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Parece uma pintura de vanguarda, mas é Londres, à noite, nas lentes do fotógrafo e cinegrafista Jason Hawkes

Londres nunca sai de moda e há décadas é uma das capitais do planeta.

As bodas de 60 anos da Rainha Elizabeth II trouxeram a duas vezes milenar e colossal metrópole de novo com grande ênfase para as primeiras páginas dos jornais e o primeiro plano das redes de TV e sites noticiosos, tal como ferveria, há pouco mais de um ano, com o casamento do príncipe William, futuro rei da Inglaterra, com Kate Middleton.

Agora, com as Olimpíadas que começarão no dia 27 do mês que vem, bilhões de telespectadores estarão com os olhos postos na cidade, sua arquitetura imponente, seus magníficos parques e jardins, seu lado moderno e arrojado..

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Na sua jornada noturna, o helicóptero do fotógrafo passa pertinho do Big Ben

Essas imagens e o vídeo — imperdível — são de autoria do fotógrafo e cinegrafista Jason Hawkes, especializado em registrar o mundo do alto. As fotos de seu site são de uma riqueza e qualidade que o blog não consegue reproduzir.

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Londres, uma cidade que não dorme nunca, por Jason Hawkes

Com equipamento bem amarrado, inclinado para fora de um helicóptero, câmeras digitais e estabilizadores especiais, Hawkes produziu este vídeo de maravilhar, em que a cidade que não dorme nunca aparece no esplendor de seu brilho noturno e de suas milhões de luzes:

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5 Comentários

elizabeth correa em 14 de junho de 2012

Ai Setti! que coisa linda esse vídeo. Eu que sou uma apaixonada pela Itália, nos últimos anos tenho estudado com mais atenção a historia e a literatura inglesa me tornando por assim dizer uma admiradora por tudo que diz respeito a ilha. O vídeo é um convite e aproveitei para envia-lo a meu filho que ama a França e provoca-lo fazendo valer a velha rixa entre gauleses e bretões.

Carlos, Amsterdam - HOL em 12 de junho de 2012

Não digo a quem você deveria dirigir o adjetivo que dirigiu a mim porque minha santa mãe me deu educação em casa. Parece que você não teve a mesma felicidade.

Rodrigo Rosário em 12 de junho de 2012

Suas milhões de luzes. Milhão não é masculino? Pode-se dizer "os centenas de carros"? A concordância pode-se dar com os milhões com com as luzes, tanto faz.

Kitty em 12 de junho de 2012

Dear Ricardo! "A wonderful view of Londom from above" à noite e uma boa música acompanhando o passeio, me faz sentir uma vontade quase irresistível de viajar e viver, in louco, o charming da sempre maravilhosa Londres, a cidade, pelo que se aprecia no vídeo, super bem iluminada!!! Um abraço da sua fiel leitora Kitty....Ah! Lindos os vídeos que está trazendo para o nosso deleite, caro jornalista Setti!

Ismael em 12 de junho de 2012

Comparar as cidades a organismos vivos, tal como uma árvore ou um formigueiro, é quase inevitável. As luzes do trânsito à noite lembram o sangue pulsante ou a seiva correndo pelas veias urbanas, que aliás são própriamente chamadas de artérias. Um dos grandes críticos do planejamento urbano modernista, Cristopher Alexander, num texto clássico "A Cidade não é uma Árvore, de 1965, criticava a hierarquização como solução de ordenamento em vista da intrincada teia de relações sociais que roduzem o frenético movimento urbano. Hoje vemos que não adianta apenas ampliar o sistema viário, que tão logo se amplia volta a saturar rapidamente. Um exemplo em São Paulo foi a recente ampliação das marginais e a proibição de caminoes na Av Bandeirantes. Outra constatação interanssante foi a de David Appleyard, contemporâneo do conhecido Kevin Lynch, em estudos sobre a perda de convívio em diversas ruas de São Francisco a partir de maiores volumes de tráfego. Toda cidade com multiplos meios de transporte coletivo e equilíbrio entre o coletivo e o individual é HOJE um exemplo a aser seguido. Em SP corre-se atrás do atraso do sistema de metro, ainda tímido. Mas no futuro, bem próximo, onde a internet poderá enfim libertar o ser humano da escravidão do trânsito, como serão nossas cidades? a violência também não nos isolará cada vez mais? Será que teremos pequenas cidades do interior dentro de grandes cidades, cidades dentro de cidades? Qeu tal pensar sobre isso....

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