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A linda Morena Baccarin em cena de “Homeland”: carioca da gema

A esta altura, diante do sucesso mundial da sensacional série americana de TV Homeland, muita gente já sabe que Morena Baccarin, a estonteante atriz que interpreta Jessica Brody, é uma carioca da gema radicada nos Estados Unidos desde a infância.

Tão carioca que sua pronúncia dos “s” e dos “r” só não é mais angulosa do que suas respeitáveis curvas. Confiram uma entrevista com ela realizada por Jô Soares em edição de abril de 2010, época em que ela atuava em outro hit televisivo, V.

httpv://www.youtube.com/watch?v=7wZLvRs0TCk

Seleção de bilíngues

A destreza natural de Morena em dois idiomas inspirou este blog a compilar outros casos em que estrelas atuais da telinha ou da telona se dividem entre duas (ou mais nacionalidades).

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O alemão (mas catalão de nascimento) Daniel Brül, em cena de “Salvador” (2006)

Algumas delas, aliás, já inclusive atuaram empregando mais de um dos idiomas em que são fluentes. É o caso de gente como Daniel Brühl, o ator criado na Alemanha – mas nascido em Barcelona – que já apareceu em cena falando em perfeito espanhol e até igualmente impecável catalão (no filme Salvador, de 2006), além de seu alemão e do inglês.

Ou então Viggo Mortensen, o galã novaiorquino de origem dinamarquesa que protagonizou uma das maiores produções cinematográficas espanholas dos últimos anos, Alatriste (2006), na língua de Cervantes. Viggo passou a infância entre Argentina e Venezuela.

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Viggo Mortensen em cena de “Alatriste”: no vídeo abaixo ele dá entrevistas em dinamarquês, espanhol e até francês

Os três exemplos acima foram incluídos neste vídeo que circula no YouTube, no qual atores e atrizes conhecidos respondem a perguntas em idiomas diferentes do inglês, ao qual estão mais habituados em entrevistas. É uma boa fonte de surpresas, onde figuram desde a americana Jodie Foster e britânico Colin Firth utilizando o italiano, passando pela jovem atriz americana Camilla Belle, filha de brasileira, se aventurando em nossa língua.

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1 comentário

Marco em 02 de fevereiro de 2013

Don Setti; Não é fácil decorar um texto com dicção, correção e integralidade. A não ser q o papel favoreça esse tipo de estilo. Acho eu q deve ser uma rotina pesada de treinamento. Abs.

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