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Pouco mais de 16 mil fabricados desde 1935, 500 deles ainda voando e prestando serviços: é o velho e bom Douglas DC-3

Gerações de passageiros de todo o mundo voaram a bordo desse velho, bom e sólido avião — o popularíssimo DC-3, que começou a ser construído pela Douglas Aircraft dos Estados Unidos em 1934, ficou pronto em 1935 e foi aprovado pelas autoridades em 1936.

Em diferentes versões e, às vezes, sob diferentes nomes, mais de 16 mil desses aviões extremamente confiáveis, movidos a motor a explosão e, naturalmente, sem cabine pressurizada, foram construídos — 10 mil deles na versão militar, o C-47, como parte do brutal, inigualável esforço industrial empreendido pelos EUA para que os Aliados vencessem a II Guerra Mundial.

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Os velhos aviões, tinindo de conservados, no aeroporto de Rock Falls, Illinois, nos Estados Unidos (Foto: douglasdc3.com)

Cerca de 500 deles continuam voando pelo mundo, em muitos casos em mãos de colecionadores, mas em outros prestando bons serviços, 76 anos depois de seu voo inaugural. Num fim de semana de julho de 2010, celebrando os 75 anos da construção do primeiro DC-3, dezenas deles acorreram para festejar no aeroporto de Rock Falls, no Estado de Illinois.

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O austero interior do DC-3: nada de cabine pressurizada

Como vocês verão no vídeo abaixo — uma vez mais, gentileza do amigo do blog José Carlos Bolognese –, vieram com as mais diversas pinturas, todos impecáveis. Logo no começo do vídeo, um deles realiza um pouso sensacional, com toque no solo em apenas uma roda, e a ponta da asa esquerda controlada para não bater no chão.

O vídeo começa com o start dos dois motores Pratt & Whitney R-1830, de 1.100 HP cada, de um impecável modelo de DC-3 tendo de fundo musical In the Mood, sucesso inesquecível do trombonista, maestro e arranjador Glenn Miller.

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24 Comentários

mocyr ruiz em 14 de setembro de 2018

voei umas 8.000 horas nesse jeep voaor na Real

ricardo martins em 02 de abril de 2014

em junho de 1958 ao sete anos, com minha mãe e irmãos viajei em convair 340 de buenos aires ate montevideu e dai até PORTO ALEGRE , e ao dia seguinte em um dc-3 da real aerovias BRASIL a FLORIPA hoje aos meus 63 anos tenho saudades dessa companhia.abraços ,

ricardo martins em 02 de abril de 2014

em junho de 1958 ao sete anos, com minha mãe e irmãos viajei em convair 340 de buenos aires ate montevideu e dai até PORTO ALEGRE , e ao dia seguinte em um dc-3 da real aerovias BRASIL ,

Klaus R. Gutmann em 16 de fevereiro de 2014

FANTÁSTICO!

Klaus R. Gutmann em 16 de fevereiro de 2014

FANTÁSTICO! Lembro que na década de 50 o DC-3 tomava conta do aeroporto de Congonhas. Meu 1º vôo foi em 1958 com um DC-3 da Varig. Paixão por aviação tem de amar o DC-3. Idem para o fundo musical de Glenn Niller (In The Mood). Parabens, Abraços. Klaus

Gabriel Barbosa de Araújo em 13 de janeiro de 2014

Isto foi há muito tempo. Exatamente no dia 28 de abril de 1970, quando deixei minha querida cidade de Fortaleza e realizei meu primeiro voo de avião a bordo de um C-47 da Força Aérea Brasileira. Na ocasião a aeronave estava a serviço do Projeto Rondon, procedente de São Luís do Maranhão e com destino ao Rio de Janeiro, fazendo escalas em Crato, Petrolina, Bom Jesus da Lapa, Pirapora, Belo Horizonte e Base Aérea do Galeão. Fio uma viagem emocionante com sabor de aventura nos tempos da aviação heroica. A partir de Petrolina o avião seguiu o curso do Rio São Francisco, realizando proezas inacreditáveis como voos rasantes e pousos até onde não havia pista, como foi o caso de Pirapora, onde vi somente um campo de futebol com um capim muito alto que o avião cortava com a hélice. Achei fantástico, a ponto de não mais esquecer, por isso tenho grande respeito a essa aeronave.

Marino lozio em 15 de janeiro de 2013

Permita-me Senhor Setti que acrescente algo a postagem do Engenheiro Luiz Pradines, Sir Douglas Bader piloto audaz,corajoso,jocoso,teimoso,que os alemães o reverenciaram pelas suas qualidades pouco importando se fosse inimigo.O senhor foi feliz ao dar o nome dele ao seu filho, ele terá uma grande historia para contar quando lhe perguntarem o porque do nome Douglas. um Abraço Marino

Marino lozio em 15 de janeiro de 2013

Senhor SETTI : Meu primeiro contato com o DC-3 foi em 1957 no Campo de Marte aeronave pertencente ao Grupo Moura Andrade, dali para cá o amor foi eterno, eu quase venero este avião que em sintese propiciou a vitoria Aliada na Europa. Parabens pela matéria e dar aos amantes da verdadeira aviação um momento de retorno ao passado não tão distante assim. Muito obrigado, caro Marino. Volte sempre. Abraço

João Custodio Santos em 15 de outubro de 2012

Olá,com satisfação e uma pontada de orghulho, posso informar,que algumas vezes,lá pelos idos de 1956,1957, tive oportunidade de voar pelos DC-3 da Varig, entre Stª.Maria e P. Alegre,no RS. Serviço de bordo excelente e uma hora de fantastico. Bons tempos.

luiz carlos pauli em 01 de maio de 2012

Meu padrinho....foi da tripulação presidencial......Costa e Silva até se aposentar no GTE presidente Geisel. As histórias de poder, a bordo desses aviões que ele conta, são fantásticas, daria um livro. O filho do presidente João Goulart, por exemplo, junto com sua mãe, a bordo do DC-3 presidencial, era um pirralho terrível, inclusive, não parava quieto, invadia a cabine, mexendo nas manetas, reduzindo a potência dos motores. Os oficiais se combinaram, de pegar o garoto e leva-lo a força lá para trás, sob protestos da primeira dama. Mas pelo menos, não derrubou o DC.-3... eheheh..

Antonio Clemente Vilela em 18 de abril de 2012

Vi o primeiro DC-3 em 1963 (C-47 DA FAB), pois estava eu na casa de meu avô em Lajedo/Pe , no Sítio Cupim, quando de repente escutamos um ronco estranho de motores, fomos para o terreiro e avistamos um avião verde escuro passando bem baixinho por cima da casa de meu avô, tivemos medo e ao mesmo tempo alegria de vermos um avião naquele fim de mundo, depois de um dia escutando a Rádio Difusora de Garanhuns (cidade à 36 km de Lajedo) e, o locutor dizia: ontem aqui em Garanhuns tivemos a honra de recebermos o Marechal Teixeira Lot, o candidato a presidente da República, o mesmo chegou com sua comitiva num C-47 da FAB. Desde daquele dia fiquei apaixonado pelo DC-3 e disse quando crescer vou fazer o curso para dirigir um avião desses, todo meus amigos e primos riram de mim, mas quando tive condições de vir para Recife, fiz o curso de piloto no Glorioso Aeroclube de Pernambuco e um dos meus professore foi justamente um Comandante de DC-3 (C-47 - FAB) CMTE. MOISÉS reformado pela FAB. foi o maior sonho realizado em toda minha vida. TFA à todos.

Antonio Clemente Vilela em 18 de abril de 2012

Vi o primeiro DC-3 (C-47 DA FAB) em 1963, pois estava eu na casa do meu em Lajedo - PE,

Carlos Alberto Moraes de Lima em 14 de abril de 2012

Desde cedo, desde criança, era interessado em aviação. Me lembro da época em que eu e um amigo escriviamos para os grandes fabricantes de avião, final dos anos 50, e os mesmos enviam catálogos superdetalhadas com plantas e fotos de primeira qualidade. Não voei no DC-3, mas como morava na rota de pouso do Velho galeão, sempre via os DC-3 passando por cima da minha cabeça. Destes aviões a pistão antigos o que voei mais voi o Electra, na ponte Rio São Paulo. Bons tempos. Um abraço a todos.

Cesar Azeredo em 14 de março de 2012

Foi o primeiro avião em que viajei, um da Força Aérea que fazia transporte de pessoal da FAB da Força Aérea, entre as diversas bases. A gente ficava de boca no aeroporto, em São José dos Campos, e como alunos, quando sobrava alguma vaguinha, a gente pegava carona. Voamos, algumas vezes, SJC ao Rio, ida e volta. Muito, muito legal. Éramos jovens e imortais. Além disso, a razão de planeio do DC3 é de 1/15, ou seja, se o teto de serviço dele era 3000 metros, desse alguma m...., em 45000 metros (45 km) o piloto achava algum lugar para posar o avião. Outro avião que me dá saudades é Lockheed Model 188 Electra II, que serviu a ponte aérea Rio-SP muito tempo. Voei muitas vezes naquele avião. Barulhento, desconfortável para transmitia uma segurança inigualável. Bons tempos.

Pedro Luiz Moreira Lima em 14 de março de 2012

Amigos: Surgiro a todos lerem o livro Passo Bandeira de Oswaldo França Junior - preso,cassado e impedido de voar por recusar a partcipar da operação Mosquito(derrubar o avião que trazia o Vice Presidente João Goulart) perdeu a FAB um excelente piloto de caça e ganhou o Brasil um excelente escritor.Morreu novo em plena atividade intelectual num acidente de carro nas estradas de Minas. Oswaldo França junior - PRESENTE! Pedro Luiz

Cláudio em 13 de março de 2012

Grande DC-3! Foi um das melhores aeronaves já fabricadas. Diziam que ele nunca caia, era derrubado...

bereta em 13 de março de 2012

Saudosas lembranças. Década de 50,quando Dracena, no quase limite da Alta Paulista, era servida pela Real Aerovias Brasil, cujo símbolo era um corcundinha. Seu agente era Badi Baracat. Ganhar de presente uma asinha da Real ou um chaveiro com a imagem do corcundinha era o sonho de quase todos os meninos da minha idade. Os aviões? Os admirados DC3. Não foram poucas as vezes que me desloquei até o campo de aviação para ver a chegada ou a saída daquelas aeronaves brilhantes e imponentes. Em terra, o carenado apontava para o alto. Bequilha traseira, motores barulhentos, mas um barulho que nos fazia sonhar. Ganhamos a confiança do guarda-campo, um preto velho, carinhosamente chamado de Fumaça, amigo de todos nós, que amávamos os aviões. Ainda tenho nos meus guardados uma foto sua. A pedido, ele posou ao lado de um Cesnna puxa-empurra, Skymaster. Já não havia mais Douglas a voar nos céus de Dracena. A Real se extinguira. Mas a memória ainda é boa. Guardo com carinho aquela foto, como guardo com carinho a imagem do "Seo" Fumaça, como nós o tratávamos. - Podem olhar, mas não toquem nos aviões! A proposito, Glenn Miller faleceu num desastre de aviao, quando ia entreter soldados americanos que lutavam no front europeu. Uma triste ironia. Obrigado mais uma vez, Setti, pela oportunidade de rever algo que fez parte de minha infancia. Sou eu quem agradece, caro Bereta. Abraço

Pedro Luiz Moreira Lima em 13 de março de 2012

Luiz Pradines: Que palavras amaveis e agradeço emcionado - por favor peça ao grande jornalista Setti meu email será um prazer conhecê-lo. Um abarço fraterno. Pedro Luiz

Luiz Pradines em 13 de março de 2012

Olá, Pedro Paulo, Obrigado pelo comentário. Há alguns anos, eu costumava escrever artigos técnicos para revistas de aviação. Já faz um tempo que não os envio. Digamos que eu esteja impedido de fazer isso no momento. Mudando um pouco de assunto. Li o livro do seu pai na mesma época em que andava de bicicleta lá em Recife. Saiba que leio tudo o que posso a respeito da campanha do 1.o GAvCa na Itália. Em Dubai, sempre que posso, conto para os estrangeiros com quem convivo que lutamos pela democracia na Itália, e que brasileiros como o seu pai foram muito importantes para a vitória dos Aliados. O meu amado Douglas sabe disso. Ele vê o quadro que tenho com o D4, o P-47 da "Green Flight" pilotado pelo seu pai, e outro com o número "1" - o do Cel. Nero, e já sabe que aquele avião imponente era o "Trator Voador". Prometi que, um dia, eu o levarei aos EUA para ver o C-47, o P-47 e toda aquela aviação antiga e fantástica em vôo. PS: como faço para mandar uma maquete do B777-300ER para o seu pai?

anatolio pereverzieff em 13 de março de 2012

Era uma festa só quando descia este "aeroplano" em Santa Rosa, via Aviação Sulriograndense. Varig. Uma pena que tudo se encerra tão célere.

Danir em 12 de março de 2012

Tem coisas que deixam marcas indeléveis em nossas vidas. Uma delas e ver um DC-3 ou C-47 em ação. A primeira cena deste vídeo, me lembrou que o DC-3 era um avião que não gostava de pousar. Sua natureza era voar, e por isto na segunda guerra mundial alguns aparelhos foram despojados de motor e se revelaram ótimos planadores rebocados para operações aerotransportadas. Fico imaginando a posibilidade de voar em um destes bichinhos sem aqueles confiáveis motores radiais. Deve ser uma experiência incrível. Talvez como foi pousar em um Bandeirantes em uma cidade entra São Paulo e Rio ( Guará), quando o avião recebeu uma rajada lateral, e literalmente pousamos de lado. É tambem um aviãozinho valente e para nós brasileiro um clássico. Muito bom mesmo.

Pedro Luiz Moreira Lima em 12 de março de 2012

Luiz Pradines: Parabéns Luiz Pradines lindo texto - se permitir gostaria de enviar para a revistas de aeronautica -ou então divulgue vc mesmo - Um Belo Texto sobre aviação - PARABÉNS! Pedro Luiz

Luiz Pradines em 11 de março de 2012

Setti, Os C-47 foram desativados da FAB em 1983. Alguns deles continuaram voando em companhias civis após serem leiloados. Em 1986, moleque em Recife, andava de bicicleta quando ouvi o belíssimo som de motores radiais - era um C-47 após a decolagem. Foi a primeira vez que via um C-47 em vôo. Soube depois que havia uma empresa em Fortaleza que ainda operava dois ou três para vôos dos Correios. Os anos passaram, formei-me em Engenharia Mecânica com Ênfase em Aeronaves na USP de São Carlos e, por uma ironia do destino, terminei trabalhando na mesma empresa que operava aqueles C-47 nos anos 80. Os aviões ainda estavam lá, no Aeroporto de Fortaleza, mas estavam encostados por não mais terem condições de vôo. Enferrujavam sob aquela atmosfera tépida mas mortal para as suas estruturas... Sempre achava um tempo para admirar as velhas garças encostadas no gramado ao lado do hangar. Uma vez, entrei em um deles. O painel, decrépito, não mais trazia muitos instrumentos. A placa do fabricante ainda estava lá - era a prova de que aquele era um dos legítimos C-47 fabricados durante a Segunda Guerra Mundial. O interior era cavernoso e entendi o porquê da popularidade do DC-3/C-47: amplo espaço para passageiros e carga. Aquela garça tinha sido um dos primeiros aviões de passageiros construído com a técnica do revestimento trabalhante, em que os esforços do vôo eram descarregados não apenas através dos "stringers" e cavernas, mas também da fina pele de duralumínio que constituía a sua fuselagem e asas. Circulando por fora, chamou-me a atenção a pesada construção do C-47. Os painéis externos das asas eram ligados à seção central através de uma fileira interminável de parafusos. De tão sólidos, pareciam mais adequados à construção civil. Naquela época, a ciência da otimização estrutural ainda estava em sua infância. A Douglas teve que usar coeficientes de segurança espantosos no projeto da estrutura do avião, o que explica o fato de tantos C-47 ainda estarem em vôo com estruturas perfeitamente seguras até hoje. Os "meus" C-47 ainda podem ser vistos aqui, nestas coordenadas (3°46'48.05"S, 38°31'40.31"W). Alguns anos depois, trabalhava em São José dos Campos. Em um certo carnaval, decidi visitar um irmão que morava em São Leopoldo, no RS. Além do motivo pessoal, arquitetava um plano diabólico: fazer um vôo no C-47 que era mantido em condições de vôo pelo Aeroclube do RS. A garça fazia vôos panorâmicos no RS e, soube quando liguei, estava passando o verão fazendo vôos no belíssimo litoral de Torres. Para lá rumamos na volta a São José. Após uma longa espera, eu e a minha esposa voamos no C-47! O Aeroclube criava uma bela atmosfera no vôo panorâmico, com revistas "O Cruzeiro" nos bancos. Desnecessário dizer que foi um dos vôos mais fantásticos que já fiz na vida! Uma visita à cabine revelou que algumas concessões à modernidade tiveram que ser feitas: o GPS estava lá, junto com rádios modernos, mas voávamos com a janela do piloto aberta e o vento entrava livre pela cabine, trazendo o ar dos velhos tempos de volta. O ruído dos motores e a vibração se propagava pelas nossas entranhas - aquilo é que era aviação! Meu filho tem cinco anos. Olha a vitrine com minhas maquetes de avião e ele logo reconhece as linhas belas, marcantes e inconfundíveis do modelinho do C-47 que tenho, dentre mais de 100 maquetes na vitrine. Mostro a ele também irmãos mais novos do C-47. Repousam lado a lado o DC-7, o DC-9 e o último da linhagem, o MD-11. É uma pena. Nunca veremos um MD-12 por aí, pois a Douglas agora é parte da Boeing. Apesar disso, o nome "Douglas" sempre será associado à aviação e nunca morrerá. E, para mim, "Douglas" tem um outro significado muito especial. Não se passa um dia em que eu não o chame: meu amado filho tem esse nome. Na verdade, não devido propriamente ao avião, mas em homenagem a Sir Douglas Bader, aviador inglês da Segunda Guerra. Isso, porém, já é uma outra história... Muito obrigado por compartilhar memórias pessoais com o blog, e por seu belo texto, caro Luiz. Um abração e bom domingo

SergioD em 10 de março de 2012

Ricardo, esse fantástico avião serviu em todos os fronts da Segunda Guerra Mundial. Sua atuação mais marcante foi na madrugada de 6 de junho de 1944 levando duas divisões aéreas americanas e uma inglesa para o início da Operação Overlord, o Desembarque na Normandia. Lembro de muitos relatos do meu falecido Pai sobre constantes viagens que ele fazia na década de 1950 entre o Rio e Belo Horizonte nessa aeronave. Com medo de avião, ele me falava que tinha mais confiança nesse avião que nos jatos que vieram nas décadas seguintes. Excelente post. Abraços e bom Domingo Eu mesmo viajei muito neles, hahahah, embora ache que não tenho, não, idade para ser seu pai. Morava no interior do Paraná e vinha a São Paulo ver a família. Uma vez, inesquecível, quem me levou a SP foi meu bisavô Luigi, forte como um touro. E ele levou, dentro do avião, para sua filha -- minha avó --, uma cesta de... peras de sua chácara. Eram os tempos da Real Aerovias Brasil... Abraços

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