Vídeo: Fernando Morais conta como é seu novo livro, “Os últimos soldados da guerra fria”

Amigos, ninguém melhor do que o autor de Olga, Chatô e Corações Sujos para contar como é seu novo livro, a ser lançado no próximo dia 23, Os últimos soldados da Guerra Fria, que conta a história de espiões que o governo comunista de Fidel Castro infiltrou na comunidade de exilados cubanos da Flórida.

“É uma história absolutamente real, mas que pode ser lida como uma história de suspense, um romance policial”, diz Morais.

Agora, o escritor com a palavra:

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16 Comentários

  • Reynaldo-BH

    Fernando Morais é daqueles escritores que mesmo a gente não concordando, não pode deixar de ser lido. Mais, admirado. Chatô e Corações Sujos são obras-primas. Ele é o grande biografo e um historiador de fatos ainda não históricos. É imperdível. Vou sim encomendar, com ansiedade, o novo livro.
    Ao mesmo tempo é o biografo de Lula. temo que teremos outro “Filho do Barril”, pelas posições políticas que podem estar acima da coerência histórica. Lula não iria aceitar Merval Pereira, Augusto Nunes, Cony, Setti ou outro escritor para produzir uma biografia. Larry Rother em “Deu no NY Times” já produziu algumas áginas sobre Lula. E tantos outros. Lula não quer a verdade hist´rica. Quer o romance épico. Mesmo que de épico, nada tenha na história pessoal. Enfim…
    Vamos ao novo livro do Fernando Morais, com prazer.
    E esperemos o que saíra dos delírios de Lula, aos quais Fernando foi encarregado de dar um formato de sanidade!

  • Luiz Pereira

    Setti,
    Li Chatô, que é um deleite. Sempre o releio. Mais não sei muito sobre Fernando Morais, a não ser que foi amigo de Quércia (foi secretário de Cultura de SP?), e é comunista.
    Como se conjugam a duas coisas, não faço a menor idéia.
    Será que F.Morais é uma das personificações do samba do crioulo doido?
    abs

  • Carl

    Fernando Moraes nunca deixou de ser fernando babaca, seu apelido no JT – hehehe, extrema direita cubana em Miami é di lascar!
    Se PHA conseguisse escrever iria ser seu concorrente.

  • Tuco

    .

    Ouso discordar do senhor Reynaldo-BH, com todo
    respeito que merece, acerca da qualidade desse
    escritor. Peca demais na escolha sobre o que
    escreve e o estilo não me é dos mais agradáveis.
    Agora, no nascedouro do livro/biografia do Lula,
    pobre FMorais! Nem se fosse Shakespeare… Da
    mesma forma que o filmeco, o livreco será salvo,
    não tenho dúvidas, por gordos fomentos – vez que
    nas prateleiras resultará em “traço”.

    .

    Não se trata de biografia de Lula, Tuco. É um livro sobre seu governo.

  • wilson

    Para a hagiografia do lula recomendo para Morais
    fazer um paradigma entre Pinocchio e o Barão de
    Munchalsen e qualquer ensaio sobre mitomania.

  • carlos

    Lamento, mas não é possível respeitar alguém que se gaba de ser amigo de um assassino de milhares de pessoas. Que respeito merece um sujeito que retratou como santa uma doentia espiã stalinista, que em conluio com o facínora Luis Carlos Prestes, assassino da adolescente Elza, queria transformou o Brasil em uma colonia sovíética, impondo aqui simplesmente o regime mais assassino da história da humanidade.

  • Tuco

    .

    Minha ignorância não vê diferença entre
    um livro sobre o Lula ou sobre o governo
    dele, de qualquer forma fica registrado
    meu equívoco.
    Aguardemos o arremedo formatado pelo
    festejado comunista, arrimado por muito
    dinheiro público e repleto de ufanismo.
    Enfim, será mais um lixo – daqueles que
    “nem inglês quer ver”.
    Anota aí, RSetti, vai dar traço!

    .

  • veiaco

    O que o Fernando tem que escrever com sua verve é como muitos países da América Latina se transformaram em Ditaduras Democráticas e nós no Brasil voltamos à Monarquia, com uma Rainha e um primeiro ministro que viaja pelo mundo e dá pitacos em militares chamado Lula.

  • João Lourenço

    Lamento aoss fãs deste homem que escreve sobre assassinos e bandidos da historia brasileira e pior ainda um fã estérico de ditadores assassinos como Fidel e o defunto vivo do Chaves.Dispenso um escritor com tendências tiranicas e mentirosas.

  • Paulo Bento Bandarra

    Depois de ler Olga, já se conhece a falta de critérios humanísticos do autor. Não passa de propagandista, pouco preocupado com a história e mais focado em criar um mito totalmente falso. Um escritor para se desconhecer a história!

  • Reynaldo-BH

    Quero concordar com a maioria dos comentários deste post. Mas volto a afirmar que Fernando Morais é um bom escritor. Sabe-se o trabalho que dá montar uma biografia como Chatô. É quase um trabalho de garimpagem. Do mesmo modo que acho Chico Buarque o verdadeiro cafetão da ditadura (perdeu o talento depois da redemocratização e hoje comete versos como “mulher sem buraco”) e discordo somente em 100% das posições políticas, não posso deixar de considerar , por exemplo, Construção como uma obra-prima.
    Fernando Morais amigo de Fidel, admirador de Cuba, parceiro de Quércia é um personagem que pouco – ou nada – me interessa.
    O escritor, sim. Não sou da turma do “não li e não gostei”, exceto em casos raros, como os livros do Bardo Maranhense, o tal de Sarney. Deste só consegui ler os tais Maribondos de Porre, Abelhas Bebadas, sei lá ao ceto. Por aí. Depois disso passei a não ler e não gostar de nada que ele julga ter escrito.
    Fico na expectativa de COMO FM vai abordar este tema. Espiões de Fidel é uma merda! Os exilados de Miami, La Calle 8, outra! Se for honesto, será um bom livro. Se for de defesa dos espiões do amigo, no mesmo nível acima citado.
    mas continuo achando que ler FM é essencial. São poucos os que se arriscam em terreno perigoso: a história que ainda está sendo construída!
    Por fim, discordo d amigo Setti. É inocência crer que a “encomenda” lulista seja somente sobre Governo. Será sim – e disto não tenho dúvidas! – um elogio desmedido ao Molusco Real.
    Talvez aí, passarei a engrossas a lista mínima dos “não lidos que que não gostei!”
    E mude minha opinião sobre FM, que ainda me faz comprar seus livros.

  • Paulo Bento Bandarra

    Mas Reynaldo-BH, você leu ou não OLGA? A heroína do totalitarismo stalinista criada por FM.

  • Jeremias-no-deserto

    Não sei dizer se Fernando Morais é um bom ou mau escritor.Aliás, nem ele deve estar atualmente preocupado com essa qüestão bizantina, agora que ele está faturando uma grana preta com a suas “biografias” laudatórias feitas sob encomenda.

  • Diocleciano

    Eu li ” A ilha”, livro reportagem sobre Cuba. Muito bom. Preciso ler mais alguns.
    Vejo alguns comentaristas aqui tentar desqualificar o autor por suas posições políticas.
    Se o Morais biografasse o FHC, aí sim, seria considerado santo. Ou se fosse filiado ao PSDB.
    Os que criticam são admiradores do regime militar brasileiro.

    Você precisa ler “Chatô”, livro trabalhoso, dificílimo de fazer, sobre um personagem extraordinariamente controvertido. É um retrato de um Brasil que, acredite, era pior do que o atual.
    Uma obra de primeira categoria.
    Abração

  • GlorInha de Nantes

    Um talento desperdiçado! Gostaria de encontrá-lo, nas estantes das livrarias, com muita assiduidade, na categoria ficção. No entanto, desperdiça seu talento de ficcionista em biografias que tecem loas a dinos e troglos, sob encomenda.
    .
    Ao romancear a ilha da fantasia, ou o cerco ao castelo, ou as virtudes dos líderes políticos, estrategicamente, arrebanha e convence neófitos, recém-chegados a tais temas, românticos, idealistas, principalmente jovens em formação. Sem pejo ou autocrítica, assina como pessoa física, e endossa, como nominado escritor, a existência real de universos virtuais. Límpida e cristalina ficçào!
    .
    É com enorme e ótima competência que atribui à realidade, como poucos, a efetividade daquelas hipóteses teóricas e utópicas de sociedade, sonhos e fantasias, heróis e gnomos, ideias de Shangrilás. Na essência, um ficcionista! Entretanto, um talento desperdiçado! Desenobrecido!

  • Paulo Bento Bandarra

    Diocleciano alega que os “que criticam são admiradores do regime militar brasileiro”. Faz sentido na medida que ele é fã do stalinismo e do castrismo, das ditaduras comunistas, que os “reacionários” combateram. Ditaduras militares comunistas. As vozes que aqui gorjeiam não gorjeiam pelos de lá.