Neste trecho do balanço de 2010 apresentado por Augusto Nunes na TVEJA, comento com ele e Reinaldo Azevedo um dos eventos mais marcantes do ano, a retomada do Morro Alemão pela polícia como parte da implementação das Unidades de Polícia Pacificadoras (UPPs) criadas pelo governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB).

Argumento que a suposta expulsão dos bandidos de apenas uma favela é só o começo de um processo que, para dar certo, requer o mínimo dez anos de duração e tem como pressupostos diversos outros fatores, sobetudo a “limpeza das polícias mais corruptas do Brasil, que são as Polícia Civil e Militar do Rio de Janeiro”.

Aponto também o despreparo da gestão Cabral para a tarefa e, no âmbito nacional, a falta de proteção dada pelas instituições federais às fronteiras do Brasil por onde passam as drogas, especialmente a do Paraguai.

Em resumo, digo, “o problema é o que vem depois.

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